stf na mídia - Supremo Tribunal Federal

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stf na mídia - Supremo Tribunal Federal
STF NA MÍDIA
Supremo Tribunal Federal
Clipping da imprensa
Brasília, quinta-feira, 9 de junho de 2011 às 06:15
CLIPPING INTERNACIONAL
9 de junho de 2011
Matérias do dia 02/06/2011
THE GUARDIAN (LO)
In village politics, as elsewhere, what matters is not agreement but conflict ..................................................... 12
Nick Clegg s House of Lords reform is folly. Abolition would be a better option ............................................ 15
Syria: Truth will out ........................................................................................................................................... 17
BUSINESS TRAVEL MAGAZINE (SP)
American Airlines entra com uma ação judicial contra a Sabre e vice-versa. ................................................... 18
CLARÍN (AR)
Keiko Fujimori: “Yo no quiero ser presidente para indultar a mi padre” .......................................................... 19
Aún quedan 10 mil industrias sin controlar en el Riachuelo .............................................................................. 21
Cinco años para ver resultados ........................................................................................................................... 23
Jaime intentó justificar sus bienes en la Justicia ................................................................................................ 24
La OEA reincorporó a Honduras y puso fin a su aislamiento diplomático ........................................................ 25
Arrepentido ........................................................................................................................................................ 26
PORTUGAL DIGITAL (PT)
Ong Justiça Global contesta licenciamento de Belo Monte ............................................................................... 28
OAB diz que acionará Supremo se Congresso aprovar Lei da Mordaça ........................................................... 29
DIÁRIO DE NOTÍCIAS (PT)
Advogado diz que Mladic tem cancro linfático ................................................................................................. 30
THE ECONOMIST (LO)
Brazil's president: Dilma's first big test .............................................................................................................. 31
AMBITO FINANCEIRO (AR)
Hijos de Noble: Casación avaló extracción compulsiva de ADN ...................................................................... 33
PORTUGAL DIGITAL (PT)
Governo muda regras para viagem de crianças e adolescentes ao exterior ........................................................ 34
ABC COLOR (PY)
Ministro del Interior dice que enmienda no es la vía para buscar la reelección ................................................. 35
Intendentes de capitales del país visitaron la Corte Suprema ............................................................................. 36
Se instala en Chile la batalla por el uso de semillas transgénicas ...................................................................... 37
ONU denuncia crímenes de guerra en Libia y OTAN prolonga plan de acción ................................................ 39
Siguen las chicanas: Ahora impugnan a la fiscala Vallejo ................................................................................. 40
Proyectan reconstruir el estadio Comuneros en la Bahía de Asunción .............................................................. 41
DIÁRIO DE NOTÍCIAS (PT)
Creche ilegal encerrada após denúncia de agressões.......................................................................................... 42
Duas arguidas no caso de creche ilegal em Lisboa ............................................................................................ 43
AMBITO FINANCEIRO (AR)
La Corte concedió aumento de 10% a todo el Poder Judicial ............................................................................ 44
La Justicia electoral avaló las candidaturas de Macri y Estenssoro ................................................................... 45
FORBES.COM (US)
The Times, They Are a-Taxin' ........................................................................................................................... 46
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 1
EL UNIVERSAL
Instan a precisar tipo de ausencia del Contralor ................................................................................................. 48
Súmate realizará contraloría de los diputados .................................................................................................... 49
En la ONU se presentó informe que menciona caso de jueza Afiuni................................................................. 50
AN exige que saquen al Cicpc de pesquisa sobre caso El Rosal........................................................................ 51
Cuadernos del centenario: Manuel García Pelayo.............................................................................................. 52
Parlamento de Irán remite a Ahmadinejad a la Justicia ..................................................................................... 54
Gobierno y zelayistas celebran reingreso de Honduras a la OEA ...................................................................... 55
Bahrein recupera su opción ................................................................................................................................ 56
Encausados 16 controladores por el caos aéreo que provocaron en el puente de la Constitución ..................... 57
FRANKSURTER ALLGEMEINE (BL)
Der schulische Wildwuchs ................................................................................................................................. 58
Merkel in Indien und Singapur: Wo die deutschen Sorgen schrumpfen ............................................................ 60
Kommentar: Anwälte im Ethikfieber ................................................................................................................. 62
JORNAL DE ANGOLA (AN)
Cristiano André preocupado com a falta de magistrados ................................................................................... 64
THE NEW YORK TIMES (US)
Court Lets City Restrict Church Use of Schools ................................................................................................ 65
Acquittal in D.W.I. Case That Was Test of Ticket-Fixing Issue........................................................................ 67
Georgia: Suit Challenges Immigration Law ....................................................................................................... 69
House Sets Votes on Two Resolutions Critical of U.S. Role in Libyan Conflict .............................................. 70
The Depravity Factor ......................................................................................................................................... 72
About That Precedent ......................................................................................................................................... 74
When States Punish Women .............................................................................................................................. 75
Matérias do dia 03/06/2011
PORTUGAL DIGITAL (PT)
Governo brasileiro diz que levará adiante projeto da Usina de Belo Monte apesar dos protestos ..................... 76
FRANKSURTER ALLGEMEINE (BL)
F.A.Z.-Sachbücher der Woche: All die menschlichen Selbstverständlichkeiten ............................................... 77
LE MONDE (FR)
Trois parlementaires mexicains rendent visite à Florence Cassez...................................................................... 80
JORNAL DE ANGOLA (AN)
PGR preocupada com as crianças que estão com as mães nas cadeias .............................................................. 81
EL UNIVERSAL
Por huelga de hambre hospitalizan a mapuches en Chile................................................................................... 82
No hay moros en la costa ................................................................................................................................... 83
Mesa de la Unidad celebró instalación de Frente Progresista ............................................................................ 84
CLARÍN (AR)
Bariloche: condenaron a 20 años de prisión al cabo que mató a Diego Bonefoi ............................................... 86
Pese a los precedentes, Casación insiste con la extracción compulsiva ............................................................. 87
Una guía escolar contra la corrupción trajo polémica ........................................................................................ 89
Un caso que podría estar ya resuelto .................................................................................................................. 91
Estenssoro y Macri podrán ser candidatos ......................................................................................................... 93
La querella dice que apelará ............................................................................................................................... 94
Ocho años, tres muestras y una persecución sin precedentes ............................................................................. 95
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 2
ULTIMA HORA.COM (PY)
La Corte Suprema repone a intendente de Carapeguá........................................................................................ 96
PRENSA LATINA (AR)
Chile: Expectativa por veredito sobre julgamento de líderes mapuche.............................................................. 97
Mortos 149 supostos simpatizantes de ex-presidente marfinense ...................................................................... 98
AMBITO FINANCEIRO (AR)
Contradictoria presentación judicial del "Carnicero de Srebrenica" .................................................................. 99
ABC COLOR (PY)
Apoyo judicial para aplicar normas.................................................................................................................. 101
Cartas al director .............................................................................................................................................. 102
Constituyentes echaron candado a Carta Magna .............................................................................................. 104
Rechazan acciones en caso Lindstron .............................................................................................................. 105
Es removido por un solo caso .......................................................................................................................... 106
Corte Suprema chilena rebaja condenas a presos mapuches en huelga de hambre .......................................... 107
Organizaciones civiles presentan demanda contra ley antiinmigrante ............................................................. 108
Ordenan examen de ADN a presuntos niños raptados en dictadura................................................................. 110
Condenan sentencia contra disidentes .............................................................................................................. 111
“Hay cosas absurdas en Cuba”, afirma el presidente Raúl Castro .................................................................. 112
La Corte suspende fallo electoral y repone al intendente de Carapeguá .......................................................... 113
UIP urge acciones a la Corte ............................................................................................................................ 114
EL PAIS (ES)
Se aprueba el reglamento de acceso a la abogacía, "una legislación demandada desde hace 100 años" ......... 115
La Guardia Civil atribuye una falta grave al juez que anuló parte del caso Gürtel .......................................... 117
LE MONDE (FR)
Les époux Ben Ali seront jugés dans les "jours ou les semaines" à venir ........................................................ 119
FORBES.COM (US)
Handling New IRS Foreign Reporting Requirements Without Doing Jail Time ............................................. 120
Obama's Top Lawyer: If You Don't Like the Individual Mandate, Earn Less Income .................................... 125
Governments Go Broke, Citizens Suffer .......................................................................................................... 126
The Week Ahead: Key Levels to Watch .......................................................................................................... 128
California Steps Up Efforts to Tax Online Sales.............................................................................................. 130
Five Lessons from the Fall of John Edwards ................................................................................................... 132
Amnesty International at 50 ............................................................................................................................. 134
FRANKSURTER ALLGEMEINE (BL)
„Ein klares Szenario“ in Stufen ........................................................................................................................ 135
Im Gespräch: Der serbische Präsident Boris Tadic: „Wir haben nichts zu verbergen".................................... 137
Kaltreserve kritisiert: Länder pokern um Atomausstiegs-Details .................................................................... 145
Formel 1: Rennen in Bahrein wird nachgeholt................................................................................................. 147
Kaltreserve kritisiert: Länder pokern um Atomausstiegs-Details .................................................................... 149
„Ein klares Szenario“ in Stufen ........................................................................................................................ 151
THE NEW YORK TIMES (US)
Dr. Jack Kevorkian Dies at 83; A Doctor Who Helped End Lives .................................................................. 153
Where Prisoners Can Do Anything, Except Leave .......................................................................................... 157
EL PAIS (ES)
Controladores ante el juez ................................................................................................................................ 160
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 3
THE NEW YORK TIMES (US)
Mourning a Boy, Crowds in Syria Defy Crackdown ....................................................................................... 161
Judge Advises N.F.L. and Players To Continue Efforts to End Dispute .......................................................... 163
Elmer G. Pratt, Jailed Panther Leader, Dies at 63 ............................................................................................ 165
Connecticut House Debates Requiring Sick Pay.............................................................................................. 167
As Styles of Handball Clash, Two High-School Stars Are Disqualified ......................................................... 168
Settlements End Suits Over Raids By Officials ............................................................................................... 170
In Alabama, a Harsh Bill for Residents Here Illegally ..................................................................................... 172
Mladic Refuses to Enter Plea at War Crimes Tribunal .................................................................................... 174
Despite Protests, Grand Prix Schedules Race for Bahrain ............................................................................... 176
Plan to Deport Child Refugees Draws Criticism From U.N. ........................................................................... 178
Why Khodorkovsky Matters ............................................................................................................................ 179
Wal-Mart to Buy Back Billions More in Shares .............................................................................................. 181
How a Democracy Works ................................................................................................................................ 183
THE GUARDIAN (LO)
English Heritage deals blow to £340m UBS office plans ................................................................................ 185
Tote bought by Betfred for £265m ................................................................................................................... 186
Peru election offers voters stark choice ............................................................................................................ 188
Libyan who claims she was raped by Gaddafi troops deported from Qatar ..................................................... 190
Barack Obama rebuked by House for using troops in Libya ........................................................................... 192
Syrian forces kill at least 34 protesters at anti-government protest .................................................................. 193
Bahrain gets go-ahead for grand prix as rights activists condemn F1 decision................................................ 195
Ratko Mladic trial: the grey man bringing Serb general to justice ................................................................... 197
Ratko Mladic, truculent and smirking, faces his accusers at The Hague ......................................................... 199
Yemen fears anarchy after attack on president Ali Abdullah Saleh ................................................................. 202
LettersOn the fault lines of fractured Britain ................................................................................................... 205
Hugh Muir ........................................................................................................................................................ 207
It s complacent to believe these cyber threats are just the same old problems ................................................. 209
Yes, poor white Britons suffer discrimination. But not racial .......................................................................... 211
SÜDDEUTSCHE ZEITUNG (BL)
Whistleblower im Büro: Denunzianten vom Dienst ........................................................................................ 213
Matérias do dia 04/06/2011
ULTIMA HORA.COM (PY)
Tribunal rechaza liberar a acusados por el caso Cecilia ................................................................................... 214
Senador tilda de planilleros a sus colegas que faltan ....................................................................................... 215
CLARÍN (AR)
Humala: “No soy un peligro, pueden tenerme confianza” ............................................................................... 216
Pese a la intimación de la Corte, la ANSeS pagará menos jucios a jubilados .................................................. 218
Otro fallo frena una resolución de Moreno ...................................................................................................... 219
Murió el Dr. Muerte, el máximo defensor del polémico suicidio asistido ....................................................... 220
La mujer de Moreno escrituró la creación de la firma Meldorek ..................................................................... 221
THE GUARDIAN (LO)
Should we have an elected House of Lords? .................................................................................................... 222
EL UNIVERSAL
Ruleta rusa venezolana ..................................................................................................................................... 224
Mejores palabras para hablar del chavismo...................................................................................................... 226
Dueños de casas invadidas en Mérida están en vigilia ..................................................................................... 228
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 4
ABC COLOR (PY)
Duración de mandatos no se puede cambiar vía enmienda, resolvió la Corte.................................................. 229
Magistrados atacan fallo del Jurado ................................................................................................................. 230
Jueces objetan allanamiento ............................................................................................................................. 231
Ordenan excarcelar en Colombia a presunto jefe de FARC entregado por México......................................... 232
Rousseff exige a ministro que aclare veloz enriquecimiento ........................................................................... 233
Residentes en Argentina anhelan conquistar el derecho al voto ...................................................................... 234
Local de juzgado de Mbuyapey se cae a pedazos y es un verdadero peligro ................................................... 236
Blindan informes de binacionales .................................................................................................................... 237
FRANKSURTER ALLGEMEINE (BL)
Kalifornien: 32.000 Häftlinge werden vorzeitig entlassen ............................................................................... 238
Atomausstieg: Bundeskanzlerin Merkel hält an Reserve-AKW fest ............................................................... 239
FORBES.COM (US)
Cyberwar with China? More Likely, the Enemy Will Be Anonymous ............................................................ 241
Sarah Palin Should Spend Less Time on Fox News and More Time Brushing Up on U.S. History ............... 243
Where Will Growth Come From? - Reducing Oil Imports .............................................................................. 244
Did Groupon Break SEC Rules? ...................................................................................................................... 246
LE MONDE (FR)
Cécile Duflot plébiscitée à la tête d'EE-LV...................................................................................................... 247
Matérias do dia 05/06/2011
FRANKSURTER ALLGEMEINE (BL)
Streit über Wahlrecht: Wer siegt, hat noch lange nicht gewonnen .................................................................. 248
Börne-Preis: Frech und frei .............................................................................................................................. 251
Stuttgart 21: Geld her, oder die Bagger rollen ................................................................................................. 253
SPD stellt Bedingungen: „Atomausstieg darf Wirtschaft nicht gefährden“ ..................................................... 256
FORBES.COM (US)
Jeff Flake: Legislating From Principle ............................................................................................................. 260
Yémen : l"opposition veut empêcher le retour du président Saleh................................................................... 262
Yémen : l'opposition veut empêcher le retour du président Saleh ................................................................... 263
Fujimori y Humala dependen del apoyo de los indecisos ................................................................................ 264
CLARÍN (AR)
Obelisco: Desde la punta, y tras 206 escalones, una mirada sobre la Ciudad .................................................. 265
ABC COLOR (PY)
Afirman que el Ministerio de Justicia es un botín político ............................................................................... 267
Leyes militares de la dictadura rigen la justicia castrense, advierte coronel .................................................... 268
ULTIMA HORA.COM (PY)
¿Reforma o insensatez? .................................................................................................................................... 269
PRENSA LATINA (AR)
Detenção de político turva debate eleitoral no México .................................................................................... 271
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 5
Matérias do dia 06/06/2011
FORBES.COM (US)
Chinese Entrepreneurs Are Leaving China ...................................................................................................... 272
Supreme Court Rejects Tougher Rule For Securities Class Actions................................................................ 275
Weinergate Bombshell: Conservative website posts private pictures of Anthony Weiner -Media Training ... 277
Weiner Confesses All: "I Won't Use Twitter The Same Way, That's For Sure" .............................................. 278
And Scene: Snipes Denied by the Supreme Court ........................................................................................... 279
LE MONDE (FR)
Les parents de Gilad Shalit vont porter plainte pour enlèvement et séquestration ........................................... 281
Yémen : "Le départ de Saleh est une défaite symbolique très forte pour le régime" ....................................... 282
La tenue des footballeuses iraniennes ne plaît pas à la FIFA ........................................................................... 284
Rapport Ciotti : "La réduction des peines n'a rien d'automatique" ................................................................... 285
AFP (LO)
Strauss-Kahn se declara inocente das acusações de crimes sexuais ................................................................. 287
PORTUGAL DIGITAL (PT)
Encontro internacional de fotografia no Rio homenageia Itália ....................................................................... 288
Procurador-geral da República arquiva representações contra Palocci ............................................................ 290
Procurador-geral da República arquiva representações contra Palocci ............................................................ 291
SÜDDEUTSCHE ZEITUNG (BL)
Resonanzstudien: Ein Verstoß gegen die Verfassung ...................................................................................... 292
Urteil zu Resonanzstudien: Rüffel für die Regierung ...................................................................................... 294
FRANKSURTER ALLGEMEINE (BL)
Mittelstandsanleihen: Der Markt muss sich noch etablieren ............................................................................ 295
New York: Strauss-Kahn erklärt sich für „nicht schuldig“ .............................................................................. 298
New York: Strauss-Kahn erklärt sich für „nicht schuldig“ .............................................................................. 299
Machtkampf in Sanaa: Eine jemenitische Stammesangelegenheit................................................................... 300
New York: Strauss-Kahn erklärt sich für „nicht schuldig“ .............................................................................. 302
THE NEW YORK TIMES (US)
Though Hailed, Albany Ethics Deal Is Seen as Having Weaknesses............................................................... 303
New Solicitor General Is Confirmed ................................................................................................................ 305
Justices Reject Challenge to Senate Election ................................................................................................... 306
Edwards Rejected Deal That Called for Jail Time ........................................................................................... 307
Courts Upend Budgets as States Look for Savings .......................................................................................... 309
S. Carolina Supreme Court Rules Against Governor ....................................................................................... 311
India: Premier Defends Raid on Anticorruption Protest .................................................................................. 313
THE GUARDIAN (LO)
Vince Cable: minister for no business .............................................................................................................. 314
China threatens trade war over EU emissions trading scheme ......................................................................... 316
Matérias do dia 07/06/2011
FRANKSURTER ALLGEMEINE (BL)
Energiewende: Europäer verstimmt über „deutschen Alleingang“ bei Atomkraft........................................... 318
Energiewende: Europäer verstimmt über „deutschen Alleingang“ bei Atomkraft........................................... 321
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 6
PORTUGAL DIGITAL (PT)
Ministério Público identifica 306 doações irregulares em campanhas presidenciais ....................................... 324
Força Nacional é enviada para o Pará para conter violência no campo ........................................................... 325
Oposição quer explicações de Gurgel sobre arquivamento de caso Palocci .................................................... 326
Oposição quer explicações de Gurgel sobre arquivamento de caso Palocci .................................................... 328
Presidente do STF defende no Senado PEC dos Recursos............................................................................... 329
FORBES.COM (US)
Back on the Road to Serfdom? History Says We Should Be Booming ........................................................... 330
LE MONDE (FR)
Le rapport Ciotti est "émaillé de mensonges, contre-vérités et approximations" ............................................. 332
Bactérie : le fédéralisme allemand à l'épreuve de la gestion de crise ............................................................... 337
Le vice-président de la FIFA espère une solution pour les footballeuses iraniennes ....................................... 339
AMBITO FINANCEIRO (AR)
La Cámara de Casación Penal alertó a la Corte por el incremento de la litigiosidad en el fuero ..................... 340
EL UNIVERSAL
Yemeníes presionan para que asuma el vicepresidente .................................................................................... 341
Encargan a Passos Coelho formar gobierno portugués .................................................................................... 342
Strauss-Kahn se declara "no culpable" de crímenes sexuales .......................................................................... 343
Aconsejan a Humala mantener la economía y cumplir promesas .................................................................... 344
CLARÍN (AR)
La torre, en problemas ...................................................................................................................................... 345
Anuncian otro paro en la línea 60 a partir de mañana ...................................................................................... 346
EE.UU.: valores, no intereses........................................................................................................................... 347
Dramático llamado de padres en Santa Cruz para que se dicten clases............................................................ 348
JORNAL DE ANGOLA (AN)
Direcção da Família defende a expansão dos grupos de aconselhamento jurídico .......................................... 349
THE GUARDIAN (LO)
LetterProvisos for talking to the Taliban .......................................................................................................... 350
LettersGeordies, banality and the truth about Cheryl ....................................................................................... 351
Matérias do dia 09/06/2011
EL PAIS (ES)
Armonía y derechos humanos en China ........................................................................................................... 352
El guardián del secreto ..................................................................................................................................... 354
El TSJ obliga al Gobierno de Camps a informar sobre contratos con la trama Gürtel ..................................... 355
AMBITO FINANCEIRO (AR)
Hijos de Noble: Casación rechaza planteo de nulidad y Abuelas irán a la Corte ............................................. 356
Piden detener a Telleldín para que sea juzgado como partícipe necesario del atentado a la AMIA ................ 358
Bolivia exige en la OEA diálogo "inmediato" a Chile por salida al mar.......................................................... 359
Renunció el jefe de Gabinete de Dilma por acusaciones de corrupción........................................................... 360
LA REPPUBLICA (IT) (IT)
Cesare Battisti un uomo libero il Brasile decide per il no all estradizione ....................................................... 361
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 7
PORTUGAL DIGITAL (PT)
Procurador geral da República arquiva representação contra Palocci sobre caso Francenildo ........................ 362
Palocci diz que saiu para preservar o diálogo do governo com a classe política ............................................. 363
CLARÍN (AR)
Con antecedentes penales, podrá sacar el registro............................................................................................ 364
Rechazan el juicio político a un juez y el cartel de Coca sigue apagado.......................................................... 365
Línea 60: sin paro, siguen negociando ............................................................................................................. 366
EL UNIVERSAL
Gobierno salvaje............................................................................................................................................... 367
Fábrica de pobreza ........................................................................................................................................... 368
La OEA, Honduras y la prevención de golpes de Estado................................................................................. 369
De dos males, el peor ....................................................................................................................................... 371
ABC COLOR (PY)
Fiscalía llega a audiencia con tres criterios sobre el caso de la SEN ............................................................... 373
EL UNIVERSAL
El TSJ rechaza anular seis artículos de la ley que lo rige ................................................................................. 374
AN celebrará aniversario del Congreso Anfictiónico....................................................................................... 375
Chávez y Correa suscriben doce acuerdos en novena cita ............................................................................... 376
¡Potencial democrático!.................................................................................................................................... 378
ABC COLOR (PY)
La ley o el líder ................................................................................................................................................ 379
Un viaje a la barbarie ....................................................................................................................................... 380
Dilma mejor que Lula ...................................................................................................................................... 382
Camilo recusa a Giuzzio por “odio notorio” .................................................................................................... 384
Abogados de Camilo no aparecen en recusaciones contra Giuzzio y Vallejo .................................................. 385
Jueces que violaron la Constitución continúan impunes en sus cargos ............................................................ 386
Dimite el superministro de Dilma por escándalo de enriquecimiento .............................................................. 387
Fiscal acusa a jueza de prostituir el proceso al gobernador de Alto Paraná ..................................................... 388
Exhortan a evitar la intromisión judicial .......................................................................................................... 390
El arbitraje es el “modo natural” de resolver los conflictos comerciales ......................................................... 391
THE NEW YORK TIMES (US)
Top Aide to Brazilian Leader Steps Down Amid a Scandal ............................................................................ 393
The Fair Rewards of Invention......................................................................................................................... 394
Resistance Grows ............................................................................................................................................. 395
G-8 Energy Ministers Pledge Support for Stricter Nuclear Safety Tests ......................................................... 396
THE GUARDIAN (LO)
Guatemalan presidential hopeful takes an unusual route to power .................................................................. 398
Egypt haunts Saudi Arabia again ..................................................................................................................... 399
Iceland s former premier denies criminal negligence over banking crisis ....................................................... 401
Latin America s former first ladies bid to break macho presidential mould .................................................... 403
Equatorial Guinea builds luxury resort for week-long summit ........................................................................ 405
Conservatives alarmed over David Cameron s NHS concessions ................................................................... 407
Syrian town empties as government tanks mass outside .................................................................................. 408
FORBES.COM (US)
IRS Goes Kinder And Gentler In Disclosure Initiative, Still Has Fangs.......................................................... 410
UPDATE: How Don Chu Was Caught ??? and now pleads guilty .................................................................. 411
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 8
An Open Letter to Angelina Jolie on Syria ...................................................................................................... 414
Beyond Tressel: College Athletics' Real Scandal ............................................................................................ 415
Tim Pawlenty Plays Fantasy Tax Policy .......................................................................................................... 417
Bank Lobbyists Fail To Delay Durbin Amendment......................................................................................... 419
ULTIMA HORA.COM (PY)
Ámbito polítíco ................................................................................................................................................ 421
Más repercusiones ............................................................................................................................................ 422
FRANKSURTER ALLGEMEINE (BL) •
Crashtest - die Formel-1-Kolumne: Alles friedlich in Bahrein ........................................................................ 423
Ägypten: Aktivismus in Zeiten der Verunsicherung ........................................................................................ 425
LE MONDE (FR)
Brésil : Dilma Rousseff affaiblie par la démission de son bras droit ............................................................... 428
Tunisie : les élections repoussées au 23 octobre .............................................................................................. 430
Dilma Rousseff perd son principal ministre, accusé d'enrichissement illicite.................................................. 431
Dilma Rousseff perd son principal ministre, accusé d'enrichissement illicite.................................................. 432
"El Misantrop" révèle la difficile fabrique du théâtre catalan .......................................................................... 433
Handicap : des progrès mais peut mieux faire.................................................................................................. 435
Brésil : Dilma Rousseff affaiblie par la démission de son bras droit ............................................................... 437
Handicap : des progrès mais peut mieux faire.................................................................................................. 439
SÜDDEUTSCHE ZEITUNG (BL)
Wahlen in der Türkei: Der selbstherrliche Erdogan ......................................................................................... 441
PRENSA LATINA (AR)
Chile: Líder mapuche denuncia caráter de lei antiterrorista ............................................................................. 443
DIÁRIO DE NOTÍCIAS (PT)
Charles Smith e Manuel Pedro vão ser julgados no Montijo ........................................................................... 444
Matérias do dia 09/06/2011
BBC (LO)
Brazil won't extradite fugitive .......................................................................................................................... 445
Brazil court rejects Italy bid for Battisti extradition ......................................................................................... 446
Italy takes extradition to Hague ....................................................................................................................... 447
FORBES.COM (US)
Facebook Facial Recognition: Can We Please Save The Outrage For Real Privacy Violations? .................... 448
LE MONDE (FR) •
Brésil : l'Italie déboutée, Cesare Battisti retrouve la liberté ............................................................................. 449
FRANKSURTER ALLGEMEINE (BL)
Kritik am Wehrbeauftragten Königshaus ......................................................................................................... 451
Marktbericht: Dax wenig verändert ................................................................................................................. 452
EuGH-Urteil: Der Feldhamster hat nichts zu befürchten ................................................................................. 455
Europa: Zwischen Arabellion und Euro-Rettung ............................................................................................. 456
Bundesverfassungsgericht: Karlsruhe verhandelt über Klage gegen EU-Rettungsschirm ............................... 458
Sicherungsverwahrung: Straßburg weist Klagen ab......................................................................................... 460
Regierungserklärung zur Energiewende: „Eine Herkulesaufgabe“.................................................................. 461
Bundesverfassungsgericht: Karlsruhe verhandelt über Klage gegen EU-Rettungsschirm ............................... 464
Regierungserklärung zur Energiewende: „Eine Herkulesaufgabe“.................................................................. 466
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 9
SÜDDEUTSCHE ZEITUNG (BL)
Gaddafi soll Massenvergewaltigungen angeordnet haben ............................................................................... 470
EL UNIVERSAL
Humala visita a países vecinos para estrechar relaciones................................................................................. 471
¿Qué celebras, dictador? .................................................................................................................................. 472
EL PAIS (ES)
Mil kilómetros y tres coches para que un etarra vea a su hijo .......................................................................... 474
EL UNIVERSAL
100 conferencia ................................................................................................................................................ 475
En vigilia, los universitarios aguardan por Córdova ........................................................................................ 477
CLARÍN (AR)
Los choferes del 60, otra vez de paro por tiempo indeterminado..................................................................... 478
Denuncia por el “Nunca Menos”...................................................................................................................... 479
PRENSA LATINA (AR)
Supremo Tribunal brasileiro decide libertar ex-ativista italiano ...................................................................... 480
Partido de direita salvadorenha busca revogar reforma que aprovou ............................................................... 481
PORTUGAL DIGITAL (PT)
Depois de quatro anos, Cesare Battisti saiu em liberdade do Presídio da Papuda em Brasília ........................ 482
THE GUARDIAN (LO)
LettersShocking account of Mavi Marmara assault ......................................................................................... 483
THE GUARDIAN (LO)
Peru: Revolution, the Brazilian way................................................................................................................. 484
Hands off Ken Clarke! He can reconcile British pride with European justice ................................................. 485
Guatemala victims of US syphilis study still haunted by the devil s experiment............................................. 487
Philippines birth control legislation opposed by church .................................................................................. 489
Older cancer patients more likely to die due to NHS age bias ......................................................................... 491
Bill limiting sharia law is motivated by concern for Muslim women .............................................................. 493
Gaddafi faces new ICC charges for using rape as weapon in conflict ............................................................. 495
DIARIO POPULAR (PARAGUAI)
Juró capéto de Justicia Militar .......................................................................................................................... 497
ULTIMA HORA.COM (PY)
Según Masi, Grillón se expone a sanciones si da cuórum a Nicanor ............................................................... 498
CORRIERE DELLA SERA (IT)
Battisti, rigettato il ricorso dell"Italia ............................................................................................................... 499
Napolitano: «Lesi accordi e amicizia» ............................................................................................................. 501
Battisti libero: «Così mio fratello è stato ucciso tre volte» .............................................................................. 503
AMBITO FINANCEIRO (AR)
Consideran que existen evidencias de que Gadafi compró drogas sexuales para violaciones masivas............ 504
THE NEW YORK TIMES (US)
Judges Weigh Limits of Health Law’s Powers ................................................................................................ 505
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 10
Homeless Veterans Sue Over Neglected Campus ............................................................................................ 507
LA REPPUBLICA (IT)
La rabbia dei familiari delle vittime "È una beffa, non ci fermiamo qui" ........................................................ 509
Battisti libero, Napolitano: Deplorevole Premier e Frattini: Profondo rammarico .......................................... 511
Caso Battisti, le tappe dall arresto alla libertà .................................................................................................. 513
DIÁRIO DE NOTÍCIAS (PT)
Berlusconi amargurado com recusa de extraditar Battisti ................................................................................ 515
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 11
Matérias do dia 02/06/2011
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE GUARDIAN (LO) • COMMENT IS FREE • 2/6/2011
In village politics, as elsewhere, what matters is not agreement but conflict
The debate is raw, people participate and outcomes matter. Even if localism fans a fierce
rural social protectionism, I like it
Simon Jenkins
Sometimes I need a philosopher. I recently attended a
community meeting for a
group of Cumbrian villages
outside Penrith. They were
preparing uncertainly to pilot
the government s new "localism agenda", and I wondered what they wanted from it.
The cry was unanimous: they
wanted protection from market forces. Above all, they
wanted the right to social
housing for local people.
Blood runs thicker than water
and nothing is as thick as
English village blood.
The government s localism
bill, now before parliament,
intends to let it run. It will
give parishes incentives to
override planning rules and
build on "exceptional" greenfield sites, if housing is for
local people. They will be
empowered to designate
shops, pubs, banks, even post
offices, as "community assets", with cash and regulation to stop them closing. In
addition, councils will get
extra money if they do not
object to developers wanting
new private as well as social
housing estates. But social
means local.
So what is local? Since by
definition locals already live
locally, this new class of beneficiaries will be their children, together with local people "forced away, but who
would like to return" and
those who can prove "some
local link". This is fierce
social protectionism. In Devon a similar scheme oozes
hostility to outsiders, secondhomers, nimbys, the rich and
landowners seeking "a quick
buck", as council literature
blandly puts it. Not just a
new sort of English community but a new class of English citizen is being promoted,
licensed to local security of
tenure in perpetuity. They are
the new landed gentry under
entail. This is localism with
bite.
Territorial politics is rarely
susceptible to the normal
badinage of right and left.
Everything depends on where you come from. We could
describe these village rights
as sound social engineering,
preserving mixed communities, defending the poor against a rapacious market and
granting reasonable continu-
ity of settlement to old village families. Or we could see
it as a dangerous Cumbrian/Devonian
exclusivity,
hostile to immigrants, careless of rural conservation,
interested only in dotting the
landscape, Irish-style, with
bungalows that benefit a few
lucky locals – at the expense
of urban taxpayers.
When I asked the Cumbrians
if they thought residents of
Kensington – many of them
devoted locals – should enjoy
the same entitlements for
their poorer offspring at their
expense, I got short shrift. To
country people, cities can
look after themselves. Decades of The Archers and farm
support have led rural communities to see themselves as
victims, yet on a higher plane
of virtue. An English village
is like a medieval monastery,
a place apart yet blessed with
an innate goodness that trickles down to all society.
I love villages and the idea of
villages, sharing the romantic
view of them as proxy families. The word evokes values
that seem ever more desirable when society is more
mobile, more disjointed, and
families are broken and less
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 12
able to support each other. If
a village wants to see itself as
a vestige of a certain sort of
Englishness, let it do so, like
the "free communes" of
Scandinavia. The fight to
resist extinction is as admirable in communities as in the
natural world.
I am less clear what this has
to do with civil rights, or
with the competing claims of
the urban poor. Whenever
someone wants something
that conflicts, a "right" is
nowadays asserted. The word
is treated as pure, absolving
the claimant of any need to
compromise. Yet go to any
village meeting and the clash
of rights is deafening. What
of the villager s right to sell
his house to a second-homer,
of the right of a town-dweller
to a cottage in a neighbouring field or of a tourist to
enjoy the surrounding countryside? What is the claimed
right to a local school, a bus
service or even a job?
The simple response is that
these rights should pass through the mesh of democracy, but that is no guide to
the values that should influence government. Here all is
confusion. The government
published what purports to be
a Domesday Book of environmental value, a gigantic
overarching ecosystem assessment report. This puts
monetary value, to the tune
of £30bn annually, on such
leisure and natural benefits of
the countryside as fresh air,
open space, water courses
and species survival. This
viewing of the environment
in the round may keep a few
economists busy, but it se-
ems mercenary and slapdash,
like old-fashioned costbenefit analysis (which always justified the cost).
No monetary value can be
seriously attached to a rare
orchid or an uninterrupted
view, any more than it can to
the convenience of a new
supermarket or a motorway.
As for the value of "peaceful
village life", how are we to
balance that against the interests of a passing high-speed
train?
At this point, politics is
tempted to turn to philosophy. Most of these values are
immeasurable, important and
in constant conflict. The search for a simple tool kit to
resolve them is as old as the
divine right of kings and
Marxism-Leninism. The tools usually break under pressure. These days the search
mostly resolves itself into a
messy utilitarianism as competing lobbies argue over the
greatest happiness of the greatest number, and governments do what they like claiming majority interest.
Such utilitarianism pits personal against collective liberty or minorities against
the mob and leaves them to
fight it out. In the current
New York Review of Books,
AC Grayling applauds the
latest search for some overarching approach to these
conflicts, some "unity of value", by the legal philosopher, Ronald Dworkin, in his
latest book Justice for Hedgehogs. Under Dworkin s
optimistic analysis, personal
freedom becomes a disciplined liberty, equality a sense
of consideration for others.
Our disagreements reflect a
shared morality. Governments are not expected to
make people equal, but rather
"show equal concern for each
individual". We disagree
only on matters of interpretation.
This optimism would be helped if everyone agreed with
Dworkin s essentially liberal
view of humanity. I am not
sure they do. The falling
bomb does not excuse itself
as "just a difference of interpretation". I and the Cumbrian villagers might agree about the value of selfgovernment, but we might
differ about their right to
subsidised family tenure or to
build over beautiful countryside. What matters in politics
is not the agreement but the
conflict. Asserting an overarching liberalism is like a referee telling two boxers that
God loves them, and then
leaving the ring.
Dworkin s argument is stimulating, but the best practical guide remains that of
another philosopher, Bernard
Crick, with his plea to elevate and not despise the messy
necessity of politics. Rights
will always clash. Interests
will always lock horns. To
Crick the key is to guard process, to ensure that democracy is open, arguments
tested and debate conducted
with courtesy. Politics is about participating in a fight,
the most glorious fight on
earth.
What I like about village
politics is that it is raw, it
matters, and most villagers
participate. I may not recognise a community s right to
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 13
eternal life, but I accept its
right to fight for it. And may
the best village win.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 14
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE GUARDIAN (LO) • COMMENT IS FREE • 2/6/2011
Nick Clegg s House of Lords reform is folly. Abolition would be a better
option
The Lib Dem leader s plan is noble yet naive; against his party s interests and destined to
fail. But do we need a second chamber anyway?
Martin Kettle
Next week, when parliament
returns, ministers in the
Lords will move a motion to
trigger a parliamentary consultation on House of Lords
reform that, the government
still claims, will climax in the
first elections to the upper
house taking place on general
election day 2015. Dream on,
say most others at Westminster. It won t happen. So why
are ministers setting off on a
journey in which such large
amounts of time and credibility are involved, but which
is likely to end in failure?
The march of folly through
the ages is defined, in Barbara Tuchman s famous telling,
by the pursuit of policy contrary to the self-interest of
the constituency or state involved. Looking at the coalition s apparent determination
to proceed with the Lords
reform proposals set out by
Nick Clegg last month, it is
not hard to see this as a classic case.
Tuchman insisted that three
criteria should be satisfied
before a policy deserved to
be classed in this way. First,
the policy had to perceived
as folly at the time it was
being pursued and not merely
in hindsight. Second, a feasible alternative course had to
be available. And third, the
policy had to be the policy of
a group, and should persist
beyond one political lifetime.
The government s Lords reform plans comply with all
three of these conditions too.
They replace one set of difficulties with another, at the
same time as doing little to
achieve the deputy prime
minister s short- or long-term
political goals.
In the rhetoric, the proposals
which Clegg unveiled to the
House of Commons on 17
May aim to complete the
centuries-old business of
bringing the unelected Lords
to heel. In reality, they do no
such thing. They do a body
swerve around so many of
the most difficult questions
involved in reform – including appointed members, the
bishops and, most important
of all, relative powers with
the Commons. All this reflects the fact that over the
past 20 years none of the
main political parties – all of
which promised Lords reform in their 2010 election
manifestos – can quite decide
what question their reforms
are designed to answer.
There are three broad ways
in which a government might
try to frame a case for Lords
reform. One is political. The
second is democratic. And
the third is partisan. All have
their logics. But the reality is
that none of them is currently
sufficiently overwhelming or
enough of a priority to justify
the coalition s proposed solution at this time.
The political case for reform
would be that ministers cannot get their business done
without changing the Lords.
But this is simply not true.
Even with a hung House of
Commons, the lower house
rules without serious challenge. Back in 1911 the hereditaries may have thrown
out the people s budget, as
they had thrown out Irish
home rule in Gladstone s
time. But in 2011 the largely
appointed lords are much less
confrontational. An amendment here, a delay there –
that s about it. The legislative
system is not broken. The
Lords play by mutually understood rules. And even
when the Lords do something
relatively dramatic, like hold
up the NHS or police reforms, they sometimes have
some ministerial encouragement or sympathy.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 15
The democratic case for reform is that laws should always be passed by elected
representatives and by no one
else. It s an impeccable democratic position. It s the
way things work done in
most other democracies. In
principle, it s also what most
of the public supports here
too. But Lords reform is
simply not a public priority,
especially when money is
tight.
Low public esteem for all
politicians, whether elected
or not, means the proposal to
send another 300 identikit
politicians to Westminster is
also a hard sell, even though
it also means eventually
chucking out most of the
absurdly large current number of 831 mainly appointed
peers. The message is muddied even further by the
Clegg white paper s stated
preference for a partially
rather than wholly elected
chamber. And all this is before even starting to tackle the
subject that vexes MPs so
much – the potential for conflict between two elected
houses.
This leaves the partisan case
for reform. This says that
Clegg and the Liberal Democrats have to try, and be seen
to try, to get a reform that is
so close to the hearts of so
many of the party s activists.
Pushing ahead promotes the
uniqueness of the Lib Dems
commitment to democracy. It
also means exposing the gulf
between the Conservative
leadership s openness to
Lords reform and the insuperable objections of most Tory
backbenchers in both houses.
And it means putting Labour
s almost equally deep divisions in the spotlight and reminding liberals why they
voted for Clegg s party in
2010. All well and good,
except that, after the loss of
the AV referendum and the
harrowing first year of the
coalition, to push ahead with
another doomed mission will
draw much more attention to
the Lib Dems weakness rather than their strength.
These plans will fail. A survey by the Times this week
showed that four out of five
peers – and nearly half of the
Lib Dems in the Lords – are
opposed to Clegg s reforms.
Most peers also think the
Lords works perfectly well
the way it is – not surprising,
given that most peers are
political traditionalists and
placepeople who can earn a
daily £300 tax free merely by
crossing the threshold of the
chamber. Judging by the reception Clegg got when he
launched his plans last mon-
th, the government could be
struggling to have a majority
in the Commons too.
Ministers still insist that the
government will go the final
mile to whip the bill through
both houses and will use the
Parliament Act to drive it on
to the statute book. But it
won t happen. Increasingly,
the real political choice on
the House of Lords is between keeping it the way it is,
albeit with lower numbers,
and abolishing the second
chamber altogether. They
seem to manage with just one
chamber in places as diverse
as Sweden, New Zealand and
the state of Nebraska. The
state of Maine may be about
to follow suit after a vote this
week. Why not Britain?
What would be so wrong
with a single-chamber parliament?
Tuchman s message is as
relevant as ever. Clegg s
Lords reform policy is noble
but naive. It is counterproductive for his party. The
Lib Dems see that it is counter-productive. There are
alternative courses of action.
The policy is not Clegg s
alone but is shared. It is certain to be defeated, and carries inevitable losses. And yet,
in spite of all this, it will continue. It is the embodiment of
folly.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 16
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE GUARDIAN (LO) • COMMENT IS FREE • 2/6/2011
Syria: Truth will out
President should let foreign press in to hear the Syrian people speak for themselves
Every revolution has its face.
In Iran, it was Neda AghaSoltan, who was shot in the
chest during a demonstration.
In Tunisia, it was a fruit seller called Mohammed Bouazizi who set himself on fire.
In Egypt, it was Khaled Said,
who was beaten to death after posting online a video
showing police officers sharing the spoils of a drug haul.
And in Syria it has now become Hamza al-Khatib. A
YouTube video showing the
appalling injuries this 13year-old boy received in
mysterious
circumstances
(the judge and the coroner
both claimed his corpse bore
no marks of torture) has gone
viral. Hamza has now become the face of the Syrian
revolution.
We do not know the circumstances of his horrific death.
But we do know more about
the systematic killings and
torture by Syrian security
forces as they attempt to
suppress demonstrations in
the city of Deraa where the
revolt started. human rights
Watch has done an invaluable service in attempting to
document such crimes as the
attack on the al-Omari mosque, ambushes of unarmed
demonstrators or the blockades in which they attempted
to starve communities into
submission. But this report
should only be the start. At
least 418 people have been
killed in the Deraa governorate alone. HRW found two
witnesses who survived detention at a local football
field, where detainees were
picked at random from a
crowd of 2,000 and summarily executed. And they also
uncovered evidence of protesters killing members of the
security forces.
The US secretary of state,
Hillary Clinton, sharpened
her tone in her reaction to
Hamza"s death. She is right
to dismiss the political moves of President Bashar alAssad as empty gestures.
First he lifted the state of
emergency, and has now
declared a general amnesty
for political prisoners, moves
which appear bold until the
small print appears. Neither
has stopped nor inhibited the
brutal Baathist crackdown.
Bashar is proving to be his
father"s true son. As that
crackdown continues into its
third month, pressure is growing at the UN to hold Assad and key members of the
security apparatus accountable for crimes against humanity. Syrian dissidents meeting in Turkey had no desire
to form a government-inexile or a transitional council, as Damascus had feared.
They are pushing instead for
a UN security council resolution, similar to the one passed on Libya, which would
allow an investigation by the
international
Criminal
Court.
For a president who put so
much effort into burnishing
his image as a reformer in
western eyes, a solution lies
at hand: let the foreign press
in. Let the Syrian people speak for themselves about the
conflict in their midst. What
could a popular leader possibly have to fear?
• This article was amended
on 2 June 2011. The original
said Neda Soltani was shot
during a demonstration in
Iran. That is the name of a
different individual. This has
been corrected.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 17
TRF •
BUSINESS TRAVEL MAGAZINE (SP) • HOT NEWS • 2/6/2011 • 05:31:00
American Airlines entra com uma ação judicial contra a Sabre e viceversa.
A batalha deflagrada no ano
passado entre os GDS’s e
companhias aéreas, principalmente a American Airlines, ganhou novos capítulos.
Ontem, a American Airlines
adicionou a Sabre Holdings à
ação civil antitruste que move desde abril contra a Travelport e a Orbitz. A reação
foi imediata e, por sua vez,
ontem mesmo, a Sabre Holdings entrou com uma ação
judicial antitruste na Justiça
Federal
norte-americana
contra a American Airlines.
As duas ações deram entrada
no dia em que um “cessarfogo” acordado entre as partes caducou.
O processo da AA visa “parar práticas comerciais excludentes, anti-consumidores
e anti-competitivas” dos
GDS’s e recuperar perdas
monetárias, disse a companhia aérea em comunicado.
Já o comunicado da Sabre
Holdings diz que a ação judicial antitruste contra a AA
visa “dar continuidade aos
esforços para proteger a
transparência das informações referentes aos preços
cobrados pelas empresas
aéreas dos clientes pelos voos e serviços prestados”. E
acusa a AA de estar envolvida em uma conduta anticompetitiva para manter seu
monopólio com relação ao
transporte aéreo de seus hubs
e entre muitas cidades dos
EUA e do Caribe, bem como
ganhar monopólio nos serviços de reservas para as viagens entre estas cidades.
“Tínhamos a intenção de
estender a situação legal atual", disse Chris Kroeger, vice-presidente sênior do Sabre
Travel Network. “No entanto, está claro, com base nas
ações tomadas pela AA, que
o Sabre não tem outra opção
a não ser buscar recursos
legais. Paralelo a isto, daremos prosseguimento às negociações de um acordo de
distribuição com a AA que
atenda às necessidades de
todas as partes envolvidas."
A ação do Sabre requer danos e um mandato judicial a
fim de evitar que a AA continue forçando os agentes e
outros clientes a utilizarem o
produto Direct Connect da
companhia aérea.
O Sabre reivindica que a AA
está forçando ilegalmente as
agências de viagens, empresas de gerenciamento de viagens e corporações a utilizarem seu produto Direct Connect para acessar as informações completas sobre tarifas
da cia., o que constitui "vínculo" ilegal. Além disso, o
Sabre declara que a AA está
tentando eliminar o GDS. A
empresa aérea está fazendo
isso ao recusar o fornecimento completo das informações
sobre tarifas ao GDS e ao
forçar os agentes de viagens
a utilizarem o produto Direct
Connect da AA no lugar dos
GDS’s. “Com estas ações, a
AA está reduzindo a competição para os serviços aéreos
e serviços de reservas aéreas,
e assim, mantendo e expandindo seu monopólio”.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 18
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
CLARÍN (AR) • MUNDO • 2/6/2011
Keiko Fujimori: “Yo no quiero ser presidente para indultar a mi padre”
PorPablo Biffi
Keiko Fujimori podría ser el
domingo la primera presidenta de la historia del Perú y,
también, el primer hijo de un
jefe de Estado que llega al
poder en el país. Pero no sólo
eso: con 35 años, pasaría a
ser el mandatario más joven
en llegar al Palacio de Pizarro, superando por apenas dos
días al actual, Alan García,
que tenía la misma edad en
1985. Hija de Alberto Fujimori, preso por corrupción y
delitos de lesa humanidad, la
candidata de Fuerza 2011
reivindica el gobierno de su
padre y sostiene que ella se
opuso a muchas de las medidas más controvertidas y
también a la figura del “monje negro” de entonces, Vladimiro Montesinos. “Yo no
quiero ser presidente para
indultar a mi padre”, dijo en
una entrevista con Clarín , a
bordo del avión que la llevó a
la norteña ciudad de Piura
para un acto de campaña. A
lo largo de la charla, Keiko
no dudó en volver a calificar
a la década fujimorista
(1990–2000) como “el mejor
gobierno de historia del país”, aunque reconoció que
“aprendí de los errores del
pasado”.
¿El hecho de que su padre
esté preso fue clave para que
usted decidiera lanzarse a la
presidencia? No, hace unos
dos años y medio tomé la
decisión de formar Fuerza
2011 con miras a estas elecciones. Desde entonces estoy
preparándome para esta elección.
to. Cuando hay una campaña
electoral las cosas se polarizan, pero creo que la historia
va poder darle el mejor juicio
al gobierno de Fujimori, con
sus pro y sus contra.
Hay quienes dicen que el jefe
de su campaña es su padre
desde la cárcel ¿Es así? Es
absolutamente falso. Yo tomo las decisiones en mi
campaña. Además, no coincido en todo con él, ya que
estuve en desacuerdo con la
segunda reelección, me enfrenté a Vladimiro Montesinos, y decidí quedarme en el
Perú a pesar de que mi padre
y toda mi familia me pedían
que saliera, tras el fin de su
gobierno, en el año 2000.
Durante esos años he pasado
tiempos difíciles pero siempre he sido yo la que ha dado
la cara. Decir que Alberto
Fujimori es el que toma las
decisiones es tan ridículo
que, si la gente lo pensara, no
votaría por mí.
Sus opositores dicen que
quiere ser presidente para
sacar a su padre de la cárcel
y usted afirmó que no lo va a
indultar ¿Lo sigue sosteniendo ahora? Sí, claro. El proceso de mi padre está en el camino judicial. Yo quiero ser
presidente del Perú para trabajar por el bien de todos los
peruanos, no para resolver
mis problemas familiares ni
para indultar a mi padre.
En un acto de la primera vuelta usted dijo que el gobierno de Fujimori fue el mejor
de la historia ¿Sigue creyendo eso? No es solo que yo lo
pienso, sino que lo que piensan la mayoría de los peruanos. En una encuesta hecha
hace unas semanas por Apoyo, el 30 por ciento de los
peruanos piensa que fue el
mejor, en segundo lugar está
el de Toledo con 20 por cien-
Con el pasado del gobierno
de su padre, hoy preso por
corrupción y delitos de lesa
humanidad ¿por qué los peruanos deberían votarla antes
que a Ollanta Humala? Mi
propuesta es seria, creíble y
tenemos un solo plan de gobierno y discurso. Buscamos
atraer inversiones y generar
confianza para mantener el
crecimiento de veinte años y
luchar contra la pobreza. El
otro candidato tiene cuatro
versiones de planes de gobierno, en los que no se sabe si
va a cambiar la Constitución
para hacerse reelegir o no,
porque un día jura por Dios,
con una Biblia en la mano,
que no tocará la Constitución. Pero cuando yo en el
debate le pregunté si lo iba a
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 19
hacer, no me contestó. Esa
actitud genera mucha desconfianza en nuestro país.
¿Busca reivindicar su apellido? No, yo lo que busco es
trabajar por mi país, hacer las
cosas bien, y demostrar que
he aprendido de los errores
del pasado.
¿Cuáles son esos errores?
Haber permitido que Montesinos esté a su lado hasta el
final, la tercera reelección, el
haber comprado las líneas
editoriales de los medios en
favor de su gobierno. Yo eso
lo rechazo frontalmente.
Con su padre en el poder, el
modelo económico neoliberal
dejó millones de excluidos
¿De eso no se arrepiente? No
es cierto que el modelo o el
gobierno de Alberto Fujimori
dejara millones de excluidos.
Si fuera así, yo no habría
obtenido la máxima votación
al Congreso en 2007 y no
hubiera hecho esta elección.
Considero que el modelo es
muy bueno porque genera
competitividad,
establece
reglas claras, es predecible,
atrae las inversiones. El problema es que, en los últimos
diez años, ese modelo económico –que ha generado
mucho crecimiento– no tuvo
su contraparte social que
permita una buena distribución de los recursos.
¿Y de las violaciones a los
derechos humanos y los crímenes? Repito, he aprendido
de los errores del pasado.
En América latina se habla
siempre de dos modelos, el
de Hugo Chávez en Venezuela y el de Lula da Silva en
Brasil ¿Con quien se identifica usted? A mí me gustan
mucho el presidente Juan
Manuel Santos y el presidente Alvaro Uribe en Colombia. El crecimiento de las inversiones en Colombia y la
seguridad que impusieron en
el país. Quisiera hacer una
precisión también sobre mi
contrincante, ya que ahora
trata de alejarse de la imagen
de Chávez pero está demostrado, hay audios y hay testigos, de que toda la campaña
de 2006 fue financiada por él
y por eso le debe muchos
favores a Chávez. Y esa es
una gran preocupación de los
peruanos.
¿Se imagina ejerciendo al
mismo tiempo la presidencia
en Perú y Cristina Kirchner
en el poder en Argentina, si
se presenta y es reelecta? Me
alegra que, si el pueblo peruano me da la oportunidad,
seamos cada vez más las
mujeres presidentas.
¿Cómo ve el gobierno de
Cristina Kirchner en Argentina? Bueno, ha demostrado
ser una mujer valiente, inteligente, confrontativa a veces. Pero, cuando falleció su
esposo, demostró tener una
gran fortaleza espiritual .
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 20
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
CLARÍN (AR) • CIUDADES • 2/6/2011
Aún quedan 10 mil industrias sin controlar en el Riachuelo
Es más de la mitad que debe inspeccionar la autoridad de cuenca en la zona. Ya comprobaron que 529 contaminan el río. La Corte criticó ayer en una audiencia la lenta
marcha del plan de saneamiento.
La falta de avances significativos en el plan de saneamiento de la cuenca Matanza
Riachuelo quedó expuesta
nuevamente en la audiencia
pública realizada ayer ante la
Corte Suprema. El dato más
significativo es que de
19.000 empresas instaladas
en la zona afectada por la
contaminación fueron inspeccionadas menos de la
mitad desde que, hace casi
tres años, el tribunal condenó
a la Nación, la Ciudad y la
provincia de Buenos Aires a
implementar un plan de saneamiento.
A partir de este fallo histórico firmado en julio de 2008,
conocido como “caso Mendoza”, la Corte puso en manos de la Autoridad de Cuenca Matanza Riachuelo (ACUMAR) la puesta en marcha de este plan de saneamiento.
De manera enfática, ayer
reclamó al titular de ese organismo, Juan José Mussi,
“certezas para evitar que
cambien los funcionarios y
los gobiernos y todo siga
igual”. “Las obras están muy
atrasadas, hace falta un fuerte
control porque si no se controla, no se hace nada”,
señaló un vocero del tribunal.
“Se está avanzando en algunos aspectos del plan pero
muy lentamente, el tema de
la salud de los habitantes de
la cuenca todavía está en un
nebulosa, y las mediciones
que hace la ACUMAR cambian con cada gestión. Hay
avances pero hace falta un
fuerte control sobre las obras
y sobre el manejo de los fondos. Nunca sabemos cómo
diagnosticar y cuál es el grado de avance”, agregó.
De todas formas, en la Corte
reconocen que de las tres
gestiones del ACUMAR,
“ésta es la que más idea tiene
de la problemática”. Antes
del actual Secretario de Ambiente de la Nación, estuvieron al frente de la ACUMAR
Romina Picolotti y Homero
Bibiloni.
Mussi, ex intendente de Berazategui, fue uno de los
convocados por la Corte para
la audiencia pública de ayer.
Y luego de un informe, fue el
único de los expositores que
recibió numerosas preguntas
por partes de los jueces de la
Corte, en busca de precisiones sobre la marcha del plan.
El funcionario explicó que de
las 9.928 empresas inspeccionadas hasta el presente, de
un total de 19.000, unas 529
fueron declaradas contaminantes y –a la fecha– hay 126
en plan de reconversión.
Seis de los siete jueces de la
Corte escucharon ayer, durante más de dos horas, a
Mussi, al adjunto del Defensor del Pueblo de la Nación,
Anselmo Sella, y a Leandro
Despouy, presidente de la
Auditoría General de la Nación.
Despouy planteó problemas
fundamentales y de fondo
que le dificultan su labor de
control, como ser la falta de
identificación adecuada de
las partidas presupuestarias.
Señaló que, como consecuencia de esta situación, sólo
auditaron el 8% de las obras.
En la audiencia estuvieron
presentes el presidente de la
Corte Suprema, Ricardo
Lorenzetti, la vicepresidenta,
Elena Highton, y los jueces
Enrique Petracchi, Juan Carlos Maqueda, Carmen Argibay y Raúl Zaffaroni.
Entre otros temas, los jueces
reclamaron precisiones sobre
la disparidad de los informes
presentados desde 2008 a la
fecha; los resultados de los
diagnósticos de salud realizados a la población más
desprotegida (especialmente
a los chicos en riesgo); el
nivel y los plazos de ejecución de obras de saneamiento
cloacal y de las plantas depuradoras; la calidad actual de
los vertidos en la cuenca; el
avance en el trabajo emprendido en la relocalización de
empresas contaminantes; la
utilización de los créditos
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 21
obtenidos y el flujo de recursos que se incorporará al
fideicomiso para garantizar
la regularidad de las obras.
Los jueces también reclamaron conclusiones sobre el
estado de cumplimiento del
cronograma para la eliminación de basurales a cielo abierto y los resultados de los
censos e inspecciones realizados a las empresas para
determinar su nivel de contaminación.
Sobre este último punto,
Mussi informó que, según los
datos obtenidos hasta la fecha, unas 50 empresas son
responsables del 95% de la
contaminación.
El funcionario sostuvo que
762.000 vecinos se beneficiaron con la expansión de la
red cloacal y 2.100.000 “ya
no sufren inundaciones con
los nuevos desagües pluviales”. Mussi expresó que de
los habitantes en asentamientos precarios la ACUMAR
“consiguió que 13.150 familias hoy tengan una vivienda
digna” y sostuvo que el 2 de
mayo relocalizó en el partido
bonaerense de Avellaneda a
81 personas asentadas debajo
del Puente Bosch. Por último, Mussi dio detalles de las
tareas de reubicación de los
12.000 puestos instalados en
la llamada “Saladita” (ver
Desalojarán...).
Por su parte, el defensor del
Pueblo adjunto, Anselmo
Sella, consideró necesario
profundizar políticas “para
que los derechos ambientales
puedan ejercerse plenamente”.
La jueza Highton de Nolasco
puso énfasis en saber cuáles
eran las políticas que se llevan a cabo para solucionar
los problemas de los niños
que viven en la zona e instó a
buscar “equipos de respuesta
rápida de asistencia”. La jueza Argibay, por su parte,
pidió detalles sobre las tareas
de reubicación de los habitantes de la cuenca, preguntó
a los funcionarios si los pobladores fueron mudados en
forma compulsiva, y destacó
que era necesario contemplar
vacantes escolares para los
niños trasladados, así como
proximidad con la fuente de
trabajo de los adultos.
Luego de una inspección
aérea y terrestre, que realizarán en los próximos días, los
jueces de la Corte evaluarán
si adoptan alguna medida
para acelerar el plan de saneamiento de la zona, donde
viven unas 6 millones de
personas.
$ 390 millones de la ACUMAR
La Autoridad de la Cuenca
Matanza-Riachuelo es un
organismo creado por ley en
noviembre de 2006, e integrado por la Secretaría de
Ambiente de la Nación y los
Gobiernos de la Provincia y
la Ciudad. El presupuesto del
ente para este año es de $
390 millones: 280 que pone
la Nación, 85 la Provincia y
25 la Ciudad. Y el saneamiento cuenta con financiamiento del BID y el Banco
Mundial.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 22
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
CLARÍN (AR) • CIUDADES • 2/6/2011
Cinco años para ver resultados
PorDaniel
Quinti
Fernández
El Suzhou Creek es el río
madre de la ciudad de Shanghai. Allí vienen trabajando
desde los años 80 en revertir
una contaminación que arrancó en la década del 20
cuando por el desarrollo, el
río se fue transformando en
la cloaca de industrias y viviendas. ¿Qué fue lo primero
que hicieron los chinos? Parar la contaminación. Ellos
cuentan que en nada se puede
avanzar si hay industrias que
siguen tirando sus desechos
al agua. Así que la estrategia
es esencial. Aquí el titular de
la ACUMAR, Juan José
Mussi, anticipó que se necesitarán al menos cinco años
para poder parar la contami-
nación. Por lo menos son
cifras realistas: muy lejos de
los mil ridículos días que
prometió María Julia Alsogaray cuando estaba en Medio
Ambiente. Por ahora la acción va lenta, mientras prometen sumar inspectores para
mejorar el control.
Luego, el saneamiento. En el
caso del Riachuelo es mucho
más que eso. Es que el río se
fue contaminando a medida
que a sus márgenes crecía la
pobreza. Por eso ahora el
trabajo es muy amplio y llevará años. Es necesario relocalizar a 10 mil personas que
viven sobre las costas, atender la salud de miles de
grandes y chicos (hay, por
ejemplo, contaminados con
plomo), hacer cloacas y dar
agua potable, cerrar las co-
nexiones clandestinas a las
redes pluviales, terminar con
los basurales a cielo abierto y
las descargas ilegales; todo
eso, en una cuenca enorme
(2.200 kilómetros cuadrados), que va de la Ciudad al
campo, hasta Cañuelas, pasando por asentamientos del
GBA. Todo eso sin contar
con la reformulación del Polo
Petroquímico
–
peligrosamente
ubicado–,
cuyos vecinos, los de Villa
Inflamable, fueron quienes
iniciaron la causa que finalmente recayó en la Corte
Suprema. Fue la Corte, quien en un fallo inédito, se metió de lleno por primera vez
en su historia en el caos medioambiental y ordenó el
plan. Ahora, es su policía.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 23
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
CLARÍN (AR) • POLÍTICA • 2/6/2011
Jaime intentó justificar sus bienes en la Justicia
La causa es por enriquecimiento ilícito contra él, su familia y un posible testaferro.
Ricardo Jaime presentó ayer
al mediodía la justificación
de bienes que fue requerida
por el fiscal Carlos Rívolo,
quien lo investiga junto al
juez Norberto Oyarbide por
el delito de enriquecimiento
ilícito . Se le pedía que justificara, junto a su pareja Silvia Reyss, las hijas de ambos
en sus primeros matrimonios
y varias empresas vinculadas
a su círculo familiar y de
negocios, la cifra de $
6.608.642,76.
En su justificación, a la que
tuvo acceso Clarín de fuentes
vinculadas a las partes del
expediente, Jaime niega haber tenido una relación que
excediera lo laboral con Manuel Vázquez, a quien la Justicia considera “persona interpuesta” para el enriquecimiento, es decir “su testaferro”. La explicación acerca de
que solo tenía una relación
laboral con Vázquez la brindó para señalar que no iba a
responder por los bienes adquiridos por la empresa Delome S.A. a la que Oyarbide
calificó en marzo de 2010
como una “pantalla” para
ocultar bienes del ex funcionario kirchnerista.
La relación entre Jaime y
Vázquez quedó demostrada,
entre otras cosas, por los
mails hallados en las computadoras del ex asesor de Jaime. Esa relación era más que
laboral, hasta tal punto que
Vázquez le envía dinero
mensualmente a Daniel Jaime , el hermano del ex funcionario que vivía en Brasil y
que se lamentaba porque no
tenía ingresos.
Jaime presentó ayer su justificación y la de sus tres hijas
Romina, Julieta y Gimena.
Reyss y sus hijas Lorena y
Agostina Jayo lo harán en los
próximos días. Jaime se negó
a dar explicaciones por bienes que el fiscal Rívolo le
adjudica a su círculo cercano
como una casa en un barrio
cerrado de San Isidro, un
hotel en Carlos Paz, varios
autos y un departamento en
la avenida Figueroa Alcorta
al 3000 de Palermo. Dice en
su escrito que se le debe pedir justificaciones a los
dueños de esas propiedades .
La dueña de la casa en el
barrio cerrado Camino Real
de San Isidro es María Filomena Pfaffen. La señora de
81 años vive en Santa Cruz,
es jubilada y compró una
casa en el Gran Buenos Aires
por $450.000. La compra la
hizo Raúl Glories, cuñado de
Néstor Otero, dueño de la
Terminal de Ómnibus de
Retiro, concesión que Jaime
renovó hasta 2015. Los custodios de Jaime señalaron en
Tribunales que el ex funcionario pasaba los fines de semana en ese lugar, que está a
nombre de la madre de
Reyss.
Julieta Jaime, su segunda
hija, tenía que justificar cómo compró en 2008 una casa
en Carlos Paz. Según la escritura, pagó $440.000 por
esa casa. Pero en la justificación se señala que en realidad no hubo compra sino que
la ex suegra de la hija de
Jaime se la transfirió sin costo. La compra de la casa la
hizo la hija de Jaime un año
antes en $250.000, para lo
que pidió un préstamo a un
señor llamado Clemente Baldi. Julieta Jaime, quien no
tenía trabajo en relación de
dependencia hasta 2008, justificó ingresos con certificados que le dio Mariela Baldi,
abogada vinculada a Jaime y
dos empresas del conurbano
bonaerense. A partir de hoy,
el fiscal Rívolo tiene que
estudiar lo dicho por Jaime y
ver si el ex funcionario justificó los bienes que se le reclamaban . Los abogados de
Jaime Andrés Marutian y
Carlos Jotayan pidieron que
sea declarado inconstitucional el delito de enriquecimiento ilícito por el que se investiga al ex funcionario,
porque “viola el principio de
inocencia y las garantías de
prohibición de declarar contra si mismo, de defensa en
juicio y de debido proceso”.
Y pidieron el sobreseimiento
de Jaime.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 24
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
CLARÍN (AR) • MUNDO • 2/6/2011
La OEA reincorporó a Honduras y puso fin a su aislamiento diplomático
PorAna Baron
La OEA reincorporó ayer a
Honduras , casi dos años
después de que fuera suspendida por el golpe de Estado
que derrocó al presidente
electo Manuel Zelaya. Lo
que muchos calificaron de
día histórico fue empañado,
sin embargo, por Ecuador, el
único país que votó en contra, argumentando que “la
plena restauración de la democracia y del estado de
derecho en ese país, necesarios para su retorno a la OEA, aún no se han cumplido”
y también por graves denuncias sobre cómo el gobierno
hondureño sigue violando los
derechos humanos.
“Hasta último momento hubo
países que presionaron para
que la resolución para reincorporar a Honduras incluyera un lenguaje más duro”,
dijo a Clarín un diplomático
de Mercosur. El canciller de
Venezuela, Nicolás Maduro,
reconoció luego que su delegación intentó introducir en
el proyecto de resolución que
se procese a los responsables
del golpe. Esa discusión fue,
entre otras cosas, lo que hizo
que la reunión se retrasara
casi tres horas. Al final, Maduro cedió, pero dejó en claro que su país votó la resolución “con reservas”.
La reincorporación de Honduras a la OEA fue el resultado de un largo proceso que
comenzó cuando Porfirio
Lobo asumió el poder. Al
principio, Brasil, Argentina y
Venezuela se resistían incluso a reconocer el gobierno de
Lobo. Exigían que Zelaya
pudiera volver a Honduras.
Hubo arduas negociaciones
y, el 9 de abril, gracias a la
mediación de Colombia y
Venezuela, se llegó a un acuerdo.
La
Corte
Suprema
hondureña retiró los cargos
contra Zelaya, a quien acusaban de haber querido organizar un plebiscito para perpetrarse en el poder. Zelaya
regresó a Tegucigalpa el sábado pasado con reconocimiento pleno de sus derechos.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 25
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
CLARÍN (AR) • ESPECTÁCULOS • 2/6/2011 • 00:14:37
Arrepentido
En 2007 Isella dijo de Mercedes Sosa que tenía “una
actitud stalinista y acaparadora”. Hoy opina: “Me arrepiento enormemente de cómo
la catalogué. Había empeza-
do a decir públicamente cosas muy feas de mí, porque
no se las podía decir a Soledad, que era su fantasma. Yo
sé la historia de verdad, le
compraba los discos cuando
ella laburaba en los hoteles
de Constitución limpiando
pisos. La ayudé en sus malos
momentos como ella en los
míos”.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 26
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 27
STF • TRF •
PORTUGAL DIGITAL (PT) • NOTÍCIAS • 2/6/2011 • 09:57:00
Ong Justiça Global contesta licenciamento de Belo Monte
Brasília – A ONG Justiça
Global, que no começo do
ano acionou a Organização
dos Estados Americanos (OEA) contra o processo de
licenciamento da Hidrelétrica
de Belo Monte, considerou
que o governo federal deve
“explicações para sociedade
brasileira” sobre a autorização licenciamento da usina.
A afirmação é da advogada
Andressa Caldas, diretora da
entidade, que salienta que
“nem cinco das 40 condicionantes” exigidas pelo Instituto Brasileiro de Recursos
Naturais Renováveis (Ibama)
no licenciamento prévio foram cumpridas.
Segundo ela, o governo não
ouviu a recomendação do
Ministério Público para que
não concedesse a licença sem
consultar os povos indígenas
e comunidades afetadas; não
atendeu os apelos das entidades civis para realizar a audiência pública antes de começar tocar a obra; e nem considerou o pedido da Comissão de Direitos Humanos
(Cidh) da OEA para suspender o processo de licenciamento de Belo Monte.
Para o advogado Raul Telles
do Valle, do Instituto Socio-
ambiental (ISA), a decisão
do licenciamento “não surpreendeu”, mas é “uma lástima” e poderá comprometer
postulações brasileiras em
organismos
multilaterais,
como o acento definitivo no
Conselho de Segurança das
Nações Unidas. “É uma decisão de uma organização que
o Brasil faz parte. Internacionalmente fica muito ruim
para o país. Como poderemos ser ator-chave nesses
órgãos quando nós mesmos
não cumprimos as decisões?”.
O pedido da OEA foi recebido no dia 1º de abril, com
“surpresa” pelo governo brasileiro. Em nota, publicada
cinco dias depois, o Itamaraty reagiu afirmando que “o
governo brasileiro tomou
conhecimento, com perplexidade” do pedido da OEA.
A Ordem dos Advogados
do Brasil (OAB) poderá acionar o Supremo Tribunal
Federal (STF) para “arguir a
inconstitucionalidade do processo”, informou à Agência
Brasil o presidente da ordem,
Ophir Cavalcante. Segundo
ele, o assunto será examinado pelas comissões de Constitucionalidade e de Direito
Ambiental e poderá ser avaliado pelo plenário da entidade nas próximas reuniões
(marcadas para 14/6 e 4/7). A
seccional da OAB no Pará é
a favor do licenciamento.
Na Justiça Federal já existem ações do Ministério Público questionando a constitucionalidade do licenciamento. Segundo as ações, a
autorização dada pelo Congresso Nacional, em julho de
2005, para que o Executivo
fizesse “o aproveitamento
hidroelétrico” de Belo Monte, onde há dez terras indígenas, não cumpriu o rito descrito na Constituição Federal.
Segundo o Artigo nº 231 da
Carta, a liberação de autorização para hidrelétricas nessas áreas só pode ser feita
ouvindo as comunidades
indígenas afetadas.
Na opinião de Cavalcante, o
licenciamento para construção da usina obedeceu uma
“lógica desvirtuada”. Para
ele, o governo agiu assim por
considerar que “manda, pode
e faz”, mesmo sem o licenciamento ser discutido ou explicado à sociedade, lamentou.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 28
STF •
PORTUGAL DIGITAL (PT) • NOTÍCIAS • 2/6/2011 • 11:58:00
OAB diz que acionará Supremo se Congresso aprovar Lei da Mordaça
Brasília – O presidente da
Ordem dos Advogados do
Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, criticou a aprovação, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da
Câmara, do projeto que considera crime vazamento de
dados de investigação criminal, mais conhecida como
Lei da Mordaça.
Para Cavalcante, o projeto é
uma censura, atenta contra a
liberdade de imprensa e contra a Constituição. “Se esse
projeto vier a ser aprovado, a
OAB arguirá a sua inconstitucionalidade”,
afirmou,
quarta-feira (1), Cavalcante.
Para o presidente da OAB, o
Supremo Tribunal Federal
(STF) já deixou claro que o
direito à informação se sobrepõe ao direito à intimidade e à honra. Além disso,
Cavalcante acredita que a
legislação já prevê a punição
de quem divulga algo que
atinja a honra e a intimidade
de outras pessoas.
“O jornalista, ainda que o
processo esteja sob sigilo,
responde civil e criminalmente por esses atos, de forma que não se pode impedir
previamente que a imprensa
divulgue qualquer informação”.
Cavalcante também lembrou
que a Constituinte garantiu o
sigilo da fonte aos profissionais e que isso de seu para
“garantir a maior amplitude
possível à liberdade de imprensa, de expressão e de
pensamento”. As informações são da ABr.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 29
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
DIÁRIO DE NOTÍCIAS (PT) (PT) • INTERNACIONAL • 2/6/2011
Advogado diz que Mladic tem cancro linfático
por Lusa
Ratko Mladic, entregue à
justiça internacional para ser
julgado por crimes de guerra,
sofre de uma forma grave de
cancro no sistema linfático,
pelo que dificilmente poderá
ser julgado, disse esta quintafeira um advogado.
"Está doente há muito tempo", disse ao jornal Press o
advogado do antigo chefe
militar dos sérvios da Bósnia,
Milos Saljic.
Segundo o advogado, o seu
cliente, detido na semana
passada e extraditado na terça-feira para o Tribunal Penal Internacional para a exJugoslávia, em Haia, foi operado e submetido a quimiote-
rapia numa clínica de Belgrado em 2009.
Saljic citou um relatório médico indicando que Mladic já
tinha feito tratamento na clínica nove anos antes.
Sem revelar o nome da clínica, o defensor de Mladic indicou que este foi operado
"por problemas ulcerosos no
estômago devido a um linfoma non-Hodgkin".
O advogado disse ainda que
alguns serviços secretos estrangeiros sabiam que Mladic
estava doente e em tratamento em Belgrado e que se negociou "como solucionar" o
caso, mas que depois se perderam as pistas sobre o seu
paradeiro.
Tanto o Instituto de Oncologia Sérvio como o Hospital
Militar de Belgrado, os principais centros de tratamento
de cancro na Sérvia, negaram
que Mladic ali tenha estado
em 2009.
A justiça sérvia considera
que os documentos que o
advogado de Mladic tem são
falsos e fazem parte da "estratégia da defesa".
A família de Mladic já tinha
tentado evitar a extradição do
antigo general para Haia alegando outros problemas de
saúde.
Na sexta-feira, Mladic deverá
comparecer pela primeira vez
numa audiência no tribunal
de Haia.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 30
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE ECONOMIST (LO) • THE AMERICAS • 2/6/2011 • 08:04:01
Brazil's president: Dilma's first big test
The political wounding of Antonio Palocci, the president’s right-hand man, comes at an
awkward time, when the battle to cool the economy has only just begun
THE honeymoon Dilma
Rousseff has enjoyed since
becoming president of Brazil
on January 1st has suddenly
ended. She faces a modest
but steady and damaging rise
in inflation. She must push
through unpopular measures
to cool the economy and sustain growth in the medium
term, and to fulfil her promise to make the state more
efficient. Her vast but disparate coalition in Congress is
showing the first signs of
political infighting. Her difficulties are embodied in the
travails of the man appointed
to manage the politics of this
economic balancing act, Antonio Palocci, her chief of
staff.
Last month the Folha de S.
Paulo, a newspaper, published confidential information
showing that between 2006
and 2010, when Mr Palocci
was a federal congressman,
his personal wealth rose 20fold as a result of consultancy work. Elected politicians in Brazil are allowed a
business sideline. Mr Palocci
refuses to give details of who
paid him, or for what, on the
grounds of client confidentiality. His enemies insinuate
that it was not his political
insights that were worth so
much, but his influence and
connections. His business
dealings are now being investigated by the public prosecutor’s office.
As finance minister during
the first presidential term of
Luiz Inácio Lula da Silva,
Ms Rousseff’s predecessor
and political mentor, Mr Palocci imposed the fiscal austerity that transformed his
boss from socialist firebrand
into darling of the financial
markets. In 2006 he was forced to resign after claims,
never proven, that he had
leaked the bank records of a
concierge who had told the
press of his presence at a
house in Brasília where orgiastic parties were held by his
political associates. But Mr
Palocci retained the respect
of businessmen and investors, and remained influential
within the ruling Workers’
Party (PT). Restored to government by Ms Rousseff,
his job has been to do much
of the arm-twisting that is
essential in Brazil’s coalition
politics.
His political wounding has
already hurt the president.
On May 24th all but one of
the 73 lower-house deputies
of the catch-all Party of the
Brazilian Democratic Movement (PMDB), the PT’s
main coalition partner, voted
for an amendment to a new
Forestry Code to grant an
amnesty for illegal logging
before 2008. That went against Ms Rousseff’s express
wishes, and was a defiant
challenge to Mr Palocci, who
had threatened the party with
ministerial sackings should
its deputies rebel. The
PMDB’s barons were already
displeased with what they
regarded as a meagre clutch
of ministries and other important jobs in Ms Rousseff’s
government, but had hitherto
toed the line. The following
day evangelical and Catholic
politicians obliged the government to scrap plans to
show videos with an antihomophobic theme to school
pupils, threatening that they
would otherwise back calls
for a congressional inquiry
into Mr Palocci’s sudden
accession of wealth.
All this comes after a bout of
pneumonia kept Ms Rousseff
out of the public eye for much of May. Into the vacuum
leapt Lula, after he concluded that a telephone call
from the president asking for
advice was really a cry for
help. He appeared in Brasília
for two days of shuttle diplomacy with coalition partners and rank-and-file PT
legislators. That made Ms
Rousseff look incapable of
standing on her own two
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 31
feet—a dangerous perception
for a female boss in a country
with very few of them.
The immediate worry is that
all this could water down or
delay the measures needed to
cool an overheating economy. Even though the real
has been appreciating to a
level that is uncomfortably
strong for manufacturers, the
inflation rate has steadily
been edging up. It has risen
from 4.2% in October 2009
to just over 6.5% in April,
when it breached the ceiling
of the Central Bank’s target.
In the same month the price
of services was 8.6% higher
than a year before. Bank credit rose by 21% during the
same 12 months, well above
the 10-15% increase the Central Bank regards as comfortable. Most economists think
unemployment, at 6.4%, is so
low that rising wages are
pushing up inflation.
Ms Rousseff’s government is
trying to slow the economy,
but gently. The Central Bank
has raised its benchmark rate
three times this year, taking it
from 10.75% to 12%. But it
remains much lower than in
mid-2008, when the bank last
applied the brakes. The government has also imposed a
clutch of new taxes on lending and stricter reserve requirements. But big banks
say they still expect their
lending to expand by another
15-20% this year.
The president has ordered a
fiscal tightening: the primary
surplus (ie, before debt payments) has risen to 3.3% over
the first four months of the
year, up from 2.2% in the
same period last year. But
that is mainly because of
robust tax revenues. Government spending is still
13% higher than a year ago
in nominal terms, and the
squeeze has fallen mainly on
public investment, rather
than on civil-service payroll
costs or other current spending.
The main hint of a slowdown
has come from an unexpected dip in industrial production in April. But that probably reflects the impact of the
strong real. The risk is that
once inflation starts to pick
up in Brazil it becomes entrenched, argues Marcelo
Carvalho of BNP Paribas, a
bank. “Then you end up having to hike rates hard and
squeeze government spending for a long time to get it
back under control.”
Ms Rousseff has promised to
do “whatever it takes” to
control inflation. She knows
that much of Lula’s enduring
popularity came from the fact
that his governments managed to combine economic
stability and faster growth.
Their policy discipline relaxed only in 2010, when economic growth of 7.5% helped to get Ms Rousseff elected. The corresponding political calculation is that bearing down hard on rising
prices now would be far better than an involuntary squeeze closer to the next presidential election in 2014.
For months the economic
analysts polled each week by
the Central Bank have been
forecasting ever-higher inflation for 2011. Over the past
few weeks the predicted
number has started to fall
(and most now expect economic growth of only 4%
this year). But the public is
much less sanguine than the
experts. According to a poll
by the National Confederation of Industry, published on
May 30th, the share of Brazilians who think that inflation
will rise further in the coming months has reached
71%—higher than at any
time since 2001. The poorest
are most pessimistic. With or
without her right-hand man,
Ms Rousseff will have to act
decisively if these expectations of inflation are not to
become a self-fulfilling prophecy.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 32
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
AMBITO FINANCEIRO (AR) • POLÍTICA • 2/6/2011
Hijos de Noble: Casación avaló extracción compulsiva de ADN
La Cámara Nacional de Casación Penal confirmó la
decisión de someter a extracciones de sangre, saliva o
cabello "no consentidas" a
los hermanos Felipe y Marcela Herrera Noble para entrecruzar su ADN sólo con
muestras de parientes de personas
detenidasdesaparecidas hasta julio de
1976.
La sala II del máximo tribunal penal del país rechazó la
apelación de los abogados de
los hijos adoptivos de la
dueña de Clarín, Ernestina
Herrera de Noble, aunque la
decisión no quedará firme
hasta que se agote la instancia de recurso extraordinario
o de queja ante la Corte Suprema de Justicia de la Nación.
Los
camaristas
Raúl
Madueño, Luis García y
Guillermo Yacobucci, confirmaron la decisión de la
jueza federal de San Isidro
Sandra Arroyo Salgado que
ordenó "la extracción directa,
con o sin consentimiento, de
mínimas muestras de sangre,
saliva, piel, cabello u otras
muestras biológicas pertenecientes en forma inuditada a
Marcela y Felipe Noble Herrera".
Sin embargo, Casación resolvió "reformar y limitar la
comparación de los perfiles
de ADN obtenidos de las
muestras de Marcela Noble
Herrera a los perfiles de
ADN de las muestras aportadas al archivo nacional de
datos genéticos por parientes
de personas detenidas o de-
saparecidas con certeza hasta
el 13 de mayo de 1976".
En el caso de Felipe Noble
Herrera, se limita "la comparación con los perfiles de
ADN de las muestras aportadas a se archivo por parientes
reclamantes con relación a
personas detenidas o desaparecidas con certeza hasta el 7
de julio de 1976".
Esta decisión de la sala II del
máximo tribunal penal del
país se tomó en el marco de
la causa que intenta determinar desde hace una década si
los hijos adoptivos de la
dueña del Grupo Clarín, Ernestina Herrera de Noble,
fueron apropiados durante la
última dictadura militar.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 33
CNJ •
PORTUGAL DIGITAL (PT) • TURISMO • 2/6/2011 • 16:00:00
Governo muda regras para viagem de crianças e adolescentes ao exterior
A resolução, feita em parceria com a Polícia Federal
(PF) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE), reduz a burocracia e já está
valendo.Da Redação, com
agência
Brasília - As autorizações
para viagens de crianças e
adolescentes para o exterior
na companhia de um dos
pais, desacompanhados ou
acompanhados de terceiros
ficam mais simples a partir
de agora.
Depois de analisar várias
críticas à resolução aprovada
em 2009, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ)
decidiu editar uma nova regra. A resolução, feita em
parceria com a Polícia Federal (PF) e o Ministério das
Relações Exteriores (MRE),
reduz a burocracia e já está
valendo.
A principal mudança está no
reconhecimento da firma dos
pais para autorização da viagem. Antes, ela precisava ser
reconhecida por autenticida-
de – na presença de tabelião.
Agora serão aceitos os reconhecimentos por semelhança,
ou seja, por meio do reconhecimento de firma já registrada em cartório.
A resolução também determina que, mesmo que não
haja reconhecimento de firma, são válidas autorizações
de pais ou responsáveis emitidas na presença de autoridade consular brasileira, desde que a autoridade também
assine o documento. Permite,
ainda, que os pais autorizem
a viagem por meio de escritura pública.
Se antes a autorização precisava ter prazo de validade,
agora admite-se que, caso ele
não tenha sido fixado, o documento seja válido por dois
anos. As autorizações continuam sendo cobradas em
duas vias, sendo que uma
fica com a Polícia Federal.
No entanto, não é mais necessária a anexação de documento de identificação da
criança ou adolescente. Tam-
bém deixa de ser exigida a
inclusão de fotografia da
criança ou adolescente no
documento que autoriza a
viagem.
A resolução tem um espaço
específico para crianças ou
adolescentes brasileiros que
residem no exterior. Agora,
quando viajarem na companhia de um dos pais para o
país onde moram, eles não
precisam de qualquer autorização escrita. Entretanto,
será cobrada a apresentação
de Atestado de Residência
emitido por repartição consular brasileira há menos de
dois anos.
A nova regra também permite que, ao pedir o passaporte
dos filhos, os pais autorizem
a viagem de crianças e adolescentes ao exterior. Neste
caso, a informação ficará
registrada no próprio passaporte. A novidade precisa ser
regulamentada pelo MRE e
pela Polícia Federal. As informações são da ABr.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 34
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
ABC COLOR (PY) • POLÍTICA • 2/6/2011
Ministro del Interior dice que enmienda no es la vía para buscar la reelección
El ministro del Interior, Rafael Filizzola, afirmó ayer
que la enmienda de la Constitución no es la vía idónea
para buscar la reelección del
presidente Fernando Lugo.
Agregó que no es saludable
hacer una reforma para tratar
únicamente la extensión del
mandato. Dijo que ya le expresó a Lugo su postura.
Filizzola respondió ayer que
no cambió su postura jurídica
y política de rechazar un plan
de reelección mediante una
enmienda
constitucional
(como quieren hacer los luguistas del Frente Guasu).
Indicó que desde la época del
presidente Juan Carlos Wasmosy (1993-98), pasando por
Nicanor
Duarte
Frutos
(2003-2008) se intentó extender el mandato presidencial vía enmienda.
Recordó que en el año 2006
varios políticos opositores
(hoy en el gobierno) sostenían dos cosas: 1. Que una
reforma constitucional (Art.
289) no se puede hacer pensando en coyunturas políticas
o en beneficios partidarios o
particulares.
2. Que la enmienda constitucional (Art. 290) no es la vía
idónea para alterar o modificar la duración de mandatos
de autoridades o estableciendo un periodo más.
“Yo, por una cuestión de
honestidad intelectual y política, no puedo en este momento, porque la circunstancia ha variado, cambiar de
posición. Aparte que hay
principios constitucionales
que se tienen que defender
porque constituyen la base de
nuestro sistema democrático.
En Paraguay se pervirtió mucho la vigencia del estado de
derecho porque muchas veces se fuerzan las instituciones”, argumentó el ministro
durante una entrevista con
periodistas en el Colegio de
Policía, donde concurrió Lugo para entregar camionetas
a las comisarías.
Contra Filizzola
El ministro indicó que no
está de acuerdo con las premisas y los argumentos del
senador de País Solidario
Carlos Filizzola (primo de
Rafael) y con el asesor jurídico de la Presidencia, Emilio Camacho (Encuentro Nacional), sobre la enmienda
constitucional para lograr la
reelección.
Le dijo a Lugo
Filizzola reveló que Lugo
sabe de su postura pero, de
todos modos, dijo que ya le
expresó en privado. Consultado si hay otros ministros
del Poder Ejecutivo que coinciden en que no se puede
hacer la reelección vía enmienda, contestó que les escuchó a los ministros de Obras
Públicas y Comunicaciones,
Efraín Alegre; de Industria y
Comercio, Francisco Rivas;
de Agricultura y Ganadería,
Enzo Cardozo, todos ellos
liberales.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 35
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
ABC COLOR (PY) • NACIONALES • 2/6/2011
Intendentes de capitales del país visitaron la Corte Suprema
El intendente de Asunción,
Arnaldo Samaniego, junto a
los miembros de otras ciudades capitales y departamentales del Paraguay realizaron
una visita protocolar al presidente de la Corte Suprema
de Justicia, doctor Luis María Benítez Riera, con la finalidad de afianzar lazos de
relacionamiento con el citado
poder del Estado.
La reunión se realizó este
jueves en Palacio de Justicia.
La visita se realizó este jueves. “Hicimos una visita de
cortesía, presentando este
grupo al presidente de la
Corte”, declaró Samaniego
tras su visita. Entre los miembros de la delegación municipal estuvieron: el intendente de Encarnación, Juan
Alberto Schmalko; el inten-
dente de Ciudad del Este,
Sandra McLeod; el intendente de Lambaré, Roberto Cárdenas; intendente de San
Miguel Misiones, Venancio
Rivas; el secretario privado
de la Intendencia de la ciudad Perla del Sur, Carlos
Estigarribia.
También participaron del
encuentro Julio Samaniego,
director de la Secretaría General; Manuel Alarcón, director general de Administración y Finanzas de la Municipalidad de Asunción.
“Explicamos al presidente de
la Corte Suprema de Justicia la necesidad de un buen
relacionamiento con el Poder Judicial, de manera a
hacer frente a demandas por
problemas locales, que son
diarios en cada municipio,
por parte de la ciudadanía”,
afirmó el intendente de Asunción.
Reiteró que “en el entendimiento, de lo que es la pluralidad, los gobiernos municipales deben abrirse a buscar
soluciones con todos y para
todos, entre los poderes del
Estado y toda la ciudadanía.
Dentro de ese rumbo, estamos transitando con mucho
optimismo en la actualidad”.
Arnaldo Samaniego es presidente de la nueva unión de
ciudades capitales y departamentales, que tiene por
objetivo afianzar la calidad
de vida de los ciudadanos a
través de emprendimientos y
gestiones comunes, informó
un comunicado de la comuna
asuncena.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 36
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
ABC COLOR (PY) • INTERNACIONALES • 2/6/2011
Se instala en Chile la batalla por el uso de semillas transgénicas
por AFP
SANTIAGO. “Chile sin
transgénicos” es la consigna
de opositores a un polémico
convenio internacional aprobado en el Senado chileno
para proteger a creadores de
semillas modificadas genéticamente, que aún debe ser
promulgado y que para sus
detractores dañará a productores locales y comunidades
indígenas. por AFP
Organizaciones contrarias a
la iniciativa protestaron en
los últimos días en Santiago,
en rechazo a la aprobación el
pasado 11 de mayo en el Senado del convenio de la Unión Internacional para la Protección de las Obtenciones
Vegetales (UPOV-91) .La
normativa protege a los llamados ’obtentores’ o dueños
de la propiedad intelectual de
una semilla que fue creada o
modificada genéticamente,
asegurándoles el pago por
concepto de patente por parte
de quienes las utilicen.
El pago se extiende también
al producto de las cosechas,
es decir, los agricultores no
pueden guardar las semillas
de sus cultivos y deben comprarlas año a año.
La promulgación de la normativa se mantiene no obstante en suspenso, tras la
presentación por parte de
legisladores opositores de un
recurso ante el Tribunal
Constitucional (TC) -que
vela por la legalidad de las
leyes- y la aprobación de una
ley general de Obtentores
Vegetales que se tramita a
paso lento en el Congreso.
La presentación ante el TC se
basa en que el convenio vulnera los derechos de propiedad de pequeños campesinos
indígenas, que al quedar directamente afectados debieron ser consultados, según
establece la Constitución.
“Hemos recurrido al TC,
porque este tratado impedirá
a los campesinos guardar
semillas y permitirá la venta,
a través de las multinacionales, de semillas híbridas y
transgénicas en el país” ,
declaró a la AFP el senador
Jaime Quintana, del opositor
Partido Por la Democracia
(PPD) .
El convenio está incluido en
el Tratado de Libre Comercio
(TLC) que Chile firmó en
2003 con Estados Unidos, y
desde esa fecha estaba pendiente su aprobación.
Sus opositores estiman que
afecta a los agricultores locales y a pueblos originarios
que subsisten gracias a la
agricultura, reforzando el
monopolio de grandes empresas que experimentan con
semillas transgénicas, cuyos
efectos en el ser humano aún
no han sido determinados.
Mientras que el Gobierno
defiende la iniciativa, al estimar que proporciona seguridad jurídica a empresas
creadoras de nuevas especies,
cuyo desarrollo en el país
permitirá la “modernización
y la competitividad” de la
agricultura chilena al mejorar
su rendimiento.
Desde su óptica no pone en
riesgo a los cultivos autóctonos o endémicos, porque
protege sólo “los derechos de
las personas o empresas que
obtengan variedades vegetales nuevas para el sector agrícola” , según el ministro
de Agricultura, José Antonio
Galilea.
“Con convenios como el
UPOV-91 generalmente se
da un monopolio natural, ya
que las empresas se instalan
y compran semillas locales y
ofrecen sólo las suyas a precios que ellos quieren y ponen en riesgo la salud de quienes las consumen” , explicó
a la AFP , Iván Santandreu
de la organización ’Chile Sin
Transgénicos’.
“Las semillas transgénicas se
expandieron en países como
Argentina, Canadá o India
donde aumentó la tasa de
aborto o niños con malformaciones” , explicó por su
parte a la AFP Gonzalo Guiloff, de ’Chile Organizado’,
otra organización contraria a
los transgénicos que el domingo pasado protestaba
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 37
contra su uso al frente del
palacio presidencial.
Los opositores han fijado su
atención especialmente sobre
la multinacional estadounidense Monsanto, que controla el 90% del mercado mun-
dial de la semilla transgénica;
y la chilena Semillas Baer,
propiedad de la familia de la
actual ministra vocera del
Gobierno, Ena Von Baer, y
que ha patentado la quinua,
un cereal andino.
En otro frente, los opositores
piden conocer la ubicación
de todos los cultivos transgénicos en el país, a través de
una presentación Consejo
para la Transparencia, que
garantiza el acceso a la información pública.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 38
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
ABC COLOR (PY) • INTERNACIONALES • 2/6/2011
ONU denuncia crímenes de guerra en Libia y OTAN prolonga plan de
acción
Una comisión del Consejo de Derechos Humanos de la ONU denunció ayer que el régimen libio y fuerzas rebeldes cometieron crímenes de guerra, mientras la OTAN decidió
prolongar tres meses su acción militar en Libia. A+
“Sobre la base de informaciones recogidas durante sus
visitas en el terreno, particularmente en Trípoli y Bengasi (...), la comisión constató
una serie de violaciones graves del derecho internacional, de los derechos humanos
y humanitarios”, perpetradas
tanto por las fuerzas del régimen como por las tropas
rebeldes, explicó la comisión. En Bruselas, la OTAN
estimó que la marcha del
líder libio Muamar Gadafi es
una cuestión de tiempo y
anunció que prolongaba hasta finales de septiembre su
plan de acción militar, que
debía culminar el 27 de junio, después de haber intensificado los bombardeos sobre
Trípoli.
“La cuestión no es saber si
Gadafi se marchará, sino
cuándo”, declaró el secretario
general de la OTAN, Anders
Fogh Rasmussen, en una
conferencia de prensa en
Bruselas.
Horas antes, Rasmussen había emitido un comunicado
para anunciar la prolongación de la misión de la OTAN.
“Se trata de un mensaje claro
para el régimen de Gadafi:
estamos decididos a proseguir nuestras operaciones
para proteger al pueblo libio”, aseguró Rasmussen en el
comunicado.
Por su parte, el ministro libio
de Petróleo, Chukri Ghanem,
anunció ayer en Roma su
decisión de sumarse a la lucha por un “Estado democrático”.
La OTAN tomó las riendas
de la operación militar en
Libia el 31 de marzo pasado.
La operación había comenzado el 19 de marzo, un mes
después del inicio de la revuelta popular reprimida sangrientamente por el régimen
de Muamar Gadafi, en el
poder desde hace casi 42
años.
A pesar de 9.000 misiones
aéreas, 3.500 de ellas para
bombardear blancos precisos,
el conflicto está, al parecer,
empantanado.
Ayer, la aviación de la OTAN bombardeó por tercer
día consecutivo la ciudad de
Al Jafra, en pleno desierto, a
600 km de Trípoli, anunció la
televisión estatal libia.
En la noche del martes, los
aviones de la OTAN habían
atacado Trípoli, blanco de
bombardeos intensivos desde
hace una decena de días.
En Bengasi, “capital” de la
rebelión, se produjo una fuerte explosión ayer en la tarde
en el estacionamiento exterior de uno de los mayores
hoteles de esa ciudad, al parecer sin provocar heridos,
constató un periodista.
Según el portavoz del gobierno libio, Musa Ibrahim,
718 civiles murieron y 4.067
fueron heridos en los ataques
de la OTAN y la coalición
entre el 19 de marzo y el 26
de mayo.
El conflicto ha causado miles
de muertos, según el fiscal de
la Corte Penal Internacional, y 893.000 personas se
han visto obligadas a abandonar el país, especialmente
trabajadores
inmigrantes,
según la ONU.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 39
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
ABC COLOR (PY) • POLÍTICA • 2/6/2011
Siguen las chicanas: Ahora impugnan a la fiscala Vallejo
La fiscala Rocío Vallejo primero fue confirmada en el
caso Secretaría de Emergencia Nacional (SEN) por la
fiscala adjunta Soledad Machuca, pero la recusaron ante
el fiscal general del Estado,
Rubén Candia Amarilla, quien la semana pasada la confirmó en el caso. Pero, ahora,
nuevamente fue impugnada
para entender en el caso contra Camilo Soares. Esta impugnación se hizo ante la
Corte Suprema de Justicia,
y fue promovida por uno de
los acusados en la causa,
Francisco Deiró, ex director
de Logística de la SEN.
La abogada de Deiró es Natalia Bittar, quien forma parte
del estudio jurídico de Alva-
ro Arias, José Casañas Levi y
el procurador general de la
República, Enrique García,
encargado de la defensa de
Camilo.
Deiró impugna a Vallejo por
“enemistad manifiesta”. El
pedido de apartamiento de la
agente del Ministerio Público
fue porque la misma acusó
por lesión de confianza en
grado de complicidad, mientras que a los procesados Ana
González Rivas, Lucía Colmán de Melgarejo y Goncalves Deiró Ríos (su hermano)
les otorga el criterio de oportunidad como salida procesal.
Mientras la impugnación es
resuelta por la máxima instancia judicial, el fiscal Arnaldo Giuzzio será el respon-
sable de la investigación. El
agente de la Fiscalía fue confirmado en la causa, pero no
se descarta que nuevamente
sea recusado por los abogados del ministro con permiso.
En el caso de concretarse la
recusación contra Giuzzio, y
la impugnación contra Vallejo, la causa quedará en manos de Eduardo Cazenave.
Para el 8 de junio, el juez de
la causa Pedro Mayor Martínez fijó la audiencia preliminar para los acusados Camilo
Soares; Alfredo Guachiré, ex
responsable de la Unidad de
Operación de Contrataciones
y Francisco Deiró, ex director de Logística.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 40
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
ABC COLOR (PY) • ZONA DEPORTIVA • 2/6/2011
Proyectan reconstruir el estadio Comuneros en la Bahía de Asunción
El portal web de la Secretaría
Nacional de Deportes informó que tras una reunión llevada a cabo este jueves se
decidió reconstruir el estadio
Comuneros en la fachada
litoral de la Bahía de Asunción. La estructura fue derribada por una tormenta eléctrica en 1978.
“Nunca se le compensó al
básquetbol una expropiación
posterior indebida, considerada por dos fallos con sentencia definitiva de la Corte
Suprema de Justicia como
injusta, debiendo ser resarcida por la Comuna que hasta
hoy no lo hizo e incluso en
dos ocasiones amagó honrar
la deuda sin hacerlo. La primera vez fue cuando le otorgó un predio sobre la Calle
Santa Rosa que estaba en
litigio con el Ministerio de
Salud y que fue adjudicado a
éste. La segunda, cuando el
año pasado anunció pomposamente en acto público (…)
la cesión de un predio en
Campo Grande y otro en la
zona de Itá Enramada”,
señala el artículo firmado por
el periodista “Pedrito” García.
La decisión se tomó luego de
un almuerzo entre el licenciado Marcelo Bedoya y el
dirigente Gustavo Masi, por
la Confederación Paraguaya
de Básquetbol; el arquitecto
Gonzalo "Chalo" Garay, en
representación del MOPC, el
doctor Julio Samaniego, asesor jurídico y el arquitecto
Danny Durand por la Municipalidad de Asunción.
La obra formará parte de las
obras de la Franja Costera y
estará dentro de las edificaciones contiguas al Parque
del Bicentenario.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 41
PROCURADORIA GERAL •
DIÁRIO DE NOTÍCIAS (PT) (PT) • NACIONAL • 2/6/2011
Creche ilegal encerrada após denúncia de agressões
Uma casa em Lisboa que acolhia ilegalmente 16 crianças numa sala foi hoje encerrada
após denúncia e divulgação de um vídeo que levaram as autoridades a fazer um busca ao
apartamento, revelou à Lusa o presidente do Instituto da Segurança Social.
Segundo Edmundo Martinho,
a denúncia, com o suporte
em vídeo, foi entregue à televisão SIC e à ProcuradoriaGeral da República (PGR),
que requereu um mandado de
busca à casa, situada na Avenida Miguel Bombarda, em
Lisboa.
A busca efectuou-se hoje à
tarde numa ação conjunta do
Ministério Público, PSP e
Segurança Social, tendo na
altura sido encontradas 14
das 16 crianças que habitualmente estavam confinadas
a uma sala daquele aparta-
mento, que funcionava como
creche sem licença.
Por estar a exercer actividade
ilegal, a dona da casa foi
identificada e o apartamento
foi encerrado, permanecendo
no local técnicos da Segurança Social que estão a recolher
mais elementos de prova.
Edmundo Martinho adiantou
à Lusa que a dona do apartamento já tinha antecedentes
por situações idênticas, pois
em finais de 2010 uma outra
habitação sua, situada numa
rua próxima, foi também
encerrada por estar a funcionar ilegalmente como creche.
O responsável admitiu que as
imagens gravadas em vídeo
podem configurar maustratos a crianças, mas observou que compete agora ao
Ministério Público apurar
eventuais responsabilidades
criminais das pessoas envolvidas na actividade.
A notícia sobre este caso foi
avançada pela televisão SIC,
que mostrou imagens de um
vídeo que mostra alegadas
agressões a crianças no interior da habitação.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 42
PROCURADORIA GERAL •
DIÁRIO DE NOTÍCIAS (PT) (PT) • NACIONAL • 2/6/2011
Duas arguidas no caso de creche ilegal em Lisboa
Duas mulheres foram constituídas arguidas no âmbito de uma investigação por alegados
maus-tratos a crianças que culminou com o encerramento hoje de uma creche ilegal a
funcionar em Lisboa, informou o porta-voz da PSP.
por Lusa
"No seguimento de uma investigação policial sobre
maus-tratos a crianças, foi
esta tarde possível encerrar
uma creche ilegal a funcionar
na avenida Miguel Bombarda. Foram constituídas arguidas duas cidadãs e entregues
aos pais 15 crianças", anunciou o comissário Paulo Ornelas Flor.
Esta operação resultou da
intervenção conjunta do Departamento de Investigação e
Acção Penal (DIAP) de Lisboa e da Segurança Social,
que, "através de médica credenciada, examinou as crianças", acrescentou o porta-voz
da Direcção Nacional da
PSP.
Uma casa em Lisboa que
acolhia ilegalmente crianças
numa sala foi hoje encerrada
após denúncia e divulgação
de um vídeo que levaram as
autoridades a fazer um busca
ao apartamento, revelou anteriormente à agência Lusa o
presidente do Instituto da
Segurança Social.
Segundo Edmundo Martinho,
a denúncia, com o suporte
em vídeo, foi entregue à televisão SIC e à ProcuradoriaGeral da República (PGR),
que requereu um mandado de
busca à casa, situada na avenida Miguel Bombarda, em
Lisboa.
A busca efectuou-se hoje à
tarde numa acção conjunta
do Ministério Público, PSP e
Segurança Social, tendo na
altura sido encontrada a maioria das crianças, que habitualmente estavam confinadas
a uma sala daquele apartamento, que funcionava como
creche sem licença.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 43
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
AMBITO FINANCEIRO (AR) • POLÍTICA • 2/6/2011
La Corte concedió aumento de 10% a todo el Poder Judicial
La Corte Suprema de Justicia otorgó un aumento salarial del 10 por ciento para todo el
Poder Judicial de la Nación, retroactivo al 1 de mayo pasado.
Según se informó, el "aumento es remunerativo y
bonificable para todas las
categorías del Poder Judicial de la Nación".
La Corte informó que la erogación que represente el au-
mento salarial dispuesto será
afrontado con dinero propio,
en virtud de que "la Jurisdicción cuenta con los recursos
financieros suficientes para
atender la mayor erogación,
no requiriendo aportes del
Tesoro Nacional".
El tribunal ya pidió a la Jefatura de Gabinete la modificación de las partidas presupuestarias "para otorgar dicho
incremento salarial".
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 44
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
AMBITO FINANCEIRO (AR) • POLÍTICA • 2/6/2011
La Justicia electoral avaló las candidaturas de Macri y Estenssoro
Mauricio Macri
El Tribunal Superior de Justicia de la ciudad de Buenos
Aires rechazó la impugnación a la candidatura a jefe de
gobierno de Mauricio Macri
por el PRO y oficializó la de
María Eugenia Estenssoro
por la Coalición Cívica.
En un fallo por unanimidad,
el presidente del Tribunal,
Luis Lozano, consideró que,
aunque Eduardo Salvador
Barcesat y Roberto José Boico, como electores individuales y no en representación de
partido político alguno, no
están habilitados para tal
presentación, "se debe evaluar de oficio la legitimidad de
la candidatura en cuestión
toda vez que le competen al
TSJ y oficializar las candidaturas para las próximas elecciones del 10 de julio en ejercicio de sus competencias
electoras". Entre las consideraciones, se mencionó que no
pueden ser candidatos "los
condenados por delito mien-
tras no hayan cumplido todas
sus penas".
La impugnación a la candidatura de Macri se basó en el
hecho de estar procesado en
la causa por escuchas ilegales. En ese sentido, el Tribunal Superior señaló que "las
normas transcriptas no prevén una limitación ligada a la
existencia de un procesamiento en el marco de una investigación penal".
En el caso de la candidatura
de Estenssoro, el Tribunal
señaló que "los derechos
políticos en general, y en
particular el de ser elegido
que viene reclamado por la
candidata María Eugenia
Estenssoro, son inherentes a
la ciudadanía. Esa ciudadanía, en todos sus aspectos, se
define por reglas que sólo
compete establecer al Gobierno Federal".
Se sostuvo que frente a la
"incompatibilidad que se
registra entre la normativa
local y federal en juego, debe
prevalecer la regulación federal" en referencia a los
requisitos fijados por la
Constitución de la Ciudad
Autónoma de Buenos Aires
para los jefes y vicejefes de
gobierno.
Además, se recordó que "en
ejercicio de esa competencia,
el Congreso de la Nación
sancionó para todo el territorio de la República la ley de
ciudadanía (ley 346 y sus
modificatorias)".
"En ella, los derechos políticos conferidos a los ciudadanos argentinos no difieren en
función del modo en que se
adquiere la nacionalidad argentina. De modo acorde con
ello, el art. 7 de la ley analizada, establece que los argentinos, sin distinguir entre
los nativos, por opción o naturalizados "gozan de todos
los derechos políticos conferidos por la Constitución y
las leyes de la República", se
agregó.
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JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FORBES.COM (US) • NEWS • 2/6/2011 • 18:25:32
The Times, They Are a-Taxin'
California just found $83
million! Hurray! …right?
Well, maybe not.
It is no secret, especially to
those of us in California, that
the Golden State has found
itself in a dire situation. California legislators have been
working to figure out a solution, but bickering over the
budget has slowed the process. I try not to involve myself too much with politics,
but recently a possible new
tax law began to wind its
way through the California
Legislature.
I’m definitely not going to
stand back and say this is
necessarily a bad thing. As a
Californian, I know how sorry our state’s financial situation is. If a few extra dollars
could help fix the potholes
on the 101 that pound my
tires, or support some of the
schools that are being forced
to shutter their windows and
send their students to farther,
better funded areas, then that
is a great thing.
Besides, the way that some
of the legislators are talking
about it, it seems as though
Amazon is killing other stores by avoiding paying these
taxes. Main Street, California
cannot, apparently, compete
with Amazon’s low-low prices. Assemblyman Charles
Calderon, the bill’s author,
said “If you don’t support
this bill, you support tax evasion and you’re antibusiness.”
Yikes.
He may as well have waved
his shopping list in the air,
saying that on it are the names of all the Communist
detractors trying to de-rail
America’s heart; its small
business sector. After all,
great pillars and supporters
of America’s small business
support this bill. Pillars like
Wal-Mart and Home Depot.
So far, these types of laws
have done nothing but chase
a major source of revenue
and jobs out of the state. Illinois passed a similar law in
2011, and Amazon immediately shut down its affiliate
programs and began to pull
out of the state. Amazon has
about 10,000 advertising
affiliates in California, and
works with a company in the
state to produce the Kindle.
Online retailers rely on interstate transactions, and there is no reason for a company
like Amazon or Overstock to
stay in a state while other tax
havens are wide open and
welcoming. In fact, according to a letter from Amazon’s Paul Risener, other
states have sought out Illinois affiliates and invited
them to re-locate so they can
continue collect advertising
revenue.
The letter also states that
little, if any, new tax revenue
is collected. I am sure that
the job loss destroys any revenue increase anyway, so it
all seems like a roundabout
way to chase away a legitimate business. The Supreme
Court, in their Quill Corp
decision, wrote that the state
government could not impose a use tax on an entity that
did not have a physical presence in the state. In that
case, North Dakota tried to
argue that, as Quill software
was physically in the state as
floppy disks, they had a right
to tax the corporation. Because of this decision, Amazon cannot be forced to collect sales tax for California,
even if it sells to California
residents.
Effectively, then, nothing
changes and Amazon packs
up to leave California. This
type of legislation simply
does not work as long as other states refuse to force
online retailers to pay taxes.
If Amazon did not give anything to California, I would
have no problem with chasing it out of town but, right
now, it offers California businesses a substantial amount
of advertising revenue, which
helps make jobs and spur
growth. Amazon’s money
eventually makes its way into
the state coffers; it just has to
go through other California
businesses first.
There is an old adage that
when one door closes, another opens. In this case, once
online businesses walk out,
California is bolting that door
shut, destroying the key, and
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 46
building a moat around it.
Online shopping is still relatively new in terms of internet years, so I understand if
tax law needs to evolve with
it. But even if California res-
cinds the law later on, the
damage will be done.
Luckily, the public does have
the power in the end, and we
can move to enact change.
Sound off with your own
opinion and, if you know
something needs to be done,
keep the conversation alive.
Hopefully it will put enough
of a wedge in that door to
keep it from shutting completely.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 47
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
EL UNIVERSAL • NACIONAL Y POLÍTICA • 2/6/2011
Instan a precisar tipo de ausencia del Contralor
SARA CAROLINA DÍAZ
A pesar de que los periodistas tienen prohibido ingresar
a la Comisión de Contraloría
de la Asamblea Nacional,
trascendió que la oposición
en esa instancia legislativa
solicitó activar un proceso
legal para determinar si la
falta del contralor Clodosbaldo Russián es temporal o
definitiva. El diputado Rodolfo
Rodríguez
(AD/Anzoátegui) explicó que
es necesario precisar sobre el
estado del contralor Russián
quien sufrió un ACV hace
más de un mes que le impide
ejercer el cargo.
"Planteamos en la Comisión
de Contraloría la activación
de un procedimiento legal
por la ausencia del contralor
y en consecuencia se determine su situación médica a
los fines de definir si se trata
de una falta temporal o definitiva", indicó Rodríguez.
Sobre la propuesta no hubo
decisión aunque el oficialismo en la Comisión insistió
en que se trata de una ausencia temporal y que el tiempo
de esa ausencia es ilimitado.
Este planteamiento fue rechazado por Rodríguez: "La
premisa es falsa porque si el
Presidente pasa más de 90
días de ausencia ésta se declara permanente y se procede en consecuencia".
El parlamentario Rodríguez
también mencionó la situación de la funcionaria que quedó encargada del organismo:
"La subcontralora no fue
electa según lo establecido en
la Constitución sino que hay
que recordar que ella fue
nombrada a dedo por el contralor".
Además, el legislador recordó que para elegir al contralor se requieren las dos terceras partes de los votos de la
Plenaria del Legislativo.
Al final el presidente de la
Comisión de Contraloría
diputado pesuvista Héctor
Navarro, dijo que se reunirá
en los próximos días con el
presidente del Legislativo,
Fernando Soto Rojas, para
fijar una posición definitiva
sobre el planteamiento hecho
en la mañana de ayer en esa
instancia de la AN.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 48
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
EL UNIVERSAL • NACIONAL Y POLÍTICA • 2/6/2011
Súmate realizará contraloría de los diputados
Se unen a Asamblea Visible y Monitor Legislativo en tarea fiscalizadora
EL UNIVERSAL
Súmate iniciará, a partir de la
próxima semana, contraloría
de la labor que ejecuten los
165 parlamentarios -y sus
respectivos suplentes- en la
Asamblea Nacional. La organización civil informó que
pondrá a disposición de los
electores el site Contraloría
Parlamentaria, al que se podrá acceder desde el portal de
Súmate (ww.sumate.org)
A través de su cuenta en twitter (@sumate) se notificó que
a consignó en la secretaria
general de la Asamblea Na-
cional una comunicación
para que sea distribuida entre
los parlamentarios. La notificación especifica que se activará esta iniciativa para dar
cumplimiento a los artículos
66 y 197 de la Constitución.
Súmate recuerda que los diputados están obligados a
rendir cuentas de su gestión a
los electores de la circunscripción o estado al que representan ante el Parlamento.
La iniciativa también incluirá
el monitoreo al Parlamento
Latinoamericano.
Inicialmente esta página sólo
contendrá la información y
datos de contactos de los
diputados a la AN y el Parlatino.
Esta es la tercera iniciativa
de monitoreo de la AN que
se crea para este periodo.
Además de Súmate también
hacen monitoreo al Parlamento las organizaciones
Asamblea Visible y Monitor
Legislativo (@monitorAN)
[email protected]
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 49
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
EL UNIVERSAL • NACIONAL Y POLÍTICA • 2/6/2011
En la ONU se presentó informe que menciona caso de jueza Afiuni
Se pone en duda imparcialidad del Estado para procesar a la jueza
EL UNIVERSAL
Ginebra.- Esta semana, durante las sesiones del Consejo de Derechos Humanos de
la ONU celebradas en Ginebra, se han recibido los informes de varios relatores
entre ellos una parte dedicada
al caso de jueza María Afiuni
donde se expresa preocupación por "la efectiva imparcialidad que el juicio pueda
tener y que esté despegado
de cuestiones o intereses políticos". En una parte del
informe se da cuenta de la
comunicación que con carácter urgente fue dirigida al
Gobierno de Venezuela el 1
de abril de 2010 por la Relatora para la Independencia de
Jueces y Abogados y el Relator Especial sobre las Ejecuciones Arbitrarias, con relación a la detención y el proceso seguido contra la jueza.
El Gobierno de Venezuela
respondió dicha comunicación alegando que la información sobre los ataques sufridos por la jueza en prisión
(Inof) era falsa, y argumentando que se le ha respetado
el debido proceso. El Estado
alegó en relación a las menciones injuriosas proferidas
en contra de la jueza Afiuni
por parte del Presidente Chá-
vez, que "son muestra de su
claro compromiso por erradicar la corrupción".
La Relatora manifestó "preocupación por el contexto de
crecientes denuncias por ataques a la independencia del
Poder Judicial" e hizo referencia al "efecto Afiuni", en
Latinoamérica aludiendo al
terror de jueces de que "si no
deciden sus causas conforme
a los designios del poder
político, pueden correr con la
misma suerte de la jueza".
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 50
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
EL UNIVERSAL • NACIONAL Y POLÍTICA • 2/6/2011
AN exige que saquen al Cicpc de pesquisa sobre caso El Rosal
Acordaron redactar ley para investigar violaciones a Derechos Humanos
PEDRO
PEÑALOZA
PABLO
La Comisión de Política Interior de la Asamblea Nacional
decidió ayer demandar que el
Cuerpo de Investigaciones
Científicas, Penales y Criminalísticas (Cicpc) no intervenga en las pesquisas de las
muertes de Williams Nazareth Pérez, Pedro Cipriano Rivero y Rubén Arnal. Pérez,
de 27 años, y Rivero, de 32,
fallecieron en los calabozos
de la División de Capturas
del Cicpc, ubicada en El Rosal. Arnal, de 33, también
estuvo recluido allí, pero
dejó de existir en el hospital
Domingo Luciani, donde fue
trasladado por su grave estado de salud. Los tres decesos
ocurrieron el jueves pasado.
La vicepresidenta de la Comisión de Política Interior,
Iris Varela (PSUV-Táchira),
propuso convocar a una reunión a la fiscal general, Luisa
Ortega Díaz, con el fin de
solicitarle que no recurra a la
policía científica para llevar
adelante la averiguación.
Además, atendiendo un planteamiento de Varela, la instancia legislativa pedirá que
el juicio por este caso se celebre fuera de Caracas. "Que
se busquen otros expertos",
declaró.
Juan Carlos Caldera (PJMiranda) exigió que el subdi-
rector del Cicpc, Alvis Pinto,
sea separado de su cargo.
Pinto fue quien atribuyó a
"un ataque de pánico, producto del síndrome de abstinencia", la desaparición de
los tres jóvenes. Esta iniciativa no se sometió a votación.
Por último, Varela y Caldera
acordaron redactar una ley
que desarrolle los artículos
29 y 30 de la Constitución,
que obligan al Estado a investigar los delitos contra los
derechos humanos y, además, indemnizar "integralmente" a las víctimas de estas violaciones.
[email protected]
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 51
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
EL UNIVERSAL • OPINIÓN • 2/6/2011
Cuadernos del centenario: Manuel García Pelayo
JESÚS E. MAZZEI ALFONZO
El pasado martes 31 de mayo
se efectúo el bautizo de los
cuadernos del centenario de
la conmemoración del nacimiento de ese gran intelectual que fue Manuel García
Pelayo. Ellas fueron el fruto
de conferencias realizadas
durante un año y medio, que
dejó como testimonio ricos
trabajos de reflexión intelectual sobre los diversos aspectos que estudio ese importante maestro de innumerable
juristas y politólogos que
dejó una huella imborrable
en la Universidad Central de
Venezuela y más concretamente en el Instituto de Estudios Políticos, el cual dirigió desde 1958 hasta 1979.
Dos de sus más dilectos discípulos los profesores Juan
Carlos Rey y Humberto Njaim, directores del Instituto de
Estudios Políticos de la
UCV, luego de la vuelta del
maestro a España engalanaron el acto con dos hermosos
discursos. Ambos fueron mis
maestros en materia claves El
Dr. Rey en un monográfico
sobre el Estudio del Poder y
el Dr. Njaim sobre el estudio
del sistema político venezolano, dignos discípulos ambos en palabras muy expresivas relataron pasajes personales y académicos de su
experiencia vital a través de
los años con Manuel García
Pelayo en la UCV, hermoso
testimonio de ambos que
emocionó a todos los que nos
encontrábamos allí presentes,
porque recogieron en síntesis
los puntos más importantes
de esa relación que tuvieron
con el insigne intelectual,
riguroso, pero amable, paciente y con un claro sentido
de la orientación del trabajo
del Instituto a su cargo. No
debo dejar de mencionar la
palabra de Guillermo Tell
Aveledo, importante valor de
las nuevas generaciones de
politólogos.
La Fundación que lleva su
nombre en efecto, a lo largo
de los años ha organizado
innumerables eventos desde
1992, para mantener vivo su
obra y pensamiento, y honrar
su legado intelectual, por ello
debo reiterar la mención al
último evento organizado por
la Fundación "Temas de nuestros tiempo", donde la colección de 17 cuadernos contentivos de los 34 trabajos
publicados por la Fundación
Manuel García Pelayo recoge
los frutos de esas conferencia
realizadas. Que son un aporte
muy importante al estudio de
las ciencias políticas, al Derecho, a la historia de las
ideas entre otros temas, que
fueron permanentes en el
estudio y análisis del insigne
maestro.
Deseo recordar quién fue
Manuel García Pelayo, ante
todo fue un intelectual completo, irradió una sólida auctoritas intelectual, manejo
categorías analíticas y de
actualización
permanente
como pocos académicos de
su tiempo. De su autobiografía intelectual recojo algunos
datos interesantes para compartirlos con ustedes. Estudia
Derecho en la Universidad
Central de Madrid, donde en
el año de 1934 obtendrá su
título de Doctor. En el año de
1947 colabora en el Instituto
de Estudios Políticos en Madrid y organiza cursos y seminarios de Ciencia Política,
Sociología y en 1950 publica
su primera obra magna El
derecho
constitucional
Comparado, se traslada a la
Argentina, trabaja en la empresa privada y dicta algunos
cursos en la Universidad de
Buenos Aires. Posteriormente, se traslada a Puerto Rico
donde imparte cursos en la
Facultad de Ciencias Sociales en la Universidad de Puerto Rico. Llega a Venezuela,
en 1958 donde a mi modo de
ver realiza su mayor y más
fructífera producción intelectual, y funda el Instituto de
Estudios Políticos que bajo
su égida vivirá una época de
oro.
Por razones de espacio solo
mencionaré y comentaré,
alguna de las obras de García
Pelayo que provocaron en mí
profundo impacto intelectual:
Los Mitos políticos, derecho
constitucional Comparado,
Idea de la Política, Auctoritas, Burocracia y Tecnocracia, Las Transformaciones del
Estado Contemporáneo, Las
Funciones de los parlamentos
bicamerales, Ciencia Política: Introducción elemental a
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 52
la Teoría General de Sistemas y finalmente, Del mito y
de la razón en la Historia del
pensamiento político.
Paralelamente a esta intensa
publicación intelectual durante su estancia en Caracas
fundó y dirigió las Revistas
Documentos y la celebrísima
Politeia, impulsó otras publicaciones como Antologías
del Pensamiento Político,
Clásicos Políticos, textos y
documentos, Historia de las
Formas Políticas Cuadernos
del Instituto de Estudios Políticos. En 1966, la Universidad Central le confiere el
Doctorado honoris causa y en
1969, preside la Comisión
que prepara la fundación de
la Escuela de Estudios Políticos y Administrativos de la
UCV, sus últimos años desde
1979 hasta 1987 se instala en
Madrid, allí tendrá un papel
importante en la redacción de
la nueva y moderna Constitución española. En 1980, es
nombrado Magistrado y pos-
teriormente elegido presidente del Tribunal Constitucional español, en 1981, es elegido académico de la Real
academia de Ciencias Morales y Políticas, recibirá muchos doctorados honoris causas a lo largo de esos años,
de las universidades de Zaragoza, Autónoma de México,
Salamanca. Este fue en síntesis ese gran maestro que dejó
un legado invalorable en su
querida alma mater la UCV.
[email protected]
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 53
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
EL UNIVERSAL • INTERNACIONAL • 2/6/2011
Parlamento de Irán remite a Ahmadinejad a la Justicia
El mandatario generó tensiones por autoproclamarse ministro de Petróleo
EL UNIVERSAL
Teherán.- El Parlamento de
Irán votó para remitir al presidente Mahmoud Ahmadinejad al Poder Judicial por
lo que los legisladores consideran una violación a la
Constitución. Aunque no
está claro si habrá una demanda contra el presidente,
la votación en el Parlamento
muestra que la mayoría de
los legisladores iraníes se
están poniendo del lado del
Consejo de Guardianes, el
organismo que vigila la
Constitución, en una actual
controversia con el presidente, destacó AP.
Los legisladores votaron 165
contra 1 a favor de una acción legal contra Ahmadinejad
por su decisión de declararse
responsable del Ministerio
del Petróleo después de destituir a Masoud Mirkazemi con
el pretexto de un plan para
reestructurar el gabinete.
Un reporte parlamentario
señala que la acción de Ahmadinejad fue una "obvia
violación a la Constitución".
El resto de los legisladores
en la Asamblea de 290 integrantes no acudió a las sesión
o se abstuvo de votar.
De acuerdo con la leyes iraníes, el mandatario tiene potestad para remodelar el ga-
binete y nombrar ministros
interinos por un plazo de tres
meses, tras el cual debe consultar al Parlamento los nuevos nombramientos oficiales.
El conflicto parece enmarcarse en la disputa que Ahmadinejad mantiene desde
hace meses por los límites de
su poder con el líder supremo
de la Revolución, el ayatolá
Alí Jamenei, y el presidente
del Parlamento, Alí Larijani.
impedir la ceremonia de duelo y hacerse con el cuerpo de
su padre, Ezatolah Sahabi.
Esta versión, sostenida por el
hijo de la fallecida, Yahya
Shamekhi, se contradice con
la que uno de sus tíos dio
también a la misma web, en
la que asegura que Haleh
pereció a consecuencia de un
fuerte golpe propinado en el
pecho.
Las energía fósiles son el
sostén de la economía de
Irán, país que guarda bajo su
subsuelo las segundas mayores reservas probadas de petróleo y gas del mundo, y que
motivado a las sanciones
internacionales se le ha hecho difícil explotar.
Este relato ha sido negado
por el director de la oficina
general de la Provincia de
Teherán, Ali Reza Jané, quien aseguró a la agencia de
noticias local Isna que la
familia colaboró en todo
momento con las fuerzas de
seguridad y no hubo enfrentamientos.
Oposición consternada
Deseos turbio
Una veterana activista iraní
perdió la vida en un confuso
incidente, ocurrido cuando
fuerzas de Seguridad irrumpieron en el funeral de su
padre, un conocido miembro
de la oposición interna.
Ahmadinejad afirmó ayer
que quería un Egipto "antisionista" y antioccidental, al
recibir a un grupo de intelectuales, de religiosos y de jóvenes revolucionarios egipcios, informó la agencia oficial Irna, citó AFP.
Según la primera versión de
la web opositora kaleme.com, afín al líder del movimiento verde Mir Hussein
Musavi, la mujer, de 54 años
y llamada Haleh Sahabi, sufrió un ataque cardíaco cuando protestaba y hacía frente a
los policías que intentaban
"Debemos conseguir que Irán
y Egipto sean dos países desarrollados, poderosos, antiarrogancia (occidental) y
antisionista", declaró Ahmadinejad. Ambos países no
tienen relaciones diplomáticas.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 54
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
EL UNIVERSAL • INTERNACIONAL • 2/6/2011
Gobierno y zelayistas celebran reingreso de Honduras a la OEA
Ecuador fue el único país que votó contra la reinserción del país a la OEA
EL UNIVERSAL
Washington.- La Organización de Estados Americanos
(OEA) reinsertó en sus filas a
Honduras, país que estaba
suspendido desde 2009 a raíz
de un golpe de Estado militar
contra el ex presidente Manuel Zelaya. El organismo
hemisférico consideró que el
país centroamericano cumplió con una serie de condiciones para volver a participar en el ente, como el levantamiento de cargos judiciales
que pesaban contra el exmandatario, quien regresó el
fin de semana al país desde
su exilio en República Dominicana, informó Reuters.
Los representantes de 33
países miembros aprobaron
una resolución con 32 votos
a favor y uno en contra, el de
Ecuador. Venezuela la aprobó con reservas, pero no explicó de inmediato cuáles
eran sus objeciones.
Zelaya, quien fue sacado de
su casa a punta de fusil por
militares el 28 de junio del
2009 y expulsado a Costa
Rica, regresó a Tegucigalpa
prometiendo reanudar su
lucha por hacer reformas a la
Constitución similares a las
que pretendía cuando fue
derrocado del poder.
El ex presidente regresó tras
firmar una semana antes en
Cartagena de Indias un acuerdo con el presidente
hondureño, Porfirio Lobo,
que le garantizó su retorno
seguro al país cesando una
persecución judicial en su
contra por presunta corrupción. Este acuerdo, auspiciado
por Colombia y Venezuela,
también le da libertad para
participar en política.
Reacciones internas
Zelaya dijo que con la decisión de la OEA "se logra un
acuerdo de reconciliación y
además el reconocimiento
internacional", al tiempo que
elogió el trabajo del presidente Lobo para recuperar las
deterioradas relaciones diplomáticas del país.
"Hoy, el golpe de Estado
salió derrotado porque los
golpes no se aceptan y eso
quedó muy claro a nivel internacional", declaró a radio
Globo el ex mandatario,
señaló AFP.
El líder calificó como un
éxito "el reconocimiento del
Frente Nacional de Resistencia Popular (como fuerza
política), no persecución política, libertad de participación activa y la posibilidad de
una asamblea constituyente"
en Honduras.
El presidente Lobo también
celebró la noticia.
"Este es un día histórico para
Honduras y los pueblos de
América... y doy gracias a
Dios por habernos fortalecido en este camino de compromiso con nuestro pueblo ,
dijo.
En su mensaje, agradeció el
esfuerzo de todos los países
del continente que apoyaron
al país para su retorno al organismo continental, agregó
DPA.
Destacó especialmente las
gestiones de los presidentes
Juan Manuel Santos de Colombia y Hugo Chávez de
Venezuela para sepultar diferencias entre su gobierno y
Zelaya.
Igualmente, Lobo agradeció
a "Ecuador su posición franca". "No me resiento, seguiremos trabajando con los
hermanos ecuatorianos para
que nos entiendan", indicó.
"De manera que veo un paso
muy importante de todos,
que le pongan fin a un aislamiento de un pueblo que no
tiene ninguna responsabilidad en lo que ha sucedido",
señaló en referencia al golpe
de Estado. "No hay mejor
camino que andar que el camino de la paz", dijo.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 55
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
EL UNIVERSAL • DEPORTES • 2/6/2011
Bahrein recupera su opción
La nación levantó la ley marcial, por lo que es posible realizar la carrera
EL UNIVERSAL
Manama.- Bahrein levantó
ayer la ley marcial en lo que
el Gobierno espera que turistas y hombres de negocios
perciban como una señal de
retorno a la normalidad, aunque la oposición teme que la
represión continúe en el reino
del Golfo Pérsico.
Bahrein está especialmente
interesado en recuperar la
carrera de Fórmula 1.
La apertura del Grand Prix
en marzo fue cancelada a raíz
de los choques entre policías
y manifestantes pro democracia inspirados por los le-
vantamientos de Túnez y
Egipto.
Una reunión del órgano regulador de la Fórmula 1 podría
restituir mañana la carrera
para este año, aunque el grupo human rights Watch ha
dicho que deberían tener en
cuenta la fuerte represión de
la que fue objeto la oposición
durante las 11 semanas de
ley marcial.
El patrón de la Fórmula 1,
Bernie Ecclestone, había
asegurado que el Gran Premio de Bahrein podría celebrarse el próximo mes de
noviembre, antes de concluya
la temporada en Brasil.
"Tendremos que reflexionar
y ver qué podemos hacer, es
posible que podamos cambiarlo con Brasil", explicó Ecclestone. "Tenemos esperanza en que las cosas se solucionen pacíficamente (en
Bahrein) y en que podamos
encontrar un hueco más tarde
durante el año", aseguró a la
cadena británica BBC 5.
Ecclestone reconoció que
están considerando la fecha
del 20 de noviembre para
celebrar el Gran Premio de
Bahrein.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 56
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
EL PAIS (ES) • ESPAÑA • 2/6/2011
Encausados 16 controladores por el caos aéreo que provocaron en el puente de la Constitución
A. MARS - Madrid
El caos aéreo que provocó un
plante ilegal de los controlares aéreos en España en el
arranque del pasado puente
de la Constitución, el viernes 3 de diciembre de 2010,
colea en los juzgados. El
Juzgado de Primera Instrucción número 3 de Madrid ha
citado a declarar como imputados a 16 profesionales entre ellos, el presidente del
sindicato del gremio (USCA), Camilo Cela-, dentro
del proceso penal abierto por
el cierre del espacio aéreo,
que llevó al Gobierno a decretar el estado de alarma por
primera vez en la democracia. A partir del próximo 18 de
julio, los controladores aéreos tendrán que acudir a los
juzgados de Plaza de Castilla
de Madrid a declarar sobre su
grado de participación en las
acciones que provocaron el
cierre del espacio aéreo los
días 3 y 4 de diciembre pasado, según la diligencia dictada por la magistrada María
del Sagrario Herrero con
fecha 27 de mayo.
Los imputados responderán
por un presunto delito de
abandono de la función pública, tipificado en el artículo
409 del Código Penal, que
puede conllevar una multa o
suspensión de empleo o cargo, según explicaron fuentes
del bufete Cremades & Calvo-Sotelo, que representa a
una plataforma de afectados,
la Agrupación de Demandantes, que implica a 8.000 viajeros personados.
Esta organización solicita
una indemnización de 10.000
euros por afectado, lo que
suma un volumen de 80 millones, y pide que los controladores asuman la responsabilidad civil de los perjuicios
causados. En total, el bloqueo de los aeropuertos aquel
inicio del puente de la Constitución, en el que había un
elevado tráfico aéreo previsto, afectó a más de 600.00
personas, entre retrasos y
cancelaciones, que se acumularon en los días posteriores
al abandono de los controladores.
Al margen de este proceso,
los controladores también se
enfrentan a las consecuencias
de un posible delito de sedición. Debido al plante ilegal,
la Fiscalía de Madrid inició
una investigación por un posible delito de sedición, castigado con hasta ocho años
de prisión, y el pasado febrero solicitó al juez que citara
como imputados a los controladores, que previamente se
habían acogido a su derecho
a no declarar cuando fueron
citados por el Ministerio Público. Los controladores citados, destinados en los centros
de Barajas y de Torrejón de
Ardoz, serán los primeros
que comparezcan en Madrid
en calidad de imputados ante
un juez, aunque en otros lugares ya se ha tomado declaración, según informó Efe.
El mes pasado, por ejemplo,
el titular del Juzgado de Instrucción número 1 de Palma
de Mallorca interrogó a varios de ellos por lo sucedido el
3 de diciembre de 2010, cuando 12 de los 17 controladores del turno de tarde del
aeropuerto de Son Sant Joan
presentaron una declaración
de incapacidad sicofísica que
motivó el cierre del espacio
aéreo de Baleares.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 57
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FRANKSURTER ALLGEMEINE (BL) • POLITIK • 2/6/2011 • 16:46:35
Der schulische Wildwuchs
An diesem Freitag will die SPD-Bundestagsfraktion einen Antrag zur Abschaffung des
Kooperationsverbots einbringen. Bildungszentralismus aber ist nicht das Allheilmittel für
die Schwächen des Bildungsföderalismus
Von Heike Schmoll
Richtete sich die Bildungspolitik nach Meinungsumfragen, wäre es wohl bald um
das sogenannte Kooperationsverbot von Bund und
Ländern geschehen. Bedroht
wäre auch die Bildungshoheit der Länder. Denn der
schulische Wildwuchs in den
sechzehn Ländern zieht zunehmend den Zorn der
Bevölkerung auf sich.
Es überrascht daher nicht,
dass
die
SPDBundestagsfraktion an diesem Freitag einen Antrag zur
Abschaffung des Kooperationsverbots einbringen will.
Die Regelung, die erst im
Zuge
der
Föderalismusreform des Jahres 2006 in das Grundgesetz aufgenommen wurde,
hat aber auch in der Koalition viele Gegner.
Aufgeheizte Debatte
Vor allem Bundesbildungsministerin Schavan (CDU),
deren Ministerium durch die
Föderalismusreform
am
stärksten beschnitten wurde,
hält das Kooperationsverbot
für falsch. Die CSU sähe die
Zusammenarbeit zwischen
Bund und Ländern lieber in
einem Staatsvertrag geregelt.
In der FDP verwundert der
Wunsch nach Abschaffung
des
Kooperationsverbots
nicht. Aber die Freien Demokraten stellen die Kulturhoheit der Länder nicht
grundsätzlich in Frage.
Der Bund soll nicht etwa die
Kosten für die schulische
Regelversorgung übernehmen. Die Kultusministerkonferenz (KMK) soll durch eine
Gemeinsame Bildungskonferenz von Bund und Ländern
ersetzt
werden,
wo
uneingeschränkt das Mehrheitsprinzip gelten soll.
Wie aufgeheizt die Debatte
ist, zeigt sich schon an der
Sprache selbst. „Kooperationsverbot“ ist ein Kampfbegriff. Das Grundgesetz sieht
sehr wohl Formen der Zusammenarbeit auf den Feldern Wissenschaft und Forschung und bei der Feststellung der Leistungsfähigkeit
des Bildungswesens im internationalen Vergleich vor.
Ausgeschlossen sind aber
direkte Zahlungen an Länder.
Die gab es aber auch vor der
Föderalismusreform nicht.
Eine schöne
dungswelt?
neue
Bil-
So verständlich der Ärger
über Schulvielfalt ist, etwa
nach einem Umzug von einem Land in ein anderes, so
wenig verspricht ein wie auch immer gearteter Bildungszentralismus eine schöne
neue Bildungswelt. Es ist
eine Illusion, dass es in einem zentral geregelten Bildungssystem
einheitliche
Lernverhältnisse gibt. Es ist
zu einfach, die föderale Organisation des Bildungssystems gegen die Zuständigkeit
des Bundes auszuspielen,
zumal Bundeszuständigkeit
etwa bei der Berufsbildung
oder der Forschung bestenfalls ambivalente Wirkungen
entfaltet. Vielmehr scheint
sich die Pluralismusmüdigkeit vieler Bürger gerade am
Bildungssystem
festzumachen.
Die Umstellung auf neue
Lernverhältnisse nach einem
Umzug wären an jeder Schule durch stützende Zusatzstunden
und
in
jeder
Schulbehörde mit
mehr
Verständnis für die Probleme
umziehender Eltern zu lösen.
Ganz anders verhält es sich
mit der Namens- und Organisationsvielfalt der weiterführenden Schulformen. Ein
länderübergreifender Schulkonsens über eine weitere
Schulform neben dem Gymnasium ist überfällig. Wegen
der
wiederaufgeflammten
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 58
Liebe zur Gemeinschaftsschule ist es aber unwahrscheinlich, dass sich die Länder
in absehbarer Zeit einigen
werden.
KMK: Sechzehn Lösungen
für ein Problem
Die Forderung nach der Abschaffung der Kultusministerkonferenz ist altbekannt, aber
nicht unberechtigt. Denn von
gesamtstaatlicher Verantwortung haben die Länder vor
wie
nach
der
Föderalismusreform nur geredet. Tatsächlich hat jede
Regierung ihre Freiheiten
rücksichtslos
ausgenutzt.
Hinzu kommt, dass die KMK
für ein Problem immer sechzehn Lösungen sucht, etwa
für die Sprachförderung.
Außerdem sind die Beschlüsse des Gremiums nicht bindend, sondern Empfehlungen. Wegen des Einstimmigkeitsprinzips sind sie in entscheidenden Fragen ohnehin
ziemlich belanglos.
Das entscheidende Hindernis
sind die unterschiedlichen
Anforderungen an Schüler in
den einzelnen Ländern auch
in zentralen Prüfungen. Ein
Abitur
in
NordrheinWeSTFalen ist nur bedingt
mit einem Abitur in Bayern
zu vergleichen. Die Festlegung von Bildungsstandards
haben an diesem Gefälle nichts geändert. Vielmehr scheinen auch die Standards
für Gymnasien so lange angepasst zu werden, bis jeder
das Abitur bestehen kann.
Würde der Bund für die
Standards zuständig, änderte
sich daran wohl kaum etwas
– im Gegenteil.
Freilich aber könnte der Einsatz von Bundesmitteln auf
dem Feld der Schulpolitik so
geregelt werden, dass der
Föderalismus gestärkt und
das Zusammenspiel zwischen
Ländern und Kommunen
verbessert werden. Derzeit
sind die Kommunen als
Schulträger für die sogenann-
ten äußeren Schulangelegenheiten,
also
für
die
Schulgebäude,
alleine
zuständig.
NordrheinWeSTFalen und BadenWürttemberg haben aus dem
Hamburger Volksentscheid
gelernt, dass sie den Kommunen, denen es vor allem
um die Sicherung der Schulstandorte geht, in der Festlegung der Schulart viel Entscheidungsfreiheit geben müssen.
Nicht wirklich selbständig
sind die Schulträger, wenn es
um Anstellung der Lehrer
oder gar ein ausreichendes
Budget geht. Darin zeigt sich
aber der eigentliche Konflikt,
der in der Forderung nach
einer Abschaffung des Kooperationsverbots gipfelt: Es
ist offenbar nicht gelungen,
Autonomiezugeständnisse an
lokale Akteure mit zentral
festgelegten
Qualitätsmaßstäben und deren Sicherung wie Feststellung zu verbinden.
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JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FRANKSURTER ALLGEMEINE (BL) • POLITIK • 2/6/2011 • 16:41:19
Merkel in Indien und Singapur: Wo die deutschen Sorgen schrumpfen
Auf ihrer Asien-Reise hörte man keine Kritik von der Bundeskanzlerin. Dass Indien auf
den Ausbau der Atomkraft setze, „haben wir nicht zu kritisieren“, beschied sie und vermied so, die ungleiche Partnerschaft zwischen den 80 Millionen Deutschen und den 1,2
Milliarden Indern mit moralischen Überheblichkeiten zu belasten.
Manche
Mitglieder
der
deutschen Delegation bewahrten sich den Blick fürs Kuriose, etwa für das höfische
Zeremoniell in Delhi oder
den blauen Turban des Regierungschefs mit dem darauf
thronenden Kopfhörer für die
Simultanübersetzung.
Die
Bundeskanzlerin
hingegen
zeigte sich schlicht ergriffen
vom
indischen
Ministerpräsidenten. Manmohan Singh, so schwärmte
sie, sei lebenserfahren und
tolerant, gehe ruhig an die
Dinge heran und habe ein
großes Verständnis von der
Welt: „Ich denke dreimal
nach, bevor ich einen Gedanken von ihm verwerfe.“
Angela Merkel ist nicht als
Lehrmeisterin nach Asien
gereist.
Sie
kam
als
Zuhörerin. Die deutschen
Sorgen schienen zu schrumpfen, als die Kanzlerin am
Mittwoch mit den Herausforderungen Indiens konfrontiert wurde. Fünfhundert Millionen junge Inder sollen in
den nächsten Jahren für den
Arbeitsmarkt
qualifiziert
werden, ließ sie sich von
Singh erklären. Dagegen
nimmt sich ein Problem wie
die deutsche Sockelarbeitslosigkeit wie eine Bagatelle
aus. „Respekt“ vor den indischen Anstrengungen forderte
Frau Merkel und bezeichnete
es als unangebracht, ihre
asiatischen Gastgeber mit
deutschen Kleinigkeiten zu
behelligen. Letztere Bemerkung war auch an mitreisende
Hauptstadtjournalisten
gerichtet, die wiederholt wissen
wollten,
wie
die
ausländischen Regierungschefs auf den in Deutschland
gerade beschlossenen Atomausstieg reagierten.
Das Missionieren lag der
Kanzlerin in Asien fern. Dass
Indien auf seinem Entwicklungsweg auf den forcierten
Ausbau der Atomkraft setze,
„haben wir nicht zu kritisieren“, beschied sie. Mahnende
Worte, wie sie der amerikanische Präsident Obama
unlängst in Delhi geäußert
hatte, hörte man von ihr nicht: kein Plädoyer für die
gemeinsame Verantwortung
der Demokratien im Umgang
mit Burma und Iran, kein
Wort zu Kaschmir, zur Korruption oder zu den Mängeln
bei der Armutsbekämpfung.
Angela Merkel folgte ihrem
Sinn für Proportionen und
wollte die ungleiche Partnerschaft zwischen den 80
Millionen Deutschen und den
1,2 Milliarden Indern nicht
mit moralischen Überheblichkeiten belasten.
Europa solle kein „Partialmuseum“ werden
In der Luft, an Bord der
„Konrad Adenauer“, wurden
dann Gedanken laut, die schon asienreisende Kanzler
vor ihr äußerten, aber Frau
Merkel schuf dabei einen
bemerkenswerten
Begriff:
Angesichts der Dynamik
Asiens müsse man aufpassen,
dass Europa nicht zu einem
„Partialmuseum“ werde, sagte sie. Der Blick aus dem
Fenster beim Landeanflug
auf Singapur wirkte wie eine
Bekräftigung dieser Aussage.
Noch vor zehn Jahren war
der südostasiatische Stadtstaat mit dreieinhalb Millionen
Einwohnern etwa so groß
wie die deutsche Hauptstadt.
Heute hingegen zählt Singapur schon fünf Millionen
Menschen. Während Deutschlands reichstes Prozent der
Bevölkerung bei einem Einkommen von 126.000 Euro
beginnt, ist in Singapur ist
fast jeder zehnte Einwohner
Millionär. Und die hochmodern verdichtete Metropole
scheint keine Grenzen zu
kennen: Mehr als 14 Prozent
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betrug das Wirtschaftswachstum im vergangenen Jahr.
lamentswahlen gezeigt haben.
Lee Hsien Loong, Singapurs
Premierminister, war Angela
Merkels erster Staatsgast in
Berlin. Erst jetzt, mehr als
fünfeinhalb Jahre später, gelang der Gegenbesuch in dem
Land, das manche als wirtschaftliche und politische
Drehscheibe der Region bezeichnen. Ihre Besuchsfrequenz in Asien sei „nicht
befriedigend“ gestand Frau
Merkel ein - auch im Blick
auf ihren zweiten Besuch in
Indien, für den sie nur 24
Stunden mitgebracht hatte.
Vierzig Prozent der Stimmen
(die sich wegen des Wahlrechts allerdings in nur zehn
Prozent der Parlamentssitze
übersetzen) - das hat es in
dem
autoritär
regierten
Stadtstaat noch nicht gegeben. Im Gespräch erhob Frau
Merkel nach Auskunft der
Delegation die Stimme des
Pluralismus: Mit der Bemerkung, eine starke Opposition
könne doch auch durchaus
stimulierend wirken, soll sie
ihre Gastgeber ermuntert
haben. Die Antwort aus Singapur war bestimmt: Man
habe schon genug Druck von
außen (gemeint war die unruhige Nachbarschaft) - da
brauche man nicht auch noch
Stimulation von innen.
Beeindruckt vom Scharfsinn
des Greises
In Singapur erwartete sie neben dem Regierungschef abermals ein alter weiser
Mann, dem sie vor allem
Fragen stellte: Lee Kuan
Yew, der Staatsgründer Singapurs und Vater des amtierenden
Premierministers.
Wieder war die Kanzlerin
beeindruckt von Scharfsinn
und Weltsicht des Greises,
diesmal allerdings mit den
gebotenen Abstrichen demokratischer Gesinnung. Beide,
Lee senior und Lee junior,
sollen sich im Gespräch betroffen von den unerwarteten
Erfolgen der Opposition bei
den jüngst abgehaltenen Par-
Öffentliche Ratschläge, gar
Kritik, verkniff sich Frau
Merkel auch in Singapur.
Nur einen Schlenker für die
Menschenrechtsfraktion daheim gestattete sie sich. „Mit
Sorge“ erfülle sie der Wunsch Burmas, die jährlich rotierende Präsidentschaft der
„Vereinigung Südostasiatischer Nationen“ (Asean) zu
übernehmen, sagte sie in
ihrer „Singapore Lecture“
vor Hunderten Zuhörern. Sie
erwarte von Burma ein „klares Bekenntnis zu den Mens-
chenrechten, und zwar in
Wort und Tat.“ Die Asean
„sollte über diese Dinge sprechen“, forderte sie.
Schon seit geraumer Zeit
herrscht in Singapur die Auffassung vor, dass Europa in
der dynamischsten Region
der Welt „den Zug verpasst“
und sich politisch nicht ausreichend engagiert - außer in
Fragen der Menschenrechte.
Ob Frau Merkel diesen Eindruck auf ihrer Stippvisite
zurechtrücken konnte, steht
dahin. Bleibende Spuren hat
sie immerhin im Botanischen
Garten Singapurs hinterlassen. Dort pflanzte sie am
Donnerstag eine Orchidee,
die fortan ihren Namen tragen wird. Als ahnten die Botaniker Frau Merkels Pläne,
kreuzten sie in der „Dendrobium Angela Merkel“ ein
Naturgewächs mit einer Züchtung, die auf den Namen
des
indonesischen
Staatspräsidenten
Susilo
Bambang Yudhoyono hört.
Auch diesen asiatischen Politiker schätzt Frau Merkel
sehr, weshalb sie ihn im
kommenden Jahr zum ersten
Mal besuchen will.
Text: F.A.Z.
Bildmaterial: dapd, dpa
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 61
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FRANKSURTER ALLGEMEINE (BL) • WIRTSCHAF • 2/6/2011 • 20:01:31
Kommentar: Anwälte im Ethikfieber
Umfragen bestätigen: Es gibt kaum jemanden, der nicht schon einmal schlechte Erfahrungen mit Juristen gemacht hat. Diese nehmen sich die Kritik durchaus zu Herzen. Unter dem Deckmantel von „Ethikrichtlinien“ droht nun jedoch eine Verschärfung der Berufsre
Von Corinna Budras
Umfragen bestätigen: Es gibt
kaum jemanden, der nicht
schon einmal schlechte Erfahrungen mit Juristen gemacht
hat. Diese nehmen sich die
Kritik durchaus zu Herzen.
Unter dem Deckmantel von
„Ethikrichtlinien“ droht nun
jedoch eine Verschärfung der
Berufsregeln.
Die Anwaltschaft sorgt sich
um ihr Image. Grund dafür
liefern Studien über das geringe Ansehen des Berufsstandes im Vergleich zu
Ärzten,
Hochschullehrern
oder Pfarrern. Auch eine
stichprobenartige Umfrage
im näheren Umfeld erhärtet
den Befund: Kaum jemand,
der nicht schon einmal schlechte Erfahrungen mit Juristen
gemacht hat – oder mit Horrorgeschichten aus dem Familienkreis aufwarten kann.
Astronomische Rechnungen,
verschwurbelte
juristische
Ausführungen, erniedrigendes Abwimmeln durch die
genervte Sekretärin – kaum
eine Missachtung der einfachsten
Servicegrundsätze
fehlt in der Aufzählung.
Die Juristen nehmen sich die
Kritik durchaus zu Herzen.
Zum schwammigen Begriff
der „Anwaltsethik“ hat die
Bundesrechtsanwaltskammer
daher jüngst eigens eine
europäische Tagung organisiert. Und auch der Deutsche
Anwaltverein lädt auf seinem
62. Deutschen Anwaltstag in
Straßburg an diesem Freitag
zur Diskussion über „Anwaltliche Berufsethik – Diskursethik oder Ethikkodex“.
Sich mit dem eigenen Berufsbild auseinanderzusetzen
und den hehrem Anspruch
mit der bitteren Wirklichkeit
zu konfrontieren, ist notwendig. Bis hin zum Bundesgerichtshof müssen sich Richter
immer wieder mit anwaltlichem
Fehlverhalten
beschäftigen,
selbst
der
Vizepräsident einer regionalen Anwaltkammer sah sich
mit unangenehmen Vorwürfen konfrontiert. Jüngst stutzte das Oberlandesgericht
Frankfurt eine Anwaltsrechnung zusammen, in der seine
Kanzlei Reisekosten in Rechnung gestellt hatte, die
erkennbar nicht durch das
Mandat entstanden waren.
Auch die Arbeit von Rechtsreferendaren sollte üppig
entlohnt werden – obwohl
die Vergütungsvereinbarung
diese gar nicht umfasste.
Die Bedürfnisse der Mandanten scheinen kaum eine
Rolle zu spielen
Die Liste anderer anwaltlicher Regelverstöße ist lang:
Richter
rügen
Fristversäumnisse, fehlgeleitete Faxe, mangelhafte Büroorganisation oder schlicht
Missmanagement.
Regelmäßig entziehen die
Kammern Anwälten die Zulassung mit der harschen
Begründung
„Vermögensverfall“. Vielfach bleibt schlechte Beratung
aber ungerügt. Der Mandant
wendet sich frustriert ab und
schwört sich: „nie wieder.“
Es ehrt die Anwälte, dass sie
solche Fälle aus eigenem
Antrieb seit geraumer Zeit
offen diskutieren. Doch besteht die Gefahr, dass es manchem engagierten Standesvertreter letztlich um etwas
anderes geht: Unter dem
Deckmantel von „Ethikrichtlinien“ betreibt mancher die
Wiedereinführung strenger
Berufsregeln, die auch den
Zweck haben, Wettbewerb
zu beschränken. Mittlerweile
ist es fast ein Vierteljahrhundert her, seit das Bundesverfassungsgericht für eine Revolution im anwaltlichen
Berufsrecht sorgte, indem es
die angestaubten Standesregeln kippte. Inzwischen sind
noch viele andere Vorschriften gefallen, die aus heutiger
Sicht fast undenkbar scheinen. Doch nicht alle sind froh
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 62
über die Liberalisierung: Der
Wunsch nach strengen Restriktionen in der Werbung
oder der anwaltlichen Vergütung hält sich wacker. Einigen Advokaten sind die
„Dumping-Preise“ ihrer Kollegen so sehr ein Dorn im
Auge, dass sie um die Verfassung ihres ganzen Berufsstandes fürchten.
Die gerühmte Diskretion
der Anwälte wirkt auf Nicht-Juristen eher abschreckend
Die Bedürfnisse der Mandanten scheinen dabei kaum eine
Rolle zu spielen. Diese wissen nämlich sehr genau, mit
welchen Rechtsstreitigkeiten
sie zum „Discount-Anwalt“
um die Ecke gehen können,
und welche Fällen sie besser
einem ausgewiesenen Fachmann anvertrauen. Statt unerfahrene Kunden abzuschrecken, können Billigangebote
auch das Gegenteil bewirken:
Sie senken die Einstiegshürde für die anwaltliche Beratung deutlich ab. Wenn sich
ein Rechtsstreit zu lohnen
scheint, kann in Zweifelsfragen auch noch eine zweite
Meinung eingeholt werden.
Auch hier bereinigt der
Markt Fehlverhalten schnell:
Die Kanzleikette Juraxx, von
Beginn an das Schmuddelkind der deutschen Anwaltsbranche, musste schon nach
einigen Jahren Insolvenz
anmelden. Allerdings nicht,
weil die Kunden ausblieben,
sondern weil das schnelle
Wachstum für den Gründer
nicht mehr zu kontrollieren
war. Viele der Ladenlokale
machen inzwischen unter
einem anderen Namen weiter.
Mandanten setzen oft lieber
auf „weiche Kriterien“ wie
Transparenz, schnelle Bearbeitung und Erreichbarkeit
als auf Messingschilder und
dunkle Holzvertäfelung. Auch die gerühmte Diskretion
der Anwälte wirkt auf NichtJuristen eher abschreckend:
Sie wollen klare Aussagen,
Referenzen und Erfahrungsberichte, um sich schon im
Vorfeld ein eigenes Bild zu
machen.
Inhaltlich sind derartige Ethikrichtlinien deshalb fragwürdig. Auch fragt sich, welches Gremium solche verpflichtenden Regelungen für
die mehr als 155.000
Anwälte aufstellen – und
durchsetzen – soll. Denn
darüber, welches Verhalten
eine Grenzverletzung ist,
dürfte es erhebliche Meinungsverschiedenheiten geben. Jede Ethikdiskussion,
die sich an den Bedürfnissen
der Mandanten orientiert und
sie als Kunden ernst nimmt,
ist willkommen. Auf die Debatte über kodifizierte „Ethikrichtlinien“, die das Korsett
der Anwälte nur wieder enger zurren und auch der Abschottung dienen, sollten die
Juristen jedoch keine Zeit
verschwenden.
Text: F.A.Z.
Bildmaterial: dpa
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 63
PODER JUDICIÁRIO •
JORNAL DE ANGOLA (AN) • POLÍTICA • 2/6/2011
Cristiano André preocupado com a falta de magistrados
Garrido Fragoso
O presidente do Tribunal
Supremo (TS), Cristiano André, apontou ontem, em Luanda, a falta de magistrados
judiciais como a grande dificuldade do Tribunal Supremo, facto que contribui para
a morosidade da tramitação
de processos naquele órgão
de justiça.
Cristiano André, que falava à
margem da cerimónia de
tomada de posse de 18 magistrados e advogados no
Conselho Superior da Magistratura Judicial, no Instituto
Nacional de Estudos Judiciários (INEJ), lembrou que o
Supremo conta apenas com
dez juízes, quando a lei estabelece a existência de 21.
Sublinhou que das duas câmaras existentes ao nível do
TS, a criminal e nãocriminal, a primeira é a que
"minimamente" tem sabido
dar respostas aos diversos
processos que todas as semanas chegam àquele órgão.
O Tribunal Supremo, referiu,
vai em breve organizar um
concurso público para o preenchimento das vagas, acrescentando serem necessários
14 juízes do TS provenientes
da classe da magistratura e
sete outros procedentes de
outras áreas de direito. O
magistrado considerou "difícil" o estado da justiça no
país, sobretudo devido ao
défice de juízes aos vários
níveis, considerando que o
número de juízes que o INEJ
coloca à disposição do Conselho Superior da Magistratura Judicial e do Conselho
Superior da Magistratura do
Ministério Público está muito
aquém das necessidades.
Cristiano André defendeu a
celeridade na tramitação dos
processos como forma de
fazer com que o cidadão não
perca confiança nas instituições da justiça.
O presidente do Tribunal
Supremo considerou "oportuna" a medida sobre o uso
da pulseira electrónica, sugerida recentemente pela direcção do Ministério do Interior,
para reduzir a superlotação
nas cadeias do país, e aconselhou os operadores de justiça
a não "relaxarem" caso a
referida medida seja aplicada.
O magistrado judicial advogou por unidades penitenciárias à altura daquilo que são
os desafios do mundo actual.
O Conselho Superior da Magistratura Judicial funciona
com um plenário, que reúne
todos os seus 18 membros, e
uma Comissão Permanente
integrada por dez membros.
O Conselho tem competências relacionadas com a instrução e decisão de processos
disciplinares, sobretudo naqueles casos em que, eventualmente, um juiz não tenha
cumprido integralmente as
suas obrigações ou o seu
comportamento dê lugar, do
ponto de vista legal, a uma
acção disciplinar.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 64
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE NEW YORK TIMES (US) • NEW YORK • 2/6/2011
Court Lets City Restrict Church Use of Schools
By BENJAMIN WEISER
New York City may again
block religious groups from
using school facilities outside
of regular school hours for
“religious worship services,”
a federal appeals court in
Manhattan ruled on Thursday.
Deciding 2 to 1, a panel of
the United States Court of
Appeals for the Second Circuit said the city had “a strong basis to believe” that
allowing the religious services to be conducted in schools could be seen as the kind
of endorsement of religion
that violated the First amendment’s establishment
clause.
“When worship services are
performed in a place,” Judge
Pierre N. Leval wrote for the
majority, “the nature of the
site changes. The site is no
longer simply a room in a
school being used temporarily for some activity.”
“The place has, at least for a
time, become the church,” he
wrote, adding that the city’s
policy imposed “no restraint
on the free expression of any
point of view.” Rather, it
applied only to “a certain
type of activity — the conduct of worship services —
and not to the free expression
of religious views associated
with it.”
Judge John M. Walker Jr.
dissented, saying the ban on
religious worship services
violated the First amendment’s free speech clause.
The decision is the latest
twist in a legal battle that
dates to 1995, when an evangelical Christian church, the
Bronx Household of Faith,
sued, contending the city was
violating the First amendment in denying it access to
a school, when it allowed
other community groups to
have space for their activities.
Initially, the challenge was
unsuccessful, but in 2002,
after the United States Supreme Court held that it was
unConstitutional to exclude
a student Bible study group
from an upstate New York
school building, a judge ruled that New York City had
to provide religious groups
with the same access as other
community groups.
The judge, Loretta A. Preska
of Federal District Court,
later made her order permanent. The city’s Law Department said Thursday that
more than 60 “congregations” obtained permits to use
public schools for regular
worship services in the 20089 school year. The Bronx
Household of Faith has been
using Public School 15.
The Law Department also
said the Education Department was reviewing “its next
steps for groups that are currently holding worship services in city schools” and
would not ask groups “to
cease using school buildings
for services before the end of
the school year.”
One city lawyer, Jane L.
Gordon, called Thursday’s
ruling “a victory for the
city’s schoolchildren and
their families.” Ms. Gordon
added that the Education
Department was “quite properly concerned about having
any school in this diverse
city identified with one particular religious belief or practice.”
Judge Leval wrote that “the
fact that New York City’s
school facilities are more
available on Sundays than
any other day of the week
means that there is a de facto
bias in favor of Christian
groups who want to use the
schools for worship services.” His opinion was joined
by Judge Guido Calabresi.
Jordan Lorence, a lawyer for
the Bronx Household of Faith, said he would seek a review of the decision, either by
the full appeals court or by
the Supreme Court.
“It’s very sad when government officials misinterpret
the Constitution and attempt
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 65
to kick such groups out,” Mr.
Lorence said. “That is clearly
not at all what the authors of
the Constitution intended.”
Judge Leval, in his ruling,
distinguished the Bronx
Household of Faith from the
Bible study group involved
in the Supreme Court decision. The Bronx church and
others using the city’s schools, he wrote, “tend to domi-
nate the schools on the day
they use them.”
“They use the largest rooms
and are typically the only
outside group using a school
on Sunday,” he wrote.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 66
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE NEW YORK TIMES (US) • NEW YORK • 2/6/2011
Acquittal in D.W.I. Case That Was Test of Ticket-Fixing Issue
By N. R. KLEINFIELD
A personal-injury lawyer was
found not guilty of drunken
driving on Thursday in a trial
in which jurors rejected the
testimony of two police officers who admitted to fixing
tickets in unrelated cases.
The trial in State Supreme
Court in the Bronx was one
of the first to gauge the degree to which jurors care
about the sweeping police
ticket-fixing scandal that
may involve as many as 300
officers.
The jury offered a mixed
picture of how much weight
the scandal carried in deciding the case. One of the
jurors, Guadalupe Torres, 58,
a city caseworker, said that
some of the other jurors
found the ticket-fixing revelations to be a significant
problem in trusting the police
officers and that they mattered to her too.
But she said that she and
other jurors, who needed
only 45 minutes to reach a
verdict, were more influenced by what they felt to be
insufficient evidence and
persistent inconsistencies in
the testimony of the officers.
“There were a lot of things
that weren’t proved,” she
said. “There was a lot of stuff
that was missing.”
Another juror, Gifty Teye,
64, a home health aide, said,
“They have to prove that he
was drunk, and they didn’t.”
She added that the ticketfixing played a smaller role
in her thinking, but said,
“how can you trust such people?”
The defendant, Stephen Lopresti, 60, would have been
disbarred had he been convicted, because of previous
convictions for driving while
intoxicated. He was arrested
in December 2006 after colliding with another car on the
Grand Concourse. He told
the police that he had drunk
four or five beers at a tavern
near Yankee Stadium.
Among other things, Ms.
Torres said that the jurors did
not feel the Breathalyzer
sample was sufficiently reliable and that neither a videotape of the defendant being
tested nor the quantity of
alcohol consumed persuaded
them that he was drunk. “I
drink a six pack, and I’m still
walking straight,” she said.
Both the arresting officer,
Julissa Goris, and the officer
who administered a Breathalyzer test, Harrington
Marshall, had been caught on
wiretaps discussing getting
tickets fixed and testified
during the trial that they had
done so. The defense portrayed them as corrupt and untrustworthy.
“The message is clear,” said
Adam D. Perlmutter, one of
the defense lawyers. “Corruption won’t be tolerated in
the Bronx or anywhere.”
Ms. Torres said she and the
other jurors felt that the two
officers were “crooked” because they fixed tickets and
suspected that they had had
far more tickets fixed than
the few they admitted to on
the stand.
Mr. Lopresti’s lawyers spent
a good deal of their crossexamination of the officers
last week trying to undermine their credibility because of
inconsistencies in what they
had said and done and because they had gotten tickets
fixed for relatives and friends. Both of the officers
minimized the significance
of fixing tickets and repeatedly referred to the practice as
a “professional courtesy” that
officers extended.
The officers said they had
been promised by the district
attorney’s office that they
would not be prosecuted for
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 67
their role in the ticket-fixing
scandal.
Officer Goris testified that
she had asked her union delegate for help to get a ticket
that had been issued to her
boyfriend’s cousin erased.
On another occasion, when
her mother received a ticket,
Officer Goris said, she went
with her to court and spoke
to a sergeant there, and her
mother did not have to pay
any fine.
Officer Marshall testified
that he had solicited the help
of a police union official to
make two tickets of family
members go away. He also
said that officer asked him to
help fix a ticket.
Because it has been so widespread, ticket-fixing is
expected to infiltrate numerous unrelated cases in coming months. In another
Bronx trial last month, Lance
Williams was acquitted of
attempted murder and weapons charges. One of the
arresting officers admitted to
fixing tickets, though conflicting statements were also at
play and jurors did not single
out ticket-fixing as the principal factor in their verdict.
A grand jury has been hearing evidence in a broad investigation into the age-old
practice of ticket-fixing. The
authorities anticipate that the
inquiry could lead to criminal
charges against perhaps two
dozen officers and disciplinary action against hundreds.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 68
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE NEW YORK TIMES (US) • NATIONAL • 2/6/2011
Georgia: Suit Challenges Immigration Law
By JULIA PRESTON
Several civil rights groups
filed a class-action lawsuit on
Thursday against a new Georgia law that authorizes the
police to inquire about the
immigration status of anyone
they stop and in practice requires everyone in the state,
including United States citizens, to carry documents
verifying their status. The
federal suit was brought by
the American Civil Liberties
Union and the Southern Poverty Law Center, among
other organizations, against
the law, which is scheduled
to take effect July 1. One
plaintiff, Paul Bridges, a Republican who is mayor of the
small farming town of Uvalda, said he feared he could be
criminally prosecuted for
transporting residents who
are illegal immigrants to the
doctor or the grocery store.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 69
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE NEW YORK TIMES (US) • INTERNATIONAL • 2/6/2011
House Sets Votes on Two Resolutions Critical of U.S. Role in Libyan
Conflict
By
JENNIFER
STEINHAUER and CHARLIE
SAVAGE
WASHINGTON — The
House will vote Friday on
two measures that are strongly critical of President Obama’s decision to maintain
an American role in NATO
operations in Libya, reflecting increasing disenchantment among elements of both
parties about the United States’ involvement in the conflict.
The decision to put the resolutions to a vote came after
Republican leaders earlier
this week postponed consideration of one of them, which
would direct the president to
end American’s military involvement in the operations.
It was sponsored by Representative Dennis J. Kucinich,
the Ohio Democrat who is
one of the most liberal members of the House.
The leadership feared that the
Kucinich measure would
pass with backing from an
unlikely coalition of liberals
and conservatives, a step
they contended would send
the wrong message to allies
engaged in other conflicts
with the United States.
On Thursday, Speaker John
A. Boehner took the unusual
step of presenting his own
resolution to his caucus to be
voted on by the full House on
Friday, along with the Kucinich measure.
If either or both were to pass,
it would represent the most
assertive stance by Congress
to date on the Libya conflict
and highlight the chronic
tensions between the executive and legislative branches
over the president’s ability to
wage war without Congress’s
express approval.
The United States is currently providing NATO with
intelligence, logistical support and armed drones in
what is largely a bombing
campaign against Libyan
government forces.
Defense Secretary Robert M.
Gates was in Singapore on
Thursday, where the Pentagon press secretary, Geoff
Morrell, expressed concerns
over the prospect of Congress voting against American support for the operations in Libya.
“It sends an unhelpful message of disunity and uncertainty to our troops, our allies
and, most importantly, the
Qaddafi regime,” Mr. Morrell said. He also warned that
the Kucinich measure could
harm American relations
with NATO allies contributing troops to Afghanistan.
Mr. Boehner’s resolution
notes that Mr. Obama has not
obtained Congressional authorization for the air offensive in Libya. It demands that
the administration provide,
within 14 days, detailed information about the nature,
cost and objectives of the
American contribution to the
NATO operation, as well as
an explanation for why the
White House did not come to
Congress for permission.
Last month, Mr. Obama sent
a letter to Congress emphasizing that the United States
had turned control of the
operation over to NATO and
that it was primarily providing support to allies. The
letter also said the administration supported the idea of
lawmakers expressing their
support for the operation, but
it did not concede that such
authorization was legally
necessary.
Early in the conflict, the administration said it was within Mr. Obama’s power to
initiate American participation in the hostilities without
Congress because the combat
was of limited scope and
duration.
But the War Powers Resolution says that presidents must
terminate hostilities after 60
days if they have not been
authorized by Congress. That
deadline passed on May 20,
and the administration has
not explained why it thinks it
was lawful for the operation
to continue.
Congressional opposition to
American involvement in
Libya sits at center of several
otherwise unconnected points
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 70
of view: the antiwar leanings
of the left, the strong dislike
of the president by many
Republicans, fiscal concerns
among Tea Party-backed
lawmakers who are increasingly worried about the
costs of military conflicts,
and a broad feeling on Capitol Hill that the powers of
Congress were usurped by
the president’s decision not
to seek explicit authorization
to continue American involvement.
Last week, the House approved an amendment to a military authorization bill that
would prevent the deployment of American ground
troops to Libya.
“There is a question of how
far we stretch our troops,”
said Representative Tim
Scott of South Carolina, a
freshman Republican. “Also,
what is the reason that we are
there? I don’t think the answer to either of those questions is clear here.”
Mr. Kucinich’s resolution,
citing the War Powers Resolution, directs the president
to remove American armed
forces from Libya 15 days
after the date of adoption. It
could conceivably find more
support among Republicans
than Democrats, some of
whom will find themselves
squeamish about rebuking a
Democratic president. But
the Republican leadership
opposes the Kucinich measure.
It “would undermine our
troops in harm’s way and
undercut our allies who have
stood by us in Afghanistan
and other areas abroad,” Mr.
Boehner said in a statement.
“Regardless of how we got
here, we cannot suddenly
turn our backs on our troops
and our NATO partners who
have stuck by us for the last
10 years.”
The Democratic leadership
suggested that it would not
back either resolution. “The
resolutions by Speaker Boehner and Congressman Kucinich, as currently drafted,
do not advance our efforts in
the region and send the
wrong message to our NATO
partners,” said Representative Nancy Pelosi in a statement.
Several Republicans leaving
a meeting with Mr. Boehner
Thursday said that they
would have to consider both
measures.
“As a 22-year combat veteran, I would be happy to
stand beside Dennis Kucinich on this,” said Representative Allen B. West of Florida, a Republican freshman.
In that, Mr. West joins an
unlikely alliance with Representative Jerrold Nadler,
Democrat of New York.
“The president had no authority to go into Libya,” Mr.
Nadler said. “There was no
threat to the United States,
and I think the action was
illegal and wrong as a matter
of Constitutional Law.”
Mr. Boehner’s measure is an
appealing alternative to some
members. “I think the president, if he’d come here to
make the case, probably
would have had widespread
support,” said Representative
Adam Kinzinger, Republican
of Illinois. However, Mr.
Kinzinger said he did not
support removing American
forces from the operation in
Libya and supported the overall mission as vital to American interests.
Even if passed by the House
and the Senate, it is unclear
how much impact either measure would have. A 1983
Supreme Court ruling raised doubts about the Constitutionality of any attempt by
Congress to direct the executive branch to do something
using a resolution that the
president has no chance to
veto.
However, such a resolution
could increase political pressure on the White House and
set the stage for a later effort
to cut off funds for further
operations in Libya in a budget bill.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 71
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE NEW YORK TIMES (US) • EDITORIALS, OP-ED AND LED • 2/6/2011
The Depravity Factor
By DAVID BROOKS
By now you have probably
heard about Hamza Ali alKhateeb. He was the 13year-old Syrian boy who
tagged along at an antigovernment protest in the town
of Saida on April 29. He was
arrested that day, and the
police returned his mutilated
body to his family a month
later. While in custody, he
had apparently been burned,
beaten, lacerated and given
electroshocks. His jaw and
kneecaps were shattered. He
was shot in both arms. When
his father saw the state of
Hamza’s body, he passed
out.
The family bravely put video
evidence of the torture on the
Internet, and Hamza’s martyrdom has rallied the opponents of President Bashar alAssad’s Baathist regime.
But, of course, his torture
didn’t come out of nowhere.
The regime’s defining act of
brutality was the Hama massacre in 1982 when thenPresident Hafez al-Assad had
more than 10,000 Syrians
murdered. The U.S. government has designated Syria a
state sponsor of terror for 30
consecutive years. The State
Department’s human rights
Report has described the regime’s habitual torture techniques, including pulling out
fingernails, burning genitals,
hyperextending the spine,
bending the body around the
frame of a wheel while
whipping the victim and so
on.
Over the past several weeks,
Bashar al-Assad’s regime has
killed more than 1,000 protesters and jailed at least
10,000 more, according to
Syrian human rights groups.
human rights Watch has
described crimes against humanity in the town of Dara’a,
where boys have been mutilated and men massacred.
All governments do bad
things, and Middle East dictatorships do more than most.
But the Syrian government is
one of the world’s genuinely
depraved regimes. Yet for all
these years, Israel has been
asked to negotiate with this
regime, compromise with
this regime and trust that this
regime will someday occupy
the heights over it in peace.
For 30 years, the Middle East
peace process has been predicated on moral obtuseness,
an unwillingness to face the
true nature of certain governments. World leaders
have tried sweet-talking Syria, calling Bashar al-Assad
a friend (Nancy Pelosi) or a
reformer (Hillary Clinton). In
2008, Nicolas Sarkozy invited Assad to be the guest of
honor at France’s Bastille
Day ceremonies — a ruthless
jailer celebrating the storming of a jail.
For 30 years, diplomats and
technocrats have flown to
Damascus in the hopes of
“flipping” Syria — turning it
into a pro-Western, civilized
power. It would be interesting to know what they were
thinking. Perhaps some of
them were so besotted with
their messianic abilities that
they thought they had the
power to turn a depraved
regime into a normal regime.
Perhaps some of them were
so wedded to the materialistic mind-set that they thought
a regime’s essential nature
could be altered with a magical mix of incentives and
disincentives.
Perhaps some of them were
simply morally blind. They
were such pedantic technocrats, so consumed by the
legalisms of the peace process, that they no longer possessed the capacity to recognize the moral nature of the
regime they were dealing
with, or to understand the
implications of its nature.
In any case, their efforts were
doomed. In fact, the current
peace process is doomed
because of the inability to
make a categorical distinction. There are some countries
in the region that are not nice, but they are normal —
Egypt, Jordan, Saudi Arabia.
But there are other governments that are fundamentally
depraved. Either as a matter
of thuggishness (Syria) or
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 72
ideology (Hamas), they reject
the full humanity of other
human beings. They believe
it is proper and right to kill
innocents. They can never be
part of a successful negotiation because they undermine
the universal principles of
morality.
It doesn’t matter how great a
law professor or diplomat
you are. It doesn’t matter
how masterly you sequence
the negotiations or what magical lines you draw on a
map. There won’t be peace
so long as depraved regimes
are part of the picture. That’s
why it’s crazy to get worked
into a lather about who said
what about the 1967 border.
As long as Hamas and the
Assad regime are in place,
the peace process is going
nowhere, just as it’s gone
nowhere for lo these many
years.
That’s why it’s necessary,
especially at this moment in
history, to focus on the nature of regimes, not only the
boundaries between them. To
have a peaceful Middle East,
it was necessary to get rid of
Saddam’s depraved regime
in Iraq. It will be necessary
to try to get rid of Qaddafi’s
depraved regime in Libya.
It’s necessary, as everybody
but the Obama administration publicly acknowledges, to
see Assad toppled. It will be
necessary to marginalize
Hamas. It was necessary to
abandon the engagement
strategy that Barack Obama
campaigned on and embrace
the cautious regime-change
strategy that is his current
doctrine.
The machinations of the Israeli and Palestinian negotiators are immaterial. The Arab
reform process is the peace
process.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 73
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE NEW YORK TIMES (US) • EDITORIALS, OP-ED AND LED • 2/6/2011
About That Precedent
It’s a rare day that a federal
judge decides to revisit a
decision the week after making it or that the Justice Department apologizes for failing to brief him on the crucial precedent. A re-do is
clearly called for.
Just a week ago, Judge James
Cacheris of Eastern Virginia’s Federal District Court
struck down a century-old
ban on direct corporate contributions to political candidates. He wrote that it was an
“inescapable” outcome of the
Supreme Court’s ruling in
the Citizens United case last
year, even though the court
specifically said the ruling
was about allowing corporate
expenditures through independent campaign groups.
If Judge Cacheris’s decision
were to stand as law, it
would lead to even more
profligate spending on political campaigning and to the
severe corruption that comes
with it. Sua sponte, or on his
own initiative, Judge Cacheris has now given himself the
chance to reverse his usurpation of Supreme Court authority and avoid that disaster.
On Tuesday, he ordered the
parties in the case to file briefs by Wednesday about
whether, in light of two other
Supreme Court cases, he
should reconsider his finding
about direct corporate contributions. They will argue the
matter on Friday morning.
In the first case, Federal Election Commission v. Beaumont, the Supreme Court
affirmed the longstanding
ban on corporate contributions to candidates. In the second, Agostini v. Felton, it
reserved for itself the “prerogative” of overturning precedents like Beaumont, making
clear that’s not a lower
court’s job.
In its new brief for the judge,
the Justice Department “regrets omitting” the Beaumont
precedent from an earlier
brief. The expression of regret is extraordinary, but the
omission was more so — a
huge blunder. One also has to
wonder how a veteran federal
judge was unaware of such a
crucial court precedent.
We don’t know when or how
Judge Cacheris discovered
Beaumont. But the credit for
raising it may well go to Richard Hasen, a law professor
and expert on election law
whose Election Law Blog is
closely followed by people in
law, politics and the news
media. He blogged about last
week’s Cacheris ruling the
day it was issued, drawing
attention to the omissions of
Beaumont in both the Justice
Department’s brief and the
judge’s decision.
“I would expect this decision
not to stand,” he wrote, “or at
least to be reconsidered by
the judge.” Now Judge Cacheris must put right what he
got
wrong.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 74
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE NEW YORK TIMES (US) • EDITORIALS, OP-ED AND LED • 2/6/2011
When States Punish Women
The Obama administration
has rightly decided to reject a
mean-spirited and dangerous
Indiana law banning the use
of Medicaid funds at Planned
Parenthood clinics, which
provide vital health services
to low-income women.
The law, signed by Gov.
Mitch Daniels of Indiana in
May, is just one effort by
Republican-led state legislatures around the country to
end public financing for
Planned Parenthood — a
goal the House Republicans
failed to achieve in the budget deal in April. The organization is a favorite target
because a small percentage
of its work involves providing abortion care even
though no government money is used for that purpose.
Governor Daniels and Republican lawmakers, by depriving Planned Parenthood of
about $3 million in government funds, would punish
thousands of low-income
women on Medicaid, who
stand to lose access to affordable contraception, lifesaving breast and cervical
cancer screenings, and testing and treatment for H.I.V.
and other sexually transmitted diseases. Making it harder for women to obtain birth
control is certainly a poor
strategy for reducing the
number of abortions.
On Wednesday, the administrator of the federal Centers
for Medicare and Medicaid
Services, Donald Berwick,
said the Indiana law, which is
already in effect, violates
federal Medicaid law by imposing impermissible restrictions on the freedom of Medicaid beneficiaries to choose
health care providers.
Although Mr. Berwick’s letter to Indiana officials did
not say it explicitly, Indiana
could lose millions of dollars
in Medicaid financing unless
it changes its law. In a bulletin to state officials around
the country, the Medicaid
office warned that states may
not exclude doctors, clinics
or other providers from Medicaid “because they separately provide abortion services.”
So far, Indiana isn’t budging.
The issue will be taken up on
Monday in federal court in
Indiana where Planned Parenthood has filed a suit challenging the state’s action on
statutory and Constitutional
grounds. The organization
properly argues that it may
not be penalized for engaging
in Constitutionally protected
activities, like providing abortion services with its own
money.
The Obama administration’s
opposition to the Indiana law
could help deter other states
— including North Carolina,
Texas, Wisconsin and Tennessee — from moving forward with similar measures
to restrict payments to Planned Parenthood, either under
Medicaid or Title X, the main federal family planning
program. Kansas, for example, has enacted provisions to
block Planned Parenthood
from receiving any Title X
money.
The measures against Planned Parenthood come amid
further efforts to limit access
to abortion. Just since April,
six states — Indiana, Virginia, Nebraska, Idaho, Oklahoma and Kansas — have
enacted laws banning insurance coverage of abortion in
the health insurance exchanges created as part of federal
health care reform, bringing
the total to 14 states. Two
states — Arizona and Texas
— joined three others in making ultrasounds mandatory
for women seeking to terminate pregnancies. Bills expected to be signed soon by
Florida’s Republican governor, Rick Scott, contain both
types of provisions.
Many of these fresh attacks
on reproductive rights, not
surprisingly, have come in
states where the midterm
elections left Republicans in
charge of both chambers of
the legislature and the governor’s mansion.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 75
Matérias do dia 03/06/2011
MINISTÉRIO PÚBLICO •
PORTUGAL DIGITAL (PT) • NOTÍCIAS • 3/6/2011 • 03:59:00
Governo brasileiro diz que levará adiante projeto da Usina de Belo Monte apesar dos protestos
A Anistia Internacional pediu que o governo brasileiro suspenda o projeto até que os
direitos das populações indígenas estejam plenamente garantidos.Da Redação, com agência
Brasília – O ministro-chefe
da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, disse quintafeira (2), à Agência Brasil,
que o governo brasileiro respeita a posição da Anistia
Internacional sobre a Usina
Hidrelétrica de Belo Monte,
no Xingu, no Pará, mas tem
“orgulho” do projeto e não
pretende voltar atrás na decisão de levar a obra adiante.
A Anistia Internacional pediu
hoje que o governo brasileiro
suspenda o projeto até que os
direitos das populações indígenas estejam plenamente
garantidos. A organização
diz que “dar continuidade do
projeto de Belo Monte” equivale a “sacrificar os direitos humanos pelo desenvolvimento”.
Quarta-feira (1º), o Instituto
Brasileiro de Meio Ambiente
e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) concedeu a
licença de instalação para o
empreendimento que autoriza
o início das obras.
“A gente respeita a posição
da Anistia, mas o governo
brasileiro tem convicção firmada da idoneidade do processo, da adequação do projeto. Temos orgulho desse
projeto. Vamos fornecer as
informações que forem necessárias, mas a obra, definitivamente, vai acontecer”,
afirmou Carvalho.
Belo Monte é o maior empreendimento energético do
Programa de Aceleração do
Crescimento (PAC) e terá
potência instalada de 11,2
mil megawatts. O lago da
hidrelétrica deverá inundar
uma área de 516 quilômetros
quadrados. O projeto é alvo
de contestações de ambientalistas, do Ministério Público
Federal e da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos
Estados Americanos (OEA).
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 76
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FRANKSURTER ALLGEMEINE (BL) • FEUILLETON • 3/6/2011 • 08:00:00
F.A.Z.-Sachbücher der Woche: All die menschlichen
Selbstverständlichkeiten
Hannelore Elsner bietet in ihrer Autobiographie mehr als Kinogeschichten. Taymond
Geuss vereinigt Realismus und politische Philosophie. Drei neue Bücher suchen Gründe
für die Krise der großen Kirchen. Dies und mehr in den F.A.Z.-Sachbüchern der Woche.
Von Beginn an haben sich
politische Philosophen darüber gestritten, wie politische
Philosophie am besten zu
betreiben sei. Die Platoniker
meinen, dass politische Philosophie sich vor allem auf
eine ausgearbeitete Konzeption des Guten und Gerechten zu stützen habe, um dem
Handelnden wie dem Urteilenden Maßstäbe und Orientierungen von allgemeiner
Gültigkeit an die Hand geben
zu können. Dieses Wissen
von den Werten und Normen
finden sie außerhalb der
Höhle der geschichtlichen
menschlichen Existenz, in
der Hierarchie der Ideen, der
Ordnung der Natur oder in
der Verfassung der reinen,
alle vernünftigen Wesen einenden Vernunft.
Die Aristoteliker hingegen
sind davon überzeugt, dass es
das Gute an sich und ewig
gültige Normen nicht gibt,
dass es wenig hilfreich für
das Handeln wie das Verstehen ist, die Realität vor den
Richterstuhl der reinen Vernunft zu zerren. Nie darf das
hermeneutische Einmaleins
vergessen werden, die Geschichtlichkeit des Menschen,
die Kontextualität aller Bedeutungen, die Situativität
aller Handlungen. Illusionär
ist es für diese wirklichkeitsaufmerksamen Philosophen,
Letztbegründung anzustreben; ein derartiges Erkenntnisziel verführe nur dazu, die
komplexe Wirklichkeit mit
tabula-rasa-Konstruktionen,
vereinfachenden Vernunftund Menschenmodellen und
idealisierenden Annahmen zu
verstellen. In diesem Streit
hatten die Platoniker immer
das bessere Image. Sie waren
es, die sich aufopferungsvoll
vom Joch des Geschichtlichen und Empirischen befreiten und in die Höhen des
Reinen und abstrakten strebten. Sie waren die noblen
Idealisten. Ihre realistischen
Gegenspieler indes waren die
Schmuddelkinder,
immer
dem Verdacht ausgesetzt,
sich mit den schlechten
Verhältnissen gemein zu
machen.
Entleerung des politischen
Lebens
Und auch hinsichtlich der
Qualität der Theorie gibt es
große
Unterschiede.
Während die Freunde des
Apriorischen immer neue
Systeme ersinnen, müssen
sich die Parteigänger des
Aposteriorischen damit beg-
nügen, Triviales in Erinnerung zu rufen. Wie die Skeptiker
führen
sie
eine
parasitäre Existenz, leben
ausschließlich von den forschen Übertreibungen der
anderen. Sie sind die kleinen
Meister des zurückschwingenden Pendels. Weil sich
die Idealisten um die von
ihnen
aufgezeigten
Beschränkungen einfach nicht scheren, müssen sie ihre
hermeneutischen und kontextualistischen Plädoyers immer von neuem vorbringen.
Sie sind zur Reaktion verdammt und haben daher auch
nie die Definitionshoheit
erobern können. Was als
politische Philosophie gilt,
haben immer die Platoniker
und Kantianer festgelegt.
Mit dem Auftauchen des von
John Rawls inspirierten NeoKantianismus ist in dem alten
und bereits ein wenig ermüdenden Methodenstreit zwischen den Platoniker und Aristotelikern eine neue Runde
eingeläutet worden. Schnell
stellten sich nach dem Erscheinen der „Theory of Justice“ die realistischen Kritikreflexe ein. Für seine Gegner
war die Rawlssche Gerechtigkeitstheorie eine, wie John
Gray in einer Rezension des
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 77
„Times Literary Supplement“
schrieb, Philosophie der „Entleerung des politischen Lebens“, die angesichts der
drückenden politischen Probleme der Gegenwart ins
normative Arkadien des Rechts- und Moraluniversalismus flieht und für die dilemmatische Welt des NichtIdealen, für die Niederungen
des Romulus untauglich ist.
Politikbetreiben als Handwerk
Auch Raymond Geuss beteiligt sich an dieser Rettung
der Politik vor der politischen Philosophie, bekämpft
in seiner Streitschrift die Vorherrschaft
des
NeoKantianismus und damit des
Typus der „Ethik hat Vorrang“-Theorie im Nachdenken über das politische Handeln und Urteilen. Damit der
Philosophie ein theoretischer
Zugriff auf die Politik gelingt, der Erkenntnis und
Verstehen ermöglicht, anstatt
die Wirklichkeit in den moralischen Dualismus des Guten
und Schlechten zu zwingen,
muss seines Erachtens viererlei bedacht werden. Zum
einen, da ist sich Geuss mit
Machiavelli einig, muss die
Philosophie Mut zum Realismus aufbringen, die Menschen so nehmen, wie sie
sind, und nicht ihre moralischen Inkonsistenzen und
kognitiven
Unzulänglichkeiten
hinter
Reißbrettmodellen normativer Schlüssigkeit und vollkommener Rationalität verbergen.
Weiterhin, hier ist an die
praxeologischen Politikkon-
zepte Hannah Arendts und
Ernst Vollraths zu denken,
muss sich die Philosophie
darüber klarwerden, dass die
Welt des Politischen keine
Welt der Überzeugungen und
Auffassungen, sondern eine
Welt des Handelns ist, das in
ein Geflecht von Voraussetzungen, Folgen und Nebenfolgen eingebettet ist.
Daher ist es auch illusionär,
so der dritte Punkt, die Welt
der Politik als Anwendungsgebiet zeitlos gültiger Problemstellungen
und
Lösungsmuster anzusehen.
Wer als Politiker dieser Illusion anhing, dem pflegte
Konrad Adenauer entgegenzuhalten: Machen Sie sich
erst einmal unbeliebt, dann
werden Sie auch ernst genommen! Alles kann nur aus
seiner geschichtlichen Verortung angemessen begriffen
werden. Daher ist es auch
irrig, die politische Philosophie als Behandlung ewiger
Fragen zu betrachten. Derartiges gibt es in der politischen Philosophie nicht.
Und weil das Politikbetreiben ein Handwerk, eine
Kunst ist, ist auch viertens
davon Abstand zu nehmen,
sich Politik nach dem Modell
der
Theorieanwendung
verständlich zu machen. Schon Aristoteles hat das gegen Platons theorielastiges
Politikkonzept vorgebracht.
Was
Geuss
hier
zusammenträgt, ist ersichtlich nicht neu. Es sind all die
menschlichen
Selbstverständlichkeiten, die
übrigbleiben, wenn die politische Philosophie einer Kritik unterworfen wird, die ihre
normative und theoretische
Überschwänglichkeit
zurückschneidet. Was bleibt
aber von der Philosophie
selbst übrig, der Modellbastelei und Levitation ins Idealische gleichermaßen ausgetrieben wird, die so nah an
die Realität herangeführt
wird, dass ihr mangels begrifflichem Abstand nur
bleibt, diese im sprachlichen
Abbild zu verdoppeln?
Die gesamte politische Philosophie muss ihm keineswegs folgen
Als Kant die reine Vernunft
der Kritik unterwarf, war es
nicht mehr möglich, eine
Metaphysik
der
großen
Gegenstände Gott, Seele und
Welt zu betreiben, aber immerhin konnte das Unternehmen der Vernunfterkenntnis im Gewand einer
Theorie
der
nichtempirischen
Bedingungen
der Erfahrung gerettet werden. Die Kritik der politischen Philosophie von Geuss
hingegen nimmt dieser alles
Philosophieeigentümliche,
lässt keinen Unterschied
zwischen politischer Philosophie und politischer Theorie erkennen.
Der Hauptfehler dieser intellektuell süffigen Streitschrift
ist ihr Absolutheitsanspruch.
Raymond Geuss mag ja den
Weg vom Neo-Kantianismus
zum Neo-Leninismus einschlagen und die Strukturen der
realen Macht untersuchen.
Aber die gesamte politische
Philosophie muss ihm keineswegs folgen. Die Idealisten besitzen nicht das Sinnmonopol, die Realisten aber
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 78
auch nicht. Warum sollte es
nicht weiterhin eine legitime,
lohnende und für die rationale Qualität der gesellschaftlichen
Selbstverständigungsdiskurs
zudem nützliche Aufgabe der
politischen Philosophie sein,
über Legitimationsprobleme,
Demokratiemodelle und unterschiedliche Freiheits- und
Gerechtigkeitskonzepte nachzudenken?
Wolfgang Kersting
Raymond Geuss: „Kritik der
politischen
Philosophie“.
Eine Streitschrift. Aus dem
Englischen
von
Karin
Wördemann.
Hamburger
Edition HIS Verlags GmbH,
Hamburg 2011. 141 S., geb.,
12,- Euro.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 79
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
LE MONDE (FR) • À LA UNE • 3/6/2011 • 01:46:50
Trois parlementaires mexicains rendent visite à Florence Cassez
LEMONDE.FR avec AFP
Un groupe de trois députés
mexicains de différents partis
ont rendu visite jeudi en prison à la Française Florence
Cassez, qui purge une peine
de 60 ans de réclusion pour
enlèvements. Ils se sont engagés à examiner le dossier
de façon approfondie.
Le groupe comprenait Arturo
Garcia, du Parti d action nationale (PAN, droite) du président mexicain Felipe Calderon, Antonio Benitez du
Parti révolutionnaire institutionnel (centre, opposition) et
le député Noroña, du Parti
des travailleurs (PT, opposition) représentant la coalition
des partis de gauche à la
Chambre des députés.
Le rejet du pourvoi en cassation de la Française, le 10
février, avait provoqué une
crise diplomatique avec la
France, qui considère que
Florence Cassez n a pas eu
droit à un procès juste. La
Française affirme avoir été
arrêtée par la police le 8 décembre 2005, retenue clandestinement pendant 24 heures avant une prétendue arrestation en direct à la télévision. La police fédérale avait
reconnu, deux mois après,
avoir eu recours à un montage pour cette retransmission.
Mais la justice mexicaine n a
pas tenu compte de cette mise en scène dans sa décision
finale. La défense de Florence Cassez met aussi en avant
les contradictions des témoignages à charge.
Cette visite, la première du
genre, intervient alors que la
Cour suprême mexicaine
examine un recours en révision pour violation de la
Constitution dans la procédure ayant mené à la condamnation de la Française.
"Nous avons ressenti la nécessité d examiner à fond le
dossier, c est une obligation
pour avoir une clarté absolue
sur son procès", a déclaré le
député Gerardo Fernandez
Noroña, après l entretien des
trois parlementaires avec
Florence Cassez, qui n a cessé de clamer son innocence
depuis son arrestation en
décembre 2005.
"Nous avons simplement
écouté ses explications et
exprimé l intérêt qui est le
nôtre à examiner le dossier
en détail", a ajouté M.
Noroña. Selon lui, le cas de
Florence Cassez est "emblématique" et pourrait ouvrir la
voie à la révision de procès
de Mexicains injustement
détenus.
Le député du PAN a souligné
que sa présence ne signifiait
pas une critique de l action
du gouvernement dans l affaire Cassez. "Nous voulons
nous pencher sur le dossier,
je crois en la justice et c est
ce qui est en jeu dans ce cas",
a-t-il dit.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 80
PROCURADORIA GERAL •
JORNAL DE ANGOLA (AN) • POLÍTICA • 3/6/2011
PGR preocupada com as crianças que estão com as mães nas cadeias
Maximiano Filipe
A Procuradoria-Geral da
República está preocupada
com as crianças, cujas mães
são reclusas na penitenciara
de Benguela, disse, na quarta-feira, ao Jornal de Angola,
o procurador provincial adjunto.
Manuel Dias lamentou que as
reclusas daquela unidade
prisional não tenham ninguém de família com quem
deixar os filhos, sendo obrigadas a tê-los com elas.
O procurador adjunto manifestou-se a favor da criação,
dentro ou fora das unidades
prisionais, de creches onde as
crianças possam dispo de
condições dignas.
Na falta de condições para a
criação daqueles espaços,
referiu, as crianças podiam
ser colocadas em creches da
cidade, voltando no final do
dia para junto das mães.
A responsável em exercício
pela reeducação das detidas
na Penitenciaria de Benguela
disse que há um acordo entre
a direcção da unidade prisional e o Lar dos Abrigos, afecto à Igreja Católica, para
onde são encaminhadas as
crianças filhas de mães reclusas.
Construção de berçário
Elisa Lemba anunciou que
está já a ser construído pela
Penitenciária de Benguela
um berçário, para 25 crianças, que começa, este ano, a
funcionar e onde as crianças
têm cuidados e atenção especial das mães.
As obras do berçário, disse,
estão na fase final, faltando
apenas os últimos arranjos e
o apetrechamento.
A ala feminina da Penitenciária de Benguela tem 40 condenadas e 14 detidas à espera
de julgamento, com idades
entre 18 e 52 anos, seis das
quais mães com crianças com
menos de 5 anos.
Elisa Lemba afirmou que
estão a ser criadas condições
para as condenadas passarem
a ter acções de formação de
culinária, artesanato, corte e
costura, pastelaria e informática.
Protecção das crianças
O Ministérios do Interior e
da Assistência e Reinserção
Social e a Organização NãoGovernamental Aldeia SOS
desenvolvem, em conjunto,
acções para a transferência
das crianças que estão com
as progenitoras na Penitenciária de Benguela. O objecti-
vo, disse o director provincial do Instituto Nacional da
Criança (INAC), é proteger
os direitos da criança.
“Nenhuma criança deve ficar
com a mãe na cadeia porque
acaba por viver as mesmas
dificuldades que ela e pode
ficar traumatizada por não ter
um ambiente saudável e aceitável para o crescimento e
desenvolvimento físico e
psicológico”, disse Ricardo
Lourinho.
Domingos Calelessa, professor de psicologia e pedagogia
da Universidade Katyavala
Bwila, afirmou haver toda a
necessidade do envolvimento
da sociedade para se criarem
mecanismos de mudança
naquela penitenciária, frisando que “quem está a contas
com a justiça é a mãe e não a
criança”.
A “deputada” pela Organização de Pioneiros de Angola
(OPA) em Benguela, Isabel
Cristóvão, afirmou que é
preocupação da organização
ver a situação resolvida e
fazer com que as crianças
recebam o carinho de todos
os familiares e instituições
que velem pelos seus direitos
e protecção.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 81
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
EL UNIVERSAL • INTERNACIONAL • 3/6/2011
Por huelga de hambre hospitalizan a mapuches en Chile
Luego de 79 días de inanición los dos presos demandan un proceso judicial
EL UNIVERSAL
Santiago.- Dos presos mapuches fueron hospitalizados en
el sur de Chile por una desnutrición que padecen fruto
de una huelga de hambre que
mantienen desde hace 79 días
en demanda de un debido
proceso y por la que dos de
sus compañeros ya estaban
recluidos en un centro médico. "Héctor Llaitul que este
jueves fue trasladado al recinto de salud (Hospital de
Victoria) junto a Jonathan
Huillical quedaron internados
en este hospital por orden de
la nutricionista, donde ya se
encontraban sus otros dos
compañeros Ramón Llanquileo y José Huenuche", confirmó Lizette Crisóstomo,
portavoz de los comuneros,
citó Efe.
El pasado 25 de mayo, la
Corte de Apelaciones de
Concepción ratificó el fallo
del Juzgado Militar de Valdivia, que absolvió a cinco
comuneros mapuches, entre
ellos los cuatro en huelga de
hambre, acusados por el ataque a un fiscal y agresiones a
carabineros en octubre de
2008.
La Corte Suprema se pronunciará hoy sobre si aprueba o no el fallo de los tribunales que anuló el juicio por
el que fueron ellos condenados.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 82
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
EL UNIVERSAL • OPINIÓN • 3/6/2011
No hay moros en la costa
Al final, y con ayuda de sus propios enemigos el comandante terminará escogiendo su
competidor
ARGELIA RÍOS
Estamos en un nuevo ciclo
de radicalismo. La "normalización" emprendida en enero
-con la orden de "hacer política"- rindió sus frutos. La
estrategia buscaba "descatastrofizar" la permanencia de
Chávez en el poder: desteñir
los temores alrededor de la
prolongación de su mandato
y "purificar" las intensiones
de su reelección, diferenciándolas de las de sus amigos
dictadores del Medio Oriente. Hoy los hechos reconfirman que no es un buen negocio subestimar al comandante, quien suele endurecerse
cuando no ve moros peligrosos en la costa. La oposición
nunca ha comprendido que
Chávez no es Chacumbele y
que su pésima gestión es
insuficiente para garantizarle
la derrota. Con pocas excepciones, las complejidades de
la sociedad le son ajenas a la
llamada "alternativa democrática", algunos de cuyos
exponentes -negados a aprender- generan desconsuelo al consumir todas sus energías disparando contra
blancos distintos al coman-
dante. No es extraño, por
tanto, que el gobierno esté
ganando parte del terreno
perdido y que sus contrarios
luzcan otra vez inferiores
ante el tamaño de las circunstancias.
La ofensiva propagandística
de la revolución agitó las
aguas de la opinión pública,
que ha reaccionado ante una
oferta electoral que, plagada
de mentiras, sólo tiene enfrente a un elenco concentrado en la zancadilla y en la
complacencia de egos inoportunos. El oficialismo aprovechó al máximo el vacío
que la oposición dejó en sus
ajetreos internos y, tras cinco
meses de "pacifismo", retoma la mandarria para el asalto, con el que muestra su
certeza de triunfo y se refuerza como la autoridad inapelable de Venezuela... como
"el mal necesario" frente al
absurdo que se mercadea
como opción.
Es inocultable que, del mismo modo como la oposición
le juega a Chacumbele, el
gobierno le apuesta a las miserias de sus contrarios. Así,
mientras Chávez logra disol-
ver los riesgos que le acechaban en enero, algunos de
sus adversarios se hunden en
un fango de negociaciones
oscuras con la mismísima
nomenclatura roja, destinadas a asegurarse los laureles
de la representación del campo democrático y a destruir a
las figuras más competitivas
del actual cuadro electoral.
Lo que veremos será elocuente: rehabilitaciones, cárceles y juicios en libertad. Todo
un show con corolario vislumbrable: la escogencia del
candidato se envilecerá todavía más y lo que ya es penoso pasará a convertirse en
una pobre comedia de falsedades... Al final, y con la
ayuda de sus propios "enemigos", el comandante -con
el Poder Judicial para complacerle- terminará escogiendo a su competidor y la oposición -sumida en ese espectáculo- completará el trabajo
de "descatastrofizar" la permanencia de Chávez en el
poder. Como se observa, no
hay razones para no radicalizar. Los moros se alejaron de
la costa.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 83
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
EL UNIVERSAL • NACIONAL Y POLÍTICA • 3/6/2011
Mesa de la Unidad celebró instalación de Frente Progresista
Dirigentes del FPC aseguraron que trabajarán para construir la unidad
SARA CAROLINA DÍAZ
Partidos de izquierda que
alguna vez comulgaron con
el chavismo, y otros que no,
instalaron formalmente el
Frente Progresista por el
Cambio (FPC), espacio que
junto con la Mesa de la Unidad Democrática (MUD) se
propone construir la unidad
para concretar un cambio en
Venezuela. Las dos instancias no son excluyentes, según
se encargaron de enfatizar los
oradores de la ocasión, dirigentes de más de 15 partidos
políticos nacionales que firmaron la Constitución del
colectivo con la presencia, en
calidad de invitados, de representantes de partidos tradicionales, como Copei, nuevos partidos, como Voluntad
Popular, y el secretario Ejecutivo de la MUD, Ramón
Guillermo Aveledo quien
celebró la iniciativa y señaló
que "la unidad no es una
caimanera, es un proyecto
que no se acaba con las elecciones del próximo año".
Todos los partidos opositores
escucharon la reflexión menos Acción Democrática que
no envió a ningún dirigente
al evento.
En el Frente Progresista se
vuelven a encontrar el PPT
con la Causa R, Podemos con
el MAS, y se les unen Gente
Emergente,
Movimiento
Ecológico, Movimiento Laborista, Bandera Roja, entre
otras organizaciones que a
pesar de sus diferencias esperan unir criterios cuando resta menos de un año para que
se inicie un año electoral.
"Esperamos trabajar de la
mano de la Mesa de la Unidad", dijo el gobernador de
Lara (PPT) Henri Falcón
quien señaló que el fin de la
unidad en lo electoral es la
conquista del poder Ejecutivo, no tanto las alcaldías y
gobernaciones porque, dijo,
en esas instancias de poder se
limita su acción.
Los oradores, como José
Albornoz (PPT), restaron
importancia a las diferencias
entre las distintas organizaciones integrantes del Frente:
"No podemos permitir que
nos pongan a pelear por nuestras diferencias". Mientras
que Ismael García (Podemos), que también participa
en la MUD, indicó: "No venimos a competir con factores de la unidad sino para
tender la mano al país desilusionado que busca caminos
de encuentro".
Sobre esas diferencias la sentencia de Ramón Guillermo
Aveledo fue la siguiente:
"Cada quien escoge sus pasos, sus condiciones, su manera, pero todos los caminos
conducen a la unidad".
Aveledo llamó a defender la
Constitución y puso a la
orden del Frente Progresista
adoptar la dinámica de la
Mesa de la Unidad: "Ofrezco
a ustedes el instrumento de la
MUD (...) que es como las
casas de los barrios, siempre
cabe otro más. La unidad es
una obra en construcción, es
un camino y estamos construyéndolo y para que entusiasme a los venezolanos tiene
que ir más allá de ponernos
de acuerdo en como escogemos los candidatos y en como los apoyamos para que
salgan electos. Tiene por
delante la construcción del
programa y darle aterrizaje a
las soluciones que hemos
elaborado para los venezolanos".
Los diputados Andrés Velásquez (CausaR), Ismael García (Podemos) y el gobernador Falcón se encargaron de
leer el documento final donde se destacó la necesidad de
la participación de otros sectores, distintos a los partidos
políticos en el proceso unitario. El frente se comprometió
"a forjar la unidad de todos
los venezolanos, luchadores
sociales, sindicalistas, intelectuales, estudiantes, productores, intelectuales, desempleados, amas de casa y
jóvenes para avanzar en el
fortalecimiento del programa
para combatir todos los problemas que se han agravado
en los últimos años".
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 84
Velásquez enumeró parte de
esos problemas: discriminación política, rentismo, em-
pleo precario, asesinatos,
costo de la vida, entre otros:
"Venezuela necesita un cam-
bio de Gobierno y hay que
oír al pueblo para dar contenido a ese cambio".
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 85
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
CLARÍN (AR) • SOCIEDAD • 3/6/2011
Bariloche: condenaron a 20 años de prisión al cabo que mató a Diego
Bonefoi
El joven tenía 15 años y fue asesinado de un tiro en la cabeza a corta distancia.
Mariano Cordeiro
La Justicia de Río Negro
condenó ayer a 20 años de
prisión al cabo Sergio Colombil por haber matado de
un tiro en la cabeza a corta
distancia a Diego Bonefoi,
un chico de 15 años. El desgarrador llanto de los padres
de Diego, abrazados en medio de un mar de uniformes
azules, inundó la sala cuando
los jueces terminaron de leer
el fallo. “Esperábamos que le
den perpetua, pero igual se
hizo justicia, y esperamos
que sirva para que nunca más
maten a un chico en ningún
barrio”, dijo Sandro, el papá
de Diego. Colombil no estuvo presente en la sala.
El asesinato ocurrió el 17 de
junio de 2010. Generó protestas que fueron ferozmente
reprimidas por la Policía de
Río Negro y el grupo antimotines BORA (con gases lacrimógenos y balas de goma,
y de plomo), y en las que
mataron a Nicolás Carrasco y
Sergio Cárdenas.
La Defensora del Pueblo de
Río Negro, Ana Piccinini, y
el abogado de la APDH Rubén Marigo se mostraron
conformes con el fallo, pero
insistieron en las responsabilidades políticas del gobernador Miguel Saiz, el secretario de Seguridad Víctor
Cufré y los principales jefes
policiales.
De la muerte de Bonefoi, el
cabo Colombil y sus
compañeros relataron que se
cruzaron con “un grupo de
pibes” cuando iban de regreso a la comisaría 28. Los
chicos empezaron a correr y
se generó una persecución.
Colombil dijo que el tiro se
le escapó al resbalar y caer
al piso , cuando llevaba en la
misma mano la pistola y el
bastón policial. Pero las peri-
cias elaboradas por científicos del Instituto Balseiro
determinaron que Colombil
no llevaba la pistola y el bastón en la misma mano. La
trayectoria de la bala tampoco era compatible con la de
un disparo hecho desde el
piso a corta distancia.
Ayer los camaristas consideraron que la hipótesis del
homicidio involuntario resultaba “inverosímil”. También
rechazaron el dolo directo
(que el policía haya deseado
matarlo) y se inclinaron por
el dolo eventual. Consideraron que, al llevar el arma
cargada y correr apuntándole
a Bonefoi con un dedo en el
gatillo, le resultó indiferente
“que la víctima muera o no
como consecuencia de su
obrar”. Y declararon la inconstitucionalidad para este
caso de la llamada Ley
Blumberg que establece una
pena única de prisión perpetua.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 86
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
CLARÍN (AR) • POLÍTICA • 3/6/2011
Pese a los precedentes, Casación insiste con la extracción compulsiva
La Corte Suprema ya había declarado inconstitucional este método de prueba.
La Sala 2 de la Cámara Nacional de Casación Penal r
echazó un recurso que impugnaba la realización de un
examen compulsivo “con o
sin consentimiento” a los
hermanos Marcela y Felipe
Noble Herrera.
En una audiencia realizada
ayer, los jueces Raúl
Madueño, Luis García y
Guillermo Yacobucci avalaron la extracción compulsiva,
a pesar de que la Corte Suprema ya había declarado la
inconstitucionalidad de este
tipo de medidas, por vulnerar
derechos fundamentales de
las personas.
Además, la Cámara fijó un
límite temporal para la comparación de las muestras genéticas de los jóvenes con las
que se encuentran registradas
en el Banco Nacional de Datos Genéticos (BNDG). Con
este criterio la Cámara dejó
en claro que se opone a la
teoría de la “expedición de
pesca” , que implica buscar
al azar ante la ausencia total
de pruebas y la inexistencia
de sospechas fundadas.
Marcela y Felipe ya entregaron 3 muestras de ADN y
ahora quieren extraerles una
cuarta, algo que no tiene precedentes en el país. Eso revela, en palabras de sus abogados, “la persecución política
y mediática” de la que son
víctimas.
La resolución de Casación es
apelable ante la Corte Suprema. En este sentido, los
abogados de Marcela y Felipe Noble Herrera consideraron que la misma “es inconstitucional, desconoce la jurisprudencia de la Corte Suprema y vulnera los tratados
internacionales de derechos
humanos”. “Una ley no puede transformar en constitucional algo que no lo es”,
destacaron los letrados.
También recordaron que la
Corte “ha sido muy clara en
cuanto considera inconstitucional la extracción compulsiva de sangre respecto a
mayores de edad no imputados de delito”.
En el caso de Marcela, Casación decidió limitar la comparación de sus muestras “a
los perfiles de ADN de las
muestras
aportadas”
al
BNDG “por parientes de
personas detenidas o desaparecidas con certeza hasta el
13 de mayo de 1976 ”. En el
caso de Felipe también limitó
la comparación a los perfiles
de los “parientes de personas
detenidas o desaparecidas
con certeza hasta el 7 de julio
de 1976”.
Esto coincide con las fechas
en que la Justicia otorgó en
guarda a los jóvenes , por
entonces bebés, según figura
en el expediente de adopción
iniciado por Herrera de Noble para conseguir su custodia.
Pese a que los casos donde se
buscan menores nacidos con
posterioridad a esas fechas
no podrían estar vinculados a
Marcela y Felipe , la fallo de
la Cámara fue cuestionado
por Asociación Abuelas de
Plaza de Mayo, que pretendían cotejar las muestras con la
totalidad de los casos, incluso los de los familiares de
bebés nacidos hasta dos años
después, en 1978.
La titular de Abuelas de Plaza de Mayo, Estela de Carlotto, se refirió ayer a la decisión de la Cámara y señaló que
“no nos merecemos un condicionamiento temporal”.
Los casos que corresponden
a ese período, hasta julio de
1976, son menos de diez. La
decisión de la Cámara, entonces, resulta un freno a la
idea de cruzar los datos con
la totalidad del Banco , como
pretendían los querellantes.
El fallo resulta tan específico
con las fechas que permitiría
a la defensa de los jóvenes
pedir a la Justicia que se excluya como parte querellante
a la familia Miranda–
Lanuscou, ya que en este
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 87
caso la madre desapareció
con posterioridad a la fecha
que ahora Casación fijó como tope.
Pese a lo improbable de las
hipótesis barajadas por las
familias querellantes –el único dato con que contaban
eran sus fechas de nacimiento– los hermanos Noble Herrera aceptaron hacerse un
examen pericial con el material genético aportado por
ambas familias, lo cual fue
apelado por los propios querellantes. Esto no hizo más
que demostrar que la comparación con todo el BNDG
estaba fundada en la mencionada “teoría de la expedición
de pesca”, inspirada únicamente en la edad de los hermanos y en el desconocimiento de sus familias biológicas.
Pero no de una sospecha razonable y fundada de casos
concretos.
Así se desautoriza claramente el discurso que pretende
sostener hipótesis infundadas
sobre los trámites de adopción.
El caso Noble Herrera podría
estar resuelto hace 8 años,
cuando los hermanos ofrecieron de manera voluntaria la
realización de un examen de
ADN para confrontarlo con
las familias querellantes. En
2004, la Justicia ordenó la
realización del mismo en la
sede del Cuerpo Médico Forense y por el método de exclusión. Esto fue apelado por
la querella, lo que demoró la
realización del estudio, que
fue ratificado en distintas
instancias hasta que la Corte
lo confirmó definitivamente
en 2008. Sin embargo, el
Gobierno dictó un decreto y
promovió una ley para intentar desconocer dicho pronunciamiento y prolongar la causa.
Los hermanos se sacaron
sangre y saliva de manera
voluntaria, para cumplir los
fallos, el 28 de diciembre de
2009. Pero luego de eso tuvieron que soportar dos allanamientos en sus domicilios,
el 29 de diciembre de 2009 y
el 28 de mayo de 2010, una
orden de requisa personal en
la vía pública y un nuevo
intento de sacarles sangre de
manera compulsiva. Eso,
pese a que los peritos
señalaron que la muestra de
sangre y saliva anterior es
apta
para
el
análisis.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 88
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
CLARÍN (AR) • SOCIEDAD • 3/6/2011
Una guía escolar contra la corrupción trajo polémica
Por Pablo Sigal
El gobierno nacional elaboró
una guía para que los docentes secundarios de todo el
país trabajen en las aulas
sobre el tema de la corrupción. A través de acciones frecuentes de la vida cotidiana,
como copiarse en un examen
o colarse en el tren, se interpela a los jóvenes y se los
convoca a reflexionar. Tanto,
que compara esas transgresiones con la corrupción de
Estado.
El texto parte de la base de
que “la corrupción tiene su
raíz más profunda en un rasgo cultural”. Al referirse a la
“gravedad” de diferentes
tipos de transgresiones, pone
el caso de “ un funcionario
que se queda con dinero destinado a insumos para los
hospitales ” y se pregunta si
es legítimo compararlo con
viajar sin pagar boleto. La
respuesta es que “si bien en
muchos casos la diferenciación es correcta, la manera de
leer la gravedad puede ser
cuestionada”. Lo argumenta
así: “Cuando pensamos en
una práctica transgresora
extendida en la sociedad, por
más pequeña que parezca
(arrojar papeles en la calle)
no debemos medir la gravedad solamente por el tipo de
acto transgresor que un individuo realizó, sino por el
volumen de individuos que
lo hacen generando así una
condición adversa que no
existiría si ninguno o muy
pocos lo hicieran. En esta
segunda lectura podemos
tomar conciencia de la gravedad de esta acción al comprender que todos los papeles
arrojados tapan cloacas y
canales que contribuyen a las
inundaciones en la que, muchas veces, mueren personas”.
La guía generó polémica. El
abogado
constitucionalista
Daniel Sabsay lo interpretó
como “la minimización de
una terrible actividad como
es la corrupción. Es absurdo,
como comparar peras con
manzanas. Uno es un acto
privado de una persona privada. El otro es cometido por
un funcionario público cuyas
acciones deben presumirse
legítimas y que defrauda a la
ciudadanía”. La crítica es que
en ningún momento se pone
de manifiesto esa diferencia
clave. En cambio, se buscan
las coincidencias.
La guía fue realizada por la
Oficina Anticorrupción, que
ayer rechazó los cuestionamientos (ver No es para...).
La repartición había informado en un comunicado sobre un convenio con el portal
Educ.ar, del Ministerio de
Educación, para difundir a un
millón de alumnos este cuadernillo de 62 páginas, titulado “¿Y vos qué?” , a través
de la materia Formación Etica
y
Ciudadana.
Lo
acompaña un DVD que fic-
cionaliza las transgresiones
de un personaje llamado “Juan”.
“Hay que tener cuidado con
alterar los valores básicos de
la democracia –opinó otro
abogado constitucionalista,
Gregorio Badeni–. No se
puede reducir la gravedad de
la corrupción de un funcionario público. Esto tendría que
quedar claro en la guía, reforzando la idea de que la
corrupción cometida desde el
Estado es mucho más grave
que la de un ciudadano común. Este material debería
haber pasado por más filtros
para evitar picardías y tergiversaciones”.
Hernán Charosky, ex miembro de la Oficina Anticorrupción y actual director ejecutivo de Poder Ciudadano, dio
otra mirada: “Lo importante
es el ejercicio que se propone
a los alumnos, que busca
revisar las categorías de evaluación sobre si un acto corrupto es grave o no. Se trata
de evaluaciones de legalidad
y de utilidad pública. Es un
ejercicio de ética. Y lo que se
dan son ejemplos. Pueden
gustar más o menos esos
ejemplos, pero no me parece
que se esté minimizando la
corrupción estatal. Es irrelevante en el marco del objetivo, que es no quedarnos con
el sentido común más obvio”.
No lo consideró así Andrés
Gil Domínguez, profesor de
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 89
derecho constitucional de la
UBA, que aseguró: “Es como
decir que el terrorismo de
Estado y la delincuencia común son lo mismo. Son contenidos mal construidos y
mal comunicados. No es un
buen mensaje para los alumnos en términos de cultura
constitucional. La intención
de prevenir y combatir las
transgresiones en la vida cotidiana puede ser buena para
trabajarla desde la escuela,
pero se anula con una postura
conceptualmente equivocada”.
Legislación Penal de la Cámara de Diputados, “la guía
debería decir que la corrupción es un delito del poder
siempre. Que la gente tire
papelitos en la calle, en cambio, tiene que ver con la desesperanza, porque los que
violan la ley son siempre
personas del poder”. Vega es
autor de un proyecto de ley
para aumentar las penas por
corrupción de los funcionarios públicos que perdió estado
parlamentario, lo que atribuyó a la falta de apoyo oficial.
El cuadernillo
Para Juan Carlos Vega, diputado de la Coalición Cívica y
presidente de la Comisión de
“Pareciera existir la noción
de que tener la intención de
transgredir, por ejemplo cuando un funcionario lleva a
cabo un acto corrupto, es
muy diferente que hacer una
transgresión
simplemente
porque surgió una oportunidad. ¿Pero es así?”, se pregunta el texto. En la página
39 dice que hay una diferencia en la gravedad de las
transgresiones pero que ambas tienen en común “la intención de transgredir”. Y
luego, en la página 43, ya
cuestiona la manera de leer la
gravedad. Concluye que tirar
papeles en la calle puede
terminar con personas muertas.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 90
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
CLARÍN (AR) • POLÍTICA • 3/6/2011
Un caso que podría estar ya resuelto
Por Horacio Silva. Abogado De Marcela Y Felipe Noble Herrera
En 2003, Marcela y Felipe
Noble Herrera prestaron su
consentimiento para que se
les realizaran extracciones de
sangre y saliva con el fin de
obtener su perfil genético y
confrontarlo con el de las
familias querellantes en la
causa.
En 2004, el juez de la causa
aceptó ese ofrecimiento y
ordenó el examen. Dispuso
que se realizara en sede judicial, en un organismo independiente de todas las partes
en el proceso. Desde entonces, las familias que están
litigando podrían tener el
resultado que esperan.
Y los hermanos Noble Herrera, recuperar la tranquilidad
psicológica y la vida normal
que han perdido. Pero ello no
fue posible, porque ese examen fue apelado una y otra
vez por los querellantes.
Las distintas instancias de la
Justicia fueron ratificando
que el examen ordenado era
el correcto. Lo hizo la Cámara de Casación en 2007 y la
Corte en 2008. Como dijo el
primero de estos tribunales,
el examen ofrecido por los
hermanos y ordenado judicialmente era “la mejor forma
de armonizar los derechos
invocados”.
Para cumplir estos fallos, los
hermanos entregaron volun-
tariamente su sangre y saliva
el 28 de diciembre de 2009.
Pero lo que debería haber
sido la recta final del caso, se
transformó en el inicio de un
infierno.
Después de eso tuvieron que
sufrir dos allanamientos donde se les secuestraron ropa y
cepillos de dientes y de pelo,
una violenta requisa en la vía
pública, un hostigamiento
político y mediático sin precedentes y hasta el dictado de
un decreto y una ley para
intentar modificar una decisión firme de la Justicia es
decir pasada en autoridad de
“cosa juzgada”.
Una situación incomprensible, que viola la igualdad
ante la ley y los principios
elementales del derecho.
La extracción compulsiva de
sangre ya ha sido considerada inconstitucional por la
Corte Suprema de Justicia
de la Nación. El máximo
tribunal sentó este criterio
con su actual integración, al
considerar que esa intromisión en la intimidad vulnera
derechos fundamentales de la
persona.
Cuando una acción estatal
viola derechos constitucionales, este vicio no puede ser
subsanado ni siquiera por la
pretensión ulterior de darle
legitimidad a través de un
decreto o una ley.
Lo inconstitucional es inconstitucional, más allá de
que haya una ley que lo permita. Nuestro marco jurídico
es muy claro: la Constitución tiene jerarquía superior a
las leyes, y, en consecuencia,
estas últimas no pueden violar normas constitucionales.
En los casos Vazquez Ferrá y
Gualtieri de Prieto, la Corte
ha sido clara en cuanto considerar inconstitucional la
extracción compulsiva de
sangre respecto a mayores de
edad no imputados de delito
alguno. Un párrafo del mismo sostiene que “no existe
convención ni costumbre
internacional alguna que habilite a un Estado a cumplir
un mandato internacional
negando o violando otro”. Y
otro, que “la garantía protegida en el caso de quien, siendo adulto, se niega a una
extracción de sangre, es la
autonomía en la esfera de la
individualidad personal protegida por el artículo 19 de la
Constitución Nacional. (…)
Esa frontera, construida sobre las bases históricas más
memorables de la libertad
humana, no puede ser atravesada por el Estado”.
Pese a este derecho constitucional, Marcela y Felipe
Noble Herrera consintieron
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 91
que su autonomía fuera ilegalmente invadida hace 8
años.
Lo hicieron sin que hubiera
ningún elemento ni razón de
sospecha. La Justicia les dio
la razón en todas las instancias. Pero hasta hoy sus dere-
chos siguen siendo vulnerados.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 92
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
CLARÍN (AR) • POLÍTICA • 3/6/2011
Estenssoro y Macri podrán ser candidatos
La Justicia porteña autorizó
ayer a la senadora María Eugenia Estenssoro , nacida en
Bolivia y naturalizada argentina, a ser candidata a jefa de
Gobierno de la Ciudad de
Buenos Aires por la Coalición Cívica. Según el fallo, la
decisión fue tomada por el
Tribunal Superior de Justicia,
que hizo lugar a los planteos
de la CC frente a lo que consideró la “ inconstitucionalidad del precepto contenido
en el artículo 97 de la Constitución porteña ”, donde
sólo se admite a los argentinos nativos o por opción para
ocupar el cargo por el cual es
postulada.
En su planteo, Estenssoro
sostuvo que ese artículo no
podía “válidamente impedirle
participar del proceso electoral convocado” para el próximo 10 de julio.
El fallo deja en claro que “los
derechos políticos conferidos
a los ciudadanos argentinos
no difieren en función del
modo en que se adquiere la
nacionalidad argentina”.
La Justicia también autorizó
a presentarse a la reelección
al Jefe de Gobierno, Mauricio Macri , que había sido
denunciado por un abogado
que consideró que no podía
presentarse por estar procesado en una causa. El tribunal no hizo lugar al planteo y
oficializó la fórmula del
PRO.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 93
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
CLARÍN (AR) • POLÍTICA • 3/6/2011
La querella dice que apelará
El abogado Pablo Llonto,
que representa a las familias
Lanuscou-Miranda, dijo ayer
que apelará la decisión de la
Cámara de Casación ante la
Corte Suprema de Justicia
de la Nación. Es por la parte
del fallo en la que se dispuso
acotar en el tiempo los casos
con los que se comparará el
material genético cuya ex-
tracción compulsiva ayer se
confirmó.
De acuerdo con Llonto, las
muestras deberían cruzarse
con todas las existentes en el
Banco Nacional de Datos
Genéticos (BNDG). En similares términos se refirió la
titular de Abuelas de Plaza
de Mayo, Estela de Carlotto.
“Es querer quedar bien con
Dios y con el diablo”, dijo
sobre la decisión de la Cámara de Casación. “Seguimos
con la historia de que acá hay
de primera y de segunda.
¿Por qué todos los demás
casos siempre se han comparado con el Banco completo
y en este no?”, se preguntó
ayer ante la consulta de los
periodistas, al retirarse de los
Tribunales federales de Comodoro Py.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 94
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
CLARÍN (AR) • POLÍTICA • 3/6/2011
Ocho años, tres muestras y una persecución sin precedentes
2003: Ofrecimiento del examen por parte de Marcela y
Felipe Noble Herrera.
2004: Se ordena la prueba en
sede judicial y por el método
de exclusión .
2005 a 2008: Apelaciones de
los querellantes demoran la
prueba.
La misma es confirmada por
la Cámara de Casación y la
Corte Suprema.
2009: Extracción voluntaria
de sangre y saliva a los her-
manos en el Cuerpo Médico
Forense (28 de diciembre)
2009: Primer allanamiento en
los domicilios de los hermanos, donde se secuestran
prendas y elementos personales (29 de diciembre)
2010: Cambio de juez.
Orden de requisa en la vía
pública con persecución policial (28 de mayo)
2010: Segundo allanamiento
en el domicilio, donde se
secuestra la ropa que lleva-
ban puesta los hermanos (28
de mayo) 2010: Los peritos
determinan que las muestras
de sangre y saliva entregadas
son aptas para el análisis (19
de noviembre)
2010: Nueva orden de extracción de sangre, ahora
compulsiva (“con o sin consentimiento”) (21 de diciembre) 2011: La extracción
compulsiva es apelada, debido a que la Corte ya ha declarado su inconstitucionalidad.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 95
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
ULTIMA HORA.COM (PY) • POLÍTICA • 3/6/2011
La Corte Suprema repone a intendente de Carapeguá
Por Carlos Oviedo
CARAPEGUÁ
La Sala Constitucional de la
Corte Suprema de Justicia
repuso temporalmente en el
cargo al intendente municipal
de Carapeguá, departamento
de Paraguarí, Isabelino Silva,
del Partido Colorado, cuya
investidura fue retirada por el
Tribunal Superior de Justicia
Electoral. Esta instancia también lo declaró inhábil para
seguir en el cargo mediante
una acción impulsada por el
Unace.
El documento firmado por el
ministro Antonio Fretes notifica oficialmente al presidente del TSJE, Alberto Ramírez
Zambonini, la suspensión de
la resolución 03/2011, a los
efectos previstos en el artículo 559 del Código Procesal
Civil, que establece el carácter suspensivo de las acciones en instancias inferiores.
Sin embargo, 7 de los 12
concejales no aceptan la au-
toridad del intendente y se
apegan a la resolución del
TSJE.
El titular la Junta Municipal,
Celso Mendoza, del PLRA, y
aspirante a suceder a Silva,
reafirmó que la acción de
inconstitucionalidad no es
aplicable sobre un tema electoral y que toda acción a ser
emprendida por el intendente
carece de toda legalidad, por
lo que tendrá que responder
ante la Justicia por las medidas que vaya tomando.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 96
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
PRENSA LATINA (AR) • NOTÍCIAS • 3/6/2011 • 12:03:00
Chile: Expectativa por veredito sobre julgamento de líderes mapuche
Santiago de Chile, 3 jun
(Prensa Latina)
A Corte Suprema do Chile
emite hoje seu veredito a
respeito do pedido de nulidade do julgamento contra quatro líderes mapuche condenados depois de um irregular
processo no qual se apelou à
lei antiterrorista. Setores políticos chilenos e comunidades indígenas mantêm-se
expectantes ante o esperado
fracasso do máximo tribunal,
em momentos além de extrema tensão pelo crítico estado de saúde dos sentenciados, imersos em um jejum de
mais de 80 dias, o segundo
em menos de um ano por
igual espaço de tempo. Precisamente ontem deveram ser
internados em um centro
hospitalar Héctor Llaitul e
Jonathan Huillical, onde já se
encontravam desde a semana
anterior Ramón Llanquileo e
José Huenuche, todos com
complicações sérias em seu
organismo, agudizadas pela
marcada perda de importância.
Os camponeses, sindicados
como líderes da Coordenadora Arauco Malleco, optaram
pela citada medida em demanda de um processo justo
e sem aplicação da lei antiterrorista, figura jurídica aprovada em plena ditadura de
Augusto Pinochet (1973-
1990) para silenciar o protesto social.
Estamos muito mau condenados, não buscamos clemência, perdão nem indulto,
senão julgamento justo, apegado às garantias constitucionais e ajustadas a estândares internacionais mínimos,
assinalaram Llaitul, Huillical,
Llanquileo e Huenuche há só
umas horas em mensagem à
opinião pública.
Denunciaram nesse texto que
a condenação que se lhes
impôs é essencialmente política e faz parte da estratégia
de judicialização e criminalização da luta do povo mapuche pela recuperação de suas
terras.
Falamos desde a prisão e
conscientes da realidade que
vive nosso povo, ocupado,
reduzido, empobrecido, oprimido e desestruturado
material e espiritualmente,
apontaram os dirigentes mapuche.
Destacaram, entretanto, a
vontade de luta e de resistência das comunidades nativas,
assumindo com isso "os custos que se derivam em perseguição, cárcere ou morte".
Sobre o julgamento de
Cañete, comuna da região do
Bío Bío, que sentenciou aos
camponeses a penas dentre
20 e 25 anos por um suposto
ataque a um promotor em
2008, o presidente do Partido
Comunista, Guillermo Teillier, manifestou que constituiu
um atropelo dos mais básicos
princípios de um processo
justo.
São muitos os parlamentares,
dirigentes políticos e sociais,
organizações e cidadãos deste país e do mundo, que olhamos com perplexidade os
detalhes do julgamento oral
levado adiante na contramão
de nossos irmãos, comentou
o também deputado chileno.
Teillier recordou como se
aplicou no canalização da lei
antiterrorista e em seu nome
se usaram testemunhas sem
rosto, muitos dos quais receberam dinheiro por seus depoimentos.
A aplicação de legislação tão
aberrante, irregularidades tão
toscas e condenações tão
altas, expôs Teillier, "só são
possíveis de explicar em um
contexto de enfurecimento da
justiça na contramão de nossos irmãos, cuja decisão de
defender suas terras está em
contradição com os interesses dos grandes grupos econômicos que operam no território mapuche".
Que a Corte atue com justiça,
com equidade e com responsabilidade histórica, pediu
em carta recente o destacado
intelectual argentino Adolfo
Pérez Esquivel, Prêmio Nobel da Paz (1980).
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 97
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
PRENSA LATINA (AR) • NOTÍCIAS • 3/6/2011 • 16:17:00
Mortos 149 supostos simpatizantes de ex-presidente marfinense
Abiyán, 3 jun (PL)
Um total de 149 simpatizantes reais ou supostos do expresidente marfinense Laurent Gbagbo morreram como
consequência das ações de
efetivos do novo chefe de
Estado, Alassane Ouattara,
desde que este tomou Abiyán
em meados de abril. Segundo
fontes humanitárias, "as forças armadas leais ao presidente Alassane Ouattara mataram pelo menos 149 supostos simpatizantes do expresidente Laurent Gbagbo,
desde que tomaram o controle desta capital comercial".
Por seu turno, "as milícias
pró-Gbagbo mataram pelo
menos 220 homens nos dias
seguintes à detenção do expresidente, no dia 11 de abril", acrescentou-se em um
comunicado recebido aqui.
O ex-governante foi detido
por tropas de seu rival, apoiadas por forças da França e
da ONU, após 10 dias de
guerra em Abiyán e mais de
quatro meses de crise nascida
de sua rejeição a ceder o po-
der, depois de sua derrota nas
eleições presidenciais de
novembro passado.
Cerca de três mil pessoas
morreram durante o conflito,
segundo afirmou o novo poder.
Ouattara prometeu que nenhum crime ficará impune e
solicitou ao Tribunal Penal
Internacional (TPI) pesquisar os crimes mais graves
cometidos durante os confrontos.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 98
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
AMBITO FINANCEIRO (AR) • INTERNACIONALES • 3/6/2011
Contradictoria presentación judicial del "Carnicero de Srebrenica"
El ex líder militar serbobosnio Ratko Mladic aludió a su
mala salud para posponer su
declaración de culpabilidad o
inocencia, pero aprovechó su
primera comparecencia para
calificar de "detestables" los
cargos de los que le acusa el
Tribunal Penal Internacional para la antigua Yugoslavia (TPIY).
En su primera aparición ante
los jueces, el exgeneral adoptó actitudes contradictorias,
combinando por un lado la
imagen de un enfermo vulnerable con la del militar orgulloso que demostró seguir
siendo.
Al inicio de la vista Mladic
se definió como un hombre
"gravemente enfermo", incapaz de haber podido leer y
comprender las acusaciones,
para lo que dijo necesitar "al
menos dos meses".
Ante esta negativa, los jueces
fijaron una segunda comparecencia para el próximo 4 de
julio, en la que el acusado
deberá decir si se considera
culpable o inocente o de lo
contrario serán los magistrados del TPIY quienes emitan
una declaración en su nombre, la cual garantizará la
presunción de inocencia de
cualquier acusado antes de
que se celebre su juicio.
Pero una vez finalizado el
formalismo, el conocido como el "carnicero de Srebrenica" retomó la actitud de
militar orgulloso y autoritari-
o, permitiéndose calificar de
"detestables" unas acusaciones que, en su opinión, contienen "palabras monstruosas",
de las que nunca ha oído hablar.
Rechazando implícitamente
con esas palabras los cargos,
Mladic aseguró que durante
la guerra de Bosnia (19921995) defendió a su país,
algo que también dijo hacer
en el actual juicio. "Defendí
a mi país y no maté ni a croatas ni a musulmanes quiero
vivir para ver que soy un
hombre libre y estoy defendiendo a mi país y a mi gente
y no a Ratko Mladic", declaró casi al final de la audiencia.
Su carácter de militar acostumbrado a mandar también
salió a relucir cuando denunció que le "irrita ser ayudado
para andar como si fuese un
ciego", por lo que exigió ser
asistido únicamente cuando
lo solicite. "Soy el general
Mladic y todo el mundo sabe
quién soy", clamó en la sala
con una actitud altanera que
eclipsó por un momento la
del exgeneral envejecido
incapaz de afrontar el volumen de información presentado por la Fiscalía.
En la vista se pudo entrever
que Mladic intentará retrasar
al máximo la marcha de su
juicio, imitando la estrategia
del ex cabecilla político serbobosnio Radovan Karadzic,
que desde 2008 está siendo
juzgado casi por los mismos
cargos.
La marcha del juicio se verá
previsiblemente también obstaculizada por su estado de
salud, de la cual no se conocieron detalles porque el exgeneral habló de ello en sesión privada de la sala, en la
que se cierra el acceso al
público. El aspecto físico de
Mladic durante esta primera
comparecencia reflejaba a un
hombre envejecido pero lúcido y sin signos aparentes
de no poder afrontar su juicio, tal y como mantuvo su
abogado en Belgrado, Milos
Saljic, antes de la extradición
del acusado a La Haya.
El TPIY aseguró que mientras se encuentre detenido en
La Haya, el exmilitar serbobosnio recibirá los mejores
cuidados médicos posibles.
Mladic está acusado de genocidio por la matanza de
unos 8.000 musulmanes en la
ciudad bosnia de Srebrenica
en 1995 y también de varios
cargos de crímenes de lesa
humanidad y de guerra presuntamente ocurridos durante
el asedio de Sarajevo, que se
cobró 10.000 vidas durante la
guerra bosnia.
La Fiscalía ha condensado la
acusación reduciendo los
cargos de 15 a 11 para ganar
así eficacia y rapidez en el
juicio y evitar de nuevo que
uno de sus casos más importantes quede inacabado, como ocurrió con el del expre-
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 99
sidente yugoslavo Slobodan
Milosevic, que falleció en
2006 sin haber escuchado un
veredicto.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 100
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
ABC COLOR (PY) • POLÍTICA • 3/6/2011
Apoyo judicial para aplicar normas
Los intendentes de Asunción
Arnaldo Samaniego, de Ciudad del Este, Sandra Mc Leod, y de Encarnación, Juan
Schmalko, encabezaron ayer
una delegación que se reunió
con el titular de la Corte
Suprema de Justicia, Luis
María Benítez Riera.
Los munícipes de las principales ciudades paraguayas
hablaron de la necesidad de
una mayor y estrecha colaboración judicial en la aplicación de las ordenanzas y resoluciones municipales.
Samaniego preside la Unión
de Ciudades Capitales y Departamentales del Paraguay y
también fue acompañado por
los intendentes de Lambaré,
Roberto Cárdenas y de San
Miguel (Misiones), Venancio
Rivas. También estuvieron el
secretario privado de la intendencia de Encarnación,
Carlos Estigarribia, y otros
funcionarios.
“Queremos
hacer frente a las demandas
por problemas locales que
son diarios en los municipios
del país y que requieren de
refuerzo judicial”, dijo Samaniego.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 101
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
ABC COLOR (PY) • POLÍTICA • 3/6/2011
Cartas al director
El Dr. José Fernando
Casañas Levi, con Mat.
C.S.J. 5.290, remitió una
carta al director de ABC Color, en la cual se refiere a una
información titulada: “La
Corte permite que abogados
de Camilo hayan recusado a
5 fiscales”, publicada en nuestra edición del 23 de mayo
pasado. El texto de la misiva
expresa lo siguiente:“Debido
a constantes alusiones erradas, basadas en la desinformación, aparecidas sucesivamente y en particular de
publicaciones del día 23 de
mayo de 2011, hago uso de
mi derecho a la corrección de
una información que falta a
la verdad, y de réplica previstos en la Constitución Nacional en el artículo 28.
En la página 12 de la sección
política se lee el título ‘La
Corte permite que abogados
de Camilo hayan recusado a
cinco fiscales’. También se
publica una fotografía de mi
persona con el acápite ‘José
Casañas Levi, abogado de
Camilo Soares, se convirtió
en un experto en chicanas y a
toda costa intenta evitar que
su defendido afronte juicio
oral y público’.
No es cierto que se haya recusado a cinco fiscales. La
defensa a nuestro cargo no ha
recusado a ningún fiscal en la
causa en cuestión.
El desafortunado texto refleja
ignorancia de la ley, intolerancia, y mala fe de parte del
responsable de la nota (sin
firma).
Más allá de lo que el autor
del texto entienda por chicanas, y asumiendo que lo utiliza como un término peyorativo que hace alusión al ejercicio de la defensa de una
persona, debo informarle que
la representación profesional
que ejerzo en la causa que se
le sigue a Camilo Soares no
ha utilizado ninguna actividad procesal tendiente a entorpecer el proceso penal.
Al contrario, se han realizado
y sugerido numerosas diligencias desde la defensa para
el esclarecimiento del hecho,
a pesar del desinterés del
Ministerio Público, preocupado siempre por las noticias
divulgadas de manera malintencionada por supuestos
periodistas que ignoran todas
las normas de la ética profesional, principios constitucionales y legales que rigen
el estado de derecho.
En este sentido, no es cierto
que el abogado José Enrique
García (procurador general
de la República) ejerza la
defensa de Camilo Soares.
Desde su asunción al cargo
mencionado no ha intervenido formal ni informalmente
en ninguna causa que sea
llevada por el Estudio Jurídico del que formo parte.
Por ejemplo, se ha propuesto
la realización de más de una
pericia técnica para esclarecer las dudas surgidas con la
imputación del abogado Arnaldo Giuzzio. Increíblemente, el Ministerio Público,
representado por la abogada
Rocío Vallejo, no ha propuesto ningún punto de pericia
ni designado perito para esa
tarea. Esa negligencia no es
responsabilidad de la defensa, sino únicamente atribuible a quien representa a la
sociedad en este caso.
El ejercicio de la defensa en
juicio consiste en articular
los derechos que la ley confiere en un sistema jurídico a
las personas procesadas, lo
cual incluye naturalmente
intentar el sobreseimiento
definitivo de estas, cuando
los elementos colectados en
la investigación no reúnen
elementos suficientes para
constituir delito.
En este caso, la investigación
llevada a cabo por la fiscalía
es un ejemplo de lo que no
debe hacerse, pues se han
ocultado diligencias a la defensa; se benefició a ciertas
personas en detrimento de
otras dentro del proceso violando el principio de igualdad procesal; se violentó el
derecho a la defensa ocultando información que luego se
utilizó en la acusación; se
realizaron entrevistas con
políticos en el Ministerio
Público en clara violación al
artículo 2º de la Ley Orgánica del Ministerio Público
(AUTONOMIA). En el cumplimiento de sus funciones
ante los órganos jurisdiccionales, el Ministerio Público
actuará en el marco de la ley
con independencia de criterio. El Ministerio Público ejercerá sus funciones en coordi-
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 102
nación con el Poder Judicial
y las demás autoridades de la
república, pero sin sujeción a
directivas que emanen de
órganos ajenos a su estructura). La conclusión de una
causa en el sistema procesal
vigente puede darse en la
etapa intermedia (audiencia
preliminar) o en el juicio
oral, lo que jamás puede presentarse como una chicana.
Si el Ministerio Público no
ha sido capaz de presentar
una acusación seria situación en la que se encuentra este caso- o resulta evidente que el caso no constituye delito, el juez debe so-
breseer la causa (Art. 359
CPP).
Las posiciones que puede
asumir su diario ante ciertos
casos o acontecimientos de la
vida pública son absolutamente respetables y comprensibles; sin embargo, la
utilización de mentiras o medias verdades, perfiladas en
la actuación malintencionada
de ciertos periodistas con
muy bajo nivel, solo desacreditan su propio argumento.
En lo que a mí respecta, seguiré ejerciendo la profesión
de abogado empleando todos
mis conocimientos dentro de
la ley para defender los intereses de quienes confían en
mi trabajo, aún cuando esto
pueda, en algunos casos, no
ser del agrado de su diario o
de quienes trabajan en él.
Todas las personas en la República del Paraguay tienen
derecho a ser defendidas en
un proceso, y debe ser el
Poder Judicial quien decida
sobre su culpabilidad o inocencia. Seguiré luchando
desde donde me toque por el
respeto del Estado de Derecho para todos los ciudadanos de nuestro país, incluso
para los que piensan diferente”, concluye la carta.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 103
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
ABC COLOR (PY) • POLÍTICA • 3/6/2011
Constituyentes echaron candado a Carta Magna
Los constituyentes “echaron
candado” sobre la figura de
la reelección, imposibilitando
su incorporación por vía de
la enmienda”, decía el abogado Darío Filártiga, en un
dictamen hecho en diciembre
del 2006 a pedido de la presidencia del Partido Colorado.
En aquella ocasión, la ANR
impulsaba con fuerza la modificación de la Carta Magna
para que el entonces presidente Nicanor Duarte Frutos
pueda tentar un segundo
mandato.
Filártiga, en su dictamen,
decía que al excluir taxativamente “el modo de elección y “la duración de mandatos”, de entre las disposiciones que pueden ser modificadas por el procedimiento de
la enmienda, bloquearon toda
posibilidad de incluir la reelección.
“Así está redactada la última
parte del artículo 290 de la
Constitución y obviamente
la limitación alcanza al Artí-
culo 299 de ‘la duración del
mandato’ que es precisamente el que requiere ser cambiado para posibilitar la reelección, señala.
Agrega que otro “candado”
que imposibilita imponer la
figura por vía de la enmienda
es que este procedimiento
requiere imperativamente la
realización de un referéndum, que tiene sus propias
normas y limitaciones.
“En efecto, el Artículo 122
de la Constitución se ocupa
de las materias que no podrán ser objeto de referéndum incluyendo entre ellas la
materia electoral (Inc. 6). La
reelección presidencial está
claramente inserta en la materia electoral, expresión omnicomprensiva, y más específicamente en las elecciones
nacionales” que, por el aludido Inc. 6 del Art. 122 de la
Constitución,
constituye
materia que no puede ser
objeto de referéndum”, aclara.
Filártiga agrega además otra
discusión. Señala que de llevarse adelante un referéndum, su eventual resultado
positivo constituiría un mandato imperativo para los senadores y diputados. “De
concretarse, los haría incurrir
en la disposición del Art. 201
de la Constitución, “de la
pérdida de investidura”, que
en su última parte ordena que
“los senadores y diputados
no estarán sujetos a mandatos
imperativos”.
En el 2006, el Partido Colorado pidió el dictamen de los
constitucionalistas Rodrigo
Campos Cervera, Juan Carlos
Mendonca y Luis Chase Plate, sobre la posibilidad de la
enmienda.
También solicitó la opinión
de los tres apoderados generales de la ANR, Alfredo
Porro, Marciano Torales y
Darío Filártiga.
El único que señala como
único camino el de la reforma fue Filártiga.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 104
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
ABC COLOR (PY) • JUDICIALES • 3/6/2011
Rechazan acciones en caso Lindstron
La Corte Suprema de Justicia rechazó excepciones de
inconstitucionalidad
promovidas contra la Ley
2493/04, por ocho de los 14
acusados por el secuestro del
ganadero Luis Lindstron.
Firman los fallos los ministros Víctor Núñez, Antonio
Fretes y Gladys Bareiro.
Las acciones fueron promovidas por Sindulfo Agüero,
Estela Agüero Meza, Zonia
Muñoz Pérez, Juan Simón
Ovelar Irala, Sixto Sánchez,
Antonio Bernal y Julián de
Jesús Ortiz, presos y procesados en la causa “Osvaldo
Villalba y otros, sobre secuestro y otros en Kurusu de
Hierro”.
Básicamente, los recurrentes
pretendían que la máxima
instancia judicial declarara la
inconstitucionalidad de la
referida legislación, en la
parte que prohíbe la concesión de medidas alternativas y
sustitutivas de prisión, a procesados por hechos tipificados como crimen que lleve
aparejada la vulneración de
la vida o de la integridad
física.
“La Ley 2493/2004 no puede
ser considerada inconstitucional, pues es el resultado
de una política criminal tendiente a garantizar la armonía
y seguridad social y el efectivo ejercicio de la justicia, a
través del proceso y el poste-
rior juicio oral, donde se determinarán las responsabilidades de los supuestos infractores”, señala el ministro
preopinante Víctor Núñez,
que afirma que la legislación
cuestionada constituye la
materialización de derechos
fundamentos reconocidos a
por nuestra Carta Magna y
demás Tratados y Pactos
Internacionales sobre la materia”, señala la Corte.
El ganadero Luis Lindstron
fue secuestrado el 31 de agosto de 2008 y liberado 43
días después, en Horqueta,
previo pago de un rescate de
130.000 dólares.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 105
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
ABC COLOR (PY) • JUDICIALES • 3/6/2011
Es removido por un solo caso
El juez civil de Ciudad del
Este Atilio Saguier, en una
nota remitida a nuestro diario, explica que sigue en el
cargo, porque el Jurado de
Enjuiciamiento de Magistrados lo removió -hace más de
cuatro años- solo para un
caso y no de todas sus funciones.
“El cumplimiento de la Resolución del J.E.M., pese a que
se trata de una Resolución
Inconstitucional con la providencia de fecha 06/07/09,
en la que el juez Saguier, por
decoro y delicadeza y para
cumplir lo resuelto por el
JEM, se aparta de entender
en la presente Causa, puesto
que el J.E.M. en dicha SD Nº
11/07, textualmente establece: “…remover al juez Atilio
Saguier en la presente causa.
Existe por ende notoria claridad del texto, y como sabemos en la Hermenéutica Jurídica, Causa es sinónimo de
Juicio, Expediente, Caso”.
Agregó que se excusó y dejó
de entender en la causa principal caratulada: “Elvira Notario Vda. de Abou Saleh s/
Acción Declarativa y Medida
cautelar” conste, dice parte
del escrito.
Añade: “La SD Nº 11/07 a
todas luces es Inconstitucional, puesto que el A.I. Nº
1094, de Fecha 11/08/08, de
la Sala Constitucional de la
Excma. Corte Suprema de
Justicia ha rechazado in limine la acción de inconstitucionalidad promovida por la
firma British American Tobacco (Brands) LTD, contra
el A.I. Nº 600 de fecha
27/10/05, dictado por el juez
Atilio Saguier. Con esto “automáticamente” quedó firme
la Resolución de inconstitucionalidad Promovida por la
firma British Americana Tobacco (Brands) LTD, contra
el A.I. Nº 600 de fecha
27/10/05, dictado por el juez
Atilio Saguier –que fuera en
su momento considerada por
el Jurado de Enjuiciamiento
de Magistrados como que no
tenía “competencia” para
entender en la causa, y otras
cuestiones totalmente arbitrarias, que van en contra de la
ley y la Constitución, y por
ende “decae el fundamento
de la Resolución del Jurado”.
El juez Saguier había accionado contra esta resolución
del jurado por la vía de la
inconstitucionalidad.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 106
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
ABC COLOR (PY) • INTERNACIONALES • 3/6/2011
Corte Suprema chilena rebaja condenas a presos mapuches en huelga de
hambre
por EFE
SANTIAGO DE CHILE. La
Corte Suprema de Chile
rebajó hoy las condenas de
cuatro presos mapuches que
mantienen una huelga de
hambre desde hace 80 días,
que fueron sentenciados a
entre 20 y 25 años de cárcel
por el ataque a un fiscal y
agresiones a policías en
2008, informaron fuentes
judiciales.
El alto tribunal sentenció a
Jonathan Huillical, José Huenuche y Ramón Llanquileo
a tres años de cárcel y a Héctor Llaitul a cuatro años,
aunque no anuló el juicio,
como pedía la defensa de los
indígenas.
La Corte Suprema estimó
que el proceso solo debía
considerar los delitos de lesi-
ones graves contra funcionarios policiales y lesiones menos graves contra el fiscal, y
desestimó la condena por
intento de homicidio.
El tribunal mantuvo, sin embargo, las condenas por el
robo con intimidación a un
agricultor, que asciende a
diez años de cárcel para Llaitul y a cinco años para los
otros tres mapuches.
Tras conocer el fallo, Natividad Llanquileo dijo a los
periodistas que los indígenas
mantendrán la huelga de
hambre, que iniciaron el pasado 16 de marzo, porque la
nueva sentencia avala el uso
de medidas contempladas en
la ley antiterrorista, como los
testigos protegidos.
Los presos siguen ingresados
en el Hospital de Victoria, al
sur del país, donde ingieren
sólo hidratación líquida y se
niegan a someterse a exámenes médicos.
Los mapuches iniciaron el
ayuno cuando fueron condenados a penas de 20 a 25
años de prisión por homicidio frustrado en el ataque de
octubre de 2008 contra un
fiscal, que investigaba delitos
relacionados con el llamado
conflicto mapuche y que resultó ileso, y por el robo con
intimidación a un agricultor.
Los cuatro reos forman parte
de los más de 30 internos que
el año pasado mantuvieron
una huelga de hambre de 80
días con las mismas demandas y también de mejores
condiciones carcelarias.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 107
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
ABC COLOR (PY) • INTERNACIONALES • 3/6/2011
Organizaciones civiles presentan demanda contra ley antiinmigrante
ATLANTA. Varias organizaciones civiles presentaron este viernes una demanda contra
la ley estatal HB 87, en un esfuerzo por detener el alcance de la dura medida antiinmigrante en Georgia antes de que entre en vigor este 1 de julio.
por EFE
“La ley de Georgia es fundamentalmente antiestadounidense. No somos un país
de "muéstrame tus papeles",
ni uno que cree en convertir a
ciertas personas en "intocables" a las que otras deben
tener miedo a ayudar, albergar o transportar”, dijo a medios locales Omar Jadwat,
abogado de la Unión Americana de Libertades Civiles
(ACLU) en Georgia, una de
las organizaciones involucradas en la demanda.
Además de ACLU, figuran
como demandantes el Sindicado de Trabajadores de Servicios (SEIU), el Centro
Sureño Legal contra la Pobreza (SPLC), la Alianza
Latina de Georgia por los
Derechos Humanos (GLAHR), el Centro Nacional de
Ley de Inmigración (NILC) y
un grupo de prominentes
abogados encabezados por el
exjuez de la Corte Suprema
del condado de DeKalb, Keegan Federal.
Las organizaciones señalan
que la ley es inconstitucional
porque “interfiere ilegalmente con el poder y autoridad
federal en asuntos de migración”.
La medida permite a las autoridades locales indagar el
estatus migratorio de una
persona, algo que los demandantes señalan fomentará el
perfil racial por parte de las
autoridades.
“La ley da a los residentes de
Georgia razón para temer que
serán despojados de sus derechos constitucionales simplemente por la forma en que
se miran o suenan”, declaró
Karen Tumlin, abogada de
NILC.
De acuerdo con Mary Bauer,
abogada del SPLC, la ley
“socava” los valores estadounidenses de “justicia e
igualdad” al perpetuar la “retórica del odio”.
En este sentido, la Embajada
de México en Estados Unidos reiteró hoy su preocupación sobre la HB 87 al “criminalizar la migración y abrir espacios para la aplicación selectiva de la ley”.
En un comunicado, la embajada advirtió que la ley contiene elementos que restringen
la presentación de la matrícula consular como documento
de identificación válido frente a autoridades estatales, lo
que podría ser incompatible
con la Convención de Viena
sobre Relaciones Consulares,
de la que México y EE.UU.
son parte.
Otra de las provisiones de la
nueva ley que las organizaciones han incluido en la
demanda es la que penaliza a
quienes alberguen o transporten a indocumentados.
La demanda centra parte de
sus argumentos en contra de
dicha cláusula, ya que aseguran que esta última expondría
a residentes legales a ser enjuiciados simplemente por
ser solidarios.
“Esta ley extrema criminaliza
las acciones comunes de gente que a diario interactúa con
personas indocumentadas en
su comunidad, haciendo a las
personas de buena fe vulnerables a arrestos y detención
mientras llevan a cabo actos
de caridad y amabilidad”,
indicó Debbie Seagraves,
directora ejecutiva de ACLU
de Georgia.
Paul J. Edwards, miembro de
una organización religiosa y
que figura como uno de los
demandantes, fue señalado
por las organizaciones como
una de esas personas que
podría enfrentar cargos criminales bajo la nueva ley
sólo por llevar a cabo su labor de servicio comunitario
al trasladar a personas indocumentadas a la iglesia o a
centros de atención médica.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 108
Asimismo,
la
demanda
señala que esta medida constituye una interferencia estatal con respecto a la aplicación de las leyes de inmigración del gobierno federal.
Georgia es el tercer estado
este año, después de Utah e
Indiana, en adoptar una ley
similar a la SB 1070 de Arizona.
“Las cortes han bloqueado
las leyes de Arizona y Utah
de entrar en efecto. Georgia
debe estar preparada para el
mismo resultado”, dijo Jadwat, de ACLU.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 109
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
ABC COLOR (PY) • INTERNACIONALES • 3/6/2011
Ordenan examen de ADN a presuntos niños raptados en dictadura
BUENOS AIRES (AFP). El
Tribunal de Apelaciones de
Argentina confirmó ayer la
orden de extraer muestras de
ADN, aún contra su voluntad, a los dos hijos adoptivos
de la directora del diario Clarín, Ernestina Herrera de
Noble, ante la sospecha de
que puedan haber sido niños
robados en la dictadura
(1976/83).
En una audiencia pública y
transmitida en directo por
televisión, la Cámara de Casación leyó su fallo que ratificó una resolución de la
Cámara Federal de Apelaciones de San Martín (noroeste, provincia de Buenos
Aires). La decisión puede ser
apelada a la Corte Suprema
de Justicia.
La Cámara de Casación “no
hizo lugar al recurso presentado contra la resolución (de
la Cámara de San Martín)
que dispuso la extracción
directa, con o sin consentimiento, de mínimas muestras
de sangre, saliva, piel, cabello u otras muestras”, señaló
el Centro de Información
Judicial (CIJ).
El fallo aclara que las muestras deben “pertenecer en
forma indubitada a Marcela y
Felipe Noble Herrera”.
En su pronunciamiento, la
Cámara aceptó la demanda
de Abuelas de Plaza de Mayo, querellantes en la causa,
pero limitó la comparación
del ADN de los dos jóvenes
con el de familiares de desaparecidos anteriores a sus
supuestas fechas de nacimiento (13 de mayo de 1976 en
el caso de Marcela y 7 de
julio de 1976 de Felipe).
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 110
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
ABC COLOR (PY) • INTERNACIONALES • 3/6/2011
Condenan sentencia contra disidentes
WASHINGTON (EFE). Activistas de derechos humanos
de EE.UU. condenaron la
sentencia carcelaria de cuatro
disidentes en Cuba, arrestados en enero pasado por distribuir panfletos en contra del
Gobierno, y pidieron su liberación inmediata.
Las autoridades cubanas sentenciaron el martes a Luis
Enrique Labrador, David
Piloto y Walfrido Rodríguez
a cinco años de prisión, y a
Yordani Martínez, a tres
años, acusados de desacato y
desorden público.
El grupo humanitario human
rights Watch (HRW) afirmó
en un comunicado que Cuba
“continúa abusando del sistema de justicia penal para
reprimir” a disidentes, y que
el Gobierno de Raúl Castro
“debería ordenar la liberación inmediata de estos presos”.
HRW señaló que, además de
la sentencia del martes en La
Habana mediante juicios
sumarios, otros dos activistas
de derechos humanos fueron
condenados en Holguín el
pasado 24 de mayo por “ultraje a los símbolos patrios”
y “desorden público” en relación con actos que, según
ellos, no ocurrieron.
“Con esta nueva serie de
juicios, el Gobierno de Castro envía un claro mensaje a
los disidentes que la situación en Cuba no ha cambiado”,
señaló José Miguel Vivanco,
director para las Américas de
HRW, al criticar las conde-
nas que, a su juicio, fueron
emitidas por razones políticas de los comunistas.
Según un documento judicial
al que tuvo acceso HRW, los
cuatro disidentes fueron detenidos el pasado 14 de enero, cuando se acercaron a la
Plaza de la Revolución de La
Habana y lanzaron volantes
al aire que decían “Abajo los
Castro”.
Los familiares de los disidentes dijeron a HRW que el día
previo al juicio fueron visitados por agentes de seguridad
del Estado, quienes les advirtieron que si “armaban bulla”
y generaban atención en torno al juicio, los detenidos
permanecerían en prisión por
tiempo indefinido.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 111
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
ABC COLOR (PY) • INTERNACIONALES • 3/6/2011
“Hay cosas absurdas en Cuba”, afirma el presidente Raúl Castro
El presidente de Cuba, Raúl Castro, dijo ayer que su gobierno impulsa un amplio plan de
reformas porque hay muchas cosas que cambiar en la isla que son “absurdas”. El sucesor del ex dictador Fidel Castro cumple hoy 80 años, en medio de transformaciones en la
isla
comunista.
LA HABANA (AFP). “Hay
que ir arreglando todo eso,
hacer las cosas ordenadamente, con institucionalidad,
hay muchas cosas vigentes
que realmente son absurdas o
tuvieron un origen correcto,
pero ya el tiempo ha pasado”,
indicó Raúl Castro a la prensa, al despedir en el aeropuerto
al
ex
presidente
brasileño, Luiz Inácio Lula
da Silva.
El gobernante, quien hoy
cumple 80 años, comentó
que ordenó a la ministra de
Justicia, María Esther Reus,
concentrarse con un grupo de
abogados para revisar y adecuar las leyes para la aplicación de su programa de reformas económicas.
“Son tantas las cosas que hay
que arreglar, jurídicamente
incluso, (revisar) leyes, decreto-leyes, resoluciones, son
miles”, comentó Castro, al
señalar que a pesar de la gran
tarea el plan de reforma “camina”.
Raúl promueve más de 300
reformas aprobadas por el VI
Congreso del Partido Comu-
nista (PCC, único), en abril,
para hacer eficiente el agotado modelo económico cubano y terminar con la excesiva
centralización y el paternalismo estatal, hasta ahora
vigentes.
Las reformas estimulan el
trabajo privado, la Constitución de cooperativas urbanas
de producción y servicios y
la inversión extranjera, incluye el recorte de subsidios
y de más de un millón de
empleos estatales, impuestos
y autonomía empresarial.
Como parte de su plan, Castro está eliminando prohibiciones que considera “excesivas” como la imposibilidad
de los cubanos de hospedarse
en hoteles y comprar y vender autos y casas, que prevalecieron por décadas.
Raúl sustituyó en el poder a
su hermano, el dictador Fidel, quien enfermó gravemente en 2006 y se retiró del
gobierno, en tanto que en el
Congreso de abril fue electo
para relevarlo como primer
secretario del PCC -máxima
jefatura-.
“Mejor que muchos”
Raúl Castro, un día antes de
cumplir ocho décadas, bromeó diciendo que está mejor
que muchos que son más
jóvenes y de cuyo liderazgo
carece su Gobierno comunista, que está aplicando lo que
advirtió es un “duro” plan de
reformas económicas.
En un tono jocoso, el gobernante llegó a preguntar a las
mujeres cómo lo ven pero, ya
más serio, lamentó estar imposibilitado a retirarse del
poder, en alusión a la propuesta que limitaría la permanencia en cargos políticos del
Estado.
“Cuántos viejos de 60 años
hay por ahí que no están como yo. Lo que es una lástima
que no me pueda retirar ya
cumpliendo lo que se acordó
en el Congreso (del gobernante Partido Comunista)”,
dijo poco después de despedir a Lula da Silva.
Lula cumplió una visita de
dos días a la isla, donde dialogó con el ex dictador Fidel
Castro.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 112
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
ABC COLOR (PY) • INTERIOR • 3/6/2011
La Corte suspende fallo electoral y repone al intendente de Carapeguá
La Corte Suprema de Justicia suspendió los efectos del acuerdo y sentencia Nº 03/2011
dictado por el Tribunal Superior de Justicia Electoral (TSJE) que despojó de su investidura al intendente de Carapeguá, Isabelino Silva (ANR). El afectado fue denunciado por
no haber renunciado a tiempo al cargo de defensor del Pueblo cuando estaba como candidato
por
la
ANR.
CARAPEGUA (Emilce Ramírez, de nuestra redacción
regional). Funcionarios municipales y dirigentes del
Partido Colorado de esta comunidad recibieron ayer la
noticia con algarabía y estallido de petardos.
El presidente de la Corte
Suprema de Justicia, Dr.
Luis Benítez Riera, a través
del oficio Nº 188 informó al
presidente del Tribunal Superior de Justicia Electoral (TSJE), Alberto Ramírez Zambonini, que la pérdida de
investidura del intendente de
esta ciudad, Isabelino Silva
(ANR), tiene efectos suspensivos hasta tanto la Corte se
expida en forma definitiva
sobre la acción planteada. La
acción fue promovida por el
representante legal del Unace, Juan Carlos Ruffinelli
Gómez.
El intendente, quien fue denunciado por no haber renunciado a tiempo al cargo
de defensor del Pueblo cuando estaba como candidato
por la ANR, presentó ante la
Corte Suprema una acción
de inconstitucionalidad por
lo dispuesto por el Tribunal
Electoral.
Silva asegura que la pérdida
de investidura que plantearon
en su contra no corresponde
porque solo los magistrados
que quieren candidatarse a
cargo electivo tienen que
renunciar. Los magistrados
son los que tienen el cargo de
juez o de miembro de tribunal, que son los que resuelven los casos. Sin embargo,
el empleado judicial ocupó el
cargo de defensor del Pueblo.
Señaló que el TSJE tiene
previsto que el interesado,
después de cinco días de haberse presentada la inscripción de la candidatura, tiene
tiempo para tacha, impugnación y reclamos. Indicó que
en su caso no existe antecedente de que el Unace haya
impugnado su candidatura en
tiempo y forma.
El presidente de la Junta
Municipal, Lic. Celso Men-
doza (PLRA), durante la sesión extraordinaria dejó sentada su postura de que no se
hace responsable de la consecuencia civil o penal que
pueda representar la pérdida
de investidura del intendente
Silva.
Recalcó que para él, Silva
perdió su investidura, por lo
tanto en estos momentos no
es intendente. Apuntó que
por el hecho de que la Corte
Suprema haya comunicado
al TSJE que la resolución
emanada de dicha instancia
judicial tiene efecto suspensivo, no quiere decir que Silva sigue siendo intendente.
Silva manifestó que todo
volvió a la normalidad y que
tratará de hablar con los ediles para trabajar por la comunidad. Destacó que tanto
él como los concejales fueron
elegidos por el pueblo y es
hora de ponerse de acuerdo,
buscar entendimiento y desarrollar planes auspiciosos.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 113
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
ABC COLOR (PY) • ECONOMÍA • 3/6/2011
UIP urge acciones a la Corte
La Unión Industrial Paraguaya (UIP) solicitó a la Corte
Suprema “medidas inmediatas” para evitar que se materialice la medida cautelar del
Tribunal de Cuentas, segunda
sala, que ordena la entrega de
60.000 litros de aceite comestible de contrabando a
sus propietarios, con el fin de
evitar “males mayores”. En
la nota firmada por el titular
del gremio, Gustavo Volpe,
urge igualmente dar instrucciones a los órganos jurisdic-
cionales nacionales de proceder con seriedad y estricto
criterio jurídico en el juzgamiento de casos tan graves
como aquellos en los cuales
existen evidencias suficientes
de la comisión del flagelo del
contrabando.
Argumenta que es de público
conocimiento que el contrabando, y específicamente, el
de aceite, es un grave mal
que afecta enormemente a la
industria y a la economía
nacional, colocando en grave
riesgo la salud de la población de nuestro país.
“El Ministerio de Salud Pública establece rigurosos requisitos que las industrias
nacionales del ramo deben
cumplir estrictamente para la
producción y venta de aceites
comestibles. Los mismos
requisitos son establecidos
para permitir la importación
legal, pero que en caso del
contrabando no existen dichas exigencias”.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 114
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
EL PAIS (ES) • ESPAÑA • 3/6/2011
Se aprueba el reglamento de acceso a la abogacía, "una legislación demandada desde hace 100 años"
Carlos Carnicer, presidente del Consejo General de la Abogacía, explica que los licenciados en derecho deberán superar un curso de posgrado, realizar prácticas y aprobar
un examen
EVA SÁIZ
La semana en la que los abogados de oficio de la Comunidad de Madrid han convocado su primera huelga de la
historia termina con una buena noticia para el gremio.
Hoy el Consejo de Ministros
ha aprobado el reglamento
que desarrolla la Ley de acceso a las profesiones de
abogado y procurador, cinco
años después de la promulgación de dicha disposición.
Atrás han quedado las reticencias de las Universidades
o del Consejo de Estado que
el pasado mes de febrero
criticó el borrador de la disposición. Si todo transcurre
conforme lo previsto a partir
del 30 de octubre de 2011,
cuando entrará en vigor el
reglamento, los estudiantes
de la carrera de Derecho deberán superar un máster, unas prácticas (incluidas en
ese curso de posgrado) y un
examen para poder ejercer y
ser llamados abogados.
Carlos Carnicer, presidente
del Consejo General de la
Abogacía Española, ha puesto todo su empeño en hacer
posible la aprobación del
nuevo reglamento, del que
todavía quedan muchos detalles por afinar.
Pregunta: Tras los cinco años
de vacatio legis [periodo que
transcurre desde la publicación de una norma hasta que
esta entra en vigor] de la Ley
34/2006 de Acceso a la Abogacía y Procura, la aprobación del reglamento es vital
para su ejecución
Respuesta: Se trata de una
legislación demandada desde
hace 100 años por la abogacía. La ley está aprobada
desde hace cinco años pero,
claro, sin reglamento no se
podía aplicar.
P: Una de las novedades de
la nueva regulación es la
obligación de cursar un máster o un posgrado ¿Están ya
concretados sus contenidos,
se sabe en qué van a consistir?
R: El propio reglamento establece que urge desarrollar
pruebas piloto para poner en
marcha los programas de
formación que todavía tienen
que ser tramitados conjuntamente por los Ministerios de
Justicia y Educación. Lo que
se aprueba no es una preparación exhaustiva para el
ejercicio de la abogacía, pero
sí una formación básica y
suficiente para que los derechos fundamentales y las
libertades públicas estén
salvaguardados con la intervención de los abogados.
P: ¿Y cuándo empezarán a
impartirse los cursos de posgrado?
R: A partir de mañana las
escuelas de práctica jurídica
y facultades de Derecho se
pondrán inmediatamente a
trabajar para diseñar el plan
de estudios. Se intentará que
este próximo curso se practique ya la nueva formación.
P: Entonces el primer examen se realizaría...
R: En 2012. He leído que
íbamos a estar dos años sin
abogados, pero eso no va a
ser así.
P: Sin embargo, los que terminen la carrera este curso
no estarán obligados a realizar el posgrado ni a examinarse después.
R: A los alumnos que terminen este año la formación no
les será aplicable la ley aunque sería muy provechoso
para el futuro abogado que
hiciera la formación de posgrado voluntariamente porque va a asistir a un sistema
privilegiado de adquisición
de conocimientos para el
ejercicio profesional. De hecho, la mayoría de los que
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 115
terminan la carrera no se
colegia inmediatamente sino
que se prepara para el ejercicio profesional durante unos
años en las escuelas de práctica jurídica de los colegios
de abogados, en despachos,
con cursos en ocasiones muy
casos... El reglamento hace
obligatoria esa fase pero crea
un sistema de becas que garantice que todos los futuros
abogados y abogadas puedan
acceder a esa formación.
P: Y en esa formación entra
también la realización de
prácticas, no solo en despachos de abogados, sino en
juzgados, administraciones
públicas... ¿Se han decidido
ya con base a qué criterios se
asignará a cada estudiante a
un destino? Esa era una de
las cuestiones que más preocupaban a los alumnos cuando se aprobó la Ley en
2006...
R: No puedo precisar cómo
se hará, pero entiendo que se
intentará que el alumno tenga
el mayor grado de aprovechamiento. Lo que sí que he
de recalcar es que nosotros
hubiéramos preferido que las
prácticas se hubieran realizado al final del curso de postgrado y no durante el mismo
para que se pudiera asimilar
los conocimientos teórico
prácticos y llevarlos a la
práctica mejor.
P: La realización de los máster corre a caro de las propias
Universidades y de las escuelas de Práctica Jurídica de los
Colegios Profesionales, ¿no
se corre el riesgo de que con
tanta competencia, para atraer al alumnado en lugar de
centrarse en la formación, los
esfuerzos se dirijan a prepararlos para aprobar el examen?
R: El máster o el posgrado es
una preparación eminentemente práctica para enseñar a
ejercer bien la profesión.
Tenemos que empezar a concienciarnos que de que sirve
para formar abogados no
para aprobar un examen.
P: Si se necesita un curso
eminentemente práctico y un
examen para ser abogado,
¿de qué sirve estudiar cuatro
años de Derecho?
R: (Risas). Eso tendría que
preguntárselo a las facultades. Dejémoslo en que el
Plan Bolonia cambia las cosas.
Huelga de abogados de oficio
P: Una de las muchas funciones de las que se encarga
un abogado es la del turno de
oficio. La mayoría de las
comunidades autónomas adeudan a los profesionales
los salarios por ejercer el
derecho constitucional a la
defensa. En Andalucía y Canarias se han llegado a acuerdos de última hora para
evitar huelgas, algo que no
ha ocurrido en Madrid, donde el Colegio de Abogados
lleva desde el miércoles en
huelga. ¿Qué está haciendo
el Consejo de la Abogacía al
respecto?
R: Sacamos comunicados
continuamente [el último el
pasado 20 de mayo] en apoyo del Colegio de Madrid y
reclamando a las Administraciones Públicas el respeto
y consideración que se merece el trabajo de unos
compañeros que están dispuestos las 24 horas del día a
cambio de minutas muy bajas.
P: De hecho en Madrid no se
actualizan desde 2003.
R: Estamos deseando que
acabe la crisis. Creemos que
es un abuso que no se pague
a los abogados de oficio cuando en las encuestas están
considerados como el servicio más valorado.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 116
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
EL PAIS (ES) • ESPAÑA • 3/6/2011
La Guardia Civil atribuye una falta grave al juez que anuló parte del caso Gürtel
Un informe revela que el magistrado Fernández Castro elaboró una querella contra el
instructor del caso Guateque por haber encarcelado a su hermano
J. A. HERNÁNDEZ
Un informe de la Guardia
Civil de Madrid atribuye una
falta grave al magistrado de
la Sala de lo Penal del Tribunal Superior de Justicia de
Madrid (TSJM) Emilio Fernández Castro, miembro del
tribunal del caso Gürtel que
votó a favor de anular las
escuchas que mantuvieron en
la cárcel con sus abogados
los principales implicados en
la trama corrupta. El informe
está incluido en una pieza
judicial desgajada del caso
Guateque (la supuesta trama
de mercadeo y aceleración de
licencias municipales para
abrir locales públicos en Madrid capital).
Los agentes de la Policía
Judicial de la Guardia Civil
sitúan al magistrado Fernández Castro como artífice de
la querella contra su colega
Santiago Torres tras haber
encarcelado este a su hermano Joaquín, entonces jefe del
departamento de Evaluación
Ambiental del Ayuntamiento
de Madrid y uno de los 100
imputados salpicados por el
escándalo de las licencias de
bares.
El equipo de la Guardia Civil
que investigaba los supuestos
sobornos a funcionarios del
Ayuntamiento
madrileño
para agilizar licencias y ladear sanciones tenía pinchado
el teléfono de un hijo de Joaquín Fernández Castro, hermano del citado magistrado.
El alto funcionario municipal
estaba en la cárcel por orden
del juez Torres, titular del
Juzgado de Instrucción 32 de
Madrid e instructor del caso
Guateque.
Tras ingresar su hermano en
prisión, el juez del TSJM
Emilio Fernández Castro
redactó supuestamente, vulnerando las incompatibilidades que prevé la Ley Orgánica del Poder Judicial para
jueces y magistrados, una
querella contra el juez Torres
por encarcelar a su familiar.
Así lo asevera la Guardia
Civil en un informe resumen
de los seguimientos telefónicos a los que tenía sometido
a Acisclo Fernández, sobrino
del juez e hijo del funcionario municipal encarcelado.
Los pinchazos revelan cómo
Acisclo contacta con Laurentino Sánchez, alias Lauro policialmente
considerado
"la persona que más cocaína
mueve en Madrid" en locales
de ocio- para que este, a través de sus múltiples contactos, proporcionase a su padre
un teléfono móvil dentro de
la prisión. Está prohibido que
los presos tengan teléfono,
pero hay mafias que, pagan-
do, los hacen llegar a reclusos.
A Acisclo se le investigaba
en relación con el caso Guateque por ser codueño de una
discoteca de Madrid, llamada
Dink, contra la que existía
medio centenar de denuncias
vecinales por ruidos y solo
alguna sanción leve por parte
del Ayuntamiento. Es decir,
el juez Torres tenía en su
lupa ese local como receptor
de favores municipales.
El citado informe de la
Guardia Civil que atribuye
una falta grave al juez Fernández Castro, forma parte
de una pieza desgajada del
caso Guateque que ha estado
secreta hasta hace varios meses y que en enero pasado
derivó en la detención de 26
persona, entre ellas, Lauro y
algunos miembros de su banda.
De las conversaciones mantenidas por Acisclo con familiares suyos y con miembros
de la banda de Lauro, la
Guardia Civil colige que "el
autor intelectual y artífice de
la querella interpuesta" ante
el Tribunal Superior de Justicia de Madrid contra el juez
Torres fue redactada, subrayan los agentes, "por un
hermano del citado Joaquín,
que trabaja como magistrado
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 117
del Tribunal Superior de Justicia de Madrid"; esto es,
Emilio Fernández Castro,
adscrito a la Sala de lo Penal
y Civil, la que lleva el caso
Gürtel.
La querella contra el juez
Torres fue presentada, al ser
un aforado, ante la misma
sala del TSJM en la que trabaja Fernández Castro. Sus
colegas del TSJM la rechazaron. Fernández Castro es el
juez que unió su voto al del
presidente de la sala, Francisco Vieira, para anular las
escuchas carcelarias de la red
corrupta Gürtel y quien en
varias ocasiones se ha mostrado a favor, sin éxito, de
imponer una pequeña fianza
al cabecilla de la trama,
Francisco Correa, para que
pueda salir de la cárcel. Pero
no hay ninguna relación fáctica entre ambas causas.
Para aseverar que Emilio
Fernández es el artífice de la
querella contra Torres, la
Guardia Civil se basa "en la
cantidad de veces que así lo
asegura en sus múltiples
conversaciones con distintas
personas el sobrino del magistrado", Acisclo Fernández.
"A mi padre le hubieran puesto en libertad ayer si mi tío
no hubiese hecho la cagada
de la querella contra el juez",
señala Acisclo en una de las
grabaciones. Esa idea la repite en otras grabaciones. Está
convencido de que su padre
es inocente y, pese a ello, no
figura entre los primeros excarcelados del caso Guateque
por la acción de su tío contra
el juez Torres.
El autor de la querella pudo
cometer una infracción disciplinaria grave dado que el
artículo 389 de la Ley Orgánica del Poder Judicial
señala que "el cargo de juez
o magistrado es incompatible
(...) con el ejercicio de cualquier otra jurisdicción ajena a
la del Poder Judicial, con el
ejercicio de la Abogacía y de
la Procuraduría" y, subraya,
"con todo tipo de asesoramiento jurídico, sea o no retribuido".
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 118
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
LE MONDE (FR) • À LA UNE • 3/6/2011 • 17:34:51
Les époux Ben Ali seront jugés dans les "jours ou les semaines" à venir
Le président tunisien déchu,
Zine El-Abidine Ben Ali, et
son épouse Leila Trabelsi
seront jugés par contumace
"dans les jours ou les semaines à venir" pour deux
premières affaires, a déclaré
vendredi 3 juin à la presse un
porte-parole du ministère de
la justice.
Deux dossiers contre l exprésident et sa femme sont
"prêts à être jugés, alors qu
ils sont en fuite" en Arabie
Saoudite depuis la chute du
régime autoritaire le 14 janvier dernier, a déclaré Kadhem Zine El-Abidine, porteparole du ministère de la
justice.
Les juges d instruction ont
terminé leurs enquêtes. Elles
seront transférées à la Cour
Pénale "dans jours ou les
semaines à venir", a ajouté le
porte-parole. Le premier
procès portera sur "la découverte d armes et de drogues
dans le palais présidentiel de
Carthage".
Le ministère tunisien de la
justice avait annoncé le 10
mars la saisie de près de deux
kilogrammes de stupéfiants –
sans doute du haschich –
dans le bureau privé du président déchu au palais de
Carthage.
La deuxième action en justice portera sur les 27 millions
de dollars en liquide découverts en février par la commission tunisienne anticorruption dans un palais de
Ben Ali à Sidi Bou Saïd,
dans la banlieue nord de Tunis.
88
ENQUÊTES
COURS
EN
Au total, 88 enquêtes sont en
cours concernant le couple
Ben Ali, sa famille et d anciens ministres et responsables
du régime déchu, a indiqué le
porte-parole du ministère de
la justice. Leur état d avancement est de"70 % à 80 %",
a-t-il ajouté.
Ces affaires concernent des
cas d homicides volontaires,
d abus de pouvoir, de malversation, de trafic de pièces
archéologiques, de blanchiment d argent et de violation
de la réglementation sur les
marchés publics. M. Ben Ali
a fait appel à un avocat libanais de renom pour assurer sa
défense devant les tribunaux
tunisiens et internationaux, at-on appris vendredi.
Trente-trois membres de son
clan et de celui de son épouse
Leila Trabelsi avaient été
interpellés dans les jours suivant la chute de son régime.
Vendredi, l une des sœurs de
l ex-président, Najet Ben Ali,
a été entendue par un juge d
instruction à Sfax sur son
implication présumée dans
plusieurs affaires, dont l incendie prémédité d un dépôt
de marchandises de contrebande, selon l agence officielle TAP. Elle a été remise
en liberté en attendant la fin
des enquêtes.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 119
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FORBES.COM (US) • NEWS • 3/6/2011 • 17:32:08
Handling New IRS Foreign Reporting Requirements Without Doing Jail
Time
Alice G. Walton
It s better in the Bahamas but
you d better disclose
By Robert A. Green, CPA
with assistance from Mark
Feldman, J.D. and Deborah
King, CPA
If you have unreported foreign accounts of more than
$10,000 and unreported income, you better come clean
with the IRS or you could be
in a heap of tax trouble, the
type that can cost you hundreds of thousands of dollars
and even land you in jail.
While trading has gone global, the IRS is becoming xenophobic over reporting foreign income and accounts.
Americans are trading different types of instruments all
around the world. Some trade
from U.S. brokerage and
bank accounts, but others
trade directly through foreign
brokers and banks. The U.S.
taxes all income, which means it taxes foreign accounts
too.
The IRS is getting very tough
on so-called “tax cheats,” —
U.S. taxpayers hiding income
and assets in offshore accounts. These include, but
are not limited to, foreignbased
banks,
brokerage
firms, and some retirement
funds, entities and trusts.
Hiding offshore income or
just didn’t know to report it?
While some Americans set
up offshore bank accounts in
clandestine ways to purposely cheat the IRS and others
including creditors, investors,
customers, and spouses, others inadvertently omit reporting offshore bank and
brokerage accounts, even
though they report this foreign annual income on their
income tax returns. These
taxpayers don’t even realize
they have to file a separate
Reports of Foreign Bank and
Financial Accounts (FBARs)
to the Treasury.
In many cases, the group that
has reported all income can
comply by filing late FBARs
and thereby avoid tax penalties. But those taxpayers with
both hidden foreign income
and foreign accounts face a
much greater burden with the
IRS. Keep in mind the IRS
figures that if you report foreign income, you probably
will report the foreign accounts and vice versa.
Unfortunately, it’s not easy
for the IRS to distinguish
between purposely cheating
the IRS or inadvertently omitting forms and income.
Generally, if a taxpayer hides
large amounts of income and
related assets offshore over
many years, he is likely trying to cheat the IRS.
Consider reporting hidden
offshore income and accounts under a new IRS program
The IRS is offering a second
voluntary compliance FBAR
reporting program, which
ends on Aug. 31, 2011. Its
first program ended Oct. 15,
2009 and it drew out many
more taxpayers than envisioned. It’s a complex filing and
many of those taxpayers are
still being sought out, even
though they filed by the deadline. It’s a gamble to assume there may be a third
program, so it’s wise to consider coming clean and joining this second program
before it ends.
FBAR reporting includes
obvious foreign accounts like
bank and brokerage accounts,
and the less-obvious ones
like foreign mutual funds,
foreign pension plans and life
insurance. This applies also
to individuals with signature
or other authority over, but
no financial interest in, such
accounts/plans (e.g., offshore
mutual fund managers). IRS
and the Treasury just announced that certain individuals with only signature
authority over foreign accounts have a one-year extension to file the FBAR,
after the upcoming June 30,
2011 filing deadline. Offshore entities and trusts require
special tax reporting too.
Don’t put your head in the
sand on these tax issues because the consequences are
beyond your wildest imagination — possible jail time
for willful and very serious
cases, plus big payments for
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 120
all sorts of penalties, interest,
and back taxes. That’s why I
say xenophobia, because it’s
that scary and attacking.
Congress and the administration are backing the IRS here
to “close the tax gap.” They
agree they should first improve the current rates and
rules before resorting to raising tax rates, which is viewed as a third-rail of politics
for Republicans.
Forget about trying to sneak
in amended income tax returns to report hidden foreign
income with late FBARs.
The IRS made it clear that
“quiet disclosure” of hidden
offshore income won’t work.
The IRS crafted its voluntary
compliance program as a
“my way or the highway”
program.
It’s not a big problem if you
are only late with the FBAR
report itself
Again, if you reported all
your annual foreign income
in connection with these foreign accounts correctly, and
only inadvertently omitted
your FBAR annual reports to
the Treasury, you are permitted to file the FBAR forms
late without penalties and
without a need to enter the
IRS voluntary compliance
program. In fact, the later
would be a mistake in that
instance. If the IRS catches
you first, the late $10,000
penalty applies. For this reason, it’s wise to file all late
year FBAR reports soon and
just be sure you have not
omitted reporting any income
related to those accounts.
Voluntary disclosure of hidden income comes with risks
Don’t confuse the IRS voluntary disclosure program with
an “amnesty” program. You
don’t get off scot-free —
there are huge bills to pay.
The allure of the program is
the avoidance of criminal
prosecution. If you owe the
IRS hundreds of thousands
on unreported hidden offshore income, keep in mind other taxpayers have gotten
jail time for less! You have
every incentive to join this
IRS voluntary disclosure
program on time.
If you’re in danger of criminal prosecution, you should
hire a tax attorney (such as
our outside attorney, Mark
Feldman). Have your attorney hire a CPA as well to
iron out the income tax matters. That way you can extend your attorney-client
privilege in the IRS voluntary disclosure program. If
you have hidden an offshore
account and its underlying
income – earned on the account, and/or earned from
other hidden sources and
deposited to the account –
you should discuss it in confidence with an attorney first.
Time does not expire on these problems, and there is no
place to hide
You can’t just cross your
fingers for three years and
figure your tax year closes,
as is the case on regular income tax matters. As in fraud
cases, your tax years may
remain open for FBAR reporting omissions. For civil
penalties, tax years remain
open for six years. If you
want to sleep well at night,
come clean on FBAR.
The IRS is also after the
banks to boot. Read the nasty
UBS tax bust cases in the
U.S. and Europe and you will
see this is a losing proposition. The IRS compelled UBS
to turn over a portion of their
U.S. client lists. Other American taxpayers were turned
in by whistle blowers, including some who worked at
these banks.
Penalties can be huge
The penalty for failing to file
an FBAR is $10,000 for each
non-willful violation. If you
willfully did not file an
FBAR, the penalty can be
much higher: the greater of
$100,000 or 50 percent of the
amount in the account for
each willful violation. Plus,
each year is treated separately. The $10,000 threshold
for FBAR reporting is in the
aggregate, not per account.
The IRS FBAR “voluntary
disclosure initiative” has
changed recently. The penalty under the new FBAR
initiative is 25 percent of the
highest combined balances
plus substantial understatement of tax penalties of 20
percent if applicable too. The
25 percent FBAR penalty is
lower than the usual penalty,
but higher than the 20 percent from the last initiative.
Notice that penalties under
the voluntary disclosure initiative (25 percent) can be
significantly less than the
regular FBAR penalties (50
percent).
FBAR only is late, and taxpayer is compliant already on
income tax reporting
A taxpayer can file late
FBARs without going through the IRS voluntary disclo-
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 121
sure initiative and without
paying penalties if they have
reported all their foreign income on their annual income
tax returns, and only neglected to file the FBAR report
with the Treasury. Such a
taxpayer should NOT file
under the IRS voluntary disclosure process; otherwise
they may get charged with a
higher penalty regime intended for taxpayers who did
not report all their income.
Learn more on the “2011
Offshore Voluntary Disclosure Initiative Frequently
Asked Questions and Answers” page IRS FAQ # 17 .
When we recommend the
IRS voluntary disclosure
program throughout this article, it’s intended for taxpayers who have not reported
BOTH foreign income and
assets (accounts).
FBAR issues for forex traders
Over the past few years,
many forex traders went offshore, not to cheat on income
taxes, but to get higher leverage than in the U.S. and to
avoid the NFA’s 2009 hedging rule requiring firstin/first-out trading (FIFO).
New CFTC regulations (effective October 2010) over
the off-exchange retail forex
marketplace reversed this
trend. The CFTC blocks foreign banks and brokers from
doing business with Americans unless they follow the
U.S. regulations and register
with the appropriate US regulator.
Some Americans insist on
keeping a foreign broker to
retain 200:1 leverage and
spread betting, rather than
succumb to CFTC rules capping leverage at 50:1 on majors and 20:1 on minors plus
FIFO. Some are tempted to
set up dummy corporations
or hide the accounts — a big
mistake!
Others may move back to
U.S. registered forex brokers
now, but they still may have
open FBAR reports from
prior years, which is a tax
problem that won’t go away.
File the late FBARs before
the IRS catches you and avoid penalties. An FBAR
form is easy to fill out — it
includes the bank’s name,
address, your account number, contact information, and
type of account.
It’s not always clear how to
handle FBAR issues with
foreign affiliates. For example, many forex traders had
accounts with U.S.-based
forex brokers first, and moved their funds to the foreign
affiliates of their U.S. brokers in order to get higher
leverage and avoid the hedging rule.
Most of these traders reported their annual income and
loss on these accounts, but
did not file an FBAR annual
report with the Treasury.
Under the new FBAR regime, these traders should file
late FBAR reports as soon as
possible. Because they reported their offshore income,
they should be in the clear on
bigger problems.
If the client funds are reported on a foreign brokerage
statement, we consider this a
foreign bank account to be
reported under FBAR. In
order to get 200:1 leverage
and spread betting in the UK,
you generally have to have
an account housed with a UK
broker, regulated by the UK
regulator.
Many of these traders have
not filed foreign bank account forms and might not be
complying with FBAR rules.
In some cases, they may argue their funds never left the
U.S. brokerage affiliate and
FBAR was not required. This
matter is confusing and you
should discuss your facts and
circumstances with a tax attorney if you are unsure.
Some foreign forex brokers
mistakenly told their U.S.
clients they did not have to
report foreign trading gains
until the income was repatriated back into the U.S.
That’s clearly very wrong
and these clients now need to
consider the IRS voluntarydisclosure program.
Securities traders are different
Many securities and futures
traders have access to global
instruments and exchanges
through a U.S.-based broker.
Some online brokers differentiate themselves over this
global reach.
As long as the taxpayer’s
brokerage account statements
are in the name of a U.S.based broker and all the transactions are reported on their
1099-Bs or substitutes (no
1099s for forex), the taxpayer can probably figure he
doesn’t have to file an FBAR
in connection with that account. Conversely, funds
moved to another country to
be housed in a foreign affiliate may trigger FBAR concerns.
U.S. vs. foreign?
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 122
Many international banks
and brokers have headquarters outside the U.S. and affiliates in the U.S. registered
with U.S. regulators. An account with an international
bank’s U.S. affiliate is treated like any other U.S.-based
account.
A history of offshore tax
cheating
In the late 1980s I was a
CEO of a French company. I
was surprised to learn that
many French businessmen
had offshore bank accounts
and openly tried to structure
their contracts to pay some
income offshore and the rest
onshore. I balked at these
practices as an American
CEO.
It seemed morally acceptable
in Europe for these taxcheating practices. Using tax
havens has been less acceptable in America, yet many
have done it anyway. The
IRS is leading the charge
against busting tax cheating
through Swiss banks and the
EU has followed suit. Read
the landmark cases of U.S.
tax man vs. UBS, HSBC and
other banks too.
HSBC provided a new type
of tax scheme with offshore
accounts
Tax cheating is not the domain of wealthy Europeans
and Americans only. The
IRS busted HSBC recently
for providing tax-cheating
schemes to Americans. Many
were Indian-Americans seeking hidden offshore accounts denominated in Indian
currency.
In some cases, HSBC was
not clear about moving money abroad to a certificate of
deposit denominated in rupees issued and housed with a
foreign affiliate. Some taxpayers busted by the IRS
have argued they figured
they still had a U.S.-based
account, not a foreign account. When the IRS asked
why they didn’t report the
annual income on the CD,
some have argued it was
non-taxable since it was only
accrued and not paid.
In some cases, they traded
and lost money on stocks as
well as the rupee. Had they
reported the income and loss
each year, it would have been
net tax losses. Now these
taxpayers are embroiled in a
maximum penalty regime.
Others who have not yet been busted by the IRS should
consider the IRS voluntary
disclosure program since in
involves both non-reported
(hidden) income and accounts.
Foreign pension plans
The IRS often treats foreign
pension plans as regular taxable accounts, denying taxdeferral. That means the IRS
will not allow a tax deduction for annual retirement plan
contributions, and the annual
income is subject to income
tax too. In some cases, based
on tax treaties, or an election
filed on time, taxpayers may
obtain tax-deferral treatment,
similar to U.S.-based retirement plans.
If you missed filing your
election (e.g., Canadian retirement plans), our firm can
probably prepare a private
letter ruling to submit to the
IRS, asking to file a late election providing retroactive
relief from inception of the
foreign retirement plan. That
could save you from owing
income taxes on income from
inception of the plan, plus
related penalties and interest.
Here’s the problem with these foreign pension plans. If
the IRS says your plan doesn’t qualify, annual income
inside the plan is therefore
taxable. This means you probably haven’t reported some
foreign income each year.
You inadvertently triggered
the need for the IRS voluntary disclosure compliance
program. That regime of penalties is very stiff and to be
avoided whenever possible.
In special cases of inadvertent and odd triggering of
income, you should consider
other potential strategies,
which are beyond the scope
of this article.
A foreign accounting quagmire
Deciding to come clean and
enter the IRS voluntary compliance program isn’t easy,
but it may be the easier part.
It can be a nightmare to figure out the accounting and tax
treatment when reporting the
hidden income, gains and
losses.
Some tax attorneys have come to our firm because their
clients entered the program
and they need to quickly figure out what income or loss
to report to the IRS.
Some clients had a foreign
bank account trading forex,
stocks and futures, and held
some money in interestbearing vehicles, plus some
alternative investments. They
need to calculate the annual
income and loss and figure
the tax treatment break-
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 123
downs. One challenge is currency appreciation — while
embedded in stock trades —
is part of capital gain or loss
treatment, whereas appreciation of the underlying physical currency while not invested may be ordinary gain or
loss.
We have ideas for cutting
through the maze on this
accounting, so check with us
in these complicated cases.
More resources
For more information on
FBAR, see the irs.gov Website and there are plenty of
other resources on the Internet too. Try this irs.gov link
for Report of Foreign Bank
and Financial Accounts
(FBAR). Here are a few key
points that stand out.
• The aggregate value of all
foreign financial accounts
exceeded $10,000 at any
time during the calendar year
to be reported.
Observation: Notice they
mention “all accounts” and
not per account. If you have
several accounts, each under
$10,000, but over in the aggregate, you need to file the
TDF 90.22-1 and report all
these accounts.
• Exception for:
o IRA owners and beneficiaries;
o Participants in and beneficiaries of tax-qualified retirement plans;
Observation: We point out
above that the IRS may treat
your foreign retirement plan
as “non-tax” qualified, meaning this exception would
not apply.
If you invest in an offshore
hedge fund, you may have
Passive Foreign Investment
Company (PFIC) issues, but
it’s not an account for purposes of FBAR reporting. Some
clients omit reporting PFIC
income and that’s another
problem.
Even though this article focuses solely on FBARs, there
are a bevy of other tax forms
to consider with foreign transactions, companies, trusts
and more. Other tax forms
include but are not limited to:
1) Form 5471 — Information
Return of U.S. Persons With
Respect To Certain Foreign
Corporations
2) Form 8621 — Return by a
Shareholder of a Passive Foreign Investment Company
or Qualified Electing Fund;
3) Form 3520 — Annual
Return to Report Transactions with Foreign Trusts and
Receipt of Certain Foreign
Gifts
Other useful links:
IRS FBAR article
and
2011 Offshore Voluntary
Disclosure Initiative (OVDI)
Bottom line
Foreign wine and clothes are
great, but foreign accounts
can be a pain. Promoters may
promise easy tax cheating,
but it’s anything but that. The
IRS has modern tools and a
mandate from Congress to
rein in what it views as rampant offshore tax cheating.
Although, the government is
focused on the big fish and
big banks, they will catch,
fry and make an example of
small fish too. It’s time to
come clean.
If you haven’t reported both
foreign accounts and income
deposited or earned in those
accounts, consider joining
the IRS voluntary compliance program. By doing so you
may get to keep a small or
large fraction of your offshore money and avoid criminal
prosecution. Plus, you will
sleep better at night.
You are welcome to contact
our tax attorney Mark Feldman,
JD
([email protected]) to
set up a time to speak in confidence about your FBAR
situation. Your communication with Mr. Feldman will
be protected under attorneyclient privilege.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 124
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FORBES.COM (US) • NEWS • 3/6/2011 • 13:04:08
Obama's Top Lawyer: If You Don't Like the Individual Mandate, Earn
Less Income
Alice G. Walton
Acting Solicitor General Neal Katyal. Image by Center
for American Progress via
Flickr.
Philip Klein of the Washington Examiner has been following some of the oral arguments in the Constitutional challenges of Obamacare’s individual mandate, which requires all citizens to buy
health insurance. Over at the
U.S. Court of Appeals for the
Sixth Circuit in Cincinnati,
Neal Kumar Katyal, the acting Solicitor General, was
charged with defending the
law. (Generally speaking, the
job of the Solicitor General is
to represent the federal government in Supreme Court
cases.)
Katyal, when asked about the
individual mandate, pointed
out that the mandate “only
kicks in after people have
earned a minimum amount of
income,” so what’s the big
deal? “Someone doesn’t need
to earn that much income.”
More from Klein:
During the Sixth Circuit arguments, Judge Jeffrey Sutton, who was nominated by
President George W. Bush,
asked Kaytal if he could name one Supreme Court case
which considered the same
question as the one posed by
the mandate, in which Congress used the Commerce
Clause of the U.S. Constitution as a tool to compel action.
Kaytal conceded that the
Supreme Court had “never
been confronted directly”
with the question, but cited
the Heart of Atlanta Motel
case as a relevant example.
In that landmark 1964 civil
rights case, the Court ruled
that Congress could use its
Commerce Clause power to
bar discrimination by private businesses such as hotels
and restaurants.
“They’re in the business,”
Sutton
pushed
back.
“They’re told if you’re going
to be in the business, this is
what you have to do. In response to that law, they could
have said, ‘We now exit the
business.’ Individuals don’t
have that option.”
Kaytal responded by noting
that the there’s a provision in
the health care law that allows people to avoid the
mandate.
“If we’re going to play that
game, I think that game can
be played here as well, because after all, the minimum
coverage provision only
kicks in after people have
earned a minimum amount of
income,” Kaytal said. “So
it’s a penalty on earning a
certain amount of income
and self insuring. It’s not just
on self insuring on its own.
So I guess one could say, just
as the restaurant owner could
depart the market in Heart of
Atlanta Motel, someone doesn’t need to earn that much
income. I think both are kind
of fanciful and I think get
at…”
Sutton interjected, “That
wasn’t in a single speech
given in Congress about
this…the idea that the solution if you don’t like it is make
a little less money.”
Katyal is more right than he
knows. The mandate, combined with Obamacare’s exchange subsidies, will create
profound disincentives for
individuals to make more
money; i.e., become more
economically
productive.
This will crimp tax revenues
and slow economic growth,
leading to higher unemployment and larger budget deficits. All for a policy that will
only exacerbate the free-rider
problem.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 125
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FORBES.COM (US) • NEWS • 3/6/2011 • 10:27:41
Governments Go Broke, Citizens Suffer
Somewhere in the sad tale of
Raymond Zack lies a warning about the future and the
new financial crisis.
Zack, depressed and on disability, walked into San Francisco Bay on Monday…and
allowed the tide to wash him
away to his death. He was
52.
The windsurfers and joggers
at Crown Memorial State
Beach stood and watched.
One called 911. Alameda
police and firefighters showed up. They too stood and
watched. And that’s all they
did.
Funding for the fire department’s water-rescue training
program dried up in 2009.
That meant firefighters had
to use overtime hours to train… and OT has been cut
back recently. So no one had
the proper certification. “Without it, the city would be
open to liability,” reports
KGO-TV.
Two hours later, an off duty
nurse swam out 50 yards to
retrieve Zack’s body. Liability was no longer an issue.
“It’s like you are living in a
different country,” a witness
told the San Jose Mercury
News.
Indeed it is. The country is
broke. And the impact of its
bankruptcy is beginning to
show from the bottom up.
Libraries are closing in Charlotte, N.C. Garbage pickup is
being cut back in Columbus,
Ga. Camden, New Jersey’s
police force has been cut in
half.
As early as January 21, 2010
the Atlanta Journal Constitution was beginning to report
on the seeds of the new crisis: “About 80 percent of
stimulus money has gone
directly to state governments,” the paper observed.
“Instead of being used to
create new jobs, the bulk of
the money has been used to
save existing state government jobs – teachers, law
enforcement and others – and
for shoring up sagging state
budgets.”
In a new documentary, we’ve
tentatively titled “Risk!”,
we’ve been chronicling the
challenge of entrepreneurs in
the post-Panic environment
to create and sustain new
jobs. The policy mix that has
come along with the effort to
save government budgets has
been anathema, in our opinion, to an environment that
encourages entrepreneurship.
Unless the politics change,
and people begin to realize
that government, even at the
local level, cannot be the
guarantor of American pros-
perity, the economy will continue to be hollowed out
from the inside. Capital, in
large quantities, is being misallocated to saving unproductive government assets…
and crowding out investment
in job creating entrepreneurial efforts.
Worst of all, it’s not like the
government is using its savings to fund their spending
sprees. As you know, the
U.S. government has no savings. Instead policymakers
have chosen to swipe Uncle
Sam’s credit card and…poof,
everything has been magically “paid” for.
We can’t help but sit back
and wonder what the world
looks like when that credit
card is eventually cut off. Or
when it becomes much more
expensive for the Federal
government to borrow money.
As we pointed out in our first
film, I.O.U.S.A., the States
can’t print money. They have
to cut spending. They have to
cut services like policeman,
firefighters and trash collection. For most Americans,
those cuts won’t be popular.
As we’ve seen all across the
country, people get angry
they things they’ve been
“promised” are cut.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 126
But unlike the States, when
the Federal government’s
credit card it cut off they
don’t have to cut back. They
can continue to spend. Con-
tinue to promise. And continue to run the printing presses day and night to pay for
political whims. But for how
long?
More Catalysts for the Impending Crisis by Addison
Wiggin originally appeared
in the Daily Reckoning.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 127
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FORBES.COM (US) • NEWS • 3/6/2011 • 20:59:38
The Week Ahead: Key Levels to Watch
Tom Aspray
Lingering fears about the
markets will bring more
choppy trading, but watch for
buying opportunities in more
defensive sectors, writes
MoneyShow.com
Senior
Editor Tom Aspray.
Last week’s plunge in the
stock market certainly shifted
the focus back to not only the
concerns over the US recovery, but also fears of a new
recession.
The market resumed on a
bullish note after the Memorial Day weekend, as the initial news about Greece’s debt
problem was encouraging.
That ended in a hurry on
Wednesday, as a leading
index of manufacturing activity fell to a 19-month low
and the ADP Employment
report painted a dismal picture for jobs.
The major decline in stock
prices on Wednesday had
some of the earmarks of a
panic selloff, as the gains of
the past five days were quickly erased. The “wall of worry” that I referred to last week got considerably higher
once the dire headlines in the
financial press had investors
running for cover.
As stock prices plunged, there was a rush to safety as the
yield on the ten-year Treasury dropped below 3% for
the first time since last De-
cember. Even the 30-year US
bonds got a momentary boost, and of course, the dollar
came under further pressure.
The news late Friday of progress in the resolution of
Greece’s debt problems took
some pressure off the US
markets, and most of the European markets were a bit
higher, while the Greek stock
market was up over 4%.
The market was therefore
expecting a very weak jobs
report on Friday, and we got
just that, as the number of
new jobs was even lower
than most downgraded estimates. Stocks plunged on the
opening, with the cash S&P
reaching a low of 1297.90 in
early trading and the Dow
was down almost 145 points.
Both averages closed above
the lows, but investors are
now wondering whether there is any hope for stocks this
summer.
The euro bounced as well,
but there are still worries
about the contagion spreading to Spain, Italy, and/or
Belgium. The auction of
Spanish bonds went better
than expected which was a
slight positive.
As I discussed on Thursday
in an in-depth technical review of the stock market, there
are no signs yet that this anything more than a correction
within the uptrend from the
March 2009 lows. Since the
major averages topped in
early May, one can make a
strong case for a good rebound in the next few weeks,
especially if the bearish sentiment continues to build.
Several other monetary officials will also be speaking
this week, which may shed
some light on the end of
QE2. Clearly still overhanging the markets and the economy is the ongoing debate over the debt ceiling.
However, last week’s plunge
has caused some damage to
the confidence in the market,
so choppy trading is likely
before stocks can mount a
decent rally.
See video: Watch Out for the
Chop
Very little on the economic
calendar this week, with Ben
Bernanke speaking at the
Atlanta IMF conference on
Monday, then the report on
jobless claims due Thursday.
WHAT TO WATCH
For most investors, the longer-term trend is what should
be important, and for any
position, it is critical that
stops be used. The weekly
and monthly analysis is the
best way to get a clear picture of the dominant trend.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 128
As I’ll discuss in more detail
below, here are the key support levels to watch:
Dow Industrials: 12,093 and
11,555; Diamonds Trust
(DIA): $120.65 and $115.51
S&P 500: 1294.70 and
1249.05;
Spyder
Trust
(SPY): $129.51 and $125.28
Nasdaq 100: 2298.72 and
2254.88; PowerShares QQQ
(QQQ): $56.47 and $55.32
Russell 2000: 807.93 and
775.90; iShares Russell 2000
Trust (IWM): $79.75 and
$77.57
Click to Enlarge
S&P 500
The Spyder Trust (SPY) violated the critical short-term
support at $131.38 on Thursday while the daily uptrend
at $130.50 was broken on
Friday’s opening. SPY has
closed back above that level
and the April lows at $129.51
are still holding.
On a clear violation of this
level, the next important
support is at the March lows
of $125.28.
The weekly NYSE Advance/Decline (A/D) line is a
key measure of the market’s
internal strength, and it will
make a new high this week.
Unlike the market high in
April 2010, when the A/D
line formed a negative divergence (see circle), no divergences are now evident.
odds of a decline to the March lows at $115.51.
Both the S&P 500 and the
weekly A/D line are well
above their major support, as
indicated by the uptrends,
lines a and b.
The Dow Transportation
Index is an important market
average to watch since it has
been a leader since the March 2009 lows. The key support levels to watch are at
5175 and then 4907.
Resistance for SPY is now at
$132.50 and $134.50.
Dow Industrials
The monthly chart of the
Dow Industrials shows that
momentum did turn down
slightly in May, but no divergences have formed.
At the April 2010 highs,
momentum did form a negative divergence, line d. Of
course, at the 2007 bull market highs, a much stronger
divergence was formed (line
c).
The Diamonds Trust (DIA),
like SPY, has violated the
May lows at $122.80, but it
is holding above the April
low at $120.65. A break of
this level would increase the
Resistance for DIA is now at
$124 with further resistance
at $125.50.
Dow Transportations
Nasdaq 100
The PowerShares QQQ Trust
(QQQ) has not yet violated
the May lows at $56.47 and
has further support at $55.32.
First resistance is now at
$57.45 and then in the
$58.50 area.
Russell 2000
The iShares Russell 2000
Trust (IWM) topped out ahead of the major average in
April and just barely violated
the May lows at $80.76 on
Friday. Once below $80.76,
the next major support is at
$79.75 and then $77.57.
Resistance for IWM is heavy
in the $83.50-$85 area.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 129
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FORBES.COM (US) • NEWS • 3/6/2011 • 01:53:30
California Steps Up Efforts to Tax Online Sales
So I’m not one for “I told
you so” but… Okay, who are
we kidding? I totally am.
About two and a half years
ago, I suggested that California, despite its reputation as a
mecca for start-up, tech and
internet based businesses,
might consider aggressively
pursuing existing sales tax
laws in an effort to draw in
online sale to boost revenues.
A few months later, in May
2009, California began exploring ways to enforce collection of sales tax from online sales. They were specifically interested in New
York’s view of taxing online
sales based on an expanded
view of nexus. Nexus is the
legal concept of presence;
states must establish a connection between a taxpayer
and the state in order to impose taxes. That used to be
an easy test: are you located
in the state or not? Direct
mail catalogs changed the
question a bit. And online
sales have challenged it even
more.
New York took the aggressive position that Amazon.com
affiliates inside the state were
enough to establish nexus for
the company. If that were
true,
then
Amazon.com
would be required collect
sales tax on all sales inside
the state. Amazon.com challenged this notion in court
and lost. The court found that
the internet giant “did not
even come close” to proving
its position that the law was
unConstitutional.
No doubt emboldened by this
decision, California tried its
hand with a similar law. At
the time, I noted how relatively quiet Amazon.com remained during those efforts,
considering how loudly they
screamed at similarly-themed
efforts in North Carolina,
South Carolina, Rhode Island
and Hawaii.
The law passed but was immediately vetoed. Then-Gov.
Arnold Schwarzenegger publicly indicated his opposition to the law, claiming that it
would kill business in the
state and likening the measure to a tax hike.
With Schwarzenegger out of
office (and I feel comfortable
that this is a permanent condition), California is trying
again. This week, the California State Assembly passed
a law, AB155, that would
require online retailers, including Amazon.com, to
impose and collect sales and
use taxes. The vote was overwhelmingly positive in
the House and now moves to
the Senate. Supporters of the
bill went out of their way to
note that this is not a new tax
but forced enforcement of an
existing tax.
Those opposed to the bill
were quick to label it as “anti-business.” That may be a
bit of a misnomer. Many of
the biggest retailers in the
state, including Wal-Mart
and Best Buy, have backed
efforts to tax online sales (as
they did in South Carolina).
Amazon.com represents their
competition; since Wal-Mart
and Best Buy have real brick
and mortar stores, they have
to charge sales tax while
Amazon.com does not. Those big box retailers have aligned themselves with the
traditionally small stores they
have crushed chased out of
town run out of business increasingly replaced. But, as
I’ve said before, politics make for strange bedfellows.
Assuming that the measure
becomes law, it would generate some serious revenue for
the state. It’s been estimated
that there are at least $1 billion worth of sales taxes in the
Golden State that escape collection. Speculation is that
$83 million of those sales
taxes can be attributed to
Amazon.com.
So what does any of this mean for you and I? Everything.
New York and California are
two of the largest states in
the country and their populations spend a significant amount of dollars. If California joins New York in successfully imposing a sales tax
on online sales, you can bet
other states will take notice.
Many such states have quietly watched on the sidelines
as Amazon.com has picked
battles with other states (such
as my home state of North
Carolina) but this one is the
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 130
big one. A win for California
here will mean one of two
things:
1, Other states will adopt a
similar law.
2, This matter finds itself in
the Supreme Court.
My money is on both.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 131
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FORBES.COM (US) • NEWS • 3/6/2011 • 16:02:10
Five Lessons from the Fall of John Edwards
Merrill Matthews
My, how the mighty have
fallen! John Edwards, former
U.S. senator from North Carolina, Sen. John Kerry’s
pick for his vice presidential
nominee in 2004, and a serious contender for the Democratic presidential nomination in 2008 has been indicted
for violating campaign finance laws.
Some of us always thought
he was a fraud, but only recently have we learned it was
the indictable kind.
When we listened to Edwards’ one-time close aide
and fall guy Andrew Young,
his wife by his side, outline
in a television interview the
various ways Edwards had
asked him to lie and deceive,
America was speechless.
Edwards was willing to do
anything—as well as ask
others to do anything—to
protect his career and chances of becoming (1) president
of the United States, (2) vice
president of the United States, or (3) attorney general.
How does a person like Edwards sink so low? Actually,
that’s not so hard to answer
since he wasn’t very high to
begin with.
Furthermore, why did someone like Young allow himself
to be dragged down, too? I
mean, asking Young to lie to
the media that he was the real
father of Edwards’ lovechild
with Rielle Hunter?
And why didn’t Young’s
wife slap some sense into
him?
Fortunately, there are some
lessons to be learned in this
tragedy, if those in positions
of power will listen.
(1) Politicians need honest
employees and friends. People who work for and hang
around politicians, and especially the young and impressionable, can easily become
infatuated. Andrew Young
certainly was the first time he
met Edwards. That infatuation can lead people to do
things they wouldn’t normally do.
It doesn’t help that powerbrokers in government are
often charismatic and can be
difficult to say no to. But
that’s exactly what’s needed.
The powerful need honest
people around them—staff
and friends—who are willing
to say, “That’s the stupidest
thing I’ve ever heard.” The
boss may not like it, but the
boss needs to hear it from
those he trusts. Had Andrew
Young put his foot down
with Edwards, he might have
lost his job, but they would
both have been much better
off.
(2) Cover-ups are temporary.
The only thing permanent in
Washington is a government
agency; everything else is
temporary, especially secrets—and that goes double
for tawdry, salacious secrets.
The story is that Edwards
was trying to cover up his
affair just long enough for
President Obama to name
him, he hoped, as attorney
general. What Edwards thought he would do when the
truth came out after the nomination, if he got it, is unclear. Not only was he betraying the public’s trust, but
Obama’s as well.
Ironically, it isn’t usually the
offending deed that gets politicians—and others—in trouble, it’s the cover up. That’s
often where the law is actually broken. And that’s what
happened with Edwards. All
of the marital deceit and lies
to the public are despicable,
but they aren’t criminal. Misusing campaign funds is.
Better to fess up than cover
up; there may be a scandal,
but there won’t be jail time.
(3) A person who will lie on
camera will lie to you. John
Edwards looked right into the
camera and adamantly denied that the lovechild was his.
Any staffer who has just seen
the boss lie on camera to
protect his backside needs to
know the boss will lie to the
staff also, if the boss thinks
it’s in his best interest. At
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 132
that point, you are never again be sure whether the boss is
lying or telling the truth.
We saw it with Bill Clinton
and his Monica Lewinsky lie:
“I did not have sexual relations with that woman, Ms.
Lewinsky.”
Once Clinton fessed up—
which he only did when he
was forced to—staff and friends knew he was a baldface liar, though I suspect
most of them knew it before
then. To this day I cannot tell
whether Clinton is telling the
truth or lying, so I never believe a word he says (which
is probably a safe bet).
(4) Loyalty can also be a
fault. In Washington loyalty
is held at a premium. That’s
understandable. And yet whi-
le loyalty is a virtue, it can
also be a fault.
For example, Robert E. Lee
used to prioritize his loyalties
first to God, then family, and
finally country. Lee didn’t
say it, but the boss, a friend
or a politician probably come
fourth, maybe a distant fourth.
Being loyal to a politician is
important, but it doesn’t
trump—er, better use a different word—outrank loyalty
to the first three. When a
politician like Edwards demands loyalty, that loyalty
comes at the expense of the
first three categories.
(5) Trial lawyers still can’t
be trusted. Not all trial lawyers are sleazy; many are
honest professionals who
provide an important service
to people who have suffered
harm. But some trial lawyers
make sleaze look respectable.
They are the ones who run
around looking for class action lawsuits, try to drum up
“victims,” and may even cut
deals with judges to move
their cases forward.
They make a very good living by finding victims, fabricating harms and convincing a jury to give them a lot
of money. A politician who
made his career honing those
skills is a threat to the country and the Constitution.
Exhibit A: John Edwards.
Merrill Matthews is a resident scholar with the Institute
for Policy Innovation in Dallas,
Texas.
http://twitter.com/MerrillMat
thews
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 133
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FORBES.COM (US) • NEWS • 3/6/2011 • 15:53:27
Amnesty International at 50
Jesse Thomas
Amnesty International celebrated its 50th anniversary
this week, and JESS3 was
honored to be a part of the
festivities. Along with Amnesty, we produced a set of
five infographics detailing
the heralded organization’s
accomplishments and some
of its core issue areas.
What has Amnesty International to celebrate after 50
years in the business of advancing human rights? Besides a Nobel Peace Prize, a
United Nations Prize in the
Field of human rights and a
membership of more than
3,000,000 people protecting
individuals they have never
met? Take a look. (Click the
images below for the fullsized image.)
In this image, the timeline of
Amnesty’s accomplishments
are laid out from bottom-totop, left-to-right, over an
image inspired by the organization’s signature candle.
That candle was the brainchild of British lawyer Peter
Benenson, who founded
Amnesty after hearing the
story of two Portuguese students imprisoned for toasting
to freedom. Benenson chose
the candle wrapped in barbed
wire as the embodiment of an
old Chinese proverb: “It is
better to light a candle than
to curse the darkness.”
One of the areas in which
Amnesty has an impact is in
the lives of the unjustly imprisoned. One such prisoner
for whom Amnesty is mobilizing folks is Maher Arar, a
Canadian national abducted
by the U.S. government, who
then served time in Syrian
prisons for almost a full year.
There, he was tortured, beaten with an electrical cable
and threatened with electric
shock, but never charged
with any wrongdoing or
compensated for his needless
suffering. Here’s an overview of Arar’s story.
Amnesty is also dedicated to
abolishing the death penalty.
The trend worldwide is definitely towards abolition, but
five countries continue carry
out 98 percent of all executions: Iran, China, Pakistan,
Saudi Arabia and the United
States. As one of the primary
forces for human rights in
this world, it seems pretty
remarkable that the U.S. keeps such terrible company in
applying capital punishment
so liberally, but these are the
facts.
Amnesty isn’t just concerned
with the rights of prisoners,
however. human rights
should also extend to the
unimprisoned. Another one
of the organization’s campaigns is to address the U.S.
maternal health crisis. The
United States, the most powerful and wealthy country
in the world, ranks 49th in
maternal mortality. The
numbers looks even worse
when race is factored in, with
African-American mothers
facing over 300 percent the
risk of death from pregnancy
complications as white women.
It’s been great working with
Amnesty International and
help celebrate their 50 years
of advancing human rights.
If you want to get involved, a
great way to start is to participate in Amnesty’s signature “Write for Rights” campaign. On International human rights Day — every
December 10 — the organization hosts a write-a-thon,
mobilizing hundreds of thousands to make their voices
heard in support of human
rights. Mark your calendar!
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 134
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FRANKSURTER ALLGEMEINE (BL) • WIRTSCHAF • 3/6/2011 • 19:03:29
„Ein klares Szenario“ in Stufen
Die Ministerpräsidenten haben bei Kanzlerin Merkel tiefgreifende Änderungen an den
Ausstiegsplänen durchgesetzt. Die Atomkraftwerke sollen nun schrittweise bis 2022 vom
Netz gehen. Konsens besteht über eine „Kaltreserve“ aus Gas- und Kohlekraftwerken.
Die Ministerpräsidenten der
Länder haben in einem
Gespräch mit Bundeskanzlerin Angela Merkel (CDU)
tiefgreifende Änderungen an
den Ausstiegsplänen der
Bundesregierung aus der
Kernenergie
durchgesetzt.
Die noch produzierenden
deutschen
Kernkraftwerke
sollen nun doch schrittweise
und nicht auf einen Schlag
erst in zehn Jahren abgeschaltet werden.
Eine entsprechende Forderung der Länder akzeptierte
die Bundesregierung am
Freitag. Vorgesehen seien
fixe Abschaltdaten für jeden
einzelnen der verbliebenen
neun Meiler in den Jahren
2015, 2017, 2019, 2021 und
2022, sagte Bundeskanzlerin
Angela Merkel nach einem
Gespräch
mit
den
Ministerpräsidenten.
Die
sieben ältesten Reaktoren
und Krümmel bleiben abgeschaltet.
rhein-weSTFälische
Ministerpräsidentin Hannelore Kraft (SPD). Nun gebe es
ein klares, planbares Ausstiegsszenario. Wichtig sei für
die Länder, dass der Ausstieg
unumkehrbar sei. Frau Merkel sagte: „In der Grundstimmung habe ich hier viel
Übereinstimmung gespürt.“
Auch der Vorsitzende der
Ministerpräsidentenkonferen
z, Haseloff (CDU, SachsenAnhalt) gab sich optimistisch, einen Konsens zu finden.
Auf die Forderung nach einem Stufenplan zur Abschaltung der Reaktoren hatten
sich die Ministerpräsidenten
direkt vor dem Treffen mit
Kanzlerin Merkel geeinigt.
Der bisherige Entwurf der
Atomgesetznovelle sah dies
nicht vor, sondern eine Welle
von Abschaltungen 2021 und
2022. Nun sagte die Kanzlerin zu, dass dies in dem Gesetz vor der Kabinettsentscheidung am Montag „völlig
deutlich“ festgelegt werde.
„Klares, planbares Ausstiegsszenario“
Gesetz zur Endlagersuche
Damit zeichnet sich ein historischer Kompromiss von
Bund und Ländern über die
Energiewende
ab.
Die
Länder seien zu einem echten
und dauerhaften Energiekonsens bereit, sagte die nord-
Zudem einigten sich Bund
und Länder nach Merkels
Worten auf ein Gesetz zur
Endlagersuche bis zum Jahresende. Neben der „ergebnisoffenen Erkundung“ des
Salzstocks Gorleben soll
damit auch die „Untersuchung neuer Formationen“
anberaumt werden. Beim
Streit um die sogenannte
Kaltreserve gaben die Länder
offenbar nach.
Vor dem Treffen verabredeten die Ministerpräsidenten,
die sogenannte „Kaltreserve“
- also das Vorhalten eines der
sieben älteren und schon jetzt
vom Netz genommenen
Kernkraftwerke bis zum
Frühjahr 2013 im „Standby“-Modus - sei abzulehnen.
Dieser Passus in der Koalitionsabsprache
war
auf
Drängen der FDP-Führung
zustande gekommen, aber
auch von Frau Merkel ausdrücklich begrüßt worden. Es
müsse der Gefahr begegnet
werden, dass es zu einer Stromknappheit in Deutschland komme, lautete die
Begründung. Statt einer
„Kaltreserve“ eines Kernkraftwerkes forderten die
Länder eine „Kaltreserve“
aus Gas- und Kohlekraftwerken.
„Niemand möchte in Deutschland einen Blackout“
Frau Merkel stimmte dem
Anliegen der Länder zu, sofern dies technisch möglich
sei. Man sei sich einig, dass
möglichst
konventionelle
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 135
Kraftwerke
als
Reservekapazität gegen etwaige Stromausfälle in den
kommenden beiden Wintern
genutzt werden sollen.
„Niemand möchte in Deutschland einen Blackout“, sagte
die Kanzlerin. „Trotzdem
würden wir es begrüßen,
wenn es gelänge, ohne dass
eines der sieben Kraftwerke
wieder ans Netz geht.“
Frau Kraft sagte nur, die
Länder seien der Auffassung,
dass konventionelle Kraftwerke als Reserve ausreichten. Außerdem hätten sie
Zweifel, dass es technologisch sinnvoll sei, Atomkraftwerke als Kaltreserve zu nutzen. Differenzen gibt es nach
Darstellung beider Seiten
noch beim Planungsrecht für
den Ausbau von Netz- und
Kraftwerkskapazitäten. Dieses will der Bund, die Länder
wollen es aber behalten. Dazu sei eine Arbeitsgruppe
eingesetzt worden, hieß es.
Zwar bedürfen nach Auffassung der Bundesregierung
die geplanten Gesetzentwürfe
nicht der Zustimmung des
Bundesrates. Doch falls die
Bundesländer
mit
einer
Zweidrittelmehrheit im Bundesrat einen Einspruch gegen
eines der Gesetze einlegten,
könnte die schwarz-gelbe
Koalition ihr Anliegen im
Bundestag nur durchsetzen,
wenn sie dort ebenfalls eine
Zweidrittelmehrheit mobilisiert. Dies gilt als ausgeschlossen. Frau Merkel versicherte: „Wir wollen nicht
gegen die versammelte Meinung der Länder agieren.“
Bundesregierung als Gesetzentwürfe in den Bundestag
einbringen. Am Donnerstag
ist
nach
einer
Regierungserklärung
Frau
Merkels - deren erste Lesung
im Bundestag vorgesehen.
Frau Merkel teilte mit, es
bleibe beim Abschluss der
Beratungen am 8. Juli im
Bundesrat.
Bundeskabinett soll am Montag
Gesetzentwürfe
beschließen
Der
Parlamentarische
Geschäftsführer der SPDFraktion,
Oppermann,
plädierte dafür, den Atomausstieg bis 2022 im
Grundgesetz zu verankern.
Nach dem Gespräch mit den
Ministerpräsidenten traf sich
der Koalitionsausschuss der
Partei-und Fraktionsvorsitzenden der schwarz-gelben
Koalition. Über das Wochenende sollen dann die Gesetzentwürfe zum Atomausstieg
abschließend formuliert werden. Am Sonntagabend werden sie - wie es vor Kabinettsentscheidungen üblich ist in
einer
Sitzung
der
Staatssekretäre der Ministerien unter Vorsitz von Kanzleramtsminister Pofalla (CDU)
behandelt.
Am Montag soll das Bundeskabinett die Gesetzentwürfe beschließen. Zudem
werden dann die Koalitionsfraktionen tagen und ihrerseits die Formulierungen der
Der
niedersächsische
Ministerpräsident McAllister
(CDU)
verlangte,
die
Zuständigkeiten beim Netzausbau und bei der Planung
von Höchstspannungstrassen
zwischen Bund und Ländern
aufzuteilen. „Das Raumordnungsverfahren könnte auf
den Bund übertragen werden,
die Planfeststellungsverfahren sollten allerdings bei
den Ländern verbleiben“,
sagte McAllister im Deutschlandfunk.
Text: FAZ.NET mit ban.
sowie dapd
Bildmaterial:
TERS
dpa,
REU-
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 136
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FRANKSURTER ALLGEMEINE (BL) • POLITIK • 3/6/2011 • 14:41:56
Im Gespräch: Der serbische Präsident Boris Tadic: „Wir haben nichts
zu verbergen"
Wer hat Radovan Karadzic und Ratko Mladic geschützt? Serbien will es herausfinden,
der Welt mitteilen - und dann von der EU so behandelt werden wie Kroatien. Der serbische Präsident Boris Tadic im F.A.Z.-Gespräch über Kriegsverbrecher und die mögliche
europäische Zukunft des Landes.
Zwei Wochen nach der Regierungsübernahme durch Ihre
Demokratische Partei im Juli
2008 wurde Radovan Karadzic verhaftet, nun folgte die
Festnahme von Ratko Mladic. In weniger als drei Jahren war möglich, was zuvor
mehr als ein Jahrzehnt angeblich unmöglich war. Wie
kam das?
Durch die neue Besetzung
unseres nationalen Sicherheitsrates, der sich mit internationalen
Sicherheitsbehörden
und
ausländischen Geheimdiensten abgestimmt hat. Zum
Sicherheitsrat gehört ein
Fahndungsteam zur Suche
nach mutmaßlichen Kriegsverbrechern, in dem auch
Vertreter des Haager Tribunals saßen. Für unsere Arbeit
gab es also stets Kontrollmechanismen - jede Woche,
jeden Tag, 24 Stunden, immer. Nachdem im Juli 2008
die notwendigen Informationen eingegangen waren,
wurde Radovan Karadzic
sofort ausfindig gemacht und
verhaftet. Wir hofften, danach auch Mladic schnell finden zu können, um nicht weitere Zeit zu verlieren - denn
für jeden Tag, der ohne die
Verhaftung Mladics verstri-
ch, musste Serbien einen
hohen politischen Preis zahlen. Wir wussten, dass Serbien ein Glaubwürdigkeitsproblem haben würde, solange Mladic nicht ausfindig
gemacht und nach Den Haag
überstellt wird. Seit wir das
nun getan haben, kann ich
sagen: Es ist endlich vorbei!
Eine große Leistung ist vollbracht - obwohl wir natürlich
den Fall Goran Hadzic, also
des letzten flüchtigen Angeklagten, auch zum Abschluss
bringen wollen.
Sind Sie da optimistisch?
Ja. Wenn wir Karadzic und
Mladic finden konnten, werden wir auch Hadzic finden.
Wir haben Verbündete aus
anderen Nachrichtendiensten
mit unseren Fahndungsmethoden vertraut gemacht, und
alle versicherten uns, dass
wir tun, was getan werden
kann und deshalb am Ende
Erfolg haben werden.
Warum hat Serge Brammertz, der Chefankläger des
UNKriegsverbrechertribunals,
dann noch sechs Tage vor
Mladics Festnahme von Serbiens „vollständiger Erfolglosigkeit“ bei der Suche
nach Kriegsverbrechern gesprochen?
Wir arbeiten sehr gut mit
dem Repräsentanten des Haager Tribunals im Fahndungsteam zusammen, aber
Brammertz war der Ansicht,
dass unsere Aktionen nicht
rigoros genug seien, dass wir
nicht
genügend
Sicherheitskräfte im Einsatz
haben. Bei der Methode, die
unser Fahndungsteam und
unsere Dienste angewandt
haben, ging es um die Suche
nach einzelnen Signalen und
Spuren. Und diese Suche war
am Ende erfolgreich.
Stimmt es, dass der Belgrader Repräsentant des Haager
Tribunals erst ab Mitte 2008,
also nach dem Machtverlust
des
früheren
Ministerpräsidenten Vojislav
Kostunica, an den Arbeitstreffen des Fahnungsteams
teilnehmen durfte?
Ja. Das Fahnungsteam entstand in seiner heutigen Form
erst mit der Bildung der neuen Regierung im Jahr 2008.
Zu Zeiten der KostunicaRegierung gab es das nicht.
Auch unter den Sicherheitsdiensten und Behörden gab
es keine echte Abstimmung.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 137
Erst seit 2008 liefen alle Informationen im Fahnungsteam beziehungsweise im Nationalen Sicherheitsrat zusammen.
Nichts wurde mehr zurückgehalten. Alle wussten, was
sie zu tun haben. Mein Arbeitstag begann und endete
mit einer Unterrichtung über
den Stand der Ermittlungen
in Sachen Karadzic, Mladic
und Hadzic. Dass am Ende
auch Mladic ausfindig gemacht und verhaftet werden
konnte,
war
keine
Selbstverständlichkeit angesichts seiner sehr durchdachten Art und Weise, sich zu
verstecken. Heute, wo er
entdeckt ist, sieht das alles
einfach aus, aber so war es
nicht. Unsere Behörde werden der Öffentlichkeit in
Kürze
mitteilen,
was
tatsächlich geschehen ist in
all den Jahren.
Wird dann auch zu erfahren
sein, bis wann der serbische
Staat oder einzelne Organe
des Staates Mladic aktiv geschützt haben?
Selbstverständlich
werden
wir untersuchen, ob jemand
aus dem Staat Mladic unterstützt hat. Ich glaube, anfangs
war es der Fall, am Ende
aber nicht mehr - und das ist
ein wichtiger Unterschied.
Von den sechzehn Jahren,
die Mladic sich der Verhaftung entzog, entfallen die
ersten fünf auf die Herrschaftszeit von Slobodan Milosevic, da geschah ohnehin
nichts. Später gab es eine
Zeit, in der Mladic nicht aktiv geschützt wurde, es aber
die unausgesprochene Übere-
inkunft gab, ihn nicht auszuliefern.
Im November 2002 sagte
Serbiens damaliger Innenminister Dusan Mihajlovic der
F.A.Z., Mladic habe sich bis
Mitte 2001 mit Wissen der
Regierung in Belgrad in seiner Wohnung im Stadtteil
Banovo Brdo aufgehalten also noch eineinhalb Jahre
nach dem Sturz Milosevics,
als in Serbien längst die demokratische Opposition an
der Macht war.
Das stimmt. Es war anfangs
allgemein bekannt, wo sich
Mladic in Belgrad aufhielt.
Damals ging es zunächst um
die Auslieferung des früheren Präsidenten Slobodan
Milosevic. Es war keine ausreichende
politische
Kapazität vorhanden, um die
gesamte Zusammenarbeit mit
dem Haager Tribunal zum
Abschluss zu bringen. Ich
habe Verständnis für die Zurückhaltung der damaligen
Regierung unmittelbar nach
der demokratischen Revolution gegen Milosevic, denn
die serbische Gesellschaft
befand sich damals in einem
unmöglichen Zustand.
Einige serbische Politiker
bezeichnen die Auslieferung
von mutmaßlichen Kriegsverbrechern nach Den Haag
als Verrat, andere als notwendiges Übel auf dem Weg
zur EU-Mitgliedschaft. Sie
sprechen von einer moralischen Verpflichtung. Ist das
schon mehrheitsfähig in Serbien, oder wird es Ihrer Partei bei der nächsten Wahl
Stimmen kosten?
Natürlich muss ein Politiker
die Unterstützung der Bürger
im Auge behalten, denn sie
ist die Voraussetzung dafür,
dass er politisch wirken und
die Realität verändern kann.
Wer nicht genügend Stimmen erhält, kann keinen echten Einfluss auf gesellschaftliche Prozesse nehmen und
sie nicht in seinem Sinne
ändern. Die zweite Dimension ist die moralische. Nehmen Sie Brandts Kniefall in
Warschau - ein Sinnbild der
Moral für ganz Europa. Eine
moralische Geste, zu der ein
Politiker immer bereit sein
muss, unabhängig von den
Stimmen, die er dadurch
womöglich verlieren wird.
Ich weiß, dass die Mehrheit
der serbischen Bürger nicht
für die Verhaftung von Ratko
Mladic war. Ich weiß auch,
dass man der Mehrheit der
Bürger in Serbien diesen
Schritt
derzeit
nicht
abschließend erklären kann,
da alle glauben, das Haager
Tribunal sei ein Gerichtshof
gegen das serbische Volk.
Ähnlich verhält es sich übrigens in Kroatien nach der
Verurteilung von Ante Gotovina und anderen Generälen.
Aber als Präsident muss man
bereit sein, in bestimmten
Momenten einen Preis zu
zahlen. Ich habe keinen Augenblick lang geschwankt, ob
ich bereit bin, den Preis zu
zahlen. Seit jeher treffe ich
auch Entscheidungen, für die
ich nicht den Rückhalt der
Mehrheit habe. Ich glaube,
dass die Menschen am Ende,
wenn etwas Zeit vergangen
ist, doch bereit sind, schwierige Entscheidungen zu respektieren. Ich sehe auch kei-
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 138
nen Sinn in meiner Arbeit,
wenn ich keine schwierigen
Entscheidungen treffen kann.
Wenn sich in Serbien und auf
dem westlichen Balkan nichts ändert, werden wir Gefangene einer verfehlten
Geschichte bleiben. Ich kann
die Mehrheit der Bürger, die
mich
unter
diesen
Umständen nicht unterstützen, also voll und ganz verstehen. Ich glaube aber, dass
sie am Ende verstehen werden, was geschehen ist und
warum Serbien dies tun
musste. Vielleicht werde ich
in einigen Jahrzehnten die
Unterstützung für das bekommen, was ich getan habe.
Aber jetzt habe ich nicht das
Recht, Rücksicht auf die
momentane Reaktion der
Menschen zu nehmen. Wir
können eine Region, die sich
allzu lange immer wieder in
Konflikte gestürzt hat und
von einem Krieg in den
nächsten schlittert, nur mit
solchen Schritten verändern.
Ihr Werben für Serbiens Kooperation mit Den Haag wird
im Inland von einigen nationalistischen
Medien
bekämpft, vor allem von der
Boulevardzeitung „Alo“, die
extremistische
Positionen
vertritt. Das Blatt befindet
sich im Besitz von Ringier
und Springer. Schert es die
Investoren nicht, wie es um
das politische Klima im Lande bestellt ist?
Leider kümmern sich einige
Investoren, die in Serbien in
Medien
investieren,
tatsächlich nicht genug um
die politischen und sozialen
Konsequenzen
ihrer
Tätigkeit. Allein der Profit
interessiert sie. Mich beunruhigt das zutiefst. In den
neunziger Jahren, als wir
dem Milosevic-Regime gegenüberstanden und vielfachen Drohungen seitens der
damaligen Machthaber ausgesetzt waren, hegte ich die
Illusion, dass sich in Serbien
von
allein
ein
proeuropäisches
Verständnis
herausbilden wird, sobald es
zu einer Demokratisierung
der Medien kommt und
ausländisches Kapital in den
Sektor fließt. Heute sehen
wir uns jedoch mit der absurden Situation konfrontiert,
dass Medien, die sich im
Besitz von Investoren aus der
EU und ihren engsten
Partnerländern befinden, in
diesem Fall aus Deutschland
und der Schweiz, zu Trägern
des antieuropäischen Geistes
in Serbien werden. Das ist
völlig paradox.
Sie haben eine Untersuchung
des Netzwerks von Mladics
Fluchthelfern angekündigt.
Könnten die Untersuchungen
unangenehme Folgen für
einige serbische Politiker
haben, womöglich sogar für
frühere Ministerpräsidenten?
Schon möglich. Das werden
wir sehen. Aber ich will nichts präjudizieren. Fest steht,
dass jeder, der daran beteiligt
war, Mladic zu schützen oder
zu verstecken, zur Verantwortung gezogen werden
muss. Aber das ist keine
große Herausforderung. Die
schwierigsten Dinge liegen
bereits hinter uns. Serbien ist
einer Katharsis gelangt, so
dass die Konfrontation mit
dieser Art von Vergangenheit
für uns keinerlei Problem
darstellt.
Wirklich? Über die Hintergründe der jahrelangen Flucht von Radovan Karadzic ist
auch nach fast drei Jahren
noch immer wenig bekannt.
Man weiß nicht, wer ihn mit
falschen Ausweisen versorgte, seit wann er diese besaß
und wie lange er schon in der
Belgrader
Juri-GagarinStraße lebte, wo man ihn
schließlich verhaftete.
Karadzic erhielt in den neunziger Jahren, also noch zur
Herrschaftszeit Milosevics,
einen Personalausweis auf
den Namen eines tatsächlich
existierenden Mannes. („Dr.
Dragan Dabic“, Anm. d.
Red.) Nur das Bild wurde
angepasst. Das hat irgendein
Beamter einer Provinzstadt
in der Vojvodina gemacht.
Wer das war, konnten wir
nicht mehr herausfinden.
Karadzic hatte eine nahezu
perfekte Art gefunden, sich
zu verstecken, zumal er ja
auch noch sein Äußeres stark
verändert hatte.
Muss ein Personalausweis
nicht verlängert werden?
Ich glaube, Karadzic hat
1999 einen auf zehn Jahre
gültigen
Personalausweis
bekommen - und 2008 wurde
er verhaftet. Die einzige Art,
wie wir ihn zuvor hätten entdecken können, wäre gewesen, dass er zur gleichen Zeit
gemeinsam mit diesem Mann
an der Grenze mit diesem
Dokument auftaucht, und
dass im selben Augenblick
der Computer die Leute mit
derselben Personenkennzahl
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 139
und demselben Namen in
Verbindung bringt. Das wäre
ein Hinweis gewesen. Wie
gesagt: Es war einfach die
perfekte Art, sich zu verstecken, zumal er so verändert
aussah, dass man ihn nicht
erkennen konnte.
Wie ist man ihm denn auf die
Spur gekommen?
Eine Antwort darauf mussten
wir bisher schuldig bleiben,
da wir erst den Fall Mladic
abschließen wollten. Derzeit
analysieren wir alle Informationen im Fall Karadzic und
Mladic. Die Analyse ist praktisch fertig. Sobald die Analyse abgeschlossen ist,
wird sich zeigen, ob jemand
im Staat, in der früheren
Verwaltung, eine Straftat
begangen hat. Sollte das der
Fall sein, werden die Verantwortlichen
angeklagt
werden. Die Öffentlichkeit
wird sehr bald vom Direktor
des serbischen Geheimdienstes BIA und dem Leiter der
Behörde zur Verfolgung von
Kriegsverbrechern über alles
unterrichtet werden. Wir haben nichts zu verbergen.
Wird man auch der Aussage
von Mladics Anwalt nachgehen, laut dem Mladic sich
noch im Jahr 2009 im Belgrader
Militärkrankenhaus
einer Chemotherapie unterzogen hat?
Das ist nach meinen Informationen ein pures Gerücht.
Aber wir werden alles untersuchen, absolut alles.
Noch vor zwei Jahren sagten
Sie, Mladic halte sich nicht
in Serbien auf. Gibt es dazu
neue Erkenntnisse?
Wir führen derzeit Ermittlungen dazu. Bei Karadzic
ist die Wahrscheinlichkeit
hoch, dass er zwischenzeitlich ins Ausland gereist ist, bei
Mladic ist sie niedrig. Als ich
sagte, dass er vielleicht nicht
in Serbien sei, stand ich unter
dem Eindruck unserer wirklich umfangreichen und
intensiven Ermittlungen. Ihre
Ergebnislosigkeit veranlasste
mich zu der Schlussfolgerung, dass Mladic sich vielleicht gar nicht in Serbien aufhalte. Aber ich habe nie die
Möglichkeit ausgeschlossen,
dass er in Serbien ist.
Serbische Medien berichteten
dieser Tage unter Berufung
auf Regierungskreise von
gewissen ausländischen Diplomaten, die Mladic unterstützt hätten.
Ich denke, alle Informationen
darüber, dass internationale
Diplomaten mit dem Verbergen von Karadzic und Mladic
in Verbindung standen, habe
sich größtenteils erledigt.
Obwohl ich sie die ganze
Zeit über in Erwägung gezogen habe. Wir wussten, dass
wir keine einzige mögliche
Spur, kein einziges Signal
ignorieren dürfen. Das war
ein großes Problem, denn es
waren sehr viele Spuren zu
verfolgen. Das bindet Kräfte,
Energie und Zeit. Dafür haben wir jetzt große Erfahrungen, die wir gern mit allen
teilen werden, die auf der
Suche nach Justizflüchtlingen sind. Wir haben schon
früher unsere Erfahrungen
mit unseren amerikanischen
Partnern geteilt, die auf der
Suche nach Usama Bin Ladin
waren. Interessant ist, dass
wir sehr ähnliche Methoden
angewandt haben.
Im Mai 2007 erklärten Sie in
einem Interview mit der
F.A.Z., dass sich bei der Suche nach mutmaßlichen Kriegsverbrechern nur etwas
ändern könne, wenn der Partei
des
damaligen
Ministerpräsidenten Kostunica die Zuständigkeit für den
Geheimdienst und dass Innenministerium
entzogen
werde. Ist der Machtverlust
Kostunicas und seiner Getreuen im Frühjahr / Sommer
2008 der Schlüsselmoment
für die Fahnung nach Karadzic und Mladic?
Das war zweifellos die conditio sine qua non. Im Jahr
2008 kam es Umgruppierungen in der politischen Szene
in Serbien mit dem Ziel, eine
Koalition zu bilden zwischen
der Serbischen Radikalen
Partei, die damals von Tomislav Nikolic geführt wurde, und der Demokratischen
Partei Serbiens von Vojislav
Kostunica, wobei in die Koalition auch noch die Sozialistische Partei Serbiens einbezogen werden sollte. Kostunica war von seinem Sieg
überzeugt und auch überzeugt davon, dass Serbien
eine politische Richtung weg
von der Europäischen Union
einschlagen müsse. Ich weiß
nicht, ob die Vorstellung
dieser politischen Zukunft
Serbiens vollständig entwickelt war, aber ihre sichere
Folge wäre gewesen, dass
unser Land wieder in die
Isolation
zurückgefallen
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 140
wäre. Mitten auf dem
europäischen Kontinent sollte ein Staat entstehen, der
weder mit den Staaten der
Region noch mit der EU
kommuniziert. Das war das
Projekt, das mit unserem
politischen Sieg bei den Wahlen gestoppt wurde. Ein
äußerst erschwerender Umstand war dabei allerdings die
einseitige
Unabhängigkeitserklärung
des Kosovos. Das war für
mich, der ein anderes Projekt
als Kostunica anzubieten
hatte, ein Stoß in den Rücken. Es war ein Stoß in den
Rücken einer Politik, die die
europäische Integration Serbiens verfolgt. Ich bin überzeugt davon, dass die Zusammenarbeit mit dem Haager Tribunal nie zu einem
Abschluss gekommen wäre,
wenn die anderen damals bei
den
Wahlen
gewonnen
hätten. Die Serbische Radikale Partei wäre heute wahrscheinlich immer noch
intakt und würde den
Ministerpräsidenten
oder
Präsidenten Serbiens stellen.
Es gäbe nicht den Willen, die
Zusammenarbeit mit dem
Haager Tribunal zu beenden.
Im Gegenteil - alle in Den
Haag Beschuldigten hätten
ziemlich sicher noch immer
die grundlegende Unterstützung des Staates.
Sie waren von März 2003 bis
April 2004 Verteidigungsminister des damaligen Staates
Serbien-Montenegro. Hatten
Sie bei Ihrem Amtsantritt den
Eindruck, dass die Armee
sich unter ziviler Kontrolle
befand?
Das war ein Prozess. Am
Ende meiner Amtszeit stand
die Armee unter unvergleichlich größerer ziviler Kontrolle als zu Beginn. Als ich
die Führung der Streitkräfte
übernahm, gab es absolut
keine zivile Kontrolle. Der
Generalstab war praktisch
unabhängig. Das Parlament
hatte zwar formal die
Möglichkeit, die Streitkräfte
zu kontrollieren, aber praktisch hatte das keinerlei Bedeutung, weil die Abgeordneten einfach nicht zu den
Informationen
vordringen
konnten, die dem Generalstab zur Verfügung standen.
Als ich Verteidigungsminister wurde, war Aca Tomic
Leiter des Sicherheitsdienstes
der Armee - ein Mann, der
verdächtigt wird, an der Ermordung von Zoran Djindjic
beteiligt zu sein und vom
Haager Tribunal Beschuldigte versteckt haben soll. Das
war die Realität, mit der ich
mich konfrontiert sah. Meine
erste Entscheidung war Tomics Absetzung. Danach
kamen wir allmählich und
schrittweise zu einer weitaus
stärkeren
Kontrolle
der
Streitkräfte durch das Parlament.
Die Verhaftung von Ratko
Mladic ist ein großer Erfolg
für Serbien, andererseits aber
auch nur die Tilgung einer
alten politischen Schuld Serbiens. Erwarten Sie nun, dass
Serbien den Status eines EUBeitrittskandidaten verliehen
erhält?
Ich denke, dass Serbien die
gleiche Behandlung wie unser Nachbarland Kroatien
verdient hat, dem gleichzeitig
der Kandidatenstatus und das
Datum für den Beginn von
Beitrittsverhandlungen verliehen wurde - obwohl Kroatien den vom Haager Tribunal
gesuchten und dann auch
verurteilten General Ante
Gotovina damals noch nicht
ausgeliefert hatte. Es gibt
keinerlei Grund, Serbien anders zu behandeln. Wir fordern keinen serbischen Sonderweg zur EU. Wir wollen
nicht außerhalb der Warteschlange vorgelassen werden.
Wir fordern nur das, was
auch alle anderen Länder
erhalten haben - eine positive
Reaktion der EU darauf, dass
wir die Kriterien erfüllen.
Der letzte noch flüchtige
Haager Angeklagte ist nun
der frühere Führer der kroatischen Serben, Goran Hadzic. Wird er im Fall seiner
Nichtauslieferung
die
europäische Integration Serbiens ähnlich blockieren wie
bis vor kurzem Mladic?
Wir wissen, dass die Zusammenarbeit mit dem Haager Tribunal noch nicht abgeschlossen ist. Wir müssen
sofort wieder auf die Beine
kommen und weitermachen.
Ob jemand versuchen wird,
den Fall Hadzic zu instrumentalisieren, um Serbiens
Weg in die EU zu blockieren,
lässt sich allerdings nicht
vorhersehen. Aber so etwas
wäre allzu durchsichtig, denn
es kann doch keinen Zweifel
mehr geben, dass Serbien
voll und ganz mit dem Haager Tribunal zusammenarbeitet.
Doch es bleiben viele andere
Hindernisse, unter anderem
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 141
der mögliche Staatsbankrott
Griechenlands. Droht der
westliche Balkan zum Kollateralschaden der griechischen
Krise zu werden? Hat sich
die Erweiterungsmüdigkeit
im Zuge der Athener Misere
nicht längst zu einer Erweiterungsfeindseligkeit gewandelt, deren Opfer auch Serbien sein wird?
Diese Gefahr besteht. Die
Finanzkrise in der EU und
die Welle von Flüchtlingen
aus Nordafrika und anderen
Gegenden haben eine Erweiterungsmüdigkeit verursacht,
die für die Steuerzahler der
EU-Länder und deren Regierungen ein großes Problem
darstellen, zusätzlich zu zwei
Integrationsschritten,
die
nach den Kriterien der EU
nicht erfolgreich genug waren - dem Beitritt von
Rumänien und Bulgarien.
Als ich nach dem Ausbruch
der griechischen Finanzkrise
Bundeskanzlerin
Angela
Merkel traf, habe ich ihr gesagt: Frau Kanzlerin, wir
sind ein anderes Land, wir
sind sehr diszipliniert bei der
Kontrolle unseres Finanzsystems und der Erfüllung unserer Verpflichtungen. Obwohl
ich leider nicht ganz zufrieden sein kann mit dem, was
Serbien in den letzten zehn
Jahren politisch erreicht hat.
Wir hätten viel mehr tun
können, wenn wir die politischen Umschwünge nicht
gehabt hätten. Die Verhaftung von Ratko Mladic und
Radovan Karadzic hätte viel
früher abgeschlossen werden
müssen - dann könnten wir
heute am Ende von EUBeitrittsverhandlungen ste-
hen, statt ein Datum für deren Beginn zu fordern.
Eine große Hürde auf Serbiens Weg nach Europa ist
gefallen, andere bleiben - die
höchste heißt Kosovo. Sie
haben unlängst ein Treffen
mit Barack Obama in Warschau abgesagt und werden
einem Gipfel in Rom fernbleiben, weil jeweils auch die
kosovarische
Präsidentin
Atifete Jahjaga dazu eingeladen wurde. Was hat Serbien
davon?
Meine Nichtteilnahme bringt
den Bürgern Serbiens keinen
besonderen Nutzen, meine
Teilnahme hätte aber Schaden verursacht. Auch der
rumänische Präsident Basescu hat nicht an dem Treffen
in Warschau teilgenommen,
aus den gleichen Gründen
wie ich. Wäre ich unter diesen Umständen nach Warschau oder nach Rom gefahren, wäre auch dem Dialog
zwischen Prishtina und Belgrad, den wir ja begonnen
haben, der Sinn genommen
worden. Wir wollen eine
Lösung finden, die die Teilnahme
aller
Entitäten,
einschließlich des Kosovos,
auf regionalen Foren und bei
internationalen Ereignissen
ermöglicht - aber so, dass
weder
die
territoriale
Integrität Serbiens noch das
Völkerrecht gefährdet werden. Wir haben keinerlei
Interesse daran, etwas zu
blockieren, weder im Kosovo
noch in der Region. Es ist
aber auch unser legitimes
Interesse, nicht zuzulassen,
dass die territoriale Integrität
Serbiens und die Würde dieses Staates bedroht werden.
Praktisch hat das zur Folge,
dass Serbien in 22 von 27
EU-Staaten nicht an internationalen Konferenzen und an
anderen Gipfeltreffen teilnehmen kann.
Ich erkenne voll und ganz an,
dass das in einem gewissen
Sinne kontraproduktiv für die
Interessen Serbiens ist. Das
bringt unsere Institutionen
und mich als serbischen
Präsidenten in eine sehr schwierige Situation. Aber es ist
nun einmal so, dass wir unter
widrigen Umständen für unsere Legitimität kämpfen
müssen. Wir werden stets
nach einer Lösung suchen,
aber auch rote Linien ziehen.
Es ist offensichtlich, dass
Prishtina versucht, alles, was
Serbien unternimmt, als eine
implizite Anerkennung der
sogenannten kosovarischen
Unabhängigkeit zu interpretieren. Wir verstehen diese
Haltung, können Prishtina
aber nicht auch noch die Argumente dazu liefern.
In Umfragen gibt inzwischen
nur noch ein Prozent der befragten Staatsbürger an, das
Kosovo sei die wichtigste
Sorge dieses Landes.
Das ist die Konsequenz unserer Politik. Als wir im Jahr
2008 Präsidentenwahlen hatten, hielten 40 Prozent der
Bürger das Kosovo für das
größte Problem Serbiens,
heute ist es ein Prozent. Um
aber zu einer solchen
Atmosphäre in Serbien zu
gelangen, war es notwendig,
die Kosovo-Frage nicht zu
ignorieren, sondern sich ihr
auf rationale Weise zu
nähern. Es ist uns gelungen,
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 142
das Kosovo-Problem zu rationalisieren. Das bedeutet
keinesfalls, dass Serbien seine Haltung zur KosovoFrage aufgegeben hat, im
Gegenteil. Wir haben unsere
Interessen deutlich artikuliert
und sind in einen akzeptablen
internationalen Prozess eingetreten. Damit dies geschehen konnte, war es allerdings
notwendig, auch die politische Situation in Serbien zu
rationalisieren. Wir haben
heute
keine
explosive
Atmosphäre, was das Kosovo
anbelangt. Auch das ist eine
Folge unserer Reformen. Ich
glaube sogar, das ist eine
unserer größten sozialen
Leistungen im Inneren. Politik bedeutet auch die Schaffung einer Atmosphäre, in
der die Lösung der schwierigsten Probleme möglich
wird. Nehmen Sie das Beispiel der Zusammenarbeit mit
dem Haager Tribunal. Bei
der Verhaftung von Radovan
Karadzic gab es Massendemonstrationen, es waren
Menschenleben zu beklagen,
es gab gefährliche Ausschreitungen. Nach der Verhaftung
und Auslieferung von Ratko
Mladic gab es ebenfalls Demonstrationen, aber es waren
friedliche Proteste mit allenfalls kleineren Ausschreitungen, die unter Kontrolle waren. Das sind grundlegende
Veränderungen der serbischen Gesellschaft.
Der Internationale Gerichtshof (IGH) hat auf Antrag
Serbiens entschieden, dass
die
kosovarische
Unabhängigkeitserklärung
kein Bruch des Völkerrechts
war. Bietet das nicht die
Chance für einen neuen Anfang zwischen Belgrad und
Prishtina?
Der IGH hat entschieden,
dass die Verkündung der
Unabhängigkeitserklärung
kein Bruch des Völkerrechts
war, weil die Personen, die
sie verkündet haben, nicht
über die formalen Befugnisse
zu diesem Schritt verfügten.
Das Gutachten des IGH zum
Kosovo kann also jeder auf
seine Weise lesen.
Politisch war es aber ein klarer Sieg für das Kosovo.
Liest man die Entscheidung
des IGH falsch, stimmt das.
Liest man sie aufmerksam,
lässt sich schlussfolgern,
dass der IGH praktisch gesagt hat, dass jene, die im
kosovarischen Parlament an
der Abstimmung über die
Unabhängigkeitserklärung
des Kosovos teilgenommen
haben, nicht befugt waren,
eine solche Deklaration zu
verabschieden. Sie ist aus
völkerrechtlicher Sicht also
irrelevant und hat daher auch
nicht das Völkerrecht verletzt
oder auch nur verletzen
können. Politisch haben wir
allerdings tatsächlich einen
Preis bezahlt. Liest man die
Entscheidung von der politischen Warte her, gibt es da
gar keine Zweifel. Wir haben
jedoch auch unter diesen
neuen Umständen unsere
Interessen nicht aufgegeben
und verteidigen sie auf rationale Weise.
Der
deutsche
Diplomat
Wolfgang Ischinger, der im
Auftrag der EU die Schlussphase
der
Kosovo-
Verhandlungen im Jahr 2007
leitete, hat den deutschdeutschen Grundlagenvertrag
von 1972 als Modell für die
serbisch-kosovarischen Beziehungen ins Spiel gebracht.
Auf diese Weise könnten
Belgrad in Prishtina in politische Beziehungen treten,
ohne dass Serbien die
Unabhängigkeit des Kosovos
anerkennen müsste.
Das ist auf jeden Fall einer
der rationalsten Vorschläge,
die es im vergangenen Jahrzehnt für das Kosovo gegeben hat. Ich bin Herrn Ischinger dankbar dafür, dass
er eine solche Idee in unsere
Verhandlungen eingebracht
hat. Man kann zwar weder
die rechtlichen Formulierungen noch jedes Detail eines
bestimmten Plans kopieren.
Nimmt man jedoch gewisse
Änderungen vor, könnte dieser Plan vielleicht für Serbien
akzeptabel sein. Mein politisches Projekt in Serbien ist
es, unsere Gesellschaft effizienter zu machen. Wir wollen eine Lösung. Wir wollen
damit aufhören, Energie und
enorme Ressourcen für Unsinnigkeiten zu verschwenden. Wir wollen uns konkreten
und
praktischen
Lösungen zuzuwenden, die
unserem Volk und unseren
staatlichen Interessen nutzen,
aber gleichzeitig auch im
europäischen Interesse sind.
Die serbische Haltung zum
Kosovo muss rational sein,
aber das demokratische Serbien hat Verständnis verdient
für die eigene Position.
Niemand erwartet, dass Serbien das Kosovo anerkennt.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 143
Das muss aber für die implizite Anerkennung ebenso wie
für die explizite gelten. Es ist
sehr
wichtig,
das
zu
erwähnen. Niemand kann
von Serbien erwarten, dass es
das Kosovo formal nicht,
praktisch aber durchaus anerkennt.
Womöglich werden sich in
Prishtina bald ganz andere
Fragen stellen. Es gibt dort
nun
erstmals
eine
maßgebliche politische Partei, die offen den Anschluss
des Kosovos an Albanien
fordert.
Die albanischen Politiker
sind sehr effizient in der Ver-
folgung ihrer Ziele, ich
unterschätze sie keineswegs.
Die Staatengemeinschaft will
so etwas nicht hören, aber
wer Geschichte lesen kann,
wird in der Schaffung von
Großalbanien den langfristigen politischen Plan der Albaner erkennen. Als einseitige Absicht ist dieser Plan
sehr gefährlich, aber wir
können damit leben, wenn
wir vereinbarte Lösungen
haben. Eine Vereinbarung,
bei der alle Seiten etwas bekommen und die eine
tragfähige Lösung, Frieden
und Stabilität schafft, kann
für alle Seiten extrem hilfreich sein. Ich bin gegen das
Vermeiden von Lösungen,
aber für Dialog und Verhandlungen. Wenn wir pragmatisch sind, können wir Probleme lösen. Ich sage nicht,
dass
Großalbanien
eine
großartige Lösung sei. Ich
glaube auch nicht, dass
Großserbien
eine
gute
Lösung ist. Ebenso wie ich
gegen die Teilung Bosniens
bin. Ich bin gegen eine Politik, größere Staaten zu schaffen. Lasst uns aber versuchen, praktikable Lösungen
für Probleme zu finden.
Die Fragen stellte Michael
Martens.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 144
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FRANKSURTER ALLGEMEINE (BL) • POLITIK • 3/6/2011 • 13:45:56
Kaltreserve kritisiert: Länder pokern um Atomausstiegs-Details
Nach den Regierungsplänen sollen die Atomkraftwerke geballt 2021/2022 vom Netz gehen. Zudem ist eine Kaltreserve vorgesehen. Gegen beides rebellieren nun die
Bundesländer: Sie wollen einen schrittweisen Ausstieg ohne Kaltreserve.
Die Bundesländer lehnen ein
Atomkraftwerk als sogenannte Kaltreserve zur Sicherung
der Stromversorgung ab.
Zudem verlangen sie eine
stufenweise Abschaltung der
verbleibenden neun AKW,
statt eine Ballung der Abschaltung 2021/2022.
Das sagte Sachsen-Anhalts
Ministerpräsident
Reiner
Haseloff (CDU) am Freitag
in Berlin nach Beratungen
der Ministerpräsidenten. Mit
dieser Linie gehen die
Ministerpräsidenten nun in
das Gespräch mit Bundeskanzlerin Angela Merkel
(CDU) am Nachmittag in
Berlin. Am Montag will das
Bundeskabinett die Weichen
für die Energiewende stellen.
Schon vor dem Sondertreffen
Korrekturen gefordert
Schon vor dem Sondertreffen
hatten die Bundesländer Korrekturen am Atom- und Energiepaket gefordert. Die
Zuständigkeiten beim Netzausbau sollen nach Ansicht
des niedersächsischen CDUMinisterpräsidenten David
McAllister zwischen Bund
und Ländern aufgeteilt werden. Der Bund sei nicht gut
beraten,
Höchstspannungstrassen
selbst zu planen, sagte McAl-
lister am Freitag im Deutschlandfunk. „Der Bund hat in
diesem Thema bisher keine
Erfahrung, keine Kompetenzen und kein Personal.“
Das Raumordnungsverfahren
könnte auf den Bund übertragen werden, die Planfeststellungsverfahren
sollten
allerdings bei den Ländern
verbleiben, schlug der CDUPolitiker vor.
Am Nachmittag wird Kanzlerin Angela Merkel (CDU)
mit allen Ministerpräsidenten
im Kanzleramt zusammenkommen, um über den Atomausstieg zu debattieren.
Besonders SPD- und grün
regierte Länder sehen etwa
bei den Daten für die Abschaltung einzelner Meiler,
Fragen offen. Auch die CSU
in Bayern zeigte sich überrascht, dass nun doch Reststrommengenübertragungen
von allen stillgelegten auf die
neun noch laufenden Meiler
möglich sein sollen. Das
dürfte zu einer Ballung der
AKW-Abschaltungen 2021
und 2022 führen.
Oppermann: Atomausstieg
im Grundgesetz verankern
Der
Parlamentarische
Geschäftsführer der SPDFraktion, Thomas Oppermann, forderte, den Ato-
mausstieg bis 2022 im
Grundgesetz zu verankern,
damit es für alle Planungssicherheit gibt und der Ausstieg nicht wieder rückgängig
gemacht werden kann. „Dann
würde der Energiekonsens zu
einem echten Gesellschaftsvertrag, der nicht mehr einseitig gekündigt werden
könnte“, sagte er der „Berliner Zeitung“. Über die Übertragbarkeit von Reststrommengen alter Meiler auf neuere wolle die SPD mit der
Koalition „kritisch verhandeln“.
Eine Studie des Öko-Instituts
kommt zu dem Schluss, dass
wegen der Strommengenübertragung die restlichen
neun Meiler alle erst ab 2021
abgeschaltet werden dürften,
was Gefahren für das Stromnetz berge. In Regierungskreisen wird betont, dass es
kaum möglich sei, auf diese
schon beim rot-grünen Ausstieg vor zehn Jahren vereinbarte Methode zu verzichten.
Streng genommen würde bei
einer Streichung der einmal
zugestandenen Strommengen
in Eigentumsrechte eingegriffen.
Der
rheinland-pfälzische
Ministerpräsident Kurt Beck
(SPD) sieht Kompromisschancen. Im Südwestrund-
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 145
funk (SWR) sagte Beck, beide Seiten seien sich in den
vergangenen Tagen ein Stück
entgegengekommen.
Notwendig sei eine gesetzliche
Regelung, dass spätestens
2022 keine Kernenergie mehr produziert werden dürfe
und bis 2020 mindestens 40
Prozent der Strommenge aus
erneuerbaren Energiequellen
kommen müssten. Die Regierung beharrt auf einem 35Prozent-Ziel.
Es sei wichtig, nicht allein
auf Windanlagen vor den
Küsten zu setzen, sondern
Anbietern von Ökostrom
„eine Chance am Markt“ zu
verschaffen, sagte Beck. Eine
„flächendeckende Energieer-
zeugung“ in Deutschland
dürfe in Zukunft nicht „von
einigen
wenigen
Großanbietern“ abhängen.
Text: FAZ.NET mit DPA,
DAPD
Bildmaterial: dapd
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 146
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FRANKSURTER ALLGEMEINE (BL) • SPORT • 3/6/2011 • 16:42:23
Formel 1: Rennen in Bahrein wird nachgeholt
Nun also doch: Der Formel-1-Tross muss noch in diesem Jahr nach Bahrein reisen. Der
Weltverband setzt das wegen der Unruhen ausgefallene Rennen neu an. Das Rennen in
Indien wird dafür verschoben - auf den dritten Advent.
Die Formel-1-Fahrer müssen
sich auf kurze Weihnachtsferien gefasst machen: Gegen
den Willen der Teams und
trotz heftiger Kritik von
Menschenrechtlern wird der
Große Preis von Bahrein
doch noch in dieser Saison
nachgeholt. Der Internationale Automobilverband Fia
setzte den wegen der politischen Unruhen ausgefallenen
Saisonauftakt für den 30.
Oktober neu an.
An dem Wochenende sollte
eigentlich die Formel-1Premiere in Indien steigen,
die nun stattdessen am 11.
Dezember als Saisonfinale
ausgetragen wird. Die Entscheidung des MotorsportWeltrats sei einstimmig gefallen, teilte die Fia mit. Durch die Rückkehr von Bahrein
wächst der Rennkalender
wieder auf die Rekordzahl
von 20 Grand Prix. „Im Namen von Bahrein danke ich
Bernie Ecclestone, Jean Todt
und der Fia und dem Rest der
Motorsportgemeinde für die
Unterstützung
und
das
Verständnis, das sie uns in
diesem Jahr entgegengebracht haben“, sagte Zayed R.
Alzayani, der Chef des Bahrein International Circuit in
einer Pressemitteilung.
Bei Nichtantritt drohen Strafgelder
Er kam damit einer Mitteilung der Fia zuvor, die zusammen
mit
Formel-1Geschäftsführer Bernie Ecclestone dem Golfstaat eine
Fristverlängerung
gewährt
hatten. Der Brite beteuerte
am Freitag vor der Sitzung
des Weltrats, dass es keine
Frage des Geldes sei. Gleichwohl bedeutet die Neuansetzung des eigentlich für
den 13. März geplanten Rennens, das die Antrittsgage
von rund 30 Millionen Euro
nun doch in die Taschen des
Rechteinhabers CVC und der
Teams fließt. Im Umkehrschluss heißt das aber auch,
dass die Rennställe zum Start
in Sachir verpflichtet sind sonst drohen Strafgelder.
Unmut bei den Teams dürfte
auch der neue Termin für das
Indien-Debüt am dritten Advent auslösen. Die Rennställe
waren
gegen
eine
Verlängerung der ohnehin
kräfteraubenden Saison schon
vor
der
FiaEntscheidung Sturm gelaufen.
Mercedes-Teamchef
Ross Brawn hatte ein GrandPrix-Finale am 11. Dezember
als „total inakzeptabel“ bezeichnet. Vor einer Rückkehr
nach Bahrein hatte zuvor
auch die MenschenrechtsOrganisation human rights
Watch in einem Brief an FiaPräsident Todt und McLarenTeamchef Martin Whitmarsh, Chef der Teamvereinigung Fota, eindringlich gewarnt.
Mosley: „Nur über meine
Leiche“
Insgesamt waren 24 Menschen bei den Protesten ums
Leben
gekommen.
ExWeltmeister Damon Hill,
Chef des British Racing Drivers Club, hatte gemahnt:
„Wenn die Formel 1 in Bahrein fährt, wird sie immer
den Schatten tragen, mit repressiven Methoden zum
Erhalt von Ordnung verbunden zu werden.“ Der ehemalige Fia-Präsident Max Mosley wurde am Tag der Entscheidung in der „Times“ mit
den Worten zitiert: „Wenn
ich heute noch Präsident
wäre, würde die Formel 1 nur
über meine Leiche dort fahren. Der Grand Prix würde
dann dazu benützt werden,
ein Bild von Bahrein darzustellen, dass einfach falsch ist.
Dort anzutreten wäre ein PRDesaster. Die Sponsoren
würden wollen, dass man
ihre Schriftzüge wieder entfernt.“
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 147
Erklärungsnot
hin,
Erklärungsnot her: Wie vor
der Saison eigentlich geplant,
wird der neue Weltmeister in
der Rekordzahl von 20
Saisonläufen ermittelt. Vor
dem Großen Preis von Kanada in gut einer Woche führt
Titelverteidiger Vettel im
Red Bull nach fünf Siegen in
den ersten sechs Rennen die
Gesamtwertung souverän an.
Text: dpa
Bildmaterial: REUTERS
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 148
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FRANKSURTER ALLGEMEINE (BL) • WIRTSCHAF • 3/6/2011 • 13:45:56
Kaltreserve kritisiert: Länder pokern um Atomausstiegs-Details
Nach den Regierungsplänen sollen die Atomkraftwerke geballt 2021/2022 vom Netz gehen. Zudem ist eine Kaltreserve vorgesehen. Gegen beides rebellieren nun die
Bundesländer: Sie wollen einen schrittweisen Ausstieg ohne Kaltreserve.
Die Bundesländer lehnen ein
Atomkraftwerk als sogenannte Kaltreserve zur Sicherung
der Stromversorgung ab.
Zudem verlangen sie eine
stufenweise Abschaltung der
verbleibenden neun AKW,
statt eine Ballung der Abschaltung 2021/2022.
Das sagte Sachsen-Anhalts
Ministerpräsident
Reiner
Haseloff (CDU) am Freitag
in Berlin nach Beratungen
der Ministerpräsidenten. Mit
dieser Linie gehen die
Ministerpräsidenten nun in
das Gespräch mit Bundeskanzlerin Angela Merkel
(CDU) am Nachmittag in
Berlin. Am Montag will das
Bundeskabinett die Weichen
für die Energiewende stellen.
Schon vor dem Sondertreffen
Korrekturen gefordert
Schon vor dem Sondertreffen
hatten die Bundesländer Korrekturen am Atom- und Energiepaket gefordert. Die
Zuständigkeiten beim Netzausbau sollen nach Ansicht
des niedersächsischen CDUMinisterpräsidenten David
McAllister zwischen Bund
und Ländern aufgeteilt werden. Der Bund sei nicht gut
beraten,
Höchstspannungstrassen
selbst zu planen, sagte McAllister am Freitag im Deutschlandfunk. „Der Bund hat in
diesem Thema bisher keine
Erfahrung, keine Kompetenzen und kein Personal.“
Das Raumordnungsverfahren
könnte auf den Bund übertragen werden, die Planfeststellungsverfahren
sollten
allerdings bei den Ländern
verbleiben, schlug der CDUPolitiker vor.
Am Nachmittag wird Kanzlerin Angela Merkel (CDU)
mit allen Ministerpräsidenten
im Kanzleramt zusammenkommen, um über den Atomausstieg zu debattieren.
Besonders SPD- und grün
regierte Länder sehen etwa
bei den Daten für die Abschaltung einzelner Meiler,
Fragen offen. Auch die CSU
in Bayern zeigte sich überrascht, dass nun doch Reststrommengenübertragungen
von allen stillgelegten auf die
neun noch laufenden Meiler
möglich sein sollen. Das
dürfte zu einer Ballung der
AKW-Abschaltungen 2021
und 2022 führen.
Oppermann: Atomausstieg
im Grundgesetz verankern
Der
Parlamentarische
Geschäftsführer der SPDFraktion, Thomas Oppermann, forderte, den Atomausstieg bis 2022 im
Grundgesetz zu verankern,
damit es für alle Planungssicherheit gibt und der Ausstieg nicht wieder rückgängig
gemacht werden kann. „Dann
würde der Energiekonsens zu
einem echten Gesellschaftsvertrag, der nicht mehr einseitig gekündigt werden
könnte“, sagte er der „Berliner Zeitung“. Über die Übertragbarkeit von Reststrommengen alter Meiler auf neuere wolle die SPD mit der
Koalition „kritisch verhandeln“.
Eine Studie des Öko-Instituts
kommt zu dem Schluss, dass
wegen der Strommengenübertragung die restlichen
neun Meiler alle erst ab 2021
abgeschaltet werden dürften,
was Gefahren für das Stromnetz berge. In Regierungskreisen wird betont, dass es
kaum möglich sei, auf diese
schon beim rot-grünen Ausstieg vor zehn Jahren vereinbarte Methode zu verzichten.
Streng genommen würde bei
einer Streichung der einmal
zugestandenen Strommengen
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 149
in Eigentumsrechte eingegriffen.
Der
rheinland-pfälzische
Ministerpräsident Kurt Beck
(SPD) sieht Kompromisschancen. Im Südwestrundfunk (SWR) sagte Beck, beide Seiten seien sich in den
vergangenen Tagen ein Stück
entgegengekommen.
Notwendig sei eine gesetzliche
Regelung, dass spätestens
2022 keine Kernenergie me-
hr produziert werden dürfe
und bis 2020 mindestens 40
Prozent der Strommenge aus
erneuerbaren Energiequellen
kommen müssten. Die Regierung beharrt auf einem 35Prozent-Ziel.
Es sei wichtig, nicht allein
auf Windanlagen vor den
Küsten zu setzen, sondern
Anbietern von Ökostrom
„eine Chance am Markt“ zu
verschaffen, sagte Beck. Eine
„flächendeckende Energieerzeugung“ in Deutschland
dürfe in Zukunft nicht „von
einigen
wenigen
Großanbietern“ abhängen.
Text: FAZ.NET mit DPA,
DAPD
Bildmaterial: dapd
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 150
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FRANKSURTER ALLGEMEINE (BL) • POLITIK • 3/6/2011 • 19:03:29
„Ein klares Szenario“ in Stufen
Die Ministerpräsidenten haben bei Kanzlerin Merkel tiefgreifende Änderungen an den
Ausstiegsplänen durchgesetzt. Die Atomkraftwerke sollen nun schrittweise bis 2022 vom
Netz gehen. Konsens besteht über eine „Kaltreserve“ aus Gas- und Kohlekraftwerken.
Die Ministerpräsidenten der
Länder haben in einem
Gespräch mit Bundeskanzlerin Angela Merkel (CDU)
tiefgreifende Änderungen an
den Ausstiegsplänen der
Bundesregierung aus der
Kernenergie
durchgesetzt.
Die noch produzierenden
deutschen
Kernkraftwerke
sollen nun doch schrittweise
und nicht auf einen Schlag
erst in zehn Jahren abgeschaltet werden.
Ministerpräsidentin Hannelore Kraft (SPD). Nun gebe es
ein klares, planbares Ausstiegsszenario. Wichtig sei für
die Länder, dass der Ausstieg
unumkehrbar sei. Frau Merkel sagte: „In der Grundstimmung habe ich hier viel
Übereinstimmung gespürt.“
Auch der Vorsitzende der
Ministerpräsidentenkonferen
z, Haseloff (CDU, SachsenAnhalt) gab sich optimistisch, einen Konsens zu finden.
Eine entsprechende Forderung der Länder akzeptierte
die Bundesregierung am
Freitag. Vorgesehen seien
fixe Abschaltdaten für jeden
einzelnen der verbliebenen
neun Meiler in den Jahren
2015, 2017, 2019, 2021 und
2022, sagte Bundeskanzlerin
Angela Merkel nach einem
Gespräch
mit
den
Ministerpräsidenten.
Die
sieben ältesten Reaktoren
und Krümmel bleiben abgeschaltet.
Auf die Forderung nach einem Stufenplan zur Abschaltung der Reaktoren hatten
sich die Ministerpräsidenten
direkt vor dem Treffen mit
Kanzlerin Merkel geeinigt.
Der bisherige Entwurf der
Atomgesetznovelle sah dies
nicht vor, sondern eine Welle
von Abschaltungen 2021 und
2022. Nun sagte die Kanzlerin zu, dass dies in dem Gesetz vor der Kabinettsentscheidung am Montag „völlig
deutlich“ festgelegt werde.
„Klares, planbares Ausstiegsszenario“
Zudem einigten sich Bund
und Länder nach Merkels
Worten auf ein Gesetz zur
Endlagersuche bis zum Jahresende. Neben der „ergebnisoffenen Erkundung“ des
Salzstocks Gorleben soll
damit auch die „Untersuchung neuer Formationen“
anberaumt werden. Beim
Streit um die sogenannte
Damit zeichnet sich ein historischer Kompromiss von
Bund und Ländern über die
Energiewende
ab.
Die
Länder seien zu einem echten
und dauerhaften Energiekonsens bereit, sagte die nordrhein-weSTFälische
Kaltreserve gaben die Länder
offenbar nach.
Vor dem Treffen verabredeten die Ministerpräsidenten,
die sogenannte „Kaltreserve“
- also das Vorhalten eines der
sieben älteren und schon jetzt
vom Netz genommenen
Kernkraftwerke bis zum
Frühjahr 2013 im „Standby“-Modus - sei abzulehnen.
Dieser Passus in der Koalitionsabsprache
war
auf
Drängen der FDP-Führung
zustande gekommen, aber
auch von Frau Merkel ausdrücklich begrüßt worden. Es
müsse der Gefahr begegnet
werden, dass es zu einer Stromknappheit in Deutschland komme, lautete die
Begründung. Statt einer
„Kaltreserve“ eines Kernkraftwerkes forderten die
Länder eine „Kaltreserve“
aus Gas- und Kohlekraftwerken.
„Niemand
möchte
in
Deutschland einen Blackout“
Frau Merkel stimmte dem
Anliegen der Länder zu, sofern dies technisch möglich
sei. Man sei sich einig, dass
möglichst
konventionelle
Kraftwerke
als
Reservekapazität gegen etwaige Stromausfälle in den
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 151
kommenden beiden Wintern
genutzt werden sollen.
„Niemand möchte in Deutschland einen Blackout“, sagte
die Kanzlerin. „Trotzdem
würden wir es begrüßen,
wenn es gelänge, ohne dass
eines der sieben Kraftwerke
wieder ans Netz geht.“
Frau Kraft sagte nur, die
Länder seien der Auffassung,
dass konventionelle Kraftwerke als Reserve ausreichten. Außerdem hätten sie
Zweifel, dass es technologisch sinnvoll sei, Atomkraftwerke als Kaltreserve zu nutzen. Differenzen gibt es nach
Darstellung beider Seiten
noch beim Planungsrecht für
den Ausbau von Netz- und
Kraftwerkskapazitäten. Dieses will der Bund, die Länder
wollen es aber behalten. Dazu sei eine Arbeitsgruppe
eingesetzt worden, hieß es.
Zwar bedürfen nach Auffassung der Bundesregierung
die geplanten Gesetzentwürfe
nicht der Zustimmung des
Bundesrates. Doch falls die
Bundesländer
mit
einer
Zweidrittelmehrheit im Bundesrat einen Einspruch gegen
eines der Gesetze einlegten,
könnte die schwarz-gelbe
Koalition ihr Anliegen im
Bundestag nur durchsetzen,
wenn sie dort ebenfalls eine
Zweidrittelmehrheit mobilisiert. Dies gilt als ausgeschlossen. Frau Merkel versicherte: „Wir wollen nicht
gegen die versammelte Meinung der Länder agieren.“
Bundeskabinett soll am
Montag
Gesetzentwürfe
beschließen
Nach dem Gespräch mit den
Ministerpräsidenten traf sich
der Koalitionsausschuss der
Partei-und Fraktionsvorsitzenden der schwarz-gelben
Koalition. Über das Wochenende sollen dann die Gesetzentwürfe zum Atomausstieg
abschließend formuliert werden. Am Sonntagabend werden sie - wie es vor Kabinettsentscheidungen üblich ist in
einer
Sitzung
der
Staatssekretäre der Ministerien unter Vorsitz von Kanzleramtsminister Pofalla (CDU)
behandelt.
Am Montag soll das Bundeskabinett die Gesetzentwürfe beschließen. Zudem
werden dann die Koalitionsfraktionen tagen und ihrerseits die Formulierungen der
Bundesregierung als Geset-
zentwürfe in den Bundestag
einbringen. Am Donnerstag
ist
nach
einer
Regierungserklärung
Frau
Merkels - deren erste Lesung
im Bundestag vorgesehen.
Frau Merkel teilte mit, es
bleibe beim Abschluss der
Beratungen am 8. Juli im
Bundesrat.
Der
Parlamentarische
Geschäftsführer der SPDFraktion,
Oppermann,
plädierte dafür, den Atomausstieg bis 2022 im
Grundgesetz zu verankern.
Der
niedersächsische
Ministerpräsident McAllister
(CDU)
verlangte,
die
Zuständigkeiten beim Netzausbau und bei der Planung
von Höchstspannungstrassen
zwischen Bund und Ländern
aufzuteilen. „Das Raumordnungsverfahren könnte auf
den Bund übertragen werden,
die Planfeststellungsverfahren sollten allerdings bei
den Ländern verbleiben“,
sagte McAllister im Deutschlandfunk.
Text: FAZ.NET mit ban.
sowie dapd
Bildmaterial:
TERS
dpa,
REU-
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 152
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE NEW YORK TIMES (US) • THE FRONT PAGE • 3/6/2011
Dr. Jack Kevorkian Dies at 83; A Doctor Who Helped End Lives
By KEITH SCHNEIDER
Dr. Jack Kevorkian, the medical pathologist who willfully helped dozens of terminally ill people end their lives,
becoming the central figure
in a national drama surrounding assisted suicide, died on
Friday in Royal Oak., Mich.
He was 83.
He died at William Beaumont Hospital, where he had
been admitted recently with
kidney and respiratory problems, said Geoffrey N. Fieger, the lawyer who represented Dr. Kevorkian in several of his trials in the
1990s.
Mayer Morganroth, a friend
and lawyer, told The Associated Press that the official
cause of death would most
likely be pulmonary thrombosis, a blood clot.
In arguing for the right of the
terminally ill to choose how
they die, Dr. Kevorkian challenged social taboos about
disease and dying while defying prosecutors and the
courts. He spent eight years
in prison after being convicted of second-degree murder
in the death of the last of
about 130 ailing patients
whose lives he had helped
end, beginning in 1990.
Originally sentenced in 1999
to 10 to 25 years in a maximum security prison, he was
released after assuring the
authorities that he would
never conduct another assisted suicide.
His critics were as impassioned as his supporters, but all
generally agreed that his
stubborn and often intemperate advocacy of assisted
suicide helped spur the growth of hospice care in the United States and made many
doctors more sympathetic to
those in severe pain and more willing to prescribe medication to relieve it.
In Oregon, where a schoolteacher had become Dr. Kevorkian’s first assisted suicide patient, state lawmakers in
1997 approved a statute making it legal for doctors to
prescribe lethal medications
to help terminally ill patients
end their lives. In 2006 the
United States Supreme
Court upheld a lower court
ruling that found that Oregon’s Death With Dignity
Act protected assisted suicide
as a legitimate medical practice.
During the period that Oregon was considering its law,
Dr. Kevorkian’s confrontational strategy gained wide
publicity, which he actively
sought. National magazines
put his picture on their covers, and he drew the attention of television programs
like “60 Minutes.” His nickname, Dr. Death, and his
self-made suicide machine,
which he variously called the
“Mercitron” or the “Thanatron,” became fodder for
late-night television comedians.
In 2010 his story was dramatized in the HBO movie
“You Don’t Know Jack,”
starring Al Pacino as Dr.
Kevorkian. Mr. Pacino received Emmy and Golden Globe awards for his performance. In his Emmy acceptance
speech, he said he had been
gratified to “try to portray
someone as brilliant and interesting and unique” as Dr.
Kevorkian. Dr. Kevorkian,
who was in the audience,
smiled in appreciation.
Given his obdurate public
persona and his delight in
flaying medical critics as
“hypocritical oafs,” Dr. Kevorkian invited and reveled
in the public’s attention, regardless of its sting.
The American Medical Association in 1995 called him
“a reckless instrument of
death” who “poses a great
threat to the public.”
Diane Coleman, the founder
of Not Dead Yet, which describes itself as a disabilityrights advocacy group and
that once picketed Dr. Kevorkian’s home in Royal
Oak, a Detroit suburb, attacked his approach. “It’s the
ultimate form of discrimination to offer people with disabilities help to die,” she
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 153
said, “without having offered
real options to live.”
But Jack Lessenberry, a
prominent Michigan journalist who covered Dr. Kevorkian’s one-man campaign,
wrote in The Detroit Metro
Times: “Jack Kevorkian,
faults and all, was a major
force for good in this society.
He forced us to pay attention
to one of the biggest elephants in society’s living
room: the fact that today vast
numbers of people are alive
who would rather be dead,
who have lives not worth
living.”
In the late 1980s, after an
undistinguished career in
medicine and an unsuccessful try at a career in the arts,
Dr. Kevorkian rediscovered a
fascination with death that he
had developed during his
early years in medicine, only
now his interest in it was not
as a private event but as a
matter of public policy.
As a student at the University
of Michigan Medical School,
from which he graduated in
1952, and later as a resident
at the University of Michigan
Medical Center, Dr. Kevorkian proposed giving murderers condemned to die the
option of being executed
with anesthesia in order to
subject their bodies to medical experimentation and allow the harvesting of their
healthy organs. He delivered
a paper on the subject to a
meeting of the American
Association for the Advancement of Science in 1958.
Gaining Attention
In the 1960s and ’70s, Dr.
Kevorkian shelved his quixotic campaign to engage death
for social purposes and pursued a largely itinerant career
as a medical pathologist.
Though his friends described
him as funny, witty, personable and engaging in private,
those he met in work and
social situations portrayed
him as awkward, grim, driven, quick to anger and unpredictable.
Fiercely principled and equally inflexible, he rarely
dated and never married. He
lived a penurious life, eating
little, avoiding luxury and
dressing in threadbare clothing that he often bought at
the Salvation Army. In 1976,
bored with medicine, he moved to Long Beach, Calif.,
where he spent 12 years painting and writing, producing
an unsuccessful film about
Handel’s “Messiah,” and
supporting himself with parttime pathology positions at
two hospitals.
In 1984, prompted by the
growing number of executions in the United States, Dr.
Kevorkian revisited his idea
of giving death row inmates
a choice. He was invited to
brief members of the California Legislature on a bill
that would enable prisoners
to donate their organs and die
by anesthesia instead of poison gas or the electric chair.
The experience was a turning
point. Energized by the attention of lawmakers and the
news media, he became involved in the growing national debate on dying with
dignity. In 1987 he visited
the Netherlands, where he
studied techniques that allowed Dutch physicians to assist in the suicides of terminally ill patients without interference from the legal authorities.
A year later, he returned to
Michigan and began advertising in Detroit-area newspapers for a new medical practice in what he called “bioethics and obiatry,” which
would offer patients and their
families “death counseling.”
He made reporters aware of
his intentions, explaining that
he did not charge for his services and bore all the expenses of euthanasia himself. He
showed journalists the simple
metal frame from which he
suspended vials of drugs —
thiopental, a sedative, and
potassium chloride, which
paralyzed the heart — that
allowed patients to end their
own lives.
First Patient
He also talked about the
“doctrine” he had developed
to achieve two goals: ensuring the patient’s comfort and
protecting himself against
criminal conviction. He required patients to express
clearly a wish to die. Family
physicians and mental health
professionals were consulted.
Patients were given at least a
month to consider their decision and possibly change
their minds. Dr. Kevorkian
videotaped interviews with
patients, their families and
their friends, and he videotaped the suicides, which he
called medicides.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 154
On June 4, 1990, Janet Adkins, an Oregon teacher who
suffered from Alzheimer’s
disease, was the first patient
to avail herself of Dr. Kevorkian’s assistance. Mrs. Adkins’s life ended on the bed
inside Dr. Kevorkian’s rusting 1968 Volkswagen van,
which was parked in a campground near his home.
Immediately afterward Dr.
Kevorkian called the police,
who arrested and briefly detained him. The next day Ron
Adkins, her husband, and
two of his sons held a news
conference in Portland and
read the suicide note Mrs.
Adkins had prepared. In an
interview with The New
York Times that day, Dr.
Kevorkian alerted the nation
to his campaign.
“My ultimate aim is to make
euthanasia a positive experience,” he said. “I’m trying to
knock the medical profession
into accepting its responsibilities, and those responsibilities include assisting their
patients with death.”
on barring Dr. Kevorkian
from using his suicide machine. The same year, the
state suspended his license to
practice medicine. In 1993,
Michigan approved a statute
outlawing assisted suicide.
The statute was declared unlawful by a state judge and
the state Court of Appeals,
but in 1994 the Michigan
Supreme Court ruled that
assisting in a suicide, while
not specifically prohibited by
statute, was a common-law
felony and that there was no
protected right to suicide
assistance under the state
Constitution.
None of the legal restrictions
seemed to matter to Dr. Kevorkian. Several times he
assisted in patient suicides
just hours after being released from custody for helping
in a previous one. After one
arrest in 1993 he refused to
post bond, and a day later he
said he was on a hunger strike. During another arrest he
fought with police officers
and seemed to invite the opportunity to be jailed.
By his account, he assisted in
some 130 suicides over the
next eight years. Patients
from across the country traveled to the Detroit region to
seek his help. Sometimes the
procedure was done in homes, cars and campgrounds.
He liked the attention. At the
start of his third trial, on April 1, 1996, he showed up in
court wearing Colonial-era
clothing to show how antiquated he thought the charges were.
Prosecutors, jurists, the State
Legislature, the Michigan
health authorities and Gov.
John Engler seemed helpless
to stop him, though they
spent years trying. In 1991 a
state judge, Alice Gilbert,
issued a permanent injuncti-
From May 1994 to June
1997, Dr. Kevorkian stood
trial four times in the deaths
of six patients. With the help
of his young and flamboyant
defense lawyer, Mr. Fieger,
three of those trials ended in
acquittals, and the fourth was
declared a mistrial.
Mr. Fieger based his winning
defense on the compassion
and mercy that he said Dr.
Kevorkian had shown his
patients. Prosecutors felt differently. “He’s basically
thumbed his nose at law enforcement, in part because he
feels he has public support,”
Richard Thompson, the prosecutor in Oakland County,
Mich., told Time magazine in
1993.
But on March 26, 1999, after
a trial that lasted less than
two days, a Michigan jury
found Dr. Kevorkian guilty
of second-degree murder.
That trial came six months
after Dr. Kevorkian had videotaped himself injecting
Thomas Youk, a patient suffering from amyotrophic
lateral sclerosis (Lou Gehrig’s disease), with the lethal drugs that caused Mr.
Youk’s death on Sept. 17,
1998.
Dr. Kevorkian sent the videotape to “60 Minutes,”
which broadcast it on Nov.
22. The tape showed Dr. Kevorkian going well beyond
assisting a patient in causing
his own death by performing
the injection himself. The
program portrayed him as a
zealot with an agenda. “They
must charge me; either they
go or I go,” he told Mike
Wallace. “If they go, that
means they’ll never convict
me in a court of law.” The
broadcast, which prompted a
national debate about medical ethics and media responsibility, also served as prime
evidence for a first-degree
murder charge brought by the
Oakland County prosecutor’s
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 155
office. In a departure from
his previous trials, Dr. Kevorkian ignored Mr. Fieger’s
advice and defended himself
— and not at all well. It was
an act of arrogance he regretted, he said later.
May 26, 1928, the second of
three children and the only
son born to Levon and Satenig Kevorkian, Armenian
refugees. His father founded
and owned a small excavation company.
in the hospital, could not take
advantage of the option that
he had offered others and
that he had wished for himself. “This is something I
would want,” Dr. Kevorkian
once said.
‘Stopped’
The young Jack Kevorkian
was described by his friends
as an able student interested
in art and music. He graduated from the University of
Michigan, where he pursued
a degree in engineering before switching to medicine.
“If he had enough strength to
do something about it, he
would have,” Mr. Fieger said
at a news conference Friday
in Southfield, Mich. “Had he
been able to go home, Jack
Kevorkian probably would
not have allowed himself to
go back to the hospital.”
“You had the audacity to go
on national television, show
the world what you did and
dare the legal system to stop
you,” said Judge Jessica R.
Cooper, who presided over
the trial in Oakland County
Circuit Court. “Well, sir,
consider yourself stopped.”
On June 1, 2007, Dr. Kevorkian was released from prison after he promised not to
conduct another assisted suicide.
He was the author of four
books, including “Prescription: Medicide, the Goodness
of Planned Death” (Prometheus, 1991). He is survived
by his sister, Flora Holzheimer. Another sister, Margo
Janus, died in 1994.
He was born Murad Kevorkian in Pontiac, Mich., on
Mr. Fieger said that Dr. Kevorkian, weakened as he lay
Dr. Kevorkian was a lover of
classical music, and before
he died, his friend Mr. Morganroth said, nurses played
recordings of Bach for him in
his
room.
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JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE NEW YORK TIMES (US) • THE FRONT PAGE • 3/6/2011
Where Prisoners Can Do Anything, Except Leave
By SIMON ROMERO
PORLAMAR, Venezuela —
On the outside, the San Antonio prison on Margarita
Island looks like any other
Venezuelan
penitentiary.
Soldiers in green fatigues
stand at its gates. Sharpshooters squint from watchtowers.
Guards cast menacing glances at visitors before searching them at the entrance.
But once inside, the prison
for more than 2,000 Venezuelans and foreigners held
largely for drug trafficking
looks more like a Hugh Hefner-inspired fleshpot than a
stockade
for
toughened
smugglers.
Gulfstream jet that prosecutors accuse them of planning
to use for smuggling two
tons of cocaine to West Africa.
It is not uncommon for armed inmates to exercise a
certain degree of autonomy
in Venezuela’s penitentiaries.
Prisoners with BlackBerries
and laptops have arranged
drug deals, abductions and
murders from their cells, the
police say, a legacy of decades of overcrowding, corruption and insufficient guards.
But San Antonio prison, renowned on Margarita Island
as a relatively tranquil place
where even visitors can go
for sinful weekend partying,
is in a class of its own.
Bikini-clad female visitors
frolic under the Caribbean
sun in an outdoor pool. Marijuana smoke flavors the air.
Reggaetón booms from a
club filled with grinding
couples. Paintings of the
Playboy logo adorn the pool
hall. Inmates and their guests
jostle to place bets at the prison’s raucous cockfighting
arena.
The island itself is a departure point for drug shipments
into the Caribbean and the
United States, and the traffickers arrested here often
end up in this prison, effectively overseeing life behind
its walls with a surreal mix of
hedonism and force. Some
inmates walk the prison
grounds grasping assault
rifles.
“The Venezuelan prisoners
here run the show, and that
makes life inside a bit easier
for us all,” said Fernando
Acosta, 58, a Mexican pilot
jailed since 2007. His cellmate, a Congolese businessman, had hired him to fly a
“I was in the army for 10
years, I’ve played with guns
all my life,” said Paul Makin,
33, a Briton arrested here in
Porlamar for cocaine smuggling in 2009. “I’ve seen
some guns in here that I’ve
never seen before. AK-47s,
AR-15s, M-16s, Magnums,
Colts, Uzis, Ingrams. You
name them, it’s in here.”
Inmates say they owe their
unusual privileges to a fellow
prisoner, Teófilo Rodríguez,
40, a convicted drug trafficker who controls the arsenal
that awes Mr. Makin. Mr.
Rodríguez is the inmates’ top
leader — a “pran” as alpha
prisoners are called.
Mr. Rodríguez also goes by
the moniker “El Conejo”
(The Rabbit), which explains
the proliferation of the pran’s
trademark throughout the
prison: paintings of the Playboy logo. Inside, opportunities flourish for inmates to
make money. Visitors from
the island, a palm-fringed
getaway destination, line up
on weekends to place bets at
the prison’s cockfighting
arena, generating gambling
revenue.
Other visitors, aware that
guards search upon entering
but not exiting, go inside to
buy drugs. Prisoners and
visitors alike make use of an
alley between cells to smoke
marijuana and crack cocaine.
Venezuela’s
government
recognizes the problems within its prisons, where fighting between gangs controlled by prans like Mr. Rodríguez contributes to a high
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number of killings. human
rights researchers found that
476 prisoners — about one
percent of the nation’s entire
prison population of 44,520
— were killed last year alone.
Hoping to tackle the violence, overcrowding and other
systemic issues, the government announced plans to
create a new ministry of prisons. President Hugo Chávez
singled out San Antonio prison for special attention on
his Sunday television program in December 2009,
celebrating the construction
of a new 54-unit women’s
annex here.
But human rights groups
say corruption and institutional disarray have stymied
efforts to improve conditions
in many prisons. The nation’s Institute for Penitentiary
Studies has had about 1,200
graduates since the 1990s,
but fewer than 30 of them
work in prisons, depriving
the system of professional
guidance and expertise.
A series of inmate takeovers
in recent weeks has underscored the troubles. In April,
inmates outside Caracas took
22 officials hostage, including the warden, protesting a
tuberculosis outbreak. The
weeklong standoff ended
when authorities agreed to
replace the warden. In May,
inmates at another prison
took its warden and 14 employees hostage for 24 hours
to protest what they called
mistreatment.
“The state has lost control of
the prisons in Venezuela,”
said Carlos Nieto, director of
Window to Freedom, which
documents rights violations
in Venezuelan prisons.
Luis Gutiérrez, the warden at
San Antonio, refused to discuss the prison he nominally
oversees. On weekends, the
ambience inside, bursting
with spouses, romantic partners and some who simply
show up looking for diversion, almost resembles the
island’s beach resorts.
Prisoners barbecue meat while sipping whisky poolside.
In some cells, equipped with
air-conditioning and DirecTV satellite dishes, inmates relax with wives or girlfriends. (Venezuela, like other Latin American countries, allows conjugal visits.)
The children of some inmates
swim in one of the prison’s
four pools.
Prisoners boast that they
built these perks themselves,
with their own money. They
say escapes are rare (inmates,
if they try, still face the threat
of being shot by soldiers outside). And while San Antonio can hardly be considered
safe — a grenade attack in
the infirmary killed several
men last year — inmates
argue that compared with
other jails, peace often prevails.
“Our prison is a model institution,” said Iván Peñalver,
33, a convicted murderer
who preaches at the prison’s
evangelical Christian church.
The inmates’ chief, Mr. Rodríguez,
interviewed
as
bodyguards shucked oysters
for him, attributed these distinctions to his rule. A mural
at the prison depicts Mr. Rodríguez as conductor of a
train, accompanied by gunwielding subordinates, barreling toward a snitch hanging
from a noose.
“There’s more security in
here than out on the street,”
said Mr. Rodríguez, a thicknecked long-termer who
barks orders into a cellphone.
Asked about his ambitions
after incarceration, he said he
would consider politics.
Until then, life under his
watch hews to its own code.
Parties include rap groups
invited to perform. Though
separated by a wall, the 130
inmates in the women’s annex mingle freely with the
male prisoners. Some form
romantic attachments.
In parts of the prison, something approaching normalcy
even prevails.
One prisoner with a camera
and a laptop serves as photographer, taking pictures of
fellow inmates and Photoshopping them into montages, like one in which they’re
seen leaning against a Hummer. A barber cuts hair. A
food stand called McLandro’s sells snacks. The club’s
reggaetón blares day and
night. Roosters crow at
dawn.
“I find it hard to explain what
life is like in here,” said Nadezhda Klinaeva, 32, a Rus-
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 158
sian serving a drug trafficking sentence in the women’s
annex. “This is the strangest
place I’ve ever been.”
María Eugenia Díaz and Meridith Kohut contributed reporting.
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JUSTIÇA NO EXTERIOR •
EL PAIS (ES) • OPINIÓN • 4/6/2011
Controladores ante el juez
Lenta pero inexorable, la
justicia ha continuado trabajando para pedir algún día
cuentas a esos controladores
aéreos que en diciembre pasado se ganaron la antipatía
ciudadana por un plante en
pleno puente de la Constitución que afectó a 600.000
viajeros. Este miércoles, un
juez de Madrid ha avisado a
16 controladores de que entre
el 18 y el 21 de julio tendrán
que acudir en calidad de imputados. No son los primeros. En Mallorca, otro juez
ha llamado a capítulo a otros
tantos funcionarios del aeropuerto para exigirles responsabilidades por lo ocurrido,
que, si recuerdan, motivó el
cierre del espacio aéreo y la
militarización del servicio en
el primer estado de alarma
que se decreta en España en
democracia.
La militarización logró la
normalización del tráfico
aéreo y un laudo del exministro de Trabajo Manuel Pimentel consiguió la paz social con un nuevo convenio
que reducía los privilegios de
los que gozaban estos funcionarios, los controladores
mejor pagados de Europa.
Enfriados los ánimos, AENA
no ha tomado aún represalias
masivas contra los amotinados, pero sobre ellos pesa la
amenaza de la Fiscalía de
Madrid, que les abrió una
investigación por posible
delito de sedición, y sigue su
curso la demanda judicial de
un colectivo de afectados,
que es la que ha motivado el
reciente anuncio del juez de
llamar a 16 de los presuntos
culpables, entre ellos el presidente del sindicato USCA
Camilo Cela. Este pleito pu-
ede terminar con el pago por
parte de los controladores de
indemnizaciones. Los demandantes piden 10.000 euros por afectado, lo que suma
un total de 80 millones de
euros.
Puede parecer mucho dinero,
pero todo es relativo. Si finalmente son muchos los
encausados (AENA abrió
430 expedientes en su día), el
reparto será menos gravoso
para unos funcionarios que
han percibido una media de
334.000 euros mensuales y
que con el nuevo convenio
seguirán cobrando como los
mejores ejecutivos y disfrutando de jubilaciones de
70.000. Inexorable y lenta, la
justicia a veces equilibra un
poco la balanza; solo un poco, porque los controladores
de nuevo cuño ni cobrarán
tanto ni serán funcionarios.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 160
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE NEW YORK TIMES (US) • THE FRONT PAGE • 3/6/2011
Mourning a Boy, Crowds in Syria Defy Crackdown
By LIAM STACK and
KATHERINE ZOEPF
CAIRO — Syrians poured
into the streets on Friday in
some of the largest antigovernment protests yet despite
the shutdown of much of
Syria’s Internet network,
which has been crucial to
demonstrators’ ability to mobilize and a major source of
information for those outside
the country.
The crowds protesting the
authoritarian rule of President Bashar al-Assad appeared fueled in part by escalating anger about the torture
and killing of a 13-year-old
boy. Witnesses said protesters in dozens of communities on Friday dedicated their
marches to him and other
children killed during the
uprising.
They defied the continuing
brutal crackdown that has
killed more than 1,000 people, with hundreds more
rounded up in mass arrests.
On Friday, more than 30 protesters were killed in the city
of Hamah, according to Rami
Abdelrahman, a human rights monitor. That report
could not be immediately
confirmed.
The boy who was killed,
Hamza Ali al-Khateeb, has
become a symbol of government oppression after a video
of his mutilated body was
circulated on YouTube.
“We won’t forgive, we will
kill the child killer,” chanted
protesters in Homs, a center
of dissent, according to a
witness who gave his name
as Mohamed. “We will continue until your end.”
Earlier this week, Unicef
issued an unusual statement
describing “extreme violence
against children in Syria.”
“We are particularly disturbed by the recent video images of children who were
arbitrarily detained and suffered torture or ill-treatment
during their detention, leading in some cases to their
death,” the statement said.
Though Unicef has issued
more general warnings about
the effects of recent unrest in
the Middle East on the lives
of children there, the statement is the first time since
the Arab Spring began that
the organization has called
on a specific government to
investigate what it called
“horrific acts” against children.
The Internet shutdown severely disrupted the flow of the
YouTube videos and Facebook and Twitter posts that
have allowed protesters and
others to keep track of demonstrations, since foreign
news media are banned and
state media are heavily controlled. Both land lines and
cellphones are so frequently
monitored by Syria’s feared
secret police that Skype had
become a major means of
communication among activists, and its loss as a tool
may be a blow to the protest
movement. Government Web
sites, including those for the
Ministry of Oil and the state
news agency, SANA, remained online.
Two-thirds of Syria’s Internet network went offline at
6:35 a.m. Friday, said James
Cowie, an analyst at Renesys, an Internet analytic
firm, in a cascading blackout
that took 30 minutes.
Forty of the country’s 59
Internet pathways were disabled, including Syria’s entire
3G mobile network, run by
the country’s only telecom
provider, Syriatel, which is
owned by Rami Makhlouf,
Mr. Assad’s cousin.
“People that want to use their
smart phones to Tweet or
read Web pages cannot,” Mr.
Cowie said. “All of the IPs
on those phones appear to be
down.”
Phone service was also heavily disrupted across the
country, and for the past several days, rights activists
have reported that water and
electricity had been shut off
in a string of towns in central
and southern Syria.
Egypt and Libya had earlier
shut off access to the Internet
in an attempt to crush popular uprisings led by young
people and aided by social
media networks.
“When a government shuts
down the Internet, it shows
the disconnection between
the governing and the gover-
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 161
ned,” Alec Ross, Secretary of
State Hillary Rodham Clinton’s senior adviser for innovation, wrote in a Twitter
post on Friday afternoon.
Oula Abdulhamid, a Syrian
activist who helped organize
a conference for members of
the Syrian opposition in Turkey this week, said the protest videos posted Friday
were mainly the work of activists who had crossed Syria’s borders.
“In some of the areas on the
borders, they’re using Jordanian lines and Lebanese lines,” Ms. Abdulhamid said.
“They’re crossing the borders and going to Internet
cafes. They’re doing such
hard work just to get a few
videos out. They’re risking
their lives.”
According to Andrew Tabler,
a Syria analyst at the Washington Institute for Near
East Policy, the efforts of
Syria’s scattered political
opposition to unite at the
Turkey conference appeared
to have been embraced by
activists within Syria and
might be helping to fuel more vigorous protests.
“There’s a feeling now that
everyone is united against
Assad, though everyone recognizes that this effort is
going to take a while, a long
while,” Mr. Tabler said.
Activists in various cities
reported that people had turned out despite their fears
after weeks of suppression
that has included virtual
blockades of several defiant
cities. The Local Coordinating Committees in Syria, a
loose group of organizers,
reported that turnout at Friday’s protests was as high as
70,000 in Maarrat an Numan
and 50,000 in Ariha, both in
the northwest.
“The situation is so tense
here,” said Sheik Nawaf alBashir, an activist in Dayr az
Zawr in eastern Syria. He
said that four people had
been injured and that eight
army units appeared to be
heading toward the city center.
“Heavy gunfire is heard all
around,” Mr. Bashir said. “I
am afraid of a clash between
the army and the protesters.”
Anwar Fares, a former political prisoner who spoke from
Dara’a, said four groups of
protesters marched in city,
the birthplace of the uprising,
where security forces operating checkpoints throughout
the city kept them from converging. He put the number
of protesters at 2,000.
“Even if the demonstrations
are small in Dara’a, for us it
is an achievement because
the person who participates is
a possible martyr,” Mr. Fares
said. “Those who join the
demonstrations might not
come back,” he added.
In recent weeks, SANA has
described the protest movement as an insurgency. Syrian television has offered limited coverage of the demonstrations,
describing
them as peaceful protests
calling for the government to
speed the reform process.
But Mr. Abdelrahman, director of the Syrian Observatory
for human rights, described
concerns that worsening attacks on the protesters by the
security forces might cause
the protesters to respond with
violence of their own.
“I have fears that things will
go out of control in the street,” he said. “Not all the people participating in the rallies
are intellectuals, so it’s hard
to control things, especially
families who lost their sons.
The opposition is not leading
the street, the people are, and
that is my deep fear.”
Liam Stack reported from
Cairo, and Katherine Zoepf
from New York. Hwaida
Saad contributed reporting
from Beirut, Lebanon.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 162
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE NEW YORK TIMES (US) • SPORTS WEDNESDAY • 3/6/2011
Judge Advises N.F.L. and Players To Continue Efforts to End Dispute
By JUDY BATTISTA
ST. LOUIS — With the start
of the 2011 regular season
less than 100 days away, and
recent negotiations providing
hope for a settlement, the
N.F.L. and its players faced
off in a federal appeals court
Friday to determine how much longer the lockout could
last.
Both sides relied on familiar
points in the hearing before
the three-judge panel of the
Eighth Circuit Court of Appeals to determine whether
an injunction that would end
the lockout was legal. Judges
Steven Colloton and Duane
Benton, who have voted with
the owners on the temporary
and full stay decisions, asked
almost all of the questions,
and they peppered Ted Olson, who represented the
players, with more questions
than they did Paul Clement,
the league’s lawyer.
With the lockout nearly in its
third month, Judge Kermit
Bye — who was the lone
dissenter in decisions to issue
temporary and full stays of
the injunction, and who spoke little during the oral arguments — urged the parties
to continue their talks to end
the dispute.
“We will take this case and
render a decision in due
course,” Bye said. “We
won’t, I might also say, be all
that hurt that you’re leaving
us out if you should go out
and settle the case. But that’s
up to you. But we will keep
with our business, and if that
ends up with a decision,
that’s probably something
both sides are not going to
like, but at least it will be a
decision.”
The lawyers for the league
and the players declined to
comment on negotiations,
and DeMaurice Smith, the
leader of the players association, who participated in three days of talks with
Commissioner Roger Goodell and a handful of owners
this week, also declined to
discuss the talks as he left the
courthouse. Talks are expected to resume next week, and
it is possible the appeals
court could wait to issue its
decision in order to give the
parties time to reach a settlement. A decision from the
appeals court would probably
come later this month or in
July.
“Anybody that believes that
litigation or settlement, that
there was a choice between
the two, those people are
wrong,” said George Atallah,
the spokesman for the players association. “We’re here
today to try to lift the lockout
so that players can play football. At the same time, that
doesn’t mean that negotiations or settlement negotiati-
ons couldn’t continue. You
saw that over the past couple
days. It’s a false choice to
think that one can happen
over the other.”
The oral arguments were
mostly a showcase of legal
talent — both lawyers are
former United States solicitors general. Only one owner,
the Jets’ Woody Johnson,
attended. About 20 players
packed shoulder to shoulder
in the courtroom, and the
powerful agents Tom Condon and Ben Dogra also watched.
The N.F.L. emphasized, as it
did at the district court level
and when it sought the stay
of the injunction, its belief
that the Norris-La Guardia
Act bars a federal district
court from issuing an injunction to stop a lockout. Clement also said the nonstatutory labor exemption should
apply for at least a business
cycle after a union dissolves
itself — meaning the lockout
would not be subject to antitrust law for at least a year —
and he called antitrust charges made by players “extraneous.”
He also continued the
N.F.L.’s argument that the
union’s decertification was a
tactic, and is a sham, an argument that Olson said verged on being “unconscionable.” Clement said the players could not “flip a light
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 163
switch” to play “gotcha” in
shuttling between being protected by labor or antitrust
law, depending on whether
the union exists.
The district court, in granting
the injunction, said that the
Norris-La Guardia Act did
not apply in part because
there was no longer a union.
Benton, though, indicated
that he thought that interpretation was wrong, pointing to
language in the act that suggested a union did not have
to be present. That is an argument that favors that
N.F.L.
“Doesn’t that make the district court completely wrong
in saying there has to be a
union for the Norris-La
Guardia Act to apply?” Benton asked in court.
Clement, in an interview as
he left the courthouse, pointed to the new round of talks
that began this week — which included Smith and a
small group of player representatives, but no lawyers —
as evidence that the league
was right. Those meetings
were portrayed by a mediator, however, as settlement
negotiations that stemmed
from the antitrust suit.
“There’s no question that to
the extent what’s going on is
continuing negotiations, what
that underscores is that the
union has not disappeared
forever,” Clement said, a
comment that could antagonize players just when negotiations appeared to yield
some sense of hope. “Everybody can make their own
judgment, but the problem
with the argument on the
other side is it assumes the
union is gone forever, and I
don’t think many people who
are students of this game or
students of this industry really believe that is a fact,” he
said.
Olson said the players were
“perfectly happy” to be protected by antitrust laws and
remain nonunionized, and he
hammered the N.F.L. for
what he described as a long
history of violating antitrust
laws. Colloton made clear
that even if the court rules
that the injunction should not
stand, the N.F.L. could still
be liable for violations of
antitrust laws. Olson called it
“Groundhog Day” that the
N.F.L. is calling the decertification a sham, the same
thing it did when the union
dissolved itself from the late
1980s to the early 1990s.
“The league is very familiar
with the antitrust laws,” he
said. “The league desperately
wants these employees to be
part of the union so they can
continue violating antitrust
laws.”
Later, Olson added: “This is
a situation where players are
simply asking that the
N.F.L., which is a recidivist
as far as antitrust laws are
concerned, stop violating the
antitrust laws until the judge
has time to render a decision
on the case before her.”
Clement concluded his argument by saying the fastest
way to get football back on
the field was to let both sides
use their labor law tools —
including a continuing lockout for management — to
resolve the dispute.
But the secret negotiations
that
overshadowed
the
N.F.L.’s most critical day in
court might settle it first.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 164
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE NEW YORK TIMES (US) • OBITUARIES • 3/6/2011
Elmer G. Pratt, Jailed Panther Leader, Dies at 63
By DOUGLAS MARTIN
Elmer G. Pratt, a Black Panther leader who was imprisoned for 27 years for murder
and whose marathon fight to
prove he had been framed
attracted support from civil
rights groups and led to the
overturning of his conviction,
died on Thursday in a village
in Tanzania, where he was
living. He was 63.
Mr. Pratt, who was widely
known by his Panther name,
Geronimo ji-Jaga, had high
blood pressure and other ailments, his longtime lawyer,
Stuart Hanlon, said. Mr.
Hanlon said he did not know
the exact cause of death.
To his supporters — among
them Amnesty International,
the N.A.A.C.P. and the American Civil Liberties Union
— Mr. Pratt came to symbolize a politically motivated
attack on the Black Panther
Party for Self Defense and
other radical groups. But
from the start, the grisly facts
of the murder of a 27-yearold teacher dominated discussions of the case, including those of the parole board that denied parole to Mr.
Pratt 16 times.
The teacher, Caroline Olsen,
and her husband, Kenneth,
were accosted by two young
black men with guns on Dec.
18, 1968, in Santa Monica,
Calif. They took $18 from
Mrs. Olsen’s purse. “This
ain’t enough,” one said, according to the police, and
ordered the couple to “lie
down and pray.”
Shots were fired, hitting Mr.
Olsen five times and his wife
twice. Mrs. Olsen died 11
days later. Mr. Pratt was arrested.
The case against Mr. Pratt
included evidence that both
the pistol used as the murder
weapon and the red-andwhite GTO convertible used
as the getaway car belonged
to him. An informant wrote
an eight-page letter asserting
Mr. Pratt had bragged to him
that he committed the murder.
Fellow Panthers did not support Mr. Pratt’s alibi that he
was in Oakland, more than
300 miles away, at the time
of the killing. A witness identified Mr. Pratt as one of
two men who tried to rob a
store shortly before the murder. And Mr. Olsen identified
Mr. Pratt as the assailant.
Mr. Pratt was convicted of
first-degree murder on July
28, 1972, and sentenced to
life imprisonment a month
later.
Information gradually surfaced that the jury had not
known about when it reached
its verdict. Mr. Olsen had
identified someone else befo-
re he identified Mr. Pratt.
Documents showed that the
informant who said that Mr.
Pratt had confessed to him
had lied about himself. Wiretap evidence that might have
supported Mr. Pratt’s alibi
mysteriously vanished from
F.B.I. files.
A public debate erupted over
the extent to which Mr. Pratt
and the Black Panthers had
been singled out by law enforcement agencies. J. Edgar
Hoover, director of the
F.B.I., called the Panthers a
threat to national security,
and an F.B.I. report spoke of
“neutralizing” Mr. Pratt. Others saw the Panthers and
their leaders as a voice of
black empowerment and as a
service group that provided
free breakfasts to the poor.
In an interview with The
New York Times in 1997,
John Mack, president of the
Los Angeles Urban League,
said, “The Geronimo Pratt
case is one of the most compelling and painful examples
of a political assassination on
an African-American activist.”
As Mr. Pratt languished in
solitary confinement, his
supporters shed light on his
case by hanging a banner
from the Statue of Liberty.
His lawyers, led by Johnnie
L. Cochran Jr. — famed for
defending O.J. Simpson —
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 165
assembled ammunition for an
appeal.
In 1997 a California Superior
Court judge, Everett W. Dickey, vacated Mr. Pratt’s conviction on the grounds that
the government informant,
Julius C. Butler, had lied
about being one. Moreover, it
was learned that the Los Angeles Police Department, the
F.B.I. and prosecutors had
not shared with the defense
their knowledge that Mr.
Butler was an informant.
A juror, Jeanne Rook Hamilton, told The Times: “If we
had known about Butler’s
background, there’s no way
Pratt would have been convicted.”
California lost its appeal to
nullify Judge Dickey’s decision in 1999, and the Los
Angeles County district attorney ruled out a new trial.
In 2000, Mr. Pratt received
$4.5 million from the federal
and local governments as
settlement in a wrongfulimprisonment suit.
Mr. Pratt said he would have
preferred to press the matter
in a trial so he could air the
government’s “evil scheme,”
but decided to accept his
lawyers’ advice and take the
settlement.
Elmer Gerard Pratt, the name
he rejected at 20 as that of a
“dirty dog” slave master, was
born on Sept. 13, 1947, in
Morgan City, La. His father
was in the scrap-metal busi-
ness. Elmer liked to shoot
rabbits and sell them. He was
a high school quarterback,
then joined the Army, serving two tours in Vietnam,
earning two Purple Hearts
and emerging a sergeant.
Mr. Pratt attended the University of California, Los
Angeles, where he studied
political science and joined
the Panthers. He rose to lead
the Los Angeles branch. He
moved to Tanzania because
he had friends there and had
always wanted to live in Africa.
He is survived by a daughter,
three sons, two sisters and
two brothers. He was godfather to the slain rapper Tupac
Shakur.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 166
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE NEW YORK TIMES (US) • NEW YORK • 3/6/2011
Connecticut House Debates Requiring Sick Pay
By PETER
MEq
APPLEBO-
The Connecticut House of
Representatives debated late
into Friday night as members
considered a bill that would
make Connecticut the nation’s first state to mandate
that some employers provide
paid sick days to employees.
The State Senate approved
the bill on May 25 in an 18to-17 vote, with one Republican voting in favor and
five Democrats opposed.
The House has 52 Republicans and 99 Democrats. None of the Republicans are
considered likely to approve
the measure, but party officials concede that getting enough Democratic votes to
kill it would be a challenge.
The Republicans on Friday
had drawn up about 100 amendments and were promising a contentious and protracted debate.
The issue is being closely
followed nationally, as liberal groups have presented
similar legislation in other
states and cities. The bill
would require only service
companies with 50 or more
workers to provide paid sick
days.
The measure was significantly toned down from earlier
versions, but opponents raised the same objections, that
the bill was antibusiness and
counterproductive at a time
of high unemployment and
low job creation in a state
that has consistently lagged
behind the nation in creating
jobs. Proponents said it offered major and overdue protections for workers and for
the public health, particularly
at a time when workers’ rights were under attack.
Manufacturing
companies
and nationally chartered
nonprofit
organizations
would be exempt. The bill
would not cover day laborers
or temporary workers. It
would apply only to service
workers, a broad category
that includes waiters, cashiers, crossing guards and hairstylists.
The
proposal
would allow each covered
employee to earn one hour of
paid sick time for every 40
hours worked, with the number of days capped at five a
year.
The legislation has been a
major priority for Gov. Dannel P. Malloy, who lobbied
wavering senators to support
the bill. He has pledged to
sign the bill if it reaches his
desk. Mr. Malloy, who is in
his first term, made the issue
an important part of his platform during his campaign
against Ned Lamont in the
Democratic primary last year.
“This piece of legislation is a
reasonable compromise that
represents good public policy,” he said in a statement
after the Senate passed it. “It
exempts industries where
appropriate, it ensures that
the benefit won’t be abused,
and most importantly, it protects public health. It
shouldn’t be the case that
people who are frontline service workers — people who
serve us food, who care for
our children and who work in
hospitals, for example — are
forced to go to work sick to
keep their jobs.”
But Republicans said the bill
was onerous and ill timed.
They said that it would put
an excessive burden on companies that had to provide
paid sick days and that its
language provided a broad
cause of action for any employees who claimed their
employment was unfairly
affected by using paid sick
days.
The Senate Republican leader, John McKinney, said the
bill would give other states
one more argument in competing for companies and
jobs, but he seemed resigned
to House passage.
Assuming it passes, he said,
“by being the first state in the
nation to pass a paid sick
leave mandate, Connecticut
has further cemented its re-
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 167
putation as being an unfrien-
dly place to do business.”
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE NEW YORK TIMES (US) • NEW YORK • 3/6/2011
As Styles of Handball Clash, Two High-School Stars Are Disqualified
By COREY KILGANNON
The finer points of street
handball, unlike other youth
sports, are not learned from
camps and coaches and clinics, but from pickup games
on hot concrete courts around
the city. There is no professional league to aspire to;
college scholarships are rare.
What amounts to a crowning
event for New York’s high
school players, the individual
championship tournament,
will be held this weekend at
the Lafayette Educational
Complex’s schoolyard in
Brooklyn. But two students
widely considered the best
young male and female players in the city — 17-yearold twins from Brooklyn —
will not be competing.
In an era of corruption in bigtime sports like international
soccer, college football and
cycling, the twins, Josh and
Raquel Garcia, were caught
up in a handball-size scandal.
Tipped off by a rival coach,
the Public Schools Athletic
League disqualified them for
the season because they had
entered a tournament that
awarded cash prizes, which
is against league rules. Josh
took home $100; Raquel won
nothing. It cost the two of
them $290 to enter.
On the city’s courts, the
twins’ exclusion has provoked equal amounts of outrage
and self-examination about
the collision of the freewheeling world of street handball
and the more formalized version played in high schools.
Organized school leagues are
crucial to the sport’s image
as it fights for legitimacy,
corporate sponsorships and
even Olympic recognition.
But in New York, the nation’s handball capital, the
way to best learn the game is
to challenge the top players,
and the top players can often
be found at the impromptu
tournaments where money is
won on the courts, as well as
on the sidelines, where betting is common.
Cesar Sala, 33, a New York
police officer who has several national titles and is one
of the top players in the city,
said that even though he
thought it was unfair to penalize the twins so harshly, “it’s
a good sign that rules are
being enforced, especially
now that we’re trying to make handball more official,
more legit.”
The twins’ father, Michael
Garcia, petitioned the Public
Schools Athletic League to
allow them to compete, but
to no avail. Mr. Garcia was
himself a longtime player at
the Seaside Courts at Coney
Island, the Yankee Stadium
of handball, and began taking
the twins there when they
were 3. They learned from
legends like Albert Apuzzi,
Joe Durso and Lefty Polanco.
Almost immediately, they
made a formidable mixeddoubles team. Even in elementary school, they swept
through junior competitions,
often winning prizes. “They
won a pair of bicycles at age
11,” Mr. Garcia said. “Does
that make them pro players?”
Playing for the High School
of Telecommunication Arts
and Technology, in Brooklyn, the twins helped turn
the boys’ and girls’ teams
into powerhouses among the
117 high school squads in the
city.
Last year, they both won
individual citywide tournaments and had their sights on
winning the Wingate Awards
as the top high school handball players in the city this
year.
Chris Weil, athletic director
at Telecommunications, said
the league told him that another coach, whom it did not
identify, had reported the
violation. “It’s unconscionable that some opposing coach
would want to take away
these kids’ senior year by
stopping them from competing,” Mr. Weil said.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 168
The contest in question was a
national championship held
last August in Coney Island.
Josh and a partner won second place, his $100 prize
immediately put toward entering their next tournament,
his father said.
Mr. Garcia said the twins
entered tournaments for the
competition, not the money.
“In fact, we often lose money,” he said.
Even so, the Public Schools
Athletic League rules for all
sports “are clear about participation in tournaments where students would be compensated,” said Marge Feinberg, an Education Department spokeswoman, speaking for the league.
The twins said they had never heard of the ban, and a
number of adult players interviewed on city courts in
the past couple of weeks said
they, too, were not aware of
it. Some freely admitted to
having played for money
while in high school, including Mr. Sala, who played
for Lincoln.
“I may have made $10,000 in
a year, not counting side
bets,” he said. “I’d say 80
percent of high school players play for money. If you
really enforced the rule,
you’d have to cancel the
whole league.”
John Wright, Josh’s frequent
doubles partner, known as
Rookie, said money was “our
training tool.”
by a local man nicknamed
Speedy, who collected entry
fees and promised prize money.
“It teaches you to handle
pressure,” said Mr. Wright,
38, considered one of the
world’s top players.
There were raucous games
filled with swearing, arguing
and trash-talking; above it all
hung the smell of sweat and
marijuana. Along the fences,
spectators were betting briskly on the matchups, brandishing a hefty roll of cash.
One of them, Angel Gonzalez, 25, pocketed a stack of
20s and said, “When I played
for Cardozo High School, the
school never had a problem
with us playing for money —
we’d hang around after the
matches and play the opposing players again, for money.”
Josh Garcia said it was unfair
to bar him and his sister from
school competition “when so
many high school players
compete in money tournaments.”
Raquel Garcia added, “I feel
like we’re being singled out,
just because we’re good players.”
Ms. Feinberg said the league
had “not been made aware of
any other players who violated this rule.”
“If information is reported to
the P.S.A.L.,” she said, “they
will review the allegations
and take appropriate action.”
As it stands, the twins’ only
real competition these days
can be found in the same
kinds of tournaments that got
them into trouble. Josh entered one tournament last month at Coney Island; there was
no women’s division.
It was not an environment
likely to change the athletic
league’s stance. The tournament was organized not by
some sanctioning body, but
Raquel helped shout down a
foul-mouthed spectator heckling Josh through the fence
as he used his nasty serve
and kill-shot to close out
some tough opponents. Josh
and his partner finished in
second place and each won
$50, roughly what they paid
to enter.
“If you’re a city kid and you
don’t play for money, you’ll
never get to play with the big
boys,” said Abe Podolsky,
64, a retired player and now
a regular spectator at Coney
Island. “You simply don’t
exist.”
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 169
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE NEW YORK TIMES (US) • NATIONAL • 3/6/2011
Settlements End Suits Over Raids By Officials
By COLIN MOYNIHAN
Two groups of plaintiffs have
settled lawsuits against law
enforcement agencies that
raided several St. Paul buildings in advance of the 2008
Republican National Convention, searching for information about protests or unlawful activities. Items seized
in the raids, according to
court documents, included
pamphlets titled “Wash Your
Own Dishes” and “Activists’
Guide to Basic First Aid.”
At one house, the authorities
searched heavy boxes that
they suspected contained
weapons, but found only
vegan literature.
The settlements brought to a
close one of the more controversial chapters of the
convention: raids involving
heavily armed police officers
who arrived at homes and a
protest-planning headquarters the weekend before the
Republican gathering.
Dozens of people said they
were handcuffed, photographed and detained at gunpoint. A handful of people were
arrested during the raids, but
most were released without
charges.
One settlement, announced
Friday, ended a suit against
Robert Fletcher, then the
sheriff of Ramsey County,
Minn., and members of his
department. The department
agreed to pay the six plaintiffs, described as the owners
of the seized documents,
$27,000.
The lawsuit asserted that
while raiding three homes in
Minneapolis and a protestorganizing headquarters in
St. Paul, officers seized literature, pamphlets, buttons,
leaflets and books that were
Constitutionally protected.
Besides the pamphlets on
washing dishes and first aid,
the authorities confiscated a
booklet titled “Eternal War
on the Hitler Youth” and
fliers calling upon people to
protest the convention or
blockade the streets.
The Ramsey County Sheriff’s Department, which is
based in St. Paul, had said
the homes it searched were
inhabited by people connected to an anarchist organization called the R.N.C. Welcoming Committee. A copy
of a warrant for one house
said the police were authorized to look for a laundry list
of items, including firebombs, brake fluid, photographs and maps of St. Paul,
paint, computers and camera
equipment, and documents
and other communications.
Residents of the houses where the warrants were served
denied having any unlawful
or dangerous materials.
“I think this is a classic case
where, in my opinion, they
massively exceeded the scope of the warrant and swept
up any literature they did not
want out on the street during
the convention,” said Teresa
Nelson, a lawyer for the American Civil Liberties Union of Minnesota.
A lawyer representing Ramsey County did not immediately respond to a telephone
message seeking comment.
The other settlement, announced last week, resolved
a federal lawsuit filed against
members of the St. Paul Police Department and the
F.B.I. after the police handcuffed and detained 10 people in a house in St. Paul for
several hours. Although nobody was arrested, some of
the people said their computers and phones had been
searched.
Among them were members
of I-Witness Video, a New
York City-based collectivethat assembled videotape
evidence during the 2004
Republican National Convention in New York that
was used to impeach sworn
testimony by police officers
in cases stemming from that
convention.
An affidavit submitted in
support of a search warrant
for the home cited 21 heavy
packages that had been deli-
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 170
vered there and stated that an
F.B.I. agent “has information
from a reliable source that
the packages contained weapons that are to be used during the R.N.C.” No weapons
were found.
vist from California who was
inside the house, said that
most of the $50,000 settlement would be donated to
nonprofit groups, including
one called the Committee to
Stop F.B.I. Repression.
One of the three plaintiffs,
Kris Hermes, a political acti-
“We decided we would take
the money we could get and
put it into worthy causes,” he
said Friday. “There was some poetic justice about taking money from the federal
government because of the
actions of the F.B.I.”
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 171
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE NEW YORK TIMES (US) • NATIONAL • 3/6/2011
In Alabama, a Harsh Bill for Residents Here Illegally
By JULIA PRESTON
Alabama has passed a sweeping bill to crack down on
illegal immigrants that both
supporters and opponents
call the toughest of its kind in
the country, going well beyond a law Arizona passed
last year that caused a furor
there.
The measure was passed by
large margins in the Alabama
Senate and the House, both
Republican-controlled,
in
votes on Thursday. Governor
Robert Bentley, a Republican, is expected to sign the
bill into law.
“Alabama is now the new
No. 1 state for immigration
enforcement,” said Kris Kobach, a Constitutional Lawyer who is secretary of state
in Kansas. He has helped
write many state bills to curtail illegal immigration, including Alabama’s.
“This bill invites discrimination into every aspect of the
lives of people in Alabama,”
said Cecillia Wang, director
of the immigrants’ rights
project of the American Civil
Liberties Union, which has
brought legal challenges against several state immigration-control laws. Calling Alabama’s bill “outrageous and
blatantly unConstitutional,”
Ms. Wang said, “We will
take action if the governor
signs it.”
The Alabama bill includes a
provision similar to one that
stirred controversy in Arizona, authorizing state and local police officers to ask about the immigration status
of anyone they stop based on
a “reasonable suspicion” the
person is an illegal immigrant. Federal courts have
suspended most of that Arizona law.
Alabama’s bill goes beyond
Arizona’s. It bars illegal immigrants from enrolling in
any public college after high
school. It obliges public schools to determine the immigration status of all students, requiring parents of
foreign-born students to report the immigration status of
their children.
The bill requires Alabama’s
public schools to publish
figures on the number of
immigrants — both legal and
illegal — who are enrolled
and on any costs associated
with the education of illegal
immigrant children.
The bill, known as H.B. 56,
also makes it a crime to
knowingly rent housing to an
illegal immigrant. It bars
businesses from taking tax
deductions on wages paid to
unauthorized immigrants.
“This is a jobs-creation bill
for Americans,” said Representative Micky Hammon, a
Republican who was a chief
sponsor of the bill. “We really want to prevent illegal
immigrants from coming to
Alabama and to prevent those who are here from putting
down roots,” he said.
The Alabama bill comes at
the end of a legislative season when many states wrestled with immigration crackdown proposals. Measures
focusing only on enforcement failed in 16 states, according to a tally by the National Immigration Forum in
Washington, a group opposing such laws.
In May, Georgia adopted a
tough enforcement law, which civil rights groups filed a
lawsuit on Thursday seeking
to stop. Proponents of state
immigration
enforcement
laws won a major victory last
week when the Supreme
Court upheld a 2007 law in
Arizona imposing penalties
on employers who hire illegal immigrants.
Alabama’s law includes some provisions similar to the
Arizona statute that courts
rejected as incursions on legal terrain reserved for the
federal government. But Michael Hethmon, general
counsel of the Immigration
Reform Law Institute in Wa-
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 172
shington, said the Alabama
bill was a compendium of
measures against illegal immigrants that his group had
tested in other states. Mr.
Hethmon’s group is the legal
arm of the Federation for
American Immigration Re-
form, which seeks to reduce
immigration.
The bill requires all Alabama
employers to use a federal
system, E-Verify, to confirm
the legal status of all workers. The measure also ma-
kes it a state crime for an
immigrant to fail to carry a
document proving legal status, and makes it a crime for
anyone to transport an illegal
immigrant.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 173
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE NEW YORK TIMES (US) • INTERNATIONAL • 3/6/2011
Mladic Refuses to Enter Plea at War Crimes Tribunal
By MARLISE SIMONS
THE HAGUE — For years
Ratko Mladic impressed friends and foes with his barking voice and commanding
presence. But in the dock on
Friday, he seemed much diminished — the swagger
gone, his speech slurred, the
feared warrior now an infirm
and elderly man.
Mr. Mladic, a former Bosnian Serb general who was
arrested in Serbia eight days
ago after 16 years on the run,
made his long-awaited appearance on Friday before an
International Court here
that has accused him of genocide and multiple other
atrocities. He quickly dismissed the charges read out to
him as “obnoxious” and
“monstrous.”
As Mr. Mladic, one of Europe’s most wanted men before
his arrest, shuffled into court,
two guards helped him into
his chair. He looked around,
a bit bewildered, then listened, sometimes rubbing his
face or flashing a mocking
smile.
Asked if he wanted to exercise his right to have the 37page indictment read aloud in
court, he said, “I do not want
a single letter or sentence of
that indictment read to me.”
But the presiding judge, Alphons Orie of the Netherlands, went on to read from
the 11 counts of crimes attributed to Mr. Mladic, a grave
list that recounts unrelenting
assaults on civilians by the
troops under his command
during the 1992-95 Bosnian
war.
But Mr. Mladic seemed most
interested in his health. A
few minutes into the 90minute hearing, he told the
judge: “I am a gravely ill
man. I need a bit more time.
Please be patient with me.”
Later, he had a long private
exchange with the judge about his ailments, which may
well affect the course of his
trial.
Aleksandar Aleksic, a lawyer
for Mr. Mladic in The Hague, said Mr. Mladic had
experienced three strokes and
suffered from high blood
pressure and from an intestinal hernia that required surgery.
Even so, Mr. Mladic tried to
maintain some measure of
decorum. With his right arm
impaired by a stroke, he gave
the judges a left-handed military salute as they entered the
court.
At one point he straightened
himself and told the court, “I
am here defending my country and my people, not Ratko
Mladic.” That drew a quick
response from Judge Orie,
who said, “I would like to
remind you that you are
charged as an individual.”
Mr. Mladic asked for more
time to enter a plea, and the
judge agreed, ordering him to
appear in court again on July
4.
In the public gallery, separated from the courtroom by a
wall of bulletproof glass,
women who had traveled
from Bosnia occasionally
shouted abuse. “Butcher of
the Balkans, you killed my
son,” said one woman in a
loud voice. “He has the devil
inside him,” said another,
before being told by guards
to keep silent.
Outside the courtroom, Zumra Sahomerovic, of Srebrenica, Bosnia, the scene of the
worst massacre that was said
to have been ordered by Mr.
Mladic, described the scene
as pathetic. “Such a big general, and he’s now complaining about his health and
how much stress he has,” she
said.
Mr. Mladic’s arrival is expected to extend the life of
the tribunal by several years.
Created by the United Nations Security Council in 1993
to deal with war crimes cases
related to the breakup of Yugoslavia, the tribunal had
been scheduled to close in
2014.
Given the time it will take for
Mr. Mladic and his lawyers
to prepare his defense, the
trial itself is not expected to
begin for months. Prosecutors were debating whether to
break out one or several
segments from the indictment, which encompasses
four broad sets of crimes: the
violent campaign in 1992 to
drive non-Serbs from large
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 174
parts of Bosnia to create a
region for Serbs only; the
shelling and sniping during
the 44-month siege of Sarajevo; the Srebrenica massacre; and the taking of Dutch
troops from the United Nations peacekeeping force as
hostages before overrunning
Srebrenica.
Serge Brammertz, the lead
prosecutor for the tribunal,
said this week that Mr. Mladic “has come late, but not
too late.” If anything, tribunal lawyers say, it may be
easier for the prosecution to
prove its case now than if he
had arrived a decade earlier.
The violence during the breakup of Yugoslavia in the
1990s affected other regions,
but Bosnia’s “ethnic cleansing” campaigns and the
massacre at Srebrenica became the war’s overriding
nightmares. Much evidence
has been amassed and tested
in trials of events that involve Mr. Mladic. Two of his
close aides have received life
sentences — the maximum
the tribunal can impose —
for their role in the Srebrenica massacre. Two others received life sentences for their
role in the siege of Sarajevo,
in which about 10,000 people
died. Other underlings have
also been tried and given a
range of prison sentences.
In addition to extensive film
footage that puts Mr. Mladic
on the scene at the time of
military action, the tribunal
last year received the contents of secret material found
in his Belgrade home. It included recordings of Mr.
Mladic during meetings and
telephone calls, and, most
surprising to investigators,
his military wartime diaries,
adding up to some 4,000 pages.
With this great volume of
material, the challenge for
the prosecution will be to
keep the trial manageable,
since Mr. Mladic’s health
may deteriorate if the proceedings run long.
Prosecutors have recently
revised and updated the Mladic indictment to bring it
broadly in line with that of
Radovan Karadzic, the Bosnia Serb political leader who
is already on trial here.
Each man now faces two
counts of genocide as well as
counts of extermination and
murder; deportation; terrorism and unlawful attacks;
persecution; and one count of
hostage-taking of more than
200 United Nations peacekeepers.
One option now being studied is to try Mr. Mladic and
Mr. Karadzic together on the
Srebrenica charges. Mr. Karadzic’s trial, which began 18
months ago, has been focused on the Sarajevo siege and
the abduction of the peacekeepers.
Geoffrey Nice, the lead prosecutor in the case of Slobodan Milosevic, the former
Serbian president, said he
believed that Mr. Mladic
could be tried relatively
quickly. “Srebrenica is such
a grave offense that, if proved, just that would clearly
be sufficient to obtain a sentence,” he said. Limiting the
trial “would probably be wise, especially in view of
Mladic’s age and health,” he
said.
Peter Robinson, the legal
adviser to Mr. Karadzic, who
acts as his own lawyer, said
there were “pros and cons to
a joint trial.”
“Dr. Karadzic has not yet
decided,” he said. “He thought it would be best to discuss this with Mladic.”
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 175
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE NEW YORK TIMES (US) • INTERNATIONAL • 3/6/2011
Despite Protests, Grand Prix Schedules Race for Bahrain
By NEIL MacFARQUHAR
JIDDA, Saudi Arabia — The
organizers behind the Bahrain Grand Prix decided on
Friday to schedule the auto
race, delayed because of an
antigovernment
uprising,
despite pleas from local and
international human rights
organizations to stay away.
Even as the announcement
was made, the security police
fired tear gas, rubber bullets
and birdshot at antigovernment protesters trying to reach the former epicenter of the
protests in the capital, Manama, and in villages scattered throughout the Persian
Gulf island nation, rights
activists said. No immediate
figures were available for the
number of wounded, they
said.
The government-owned Bahrain International Circuit,
where the race is held, welcomed the decision to hold
the Formula One race at the
end of October, saying it
would help boost the economy after a “difficult time.”
On Wednesday, Bahrain lifted a state of emergency in
place since March, when the
race was originally scheduled, and protests resumed
instantly. Since February,
there have been reports of
torture and other abuse a-
mong hundreds of detained
demonstrators whose demands ranged from jobs to
political reform. The government said it acted t with
Saudi Arabia and other gulf
neighbors to prevent an Iranian-supported revolution.
In the statement, Zayed R.
Alzayani, the director of the
raceway, said that the Formula One event “transcends
politics,” even as he confirmed reports that the raceway
fired Shiite Muslim employees during the unrest. “We
did have some staff issues,”
Mr. Alzayani told the Al Jazeera English network, saying they were fired because
they missed too many workdays in a row.
Tom Porteous, a spokesman
for human rights Watch,
said the organization condemned the use of labor laws
to fire as many as 1,600 Shiite Muslims around Bahrain,
saying they were being punished for heeding a strike called to protest the government
crackdown on the prodemocracy movement.
“The state of fear continues,”
Mr. Porteous said, describing
the decision to schedule the
race “unfortunate.”
On Bahrain itself, opinions
were mixed, with some saying it would provide cover
for the government and others calling it a welcome
return to normalcy.
The main opposition group,
Wafaq, a target of the government crackdown, was
among those welcoming the
race. The raceway is a pet
project of the crown prince,
Salman bin Hamad alKhalifa.
“It is not the Formula One
itself but because it will fill
the hotels, the taxis, the restaurants,” said Sawsan alShaer, a Bahraini columnist
who endorsed the move in a
telephone interview. “It is for
the income of the country —
as a sport, few people care
about it.”
Mohammed Al-Maskati, the
head of the Bahrain Youth
Society for human rights,
said, “It is clear that Formula
One does not respect human
rights in Bahrain,” adding
that he hoped journalists who
covered the race would report on conditions on the
island.
The World Motor Sport
Council of the Fédération
Internationale
de
l’Automobile, the sport’s
governing body, said the
decision was a result of a
fact-finding mission to Bahrain. It issued a statement
saying the decision “reflects
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 176
the spirit of reconciliation in
Bahrain.”
The announcement was met
with derision on social media
networks like Twitter. “The
F.I.A. has been assured by
Bahrain there will be no crime race weekend, or people
in the streets, and really just
way less people over all,”
read one Twitter message by
@breaking auto.
Opponents said they would
continue to pressure sponsors, teams and drivers in an
attempt to have the race canceled. There were already
some misgivings in the auto
world, with one prominent
former driver, Damon Hill,
telling the BBC that Formula
One racing would “forever
have the blight of association
with the repressive methods
to achieve order” if it held
the race.
The online social activist
organization Avaaz.org has
collected about 350,000 signatures worldwide on an on-
line petition against the race.
Ricken Patel, its executive
director, noted press reports
that organizers would collect
a $40 million fee from Bahrain for the race, saying
they had put a price on human rights.
“I think you would have to
be crazy to want your brand
associated with this event,”
Mr. Patel said. “This is really
an unconscionable decision.”
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 177
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE NEW YORK TIMES (US) • INTERNATIONAL • 3/6/2011
Plan to Deport Child Refugees Draws Criticism From U.N.
By THE
PRESS
ASSOCIATED
Australia came under fire
from United Nations agencies and human rights advocates on Friday over its plan
to send unaccompanied child
asylum seekers to Malaysia
as part of a refugee swap.
The two countries have reached an agreement in princi-
ple for Malaysia to take 800
asylum seekers from Australia in return for Australia’s
resettling 4,000 refugees
from Malaysia. Immigration
Minister Chris Bowen said
the 800 would include children who made the boat
journey without parents or
guardians. “I don’t want
children getting on boats to
come to Australia thinking or
knowing that there is some
sort of exemption in place,”
he told the Australian Broadcasting Company. Unicef had
been seeking assurances that
children would not be sent to
Malaysia, and its chief executive in Australia, Norman
Gillespie, called the deal
“extremely callous and lacking in all forms of compassion.”
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 178
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE NEW YORK TIMES (US) • EDITORIALS, OP-ED AND LED • 3/6/2011
Why Khodorkovsky Matters
By JOE NOCERA
Over the past six months,
I’ve written three columns
about
Mikhail
Khodorkovsky, the former Russian
oligarch who has been in
prison since 2003, charged,
tried, convicted — and recently reconvicted — on
transparently bogus tax and
embezzlement charges.
Partly, I keep returning to the
subject because his lengthy
imprisonment offends my
sense of justice; his real crime, after all, was challenging
Vladimir Putin, the Russian
strongman. More importantly, Khodorkovsky’s fate
stands as a powerful illustration of Russia’s biggest problem: the contempt the country’s corrupt rulers have for
the rule of law.
Yet after each of those columns, I received feedback
saying, essentially, that Khodorkovsky deserved what he
got. Even if the crimes for
which he went to prison were
fictitious, he undoubtedly did
bad things on his way to becoming Russia’s richest man.
“He stole Russian national
resources, truly the wealth of
the nation,” read one e-mail,
referring to Khodorkovsky’s
role in founding the nowdefunct oil company Yukos.
“I have zero sympathy for
him.”
A man named William
Browder once had zero sympathy for him, too. Browder
is an interesting character:
the grandson of Earl Browder, a prominent, early American communist, he “rebelled,” he told me recently, not
only by becoming a capitalist
but by moving to Russia and
setting up an investment
fund. Started with $25 million, Browder’s Hermitage
Fund swelled to $4.5 billion
in assets by the early 2000s,
making it the biggest Russiaonly fund in the world.
“I always knew Russia was
corrupt,” he says. “Our theory was that stocks would
rise in value as Russia went
from complete chaos to merely terrible chaos.”
Still, galled by the blatant
theft of shareholder assets by
many of the oligarchs,
Browder decided to prod
things along by becoming a
shareholder activist. He hired
investigators to root out
fraud, which he then exposed
in the news media. Quite
often, Putin’s government,
which was trying to wrest
power away from the oligarchs, would step in and take
corrective action. Which, of
course, would cause the
stocks to rise.
Khodorkovsky was one of
the executives Browder tangled with over the years. As
a result, says Browder, “I
was happy when he was arrested.” He adds ruefully, “I
didn’t understand that everything had changed.”
But it had. Khodorkovsky’s
trial and sentencing forced
the other oligarchs to either
flee or fall in line. Suddenly,
government officials were
partaking in the theft instead
of trying to stop it. Foolishly,
Browder continued his shareholder agitation. But instead of pleasing Putin’s henchmen, his actions angered
them.
In the fall of 2005, Browder,
returning from London, was
refused re-entry into the
country. His office was raided, and documents were
taken. Officials doctored the
documents to fraudulently
register his company under
new ownership. Then they
backdated contracts that made it appear as if the company owed $1 billion. But
there was no way to get the
$1 billion because Browder
had moved Hermitage’s assets to London.
No matter. After some more
fraudulent legal maneuvering, the new “owners” asked
for a tax refund of $230 million. It was granted within 24
hours.
Browder had hired seven
lawyers to help try to untan-
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 179
gle the mess. One of them,
Sergei Magnitsky, doggedly
pursued the fraud, bringing it
to the attention of other government officials, and even
testified against those who
had been the ringleaders. “He
said we should bring complaints because it was so obviously a rogue operation,”
says Browder.
In fact, there was nothing
rogue about it; this was how
Russia’s plutocrats now operated. Instead, Browder’s
lawyers were the ones feeling
the heat, and six of the seven
fled Russia. Magnitsky, 36,
with a young family, refused
Browder’s entreaties to leave
as well.
Magnitsky today is dead. He
was arrested in 2008 — on
“tax evasion” charges — and
sent to prison. Held without
so much as a hearing, his
health deteriorated. In August 2009, a week before a
scheduled surgery, he was
transferred to a prison that
lacked hospital facilities. He
died three months later. This
week, in a final indignity,
Oleg Silchenko, the Interior
Ministry official most directly responsible for Magnitsky’s detention and ongoing abuse in prison, was officially exonerated for his role
in the case.
“Sergei wasn’t an oligarch,”
says Browder. “He wasn’t a
human rights activist. He
was just a guy doing his job.
His mistake was having the
wrong client.”
And that’s the real point,
isn’t it? Khodorkovsky’s
illegal jailing leads, inevitably, to Magnitsky’s death. It
leads the powerful to have
troublesome journalists beaten or killed with no consequences. It allows plutocrats
to steal companies from shareholders, to jail whistleblowers, to extort with impunity. The rule of law either
applies to everyone or no
one. You can’t carve out exceptions.
It also has one other huge
consequence, which is on
display right now, if you
know where to look. I’ll tackle that on Tuesday.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 180
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE NEW YORK TIMES (US) • BUSINESS DAY • 3/6/2011
Wal-Mart to Buy Back Billions More in Shares
By ALISSA SKELTON
FAYETTEVILLE, Ark. —
Wal-Mart said on Friday that
it would buy back $15 billion
more of its shares to try to
improve returns for its shareholders.
The initiative, which was
announced at the company’s
annual shareholders’ meeting
here, comes after a previous
$15 billion repurchasing plan
that was announced last year.
The company bought back
244 million shares, worth
about $13 billion, under that
program.
Charles Holley, the chief
financial officer, said the
buyback demonstrated the
company’s strength and was
“indicative of our strong free
cash flow position.”
Wal-Mart’s shares have lagged the broader market over
the last year, despite the repurchase plan and a 21 percent increase in its dividend,
to $1.46 a share, in the 2011
fiscal year. On Friday, its
shares rose 11 cents, to
$53.66.
Investors have focused instead on the company’s slumping same-store sales — a
problem that company executives promised to fix.
“We know we are up against
some strong economic headwinds through the recession
and slow-paced recovery of
the last three years,” Mr.
Holley said.
Overall sales increased 4.2
percent in the most recent
quarter, but most of that increase came from food purchases. In contrast, Wal-Mart
has struggled with apparel
sales.
“In the future, you will see
less fashion apparel and more
basic items, like underwear
and T-shirts,” said William
S. Simon, president and chief
executive of Wal-Mart’s
United States operations.
“When it comes to fashion,”
he said, “customers don’t
want to see 10,000 others
wearing the same clothes.”
To stem the sales declines,
Wal-Mart removed some
merchandise from store shelves, including plus-size clothes and fabrics. On Friday,
Mr. Simon said that 8,500
items would return to the
shelves.
In addition, Wal-Mart plans
to roll out over the next year
140 to 160 stores in three
formats — the 100,000- or
more square-foot superstores,
40,000-square-foot neighborhood markets and new
15,000-square-foot express
stores.
The first express stores will
open next week in small
towns in Arkansas. The first
urban express stores will
open later this summer in
Chicago. The stores are a
part of Wal-Mart’s effort to
serve rural and urban areas.
Higher food and fuel prices
are hurting Wal-Mart’s mainstay shoppers, and Mr. Simon and other executives
emphasized that the company
would remain a low-cost
operator and provide low
prices.
The company is also seeking
to bolster sales overseas. Just
last week, Wal-Mart received
approval to acquire Massmart Holdings of South Africa for $2.4 billion.
Shareholder proposals at the
meeting related to climate
change, gender discrimination policy, political donations and its suppliers’ compliance with international
human and workers’ rights
were all defeated.
Michael T. Duke, WalMart’s chief executive, said
the company was recruiting
more women and minorities.
It is still facing a federal
class-action lawsuit that accuses Wal-Mart of sex discrimination.
As in years past, the shareholders’ meeting, which is
held near the company’s headquarters in Bentonville,
was equal parts pop concert
and pep rally. The host this
year was the actor Will Smith, and performers included
the winner of the 10th season
of American Idol, Scotty
McCreery, in addition to
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 181
Alicia Keys, the Black Eyed
Peas and the Canadian Tenors.
Wal-Mart workers traveled
from around the world for
the meeting. They did the
Wal-Mart cheer with the
squiggly dance move several
times. Each time an executive referred to the success of
Wal-Mart’s Sam’s Club unit,
Sam’s Club employees erupted with cheering and noisemakers.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 182
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE NEW YORK TIMES (US) • EDITORIALS, OP-ED AND LED • 3/6/2011
How a Democracy Works
President Obama, who has
spent two and a half years
not delivering on his promise
to fix immigration, gave a
speech in El Paso last month
and cloaked his failure in
tough statistics — this many
new border agents, that much
fencing, these thousands of
deportations.
As for the other parts of reform — where millions of
immigrants get right with the
law and get on with becoming Americans, where workers are better protected —
he threw up his hands. He
said immigration advocates
“wish I could just bypass
Congress and change the law
myself. But that’s not how a
democracy works.”
O.K., so maybe it isn’t. But
there is a lot President Obama can and should do, using
the discretion and authority
granted to the executive
branch and its agencies to
make the system work better:
¶Mr. Obama can bolster public safety by pulling the
plug on Secure Communities, a program that sends fingerprints of everyone booked
by state or local police to
Department of Homeland
Security databases to be
checked for immigration
violations. It was supposed
to focus on dangerous felons,
but the heavy majority of
those it catches are noncriminals or minor offenders —
more than 30 percent have no
convictions for anything.
The president should listen to
the many law enforcement
professionals and local officials, like the governors of
New York and Illinois, who
want nothing to do with Secure Communities. They say
it endangers the public by
catching the wrong people
and stifling community cooperation with law enforcement.
¶The president can push much harder against the noxious
anti-immigrant laws proliferating in the national freefor-all. The administration
sued to stop Arizona’s radical scheme. But Utah, Alabama, Indiana and Georgia
are trying to do the same
thing.
¶He can grant relief from
deportation to young people
who would have qualified for
the Dream Act, a filibustered
bill that grants legal status to
the innocent undocumented
who enter college or the military. He can do the same for
workers who would qualify
for the Power Act, a stalled
bill that seeks to prevent employers from using the threat
of deportation and immigra-
tion raids to retaliate against
employees who press for
their rights on the job.
¶He can resist Republican
lawmakers who want mandatory nationwide use of EVerify, a flawed hiring database, which would likely
lead to thousands of Americans losing their job because
of data errors. A December
report by the Government
Accountability Office warned that E-Verify is plagued
by inaccurate records and
vulnerable to identity theft
and employer fraud.
¶He can order the citizenship
agency to keep families intact by making it easier for
illegal immigrants who are
immediate relatives of American citizens to fix their status without having to leave
the country. Many already
qualify for green cards but
are afraid to risk getting
stuck abroad under too-strict
laws that could bar their reentry.
¶He can bolster the civil rights division of the Department of Justice and give the
Department of Labor more
tools to strengthen protections for all workers and the
authority to combat labor
trafficking. Such authority
now lies with Homeland Security, which means many
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 183
immigrants are too frightened to speak up when their
rights are abused.
As President Obama said in
El Paso, the United States
needs to address “the real
human toll of a broken immigration system.” There’s
work to do, Mr. President.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 184
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE GUARDIAN (LO) • BUSINESS • 3/6/2011
English Heritage deals blow to £340m UBS office plans
Watchdog backs listing of Broadgate buildings, where the Swiss bank wants to demolish
its existing HQ and build a new one
Julia Kollewe
British Land s plans to build
a new £340m headquarters
for Swiss bank UBS at Broadgate in the City of London
have been thrown into doubt
after English Heritage recommended the listing of the
site on Friday yesterday.
The watchdog said Broadgate Square, designed by Peter
Foggo, then of Arup, in the
1980s, is "one of the most
important and successful
developments of its period
and type, possessing special
architectural and historic
interest, and therefore should
be listed at Grade II*".
It added: "Rare for commercial developments, people
enjoy Broadgate Square – in
this sense, it is a triumph of
urbanism, a special place in
the financial heart of the capital."
British Land and its private
equity partner Blackstone
want to knock down four and
six Broadgate and replace
them with a new European
headquarters for the UBS. It
has argued strongly against a
listing of the two buildings,
which are less than 30 years
old, saying they were not of
high quality and did not possess sufficient special interest
to warrant their listing.
The developer also pointed
out that the Broadgate arena
and octagon had been extensively altered in the last few
years and that the arena, which houses an ice rink in the
winter, sculptures and open
spaces would be retained.
The decision is now in the
hands of the culture secretary, Jeremy Hunt, and is
expected in about two months, after submissions from
British Land, the local authority and other interested parties. Ministers accept the
majority of English Heritage
s recommendations, although
last week they refused to
endorse its advice to list the
1970s Commonwealth War
Graves Commission in Maidenhead, and in March overruled it on ABK s 1970s
Redcar library.
The City of London Corporation had approved British
Land s 700,000 sq ft scheme,
and building was to start this
summer, with UBS planning
to move in by 2014. The corporation s policy chairman,
Stuart Fraser, acknowledged
that Broadgate Square "embodied the newfound dynamism of the Square Mile
post-Big Bang," but went on
to warn that listing the estate
"would damage the City s
reputation as a leading global
financial centre".
British Land said: "A decision to list would block the
£850m investment in Broadgate, raise the question of
where to locate 7,000 permanent banking jobs and put at
risk more than 5,000 construction jobs, which would
be created over the next three
to five years, along with the
associated economic activity
and growth it would generate.
"It would send out a message
to the world that London is
not open for business , undermining the City of London s status as a global business centre."
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 185
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE GUARDIAN (LO) • SPORT • 3/6/2011
Tote bought by Betfred for £265m
With 1,350 shops, Betfred be a nationwide competitor to Coral, Ladbrokes and market
leader William Hill
Simon Bowers
Betfred, the betting shop
chain owned by industry veteran Fred Done, has won the
race to buy state-owned bookmaker the Tote after raising its offer to £265m.
Racing minister John Penrose said the deal would provide a £90m windfall for the
taxpayer while a similar sum
will be channelled to support
parts of the racing industry.
However, the racing lobby
has expressed concern that
promised funds may be tied
up in Treasury coffers for
some time because of limits
on how the money can be
dispersed under European
state aid rules.
Done will now marry his
existing estate of 800 shops
with the Tote s 517 shops to
form a fourth force in the
industry to rival Gala Coral,
Ladbrokes and William Hill.
Nearly 150 of the Tote s
4,000 staff could lose their
jobs as he merges its Wigan
head office functions with
Betfred s existing base in
Warrington.
"I love racing and I believe
we have the greatest in the
world," said Done, who added that buying the Tote had
been his ambition for years.
"Over the coming months I
will develop the Tote s relationship with the sport into a
highly successful commercial
partnership."
Betfred beat off stiff competition from an innovative bid
put together by Sir Martin
Broughton, the former chairman of the British Horseracing Board, who had planned
to float the business on the
Aim junior stock market.
The final decision on the
Tote, which has been up for
sale since 1997, comes after
weeks of bitter sniping between the rival bidders during
which the British Horseracing Authority gave its backing to Broughton s bid vehicle Sports Investment Partners.
SIP, which would have handed racing an equity interest
in the Tote rather than a cash
windfall, had argued that its
proposal offered a better deal
for taxpayers and protected
more jobs at the Tote s headquarters.
However, the complexity and
uncertainty of SIP s plans for
an independent Tote appear
ultimately to have proven to
much for ministers. "It was a
closely fought contest which
has ended up giving the Tote
business and the racing industry the certainty they have
been looking for," said culture secretary Jeremy Hunt.
Much of the disagreement
centred on the future relationship between the Tote s
pool betting monopoly business and the racing lobby.
The BHA had wanted ongoing commercial ties to this
part of the Tote business rather than a 50% share of the
cash proceeds from the Tote
sale.
Keen to win over sceptics in
the racing industry Betfred
has promised to make this
business a growth priority.
However, the commercial
prize for Done is the Tote s
high street betting shops.
Broughton is understood to
be disappointed by the government s decision and has
not ruled out seeking a judicial review. Sources close
the the SIP camp said they
were told that their bid had
been unsuccessful because it
had breached state aid rules
rather than because it had
offered less value to taxpayers or other stakeholders.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 186
Sources close to government,
however, insisted it was SIP
s last ditch attempts to swee-
ten its bid that had fallen foul
of state aid rules. Without
that improvement the value
of SIP s proposal was considerably lower than the rival
offer from Betfred.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 187
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE GUARDIAN (LO) • NEWS • 3/6/2011
Peru election offers voters stark choice
Runoff election offers choice between Keiko Fujimori, daughter of corrupt former leader,
and leftwing Ollanta Humala
Dan Collyns in Lima
It may seem extraordinary
that the daughter of a former
leader who was jailed for
directing death squads and
looting his country s treasury
could become president, a
decade after her father fled
the country in disgrace.
But in Peruvian politics almost anything is possible. On
Sunday the country will vote
in a runoff election, offering
a stark choice between two
populist candidates from
opposite extremes of the political spectrum.
One is Keiko Fujimori, the
daughter of Alberto Fujimori,
who two years ago was jailed
for 25 years after being convicted of corruption and authorising the death-squad
killings of 25 people.
She faces a former army officer, Ollanta Humala, once
an admirer of Venezuela s
Hugo Chávez, who has
sworn off his radical roots in
favour of the softer left of
Brazil s former leader, Luiz
Inácio Lula da Silva.
Both candidates have capitalised on dissatisfaction among the third of the country
s population of 29.5 million
living in poverty. But each
has also struggled to cast off
the shadows of their own
past.
The two candidates have
been locked in a contest which has grown steadily tighter
since a first round in April
failed to produce a clear
winner among five candidates.
Most opinion polls give Fujimori a slight edge, but with
around 10% of voters expected to abstain or spoil their
ballots the candidates must
battle for a tiny number of
undecided voters.
"Both could return the country to authoritarianism – it s
part of the attraction," says
Peruvian writer and columnist, Mirko Lauer. "It s as if
the country had voted for one
single authoritarian candidate
split into two."
Peruvians are divided between those who believe Humala
will hamper the growth that
has given the country one of
the world s fastest growing
economies and those who
fear Fujimori could return the
country to a dark past.
Fujimori was just 19 when
she became her father s first
lady in 1994, taking on the
role when her parents separa-
ted after her mother, Susana
Higuchi, alleged she had
been tortured for denouncing
corruption.
Her father casts a long shadow over her campaign. He
still enjoys the support of
Peruvians who credit him
with defeating the Maoist
Shining Path guerrillas. His
supporters also claim he rescued Peru from economic
ruin.
Keiko Fujimori embraces his
legacy, but she is also at pains to distance herself from
what she calls his "mistakes".
The elder Fujimori fled to
Japan in 2000 as his administration collapsed under a corruption scandal. Investigators
found $600m had been stolen
from state coffers.
Humala has also struggled to
banish memories of his past.
The former army officer came to prominence when he
led a bloodless military uprising in 2000 at the end of the
Fujimori regime.
He first ran for president in
2006 when, as a red-Tshirted radical, he railed against US imperialism and touted his friendship with Chávez, then kingmaker of leftists across Latin America.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 188
But times have changed, and
Venezuela no longer exerts
the influence it did five years
ago, while Brazil s star is
rising. This time around,
Humala has hired campaign
advisers from Lula s Workers
party. He has dropped talk of
nationalisation, swapped the
red T-shirt for a suit and
courted business leaders,
promising to respect private
investment and central bank
independence. He even swore on the Bible to maintain
the economic model and not
to change the Constitution.
"I ve changed a lot and learnt
a lot in these last years of
political life," he said before
his first-round win. "We ve
been checking the pulse of
the country … and we understand that it s changed."
But the gestures have not
won him the support of the
business elite, the establishment and conservative elements in the Catholic and
evangelical churches, who
have lined up behind his opponent.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 189
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE GUARDIAN (LO) • NEWS • 3/6/2011
Libyan who claims she was raped by Gaddafi troops deported from Qatar
As Nato continues strikes on Tripoli, US expresses concerns for the safety of Iman alObeidi
Associated Press in Tripoli
A Libyan woman who claimed she was gang-raped by
Muammar Gaddafi s troops
has been deported from Qatar, where she sought refuge,
and is now in the rebel stronghold of Benghazi, a UN
official has said.
Her expulsion casts light on
one of the most widely covered alleged abuses by Gaddafi s forces.
Meanwhile Nato continued
its relentless nightly bombing
raids on Libyan military and
security bases, backing rebels
who are trying to unseat the
Libyan dictator after a fourdecade rule.
A series of at least 10 strikes
hit targets in and around the
Libyan capital early on Friday. The attacks targeted
military barracks close to
Gaddafi s sprawling compound in central Tripoli, a
police station and a military
base, according to a government official speaking on
condition of anonymity. He
said it was not immediately
clear if there were any casualties.
The US government expressed concern for the safety of
the Libyan woman, Iman alObeidi.
In March, al-Obeidi rushed
into Tripoli s Rixos hotel
where all foreign correspon-
dents are forced to stay while
covering the part of Libya
under Gaddafi s control, and
shouted out her story of being stopped at a checkpoint,
dragged away and gangraped by soldiers.
As she spoke, and as photographers and reporters recorded her words, government
minders whose job is to escort reporters around the area, dragged her away.
She disappeared for several
days, then turned up in Tunisia and later Qatar. Little was
heard from her until Thursday, when she was suddenly
expelled from Qatar and ended up in Benghazi, the Libyan rebels de facto capital.
No explanation was forthcoming from Qatar.
Rebel spokesman Jalal elGallal said al-Obeidi arrived
in Benghazi by plane. "She s
welcome to stay, this is her
country," el-Gallal told the
Associated Press.
The UN refugee agency s
Sybella Wilkes said alObeidi should have been
allowed to stay in Qatar, and
her deportation runs contrary
to international law.
Al-Obeidi "is a recognized
refugee, and we don t consider there is any good reason
for her deportation," Wilkes
told AP.
US state department spokesman Mark Toner said the US
was "monitoring the situation" and working to ensure alObeidi s safety.
"We re going to work to make sure that she s kept safe,
first and foremost, and that
she finds appropriate asylum," Toner told reporters
in Washington on Thursday.
Libyan authorities have alternately labeled her a drunk,
a prostitute and a thief.
Al-Obeidi has maintained
that she was targeted by
Gaddafi s troops because she
is from Benghazi, the rebel
stronghold.
Human rights violations are
one aspect of the rebels complaints against the Gaddafi
regime. This week a report
by a UN body said it found
evidence of war crimes and
crimes against humanity by
Gaddafi s government, and
also charged that the rebels
have committed abuses.
Four of the early morning
blasts on Friday shook and
rattled the city, targeting an
area where military barracks
are located, said the government official. Those barracks, which had been hit in
the past, are close to the sprawling compound of the
Libyan leader.
The blasts shook windows of
the hotel where reporters stay
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 190
in Tripoli. The official said it
wasn t immediately clear if
there were any casualties.
Six earlier strikes targeted a
police station and a military
base outside of Tripoli in the
areas of Hera and Aziziya,
said the official.
The strikes appeared to be
the heaviest to hit Tripoli
since South African president
Jacob Zuma visited Libyan
leader Muammar Gaddafi in
the capital last week in an
effort to find a peaceful resolution to the country s crisis.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 191
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE GUARDIAN (LO) • NEWS • 3/6/2011
Barack Obama rebuked by House for using troops in Libya
House of Representatives says president has failed to provide compelling rationale for
operation to aid rebels
Associated Press in Washington
Barack Obama has been criticised by the House of Representatives for using US
forces against Libya without
congressional approval. The
House adopted a resolution,
by 268-145, rebuking Obama. It said the president has
failed to provide a "compelling rationale" for the nearly
three-month old operation to
aid rebels. Democrats and
Republicans complained Obama ignored the Constitutional authority of Congress.
The non-binding measure
insists Obama provide details
on the scope of the mission
and its costs within 14 days.
It also bars US ground forces, except to rescue a US
service
member.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 192
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE GUARDIAN (LO) • NEWS • 3/6/2011
Syrian forces kill at least 34 protesters at anti-government protest
Bashar al-Assad s regime also cuts internet access across most of country in attempt to
quell popular uprising
Associated Press in Beirut
Syrian security forces killed
at least 34 people when they
opened fire during one of the
largest anti-government protests so far in the 10-week
uprising, activists saidat least
34 people were killed on
Friday/, in a city where thousands died in a failed revolt
against the regime 30 years
ago.
One of the largest protests
calling for the removal of
President Bashar Assad was
in Hama, where Assad s father killed thousands in 1982
and emerged to rule uncontested, the carnage seared
into national memory.
Protests also swept through
several suburbs of Damascus,
and the capital s central Midan neighbourhood, which
has seen demonstrations in
recent weeks.
The movement has been loosely organised on Facebook
pages and is increasingly
inspired by footage of the
crackdown on YouTube.
Abdul-Rahman said the increase in the number of protesters reflected the lack of
trust in any government concessions, including a call for
national dialogue.
In Hama, the witness and
activists said at least 100,000
people took part in the protest, making it one of the
largest in the city so far.
"It is a real massacre," said a
witness who took part in in
Friday s protests in Hama
and fled the gunfire. "People
were running, shouting. We
ran up to people s homes and
hid there until the gunfire
died down."
Thirty-four people were killed, said Abdul-Rahman.
human rights groups say
more than 1,100 people have
been killed nationally since
mid-March.
The protests appear to be the
biggest since the uprising
began in mid-March, with
people gathering in ever larger numbers in cities and
towns across the country,
said Rami Abdul-Rahman,
director of the Syrian Observatory for human rights.
"Today s protests are a reaction to the so-called overtures
by the regime which has lost
all credibility. It s the people
saying we will not accept this
anymore," said Najib alGhadban, a US-based Syrian
academic and political activist.
Al-Ghadban said the Hama
demonstration was especially
significant, calling it "a qualitative leap that will encourage others to do the same."
He said most of the protesters were born after the 1982
massacre and do not harbour
the same fear as their elders.
"They heard about it, which
is positive because it makes
them more bent on keeping
their protest movement peaceful. They don t want a repetition of the massacres."
"You cannot separate what
happened in 1982 from what
is happening now. It s the
same trend, but of course the
world has changed so it cannot be on the same scale," he
said.
The Syrian Brotherhood, a
Sunni Muslim fundamentalist movement, led a violent
campaign against the government of Assad s father,
Hafez Assad, in the late
1970s and early 1980s. Hundreds died as it attempted to
instil Islamic rule.
In 1982, Assad s army crushed a Sunni uprising by the
Brotherhood in Hama over
three weeks, flattening much
of the city and killing between 10,000 and 25,000 people,
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 193
according to Amnesty International estimates.
A witness in Hama said
chaos broke out as troops
fired tear gas and live ammunition and snipers opened
fire on tens of thousands of
peaceful protesters who were
calling for freedom and Assad to step down.
"People started running while
the dead littered the streets,"
he said. The activist, who
like many involved in the
protests requested anonymity
to avoid reprisals, said hospitals were calling on people to
donate blood.
Syria s state-run TV said
three "saboteurs" were killed
when police tried to stop
them from setting a government building on fire in Hama. The Syrian government
blames armed gangs and religious extremists for the
violence.
Abdul-Rahman said security
forces killed one person in
the village of Has in the northern province of Idlib, where tens of thousands of people protested. Another activist, Mustafa Osso, said security forces shot dead eight
protesters in the city of Homs
and three in the north-eastern
city of Deir al-Zour. Staterun TV said five policemen
were wounded in Deir alZour but did not say how.
The opposition had called for
nationwide rallies on Friday
to commemorate the nearly
30 children killed by the regime in the uprising.
Syrian troops also pounded
the central town of Rastan
with artillery and gunfire for
a seventh day, killing at least
two people, according to the
local coordination committees, which help organise and
document Syria s protests.
They said troops also opened
fire on residents fleeing the
town.
Friday s deaths bring the toll
in Rastan and nearby Talbiseh to 74 killed since last
Saturday.
In the southern city of Daraa,
where the uprising began 10
weeks ago, scores of people
rallied in the old quarter,
chanting "no dialogue with
the killers of children," an
activist said.
The protesters were referring
to a decree by Assad to set
up a committee to lead a national dialogue.
The regime also released
hundreds of political prisoners this week after Assad
issued a pardon. The Syrian
Observatory for human rights said leading Kurdish
politician Mashaal Tammo
and Muhannad al-Hassani,
who heads the Syrian Orga-
nization for human rights,
were released Thursday.
A Syrian activist said authorities cut internet service in
several parts of the country,
apparently to prevent activists from uploading footage
of the protests and the government crackdown and
from organizing new resistance. In Damascus, several
people contacted over the
phone said the internet was
down.
The government has cut internet service in areas of military operations before and
occasionally disrupted service, but Friday s service loss
appeared to be the most widespread.
Many activists found alternate ways to log on and upload
videos, such as satellite connections.
Video surfaced earlier this
week on YouTube, Facebook
and websites of Hamza alKhatib, a 13-year-old boy
whose tortured and mutilated
body was returned to his family weeks after he disappeared during the protests.
The boy has since become a
symbol to Syria s uprising
and many people carried his
posters during anti-regime
rallies this week.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 194
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE GUARDIAN (LO) • SPORT • 3/6/2011
Bahrain gets go-ahead for grand prix as rights activists condemn F1 decision
FIA chiefs reinstate Bahrain grand prix after original race was postponed because of
clashes between protesters and regime
Martin Chulov and Paul
Weaver
Bahrain has been granted
permission to stage the most
coveted event on its calendar,
the Formula One Grand Prix,
in a move that has drawn
condemnation from human
rights groups angered by a
three-month crackdown against anti-regime protesters.
The event will be held in
October.It had been originally scheduled for March but
was postponed as clashes
intensified between Bahrain s
majority Shia population and
the Gulf kingdom s security
forces, heavily backed by the
forces of Saudi Arabia and
other Gulf states.
Pressure on organisers to not
reschedule the motor race
had been intense, with a Facebook campaign calling for
cancellation getting 320,000
signatures. At least a quarter
of staff from the Grand Prix s
organising committee, Bahrain International Circuit,
all of them Shia, were sacked
in April after being accused
of taking part in antigovernment demonstrations.
Formula One boss Bernie
Ecclestone had earlier indicated that staging the race in
Bahrain would be difficult if
widespread allegations of
discrimination and torture
against civilians were proven. Sports teams had lobbied Ecclestone and Formula
One executives not to hold
the event, citing numerous
human rights violations.
The sport s organising body,
the FIA, said: "After considering all the factors … and
taking into consideration all
stakeholders concerns, the
World Motor Sport Council
unanimously agreed to reinstate the Bahrain Grand Prix
… this decision reflects the
spirit of reconciliation in
Bahrain, which is evident
from the strong support the
race receives from the government and all major parties in Bahrain, including the
largest opposition group, all
of whom endorse the Formula One grand prix and motorsport in the country."
The decision has angered
human rights activists. Alex
Wilks, the Avaaz campaign
director whose online poll to
ban the race was backed by
hundreds of thousands of
people, including former
world champion Damon Hill,
said: "Formula One s decision is a kick in the teeth for
the Bahraini people. The race
will happen in a country
where government troops
continue to shoot and arrest
peaceful protesters.
"Money has trumped human
rights and good judgment, so
now Formula One, plus Red
Bull, McLaren, Ferrari and
every other team will be directly linked with a bloody
crackdown that s ruined the
lives of hundreds of innocent
people."
Amnesty International has
claimed that serious human
rights abuse continues in
Bahrain; more than 2,000
people had been suspended
or sacked from jobs because
they had been part of protests.
Zayad R al-Zayani, the chairman of the Bahrain International Circuit, hailed the FIA
decision: "This is welcome
news for all of Bahrain. As a
country we have faced a difficult time, but stability has
returned; with businesses
operating close to normal,
the State of National Safety
lifted and countries removing
travel restrictions.
"Importantly, it will also offer a significant boost to the
economy. The Grand Prix
attracts 100,000 visitors,
supports 3,000 jobs and generates around $500m of
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 195
economic benefit. Its positive
effect will be felt throughout
the country."
bird shot at demonstrators in
several parts of Manama on
Friday.
Hispania Racing the exception – is to look into the FIA
decision.
Three months of martial law
imposed by the ruling monarchy were lifted this week,
but recriminations from the
anti-regime protests continue
that have paralysed the kingdom are still being played
out. Some of those arrested
are still being tried in secret
by a powerful judicial body
set up under emergency laws.
Several dozen doctors and
nurses remain under arrest.
And human rights Watch
claims the number of people
detained could top 1,000.
Authorities have been pursuing Shia opposition supporters who staged street marches to demand greater freedoms, equal rights and an
elected government in the
island kingdom. As the violence intensified, the calls for
reform became calls for an
overthrow of the 200-yearold Sunni dynasty, which
demonstrators say actively
discriminates against the
country s majority Shia population.
A McLaren spokesperson
said: "All FOTA teams, of
which McLaren is one, acknowledge the decision made
by the FIA World Motor
Sport Council today. That
decision is likely to be discussed internally within FOTA, and a more detailed joint
position may be defined after
those discussions have taken
place."
Clashes have continued in
the four days since martial
law was lifted, though not on
the same scale as the running
battles seen in mid-February
and March. Security forces
again fired rubber bullets and
The kingdom accused Iran of
inciting the demonstrations
and invited in Saudi forces
under heavy pressure from
Riyadh to help quell dissent.
Hill, the 1996 world champion, and Max Mosley, the
former FIA president, have
both called for the Bahrain
race to be abandoned, while
Red Bull s Mark Webber is
the only driver to speak out
against the country hosting
the
race.
The Formula One Teams
Association – which represents 11 of the marques, with
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 196
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE GUARDIAN (LO) • NEWS • 3/6/2011
Ratko Mladic trial: the grey man bringing Serb general to justice
Tact, diplomacy and a determination to serve the victims are the hallmarks of Serge
Brammertz, chief prosecutor of the ICTY
Robert Booth
Described by allies as having
the heart of a prosecutor and
the tact of a diplomat, Serge
Brammertz, the 49-year-old
chief prosecutor of the international criminal tribunal for
the
former
Yugoslavia
(ICTY), has won praise for
his determination in bringing
Ratko Mladic to court.
An unmarried Belgian fluent
in four languages and with a
PhD in international law,
Brammertz has kept a low
profile during three and a
half years in charge of bringing war criminals from the
Balkan conflict to The Hague.
Some legal experts have
complained that he is a rather
grey figure, and indeed he
ruffled few feathers when he
made his statement this week
on the prosecution of Mladic.
It was characteristic of his
diplomatic approach in a
politically charged arena that
after months of criticising
Serbian authorities for failing
to arrest the general he went
out of his way to praise their
efforts, quietly urging them
to continue their work and
arrest those who sheltered
him.
Neither did he seek to steal
their thunder. Despite working behind the scenes with
his team for months to help
secure Mladic s arrest, he
kept his silence on it until 24
hours after the Serbs had
announced the fugitive s capture.
"That s his style," said a colleague. "His priority is the
judicial work in the courtroom."
His low-key approach is in
marked contrast with his
Swiss-born predecessor, Carla Del Ponte, who brought
Slobodan Milosevic to trial
and courted publicity and
controversy in order to get
results, often to great effect.
"In comparison to his predecessor, Brammertz has adopted a low profile," said Roger
Sahota, a lawyer at the tribunal who represented Mladic s
deputy, Zdravko Tolimir.
"Del Ponte loved the limelight and made a point of delivering the opening prosecution address in person in
many of the major trials under her watch. This normally
infuriated the defence and the
accused, and Brammertz did
not follow her precedent in
the case of Radovan Karadzic."
Born in Eupen in the German-speaking part of Belgium and educated at the University of Louvain-la-Neuve,
the University of Liège and
the Albert Ludwig University
in
Freiburg,
Germany,
Brammertz rose to become
his country s head of federal
prosecutions. He chased
down organised crime rings
and advised the European
commission on the drugs
trade and people trafficking.
He became the deputy prosecutor of the international
Criminal Court, where he
was involved in cases of crimes committed in Uganda,
the Democratic Republic of
the Congo and Darfur.
He left after a difference of
opinion over strategy with
his boss, Luis MorenoOcampo, and became commissioner of the United Nations inquiry into the murder
of Rafik Hariri, the former
prime minister of Lebanon.
When Brammertz took up his
position at the ICTY he was
taken aback by the heavy
security that surrounded him.
On trips to Belgrade and Zagreb he ordered his team to
negotiate with government
hosts to minimise motor cavalcades.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 197
"He thought it drew attention
to him when it was not needed and he didn t want to
appear as if he was the envoy
of some kind of neo-colonial
power," the colleague said.
Brammertz spoke this week
of his biggest motivation in
the case: the victims.
"When I got the information
from Belgrade that it was
most likely that the person
arrested was General Mladic,
I was immediately thinking
about the victims organisations in the region," he told
Dutch radio.
"I met them more than 10
times, I went to Srebrenica
last year, I went to Sarajevo
again three weeks ago. Speaking with victims organisations every time reminds us
about the importance of our
work."
role is also to wind down its
activities as it is due to close
in 2014. This latest case means he may be in his post
longer than that.
"The arrest finally of Mladic
will be a very strong motivation for everybody to again
put the remaining energy into
this case to make sure that all
together we serve justice
once again," he said.
The Mladic case may be one
of the biggest the tribunal has
taken on, but Brammertz s
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 198
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE GUARDIAN (LO) • NEWS • 3/6/2011
Ratko Mladic, truculent and smirking, faces his accusers at The Hague
After 16-year wait, Srebrenica s women come face to face with commander accused of
slaughtering their men and boys
Robert Booth in The Hague
Munira Subasic last saw Ratko Mladic at Srebrenica in
1995, when she begged him
to leave her ill son alone. On
Friday, 16 years on and with
her son still missing, presumed dead, in a massacre that
claimed more than 7,000
lives, Subasic came face to
face again with the Bosnian
Serb commander accused of
the atrocity.
"He lied to me and took my
son to his death," she said
outside the international criminal tribunal for the former
Yugoslavia at The Hague,
where Mladic was arraigned
on charges of genocide and
crimes against humanity. "I
come here today to see the
butcher again and to see if
his eyes are bloody, because
they were bloody in 1995,"
she added.
Just after 10am, as the blinds
rose on the partition separating the packed public gallery
from court one, Subasic got
to find out. There stood Mladic, flanked by UN security
guards and defiantly saluting
his victims, their families,
interested diplomats and the
world s media. He wore a
grey military-style cap, suit
and tie. Seemingly determi-
ned to present himself as a
military leader and not the
criminal that the prosecution
accuses him of being, Mladic
turned to salute the judge.
It was the opening act of an
extraordinary performance in
which the 69-year-old expressed deep pride in his
actions and no remorse. He
even taunted his alleged victims and their families, including Subasic and a group
of other Bosnian Muslim
victims. He described the
charges against him as "obnoxious", refused to enter a
plea of guilty or not guilty
and described the indictment
as "monstrous words that I
have never heard before".
In a trial that could take years, Mladic caused consternation among the victims families by asking for two months
to consider the 11 counts of
genocide, crimes against humanity and violations of the
laws and customs of war
during his time as commander of the army under the
Bosnian Serb leader Radovan
Karadzic.
The charges relate to the
massacre at Srebrenica, where more than 7,000 Bosnian
Muslim men and boys were
killed by Mladic s forces, the
shelling and sniping operation against Sarajevo, during
which thousands of civilians
were killed or injured, wider
"ethnic cleansing", and taking hostage 200 UN peacekeepers and military observers to use as human shields.
Claims had circulated this
week that Mladic was at death s door, with his lawyer in
Serbia warning that his client
might even die before the
trial could begin. There were
reports that Mladic had been
treated for cancer in 2009. "I
am a gravely ill man," he told
the judge.
But from appearances, the
defendant at The Hague did
not seem like a man at death
s door. He was alert and responsive and held his head
high with a jutted-out jaw
reminiscent of the days when
he led the Bosnian Serb
army. Movement in his right
hand appeared to be slightly
inhibited and he needed help
to put on his translation headphones. But he was mobile, at various points clapping
his hands, waving his fist
while addressing the judge,
and even making a T-shape
with his arms to call for a
timeout as if he were a basketball or baseball coach. His
speech was slightly slurred,
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 199
but he seemed like a general
who wanted to remain in
control.
Mladic, Belgian lawyer Serge Brammertz, looked on
impassively.
Asked if he wanted to hear
the full indictment against
him, Mladic told the presiding judge, Alphons Orie: "I
do not want to hear a single
letter or sentence of that indictment read out to me."
The most highly charged
moments of the hearing took
place off camera.
The judge ignored him and
read a summary of the charges which, even in its abbreviated form, took 21 minutes.
Mladic s pride seemed to be
wounded by his treatment
and in one of several outbursts he said he would have
preferred to have been killed
than handled, as he was in
the Netherlands, by masked
police.
"When I saw the balaclavas
worn by these people I don t
like that," he said. "I would
rather be killed by a policeman either here or in the US
or anywhere. If they were to
kill me, Ratko Mladic, so
that it could be reported in
the press, fine, but I defended
my country. I am Ratko Mladic, I did not kill Croats as
Croats, and I am not killing
anyone in Libya or in Africa
… I was just defending my
country."
When the judge said "the
accused shall be innocent
until proved guilty," Mladic
nodded, smirked towards the
gallery and stroked his stubble.
Throughout, the chief prosecutor of the court who has
arranged the case against
Time and again, Mladic turned to the public gallery,
where Subasic sat with four
other women who between
them lost several dozen family members, including
children, siblings and husbands at Srebrenica.
After the indictment was read
out, he fixed the gaze of Kada Hotic, who had lost her
son, husband and two brothers.
During an exchange between
him and Hotic through the
glass he could be seen waving his finger at her and
smiling. She said that he made a gesture to her with his
thumb and forefinger indicating that she was small.
"I looked through the glass
and said to him, I want you
to know that you murdered
my only son," Hotic said
emotionally after Friday s
hearing concluded.
On another occasion, as the
judge addressed Mladic about the procedure, the defendant appeared to switch
off and turned to the victims
again, smirking and nodding
at them.
One of them, Bakira Hascic,
had been raped by Bosnian
Serb forces and in total lost
27 members of her extended
family. Munira Subusic lost
22 members of her family,
including her youngest son,
whose remains have never
been found.
Several times during the one
hour, 40 minute hearing they
had to be calmed down gently by the UN security
guards.
"I am very unsatisfied because I feel too much time is
given to him and the court is
pleasing him too much," said
Zumra Sehonerovic, who lost
her son and other members
of her family. "He doesn t
need time to remember what
he did. He knows it well."
Asked about his repeated
gestures, grins and smirks
towards the victims, she said
it brought back memories of
seeing him at Srebrenica.
"He was doing the same
thing in 1995 when he came
to Srebrenica," she said. "It
reminded me of all the crimes he committed in 1995.
"My dear wish is that he is
condemned and sentenced
for the crimes he has committed. I won t worry too
much about his health. I
would have been happier if
he had been arrested 10 years
before. It would have been
much more important for us
the victims."
Subasic added: "As a victim,
I hope he lives a long life and
feels the pain and to know
what it is like to live with
such a burden he gave us."
The judge set a date for a
second appearance on 4 July,
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 200
by which time Mladic will be
expected to enter a plea. He
told Mladic he would be returned to UN custody until
then.
As the blinds came down
Mladic waved again to the
gallery, put on his hat, and
was helped out of his chair
and to his feet. He then gave
a final salute to the public.
The victims could contain
themselves no longer and
called out clearly in Bosnian:
"Butcher!"
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 201
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE GUARDIAN (LO) • NEWS • 3/6/2011
Yemen fears anarchy after attack on president Ali Abdullah Saleh
Saleh remains defiant as violence grows with peaceful polls a remote prospect amid succession doubts
Tom Finn and Ian Black
The capital of Yemen is famous for its picturesque gingerbread houses, but in the
last few days Sana a has echoed to the sound of gunfire
and explosions as President
Ali Abdullah Saleh faces a
last battle that could determine whether the country teeters into all-out anarchy.
Saleh survived what looked
like a direct attempt to kill
him when shells crashed into
a mosque in his palace compound, reportedly leaving
him lightly wounded but still
defiant in the face of demands at home and abroad
that he step down. The conflict looks more dangerous
than ever now.
For nearly two weeks Yemenis have watched armed men
crouching at makeshift barricades or firing from rooftops,
the wounded bundled screaming into cars in a grim
landscape of urban warfare.
In Taiz, Yemen s industrial
capital, police fired directly
into crowds of unarmed demonstrators.
"In Change Square [Sana a s
tent encampment and homage to Cairo s Tahrir square]
you can hear the bullets,"
Hamza al Shargabi, a surgeon and blogger, reported glo-
omily on Thursday. "The
truce has failed. The fighting
has become more and more
fierce."
Yemen s version of the Arab
spring is like the country
itself — volatile, idiosyncratic and complex. Libya and
Syria are racked by violence,
too. But nowhere are events
so hard to understand and the
outcome more uncertain as in
the land once known as "Arabia Felix", or happy Arabia.
Ironically, Saleh had been
looking forward to 2011. In
January parliament approved
in principle a Constitutional
amendment that would have
paved the way for him to
extend his 32-year-rule indefinitely. In March, as protests
swelled, he pledged not to
stand again but still seemed
determined to hang on.
Now, though, the former tank
driver faces a final battle for
survival. In the heart of the
capital his bitterest rivals
control key ministries, the
ruling party HQ and one of
the main police stations. The
US, his uneasy partner in the
war on terror, is ratcheting up
the pressure – via a still hesitant Saudi Arabia next door –
for Saleh to pack up and go
into exile.
Initially the Obama administration refused to call on him
to stand down, seeing him as
a bulwark against al-Qaida, a
view the Yemeni president
was only to happy to encourage as it guaranteed him
financing and support from
Washington. But as Saleh s
crackdown becomes ever
more violent, that position
has become untenable, even
if it remains unclear what or
who might follow him.
Yemen s many conflicts long
pre-date the revolutions in
Tunisia and Egypt, but they
acted as a powerful catalyst –
and a pretext for Saleh s enemies to act and to pursue
old rivalries.
"Yemenis had been demanding change for 16 years
since the civil war in 1994,"
said Muhammad al-Qutabi, a
leading opposition activist
and former senior government official. "Saleh agreed
an agenda but he has reneged
on it. The Arab spring encouraged Yemenis to come out
to demand a better future."
If the protest movement has
been slow-moving, its gains
have been huge. Demonstrators have broken a wall of
fear and given birth to a new
way of life. Change Square
started out with a bunch of
rowdy students rattling the
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 202
gates of Sana a University to
celebrate Hosni Mubarak s
downfall. Now it is a fullyfledged shanty-town packed
with poets, musicians, actors,
art galleries, football tournaments and other portents of
the nascent democracy so
many of them are striving
for.
The lines of dusty tents contain Yemenis from all walks
of life: mutinous army officers, dissident tribal sheikhs,
grey-haired socialists and
young pro-democracy activists. In their midst are thousands of women, defying
authority as well as the weight of tradition. In a country
where most women are neither seen nor heard, the sight
of 10,000 of them marching
down a six-lane motorway in
mid-April after Saleh accused them of "mingling with
men" was too much for some
to bear.
Tawakul Karman, the head
of Women Journalists Without Chains, has become a
much-admired figure agitating for press freedoms and
staging sit-ins to demand the
release of political prisoners.
Her success in bringing so
many protesters out, and keeping it largely peaceful, is a
remarkable achievement
But this may be lost in the
shadows of a looming war.
On 23 May, after snubbing a
third attempt at mediation by
his Gulf neighbours, Saleh
sent his forces to take on the
leaders of Yemen s most
powerful tribe, the Hashid,
who have been bankrolling
the opposition and suppor-
ting hundreds of thousands
of protesters on the streets. It
reinforced his reputation for
ruthlessness – and for taking
risks. The shootout between
tribesmen and Saleh loyalists
has left over 200 people dead.
Saleh s latest battle with the
tribes, which he managed to
juggle dexterously – and has
famously compared to "dancing on the heads of snakes"
– is part of a desperate attempt to prevent his downfall.
It is unclear who might replace him. The Gulf accord
envisages elections within 60
days of a caretaker president
taking over. But now, with
the power struggle moving
from negotiating table into
the streets, the prospect of
peaceful polls seems fanciful.
It is just as likely that another
strongman will push Saleh
and his regime aside.
The man who may decide
whether the violence fizzles
out or flares is not the president but his half-brother, Ali
al-Mohsen, a renegade general. Mohsen has been lurking
on the sidelines, nervously
keeping watch over the protesters in Change Square. He
has called on his men to defy
the president. "Beware of
following this madman who
is thirsty for more bloodshed," he said.
Elsewhere, swaths of Yemen
are simply slipping out of
Saleh s grasp. Zanjibar on the
gulf of Aden is now under
the control of 300 gunmen
the government has descri-
bed as al-Qaida militants – a
sure way of engaging the
attention of the US. Government forces have been pounding the city from the air but
to no avail.
"Saleh is playing his last
cards – to prove that only he
can maintain stability," said
journalist
Abubakr
alShamahi. "The question is
whether people will buy
that."
Away from the streets, there
remains a significant silent
majority who are too bogged
down in the day-to-day struggle to exist to go out protesting. But with an economy
marked by corruption, poverty and 40% unemployment, the uncommitted may
have to take sides.
Yemeni and foreign experts
alike warn that there is no
quick or easy solution in sight. "If Saleh is removed
from the equation tomorrow
it still doesn t solve Yemen s
problems," said Ginny Hill of
the Chatham House thinktank. "It s not so much a fight
between the government and
the tribes as one between
elite factions, though one of
those does control a significant part of the instruments
of the Yemeni state. We are
not looking at a single transition but cycles of transition.
Everything in Yemen is contested."
Abdulghani Iryani, a respected Sana a analyst, is adamant: "Saleh s continuation
in office will make civil war
inevitable."
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 203
Yet the president, some argue, could be put under far
heavier pressure from the
west and the Saudis to sign
and implement the Gulf deal.
Sanctions, assets freezes and
the sort of measures applied
to Libya have not even been
tried. "Saleh is unpredictable,
devious and untrustworthy,"
said al-Qutabi. "But if he
feels people breathing down
his neck he will sign."In
numbers
The population (2009) of
Yemen, which has one of the
world s highest birth rates, is
increasing by 700,000 a year
17.9
64.9
Estimated median age in the
country (by far the youngest
population in the Middle
East, by this measure)
Life expectancy at birth. Healthcare services are scarce in
rural areas; only 25% of which are covered
23.6m
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 204
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE GUARDIAN (LO) • NEWS • 3/6/2011
LettersOn the fault lines of fractured Britain
The Guardian
Behind the Department for
Work and Pensions press
release about benefit fraud of
£1.5bn (Chav: the vile word
at the heart of fractured Britain, 31 May) has been debate in the welfare reform bill
committee about the £2.6bn
of benefit claimants" debts
which are the result of overpayments made in error.
Administrative errors in tax
credits are not recorded by
HMRC but have been very
substantial. Enforcement of
these debts against claimants
has been illegal since 1975, if
they were in no way their
fault, a law endorsed by John
Major"s government in 1992
– but it will be allowed in the
welfare reform bill at the
discretion of the same officials unless peers maintain the
status quo when the bill reaches them.
In submissions supporting
amendments to the bill opposing this change, we have
quoted the 2008 Mind report
from In the Red: Debt and
Mental Health, the 2008 Office for Science Foresight
report Mental Capital and
Wellbeing, and the 2009 Royal College of Psychiatrists
report Debt and Mental Health. What Do We Know?
What Should We Do? They
all agree debt problems and
mental health conditions can
have a reciprocal impact.
People in debt are twice as
likely to develop a common
mental disorder; people with
existing mental disorders are
at a greater risk of being in
problem debt. The word
"debt" does not appear in the
public health white paper.
Mental illness costs the economy £105bn a year.
Responsible welfare claimants – the vast majority –
find it very difficult to cope
under the stress of unmanageable debt, created by the
state and then enforced with
all the power of the state against poverty incomes paid by
the state. The bill piles on
debts while other measures
cut benefits, while the prices
of food and fuel increase
faster than either the retail
prices index or the consumer
prices index. All on top of
capping housing benefit. We
are told it is all in interests of
the taxpayer; what happened
to justice?
Paul Nicolson
Chairman, Zacchaeus 2000
Trust
• I am a GP on the fault line
of fractured Britain. Canary
Wharf stands above my practice and the estates where
some of Britain"s most deprived people live. It is obscene to see posters of working-class people on bus
stops, labelled "benefit cheats", while fat cats with tax
haven residences have annual
earnings which would bail
out the NHS, or provide care
homes for the elderly.
Meanwhile assessment, administration and, increasingly, provision of social benefits, care and housing have
been transferred into the
hands of for-profit organisations with targets of minimising output.
I have never seen so much
fear among patients that they
might end up destitute on the
streets or uncared for at home. Nor have I seen so many
people given zero points on
incapacity assessments when
they have substantial incapacities among those listed, or
thrown off benefits when too
anxious to manage to get to a
medical on the other side of
London or too unwell or
mentally chaotic to make it
to return-to-work courses.
People are now saying they
can"t afford the basic food
advice given in NHS health
checks.
I do wholeheartedly agree
with Polly Toynbee about the
Cameron-Blair project to
demonise and deprive the
poor while selling off our
public services for profits to
the rich. It"s time for justice
and equality, and it will need
a fight.
Dr Anna Eleri Livingstone
London
• While I can agree with much of what Polly Toynbee
has to say – especially about
Iain Duncan Smith and his
friends in the Tory press who
peddle the disingenuous nonsense that people are "trap-
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 205
ped" on benefits (as though
cutting benefits would somehow lead to a better living
standard) – she is mistaken
about the meaning and use of
the word "chav".
In the north-east, chav or
charver is not, as she implies,
exclusively used by middle
or upper-class people to belittle their supposed social
inferiors, but is often used by
people of the same socioeconomic group to refer to antisocial elements within that
group, the point being that
"chav" denotes a lifestyle
choice rather than a class.
The people she describes as
having a strong work ethic,
doing essential jobs for a
pittance, or who are on benefits through no fault of their
own should not be – and generally are not – described as
"chavs". Surely applying the
term to those whose behaviour deserves it, the yobs and
petty criminals etc, whatever
background they come from,
is merely telling it how it is.
Phil Elsdon
Durham
• Polly Toynbee is right in
pointing to the social divisiveness caused by the use of
the word "chav". Unfortunately, though, it is not just
used by the middle and upper
classes to denigrate the working classes. People of all
economic strata use the word
to demonise others and maintain a sense of superiority. It
is a social tragedy that the
most deprived and unsophisticated in society will still
employ this nasty word to
pour scorn on others. When I
was young in the early
1970s, the word "common"
fulfilled the same social pur-
pose. It is to nobody"s benefit that so little has changed.
Tim Matthews
Luton, Bedfordshire
• Polly Toynbee quotes a
DWP press officer, speaking
about the department"s briefing to the Daily Mail and
Telegraph mocking benefit
cheats, saying: "It was a soft
consumer story, a PR story
we sold proactively, so we
didn"t sell it any wider." Good grief! This is the British
state speaking, not some PR
hack, or even Conservative
Central Office. Iain Duncan
Smith and the DWP permanent secretary should hang
their heads in shame at this
debasement of public discourse.
David Griffiths
Huddersfield, West Yorkshire
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 206
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE GUARDIAN (LO) • NEWS • 3/6/2011
Hugh Muir
After Southern Cross, would you take a wigging from Dame Sally?
Hugh Muir
• Any school that gets a ticking off from Ofsted for financial management will be
delighted to know that Ofsted
s chairman, Baroness Sally
Morgan, is still a nonexecutive director of Southern Cross plc, the care home provider on the edge of
financial collapse. In 2009,
the latest year for which accounts have been published,
she collected £53,000 for her
services, which included meetings of the audit and remuneration committees. The
official press release announcing her Ofsted appointment
(Michael Gove praised her as
"hugely talented") made no
mention of Southern Cross or
indeed her other non-exec
directorship at Carphone
Warehouse. Ofsted much
maligned, Southern Cross
ailing. Who d share a lifeboat
with Sally?
• File under better late than
never. For it seems that the
government will at last deign
to have a meeting with MPs
on the closure of regional
development agencies, almost a year after the decision. Minister Mark Prisk has
been taking flack from all
sides on how arbitrarily they
have been closing RDAs. But
surely it s a bit late in the day
to be scoping what is already
a done deal. Perhaps he realises how difficult it is going
to be to persuade the public
once they realise what a fiasco the whole thing is turning
out to be. For municipal types are aggrieved because
cash-strapped councils must
now raise millions to buy
back the assets of the fallen
development agencies, assets
that were, of course, in public ownership. You owned
them, now you have to buy
them back. Even for practitioners more skilled than Mr
Prisk, that s a hard sell.
• The health reforms are, if
anything, an even harder sell.
Little wonder then that the
dark lord, Voldemort Lansley, is struggling. But he is
not giving up. Yesterday he
made it to the Daily Telegraph to warn that all must follow him or risk damnation.
With his plans unravelling
fast, there will be much more
of this sort of thing, and indebted we are to the excellent Liberal Conspiracy website for prior notification of
Lansley s intention to describe the approaching Armageddon to GPs and the like at
the forthcoming conference,
the imaginatively entitled
Commissioning 2011. And
how much for a ticket to the
dark lord s fright-fest? Just
£800.
• They have a lot on their
minds, those who run the
country. This tweet from
environment minister Ri-
chard Benyon: "Gutted at my
low standing in MPs sex appeal rating. The competition
isn t exactly ...!" By contrast,
happiness is Tory Andrew
Griffiths. He s the sexiest
MP in Staffordshire, apparently.
• Cometh the moment, cometh the man. So who can be
surprised at Sepp Blatter s
appointment of Henry Kissinger to head a "solution
committee" of "politicians,
celebrities and former footballers" to sort out the mess
that is world football and
Fifa. It brings to mind the
view of the great American
satirist Tom Lehrer. Lehrer
said that the award of the
Nobel peace prize to Kissinger in 1973 "made political
satire obsolete". And here
comes Kissinger now, Mr
Clean Hands. Who needs
satire, indeed?
• Good and bad news for
David Cameron. The bad
news is that famed French
lawyers Jacques Verges and
Roland Dumas have flown to
Libya to meet victims of the
allied bombing and say they
plan to pursue the allied leaders for war crimes. The good news is the rumour that
Radovan Karadzic and Charles Taylor have been playing
doubles tennis against their
guards during down time at
the international Criminal
Court. Dave could take his
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 207
racket. He likes the odd game.
• Not much good news for
our man in the BNP bunker,
Nick Griffin. There are the
legal worries – the party has
been called in by the Electoral Commission to talk about
its accounting procedures.
Money worries – firms have
sought thousands of pounds
for past services rendered.
Organisational worries – so
many of his former disciples
now yearn to see the back of
him. So it s pleasing to be
able to lift his spirits a bit.
For we have seen that list of
his members and national
organisers, the most recent
leak arising from the civil
war within his party. But we
don t plan to do anything
with it. Still, it s jolly interesting.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 208
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE GUARDIAN (LO) • COMMENT IS FREE • 3/6/2011
It s complacent to believe these cyber threats are just the same old problems
Defence doctrines of the past won t work. The nature of internet-related crime is unique
John Reid
There has been much to welcome in the government s
recent interventions on the
wonders and risks of cyberspace, from William Hague s
plan for a cyber commission
and George Osborne s Google speech, to armed forces
minister Nick Harvey s announcement this week on
new research led by the Ministry of Defence.
They have at least pushed
cyber issues up the agenda.
But Harvey should be far
more ambitious, and positive,
in his thinking on security
strategies for cyberspace
(Battlefield of the future, 31
May).
Cybercrime, cyberterrorism,
cyber-espionage and cyberwar are not "simply crime,
terrorism, espionage or war
by other means", as Harvey
says.
There is always a degree of
continuity in any change,
however radical. But the nature of cyberspace means that
imposing the old doctrines
that served our defence will
not work. Until we recognise
that, we risk succumbing to a
dangerous degree of cyber
complacency.
The transnational cyber environment is largely impervious to inherited legal frameworks. For instance, it is a
great leap to assume that a
cyber-attack would fit neatly
within the UN charter s definition of "armed attack".
Moreover, the cyber world s
diffuse empowerment of individuals, corporations and
non-state actors can render
traditional political structures
and approaches impotent.
ronment and all who act in it
– going beyond traditional
defence boundaries.
Our approach to business in
the public, private and even
personal sphere needs to
change radically: in developing coherent doctrines and
concepts that extend well
beyond the military and the
state; in organising our capabilities; and in our approach
to innovation.
So it is hard to agree with
Harvey s assertion that "existing international frameworks
can be applied to cyberspace
too". It took a few gossipy
tweets to put a new kind of
strain on the Constitutional
relationship between the UK
s parliamentarians and its
judiciary. A confrontation
between sovereign states in
cyberspace would not be
smoothed over so quickly,
even if we knew how. All of
this is developing by the minute – and we are far behind
the curve.
The cyber world, including
the internet, brings huge benefits and opportunities. It
can cut resource waste, open
new business markets, expand learning and understanding, strengthen citizen politics, and bring many other
social, educational and information advantages. All of
which could sow a wide and
deep resilience – which is as
much about creativity and
innovation spurring social
and economic growth as it is
about research to defend our
way of life.
The question is not whether
we institute "wholly separate
doctrines", which Harvey
dismisses as a "temptation",
but whether we can develop
doctrines which address and
encompass this new envi-
Human ingenuity unleashed
cyberspace, and human ingenuity can shape it for good
while minimising the downside. But it is late in the day.
It has to start now. And it
starts with the recognition
that these are not just the
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 209
same old problems in a different guise.
This footnote was added on 3
June 2011. Full disclosure:
John Reid is a director of the
security company G4S Regional Management (UK &
Ireland)
Ltd.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 210
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE GUARDIAN (LO) • COMMENT IS FREE • 3/6/2011
Yes, poor white Britons suffer discrimination. But not racial
Reverse racism or failed multiculturalism are myths to deflect the real source of blame:
an ever deeper economic rift
Priyamvada Gopal
As America s first black presidential couple were being
toasted across Europe last
week, a study released by
Harvard and Tufts universities suggested that, rather than
embracing a "postracial" era,
growing numbers of white
Americans see themselves as
victims of discrimination.
Progress towards racial equality is, they believe, "linked
to a new inequality – at their
expense" – a notion that the
Tea Party movement has
developed into a political
platform.
These findings resonate with
a 2008 British government
survey that suggested 29% of
white Britons felt themselves
to be discriminated against
on grounds of race. Although
Britain has no race-based
quotas for education or employment, perceptions that
ethnic minorities get "preferential treatment" at the expense of whites have gained
traction. The statistics still
show there are proportionately twice as many lowincome ethnic minority households as white ones; and
unemployment is much higher for black, Pakistani and
Bangladeshi communities.
Myths of white marginalisation tend to be dismissed as
rightwing bigotry, but the
danger is that they can exert
a wider appeal and stoke
conflict, particularly in troubled economic times. Deployed by the BNP in impoverished Oldham in 2001, they
fomented white rage and
violence. On the 10th anniversary of the riots last week,
a BBC Newsnight film showed that some white Oldham
residents still believe that
ethnic minorities get better
schools and housing.
The nonsensical idea that
"racism cuts both ways" is
peddled by the English Defence League, which has
escalated violent campaigns
of intimidation in the name
of "indigenous" Britons.
While the BNP has met electoral disaster and the EDL
remains a street-fighting
fringe, we must stay alert to
the uses of "reverse racism"
– which, along with increasingly
acceptable
antiimmigrant discourse, provides false explanations for
worsening economic conditions.
Most white Britons are not
unthinking racists, so we
must ask what accounts for
the tendency to believe that
migrants and ethnic minorities, rather than a blatantly
exploitative economic order,
are to blame for increasing
unemployment and falling
wages.
The answer lies less with the
far right than the self-serving
rhetoric of the political mainstream, which would have
us believe that individual or
cultural attitudes rather than
systemic failures explain
economic woes. We are exhorted to self-improvement
through bland panaceas like
"raising aspiration" and "greater community cohesion". It
s easier for politicians to invoke an "aspiration gap" than
to acknowledge an opportunity deficit. Or to insist that
an ill-resourced social background doesn t matter if you
work hard.
That tired "social mobility"
mantra emphasises piecemeal
individual advancement over
more fundamental steps towards fairness. This week it
was reported that a token
handful of the brightest youth
with parental income under
£26,000 will be given "highly selective" admission to a
new east London college to
enable them to go to top universities, while primary schools face cuts. Even this
minimal proposal elicited the
victimised headline: "Middle
class excluded from elite
school."
Race and class are pitted
against each other when David Cameron denounces "separate lives" and "failed multiculturalism", now an influ-
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 211
ential cliche. Handily obscured in the process is an economic system that inflicts
deprivation across ethnic
communities. As the poor
blame the poor, the culpable
elite are shielded from legitimate anger.
The truly worrying "reverse"
action of our times is that
which shifts responsibility
for improving living conditions from government to citizens, a central plank of Cameron s "big society", endorsed this week by David Miliband. Even as the wealthy
tighten their fiscal grip, the
onus of "making change
happen" is shunted on to the
shoulders of the disempowered.
It may be inspiring for a
group of inner-city girls to be
told by Michelle Obama that
they need only believe in
themselves and work hard to
make it to Oxbridge, but this
flies in the face of institutional realities stacked against
the economically disadvantaged – particularly black, Pakistani and Bangladeshi Britons, who are underrepresented in top universities. Only 50 professors out of
14,000 across the UK are
black Britons. These statistics point not only to institutional racism but also to the
failures of an educational
system skewed in favour of
the economically advantaged, and which – through
tripled university fees and
creeping privatisation – has
moved further in that direction.
Without redressing an economic system that enriches a
minority by disadvantaging
many, promoting social mobility through "aspiration"
foments division, not cohesion. When some communities
are accused of failing to integrate or receiving preferential treatment, the economic
order of our times – with its
obscene income differential
between the top earners and
the rest – is let off the hook.
Britain is sleepwalking not
into a failed multiculturalism,
but to a profound and damaging economic segregation.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 212
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
SÜDDEUTSCHE ZEITUNG (BL) • KARRIERE • 3/6/2011 • 12:37:00
Whistleblower im Büro: Denunzianten vom Dienst
Insiderwissen macht manchmal Bauchschmerzen: Zum
Beispiel dann, wenn ein Mitarbeiter von etwas erfährt,
das gegen Recht und Gesetz
verstößt. Das kann Korruption sein oder der laxe Umgang mit Hygienevorschriften. Wer das meldet oder
sogar Strafanzeige erstattet,
gilt oft als Netzbeschmutzer
und muss arbeitsrechtliche
Konsequenzen fürchten.
Bild vergrößern
Erst um eine interne Klärung
bemühen: Mitarbeiter, die
Kenntnis
von
illegalen
Vorgängen haben, sollten
zum
Beispiel
die
Geschäftsführung
ansprechen. Der Weg zur Staatsanwaltschaft ist dann allenfalls
der nächste Schritt.
"Das ist ein sehr problematisches Feld", sagt Martina
Perreng, Juristin beim Deutschen
Gewerkschaftsbund
(DGB) in Berlin. Klare gesetzliche Regelungen fehlten,
und die Rechtsprechung,
insbesondere durch den
zweiten Senat am Bundesarbeitsgericht, betone die Treuepflicht gegenüber dem Ar-
beitgeber - ihn mit Vorwürfen zu konfrontieren oder
anzuzeigen kann als Verstoß
dagegen gewertet werden.
Guido Strack, Gründer des
Vereins
Whistleblower
Netzwerk, beobachtet das mit
Sorge. Der Jurist war selbst
Beamter bei der EUKommission und meldete
Unregelmäßigkeiten seiner
Dienststelle an das Amt für
Betrugsbekämpfung - nicht
mit dem Erfolg, den er sich
erhofft hatte. Anerkennung
gab es schon gar nicht:
"Whistleblower gelten als
Denunzianten", lautet seine
Erfahrung. "Dabei sollten
nicht die Whistleblower verachtet werden, sondern die,
die ihnen nicht zuhören wollen. Im Augenblick ist es am
sichersten, den Mund zu halten. Das muss sich ändern."
Die Bundesvereinigung der
Arbeitgeberverbände (BDA)
hält wenig von verbessertem
Rechtsschutz für Whistleblower: "Unsere Position
lautet, wir brauchen keine
gesetzliche Regelung", sagt
Nora Braun, BDA-Referentin
für Arbeitsrecht. Wüns-
chenswert sei, wenn in solchen Fällen immer zuerst
eine
innerbetriebliche
Klärung versucht wird. "Es
gibt Ausnahmen, die die Rechtsprechung bereits jetzt
erlaubt, etwa bei Straftaten
mit schweren Folgen", sagt
Braun.
"Gefährlich" wäre aus BDASicht eine gesetzliche Regelung, die die Weitergabe von
internen Kenntnissen erlaubt,
ohne die Motivation des Betreffenden zu berücksichtigen
- weil dann auch diejenigen
einen Freibrief bekämen, die
in erster Linie nur ihrem Arbeitgeber schaden wollen.
Wer Angst vor Konsequenzen hat, hält einen anonymen
Hinweis vielleicht für die
naheliegende Lösung. Aber
die Hoffnung ist trügerisch,
warnt Martina Perreng: "Der
Personenkreis, der dafür infrage kommt, ist in der Regel
sehr überschaubar." Das
heißt, für den Betreffenden
gibt es ein echtes Risiko aufzufliegen. Und dann droht
mindestens eine Kündigung.
Wer Angst hat, redet
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 213
Matérias do dia 04/06/2011
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
ULTIMA HORA.COM (PY) • POLÍTICA • 4/6/2011
Tribunal rechaza liberar a acusados por el caso Cecilia
Un tribunal de Sentencia de
San Lorenzo se negó ayer a
liberar a seis acusados por el
secuestro y muerte de Cecilia
Cubas. Los procesados deberán afrontar un juicio oral por
el caso, el año que viene.
Los acusados fueron extraditados de Argentina en diciembre del 2008. Se trata de
Agustín Acosta, Roque Rodríguez, Basiliano Cardozo,
Arístides Vera, Simeón Bordón y Gustavo Lezcano.
Según la Fiscalía, todos ellos
fueron dirigentes campesinos
que participaron en la reunión del 13 de enero del 2005
en la que supuestamente se
decidió la muerte de la hija
del expresidente de la República Raúl Cubas.
De acuerdo con la investigación de la Unidad Antisecuestro del Ministerio Público,
en dicha reunión, realizada
en Caaguazú, los acusados
consintieron en que se debía
matar a Cecilia.
En aquella ocasión también
participaron otros dirigentes
de Patria Libre, como Juan
Arrom, sostiene la Fiscalía.
Los jueces Leticia de Gásperi, Óscar Rodríguez Masi y
Liza Battilana rechazaron
liberar a los procesados durante una audiencia de revisión de medidas realizada en
la mañana de ayer, en el Palacio de Justicia de San Lorenzo.
Los acusados argumentaron
que ya cumplieron la pena
mínima en caso de condena.
No obstante, los magistrados
consideraron que aún deben
permanecer recluidos en la
prisión de Tacumbú. El juicio oral para los seis proce-
sados fue fijado para el 7 de
febrero del 2011 hasta el 6 de
mayo del 2012, según indicaron desde el Ministerio Público.
CONDENADOS. Por el caso
Cecilia ya fueron condenados
Osmar Martínez, Anastasio
Mieres, Francisca Andino,
Vaciano Rubén Acosta, Sebastián Osorio González,
Aldo Damián Meza Martínez, Manuel Portillo Gómez,
Pedro Chamorro Melgarejo,
Roberto Otazú Busto y José
Domingo Hidalgo.
Todas sus condenas, que van
de 15 a 25 años de cárcel, ya
fueron ratificadas por la Corte Suprema de Justicia. Cecilia Cubas fue secuestrada el
21 se setiembre de 2004 y
hallada sin vida el 16 de febrero de 2005.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 214
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
ULTIMA HORA.COM (PY) • POLÍTICA • 4/6/2011
Senador tilda de planilleros a sus colegas que faltan
González Safstrand sostuvo que están previstos los descuentos por rabonas en la Cámara
Alta pero que González Daher no los aplica para no enemistarse con los parlamentarios.
El senador de Patria Querida
Marcial González Safstrand
trajo a colación, ayer, que en
el reglamento de la Cámara
Alta está previsto el descuento del salario de los congresistas que tienen muchas ausencias.
Mencionó que en la práctica,
a pesar de la reiterada y marcada ausencia de varios parlamentarios, no se aplica para
"no quedar mal con los colegas".
"Quien tiene que aplicar la
disposición es el presidente
del Senado, y el presidente
no quiere malquistarse (enemistarse) con los colegas",
sentenció.
El legislador indicó que hay
una gran cantidad de legisladores, que valiéndose de la
actitud del presidente que no
va a aplicar el reglamento,
faltan invariablemente a las
sesiones y a las comisiones.
"Al final dejan de asistir al
Senado, que es una obligación. Hay que venir de lunes a
viernes, salvo que se tenga
alguna actividad relacionada
con la función", aseveró.
PLANILLEROS. González
Safstrand indicó que la gente
tiene razón cuando trata de
planilleros a los parlamentarios.
"Si no asisten y no cumplen
con las funciones y perciben
la dieta y los salarios, entonces se asemejan mucho a un
planillero", sentenció.
Manifestó que los ciudadanos son los que tienen que
dar su apoyo, pero que al
parecer existe una confusión
en torno al rol que debe
cumplir un parlamentario.
Indicó que mucha gente cree
que un senador o un diputado
tiene la función de buscar
trabajo a sus parientes.
"La gente cree que la función
fundamental de un parlamentario es que debe buscar trabajo a sus parientes y amigos, y que es una función
secundaria cuidar la institucionalidad de la República",
alegó.
Dijo que los senadores que
tratan de cumplir con su rol,
no están en esa práctica y
hacen bien su trabajo caen
antipáticos a mucha gente e
incluso a otros políticos.
Sugirió a sus colegas actuar
conforme a las reglas, cumpliendo la Constitución Nacional y las leyes. "En todas
nuestras actuaciones debemos tener en cuenta", insistió.
Acerca de algún mecanismo
a alguna sanción para evitar
la rabona, sostuvo que cada
senador también tiene que
tomar conciencia acerca de
sus funciones y las debe
cumplir.
EL PODER DEL VOTO. El
senador de Patria Querida
sugirió a la ciudadanía en
general tomar más conciencia a la hora de votar y elegir
a las autoridades del país.
Indicó que el elector es el
que tiene en última instancia
la palabra para construir un
Paraguay en serio, haciendo
referencia al lema de la
campaña de su partido.
"Que no se crea que es normal esta práctica, sino que es
una irregularidad que debe
modificarse", concluyó el
legislador fadulista.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 215
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
CLARÍN (AR) • MUNDO • 4/6/2011
Humala: “No soy un peligro, pueden tenerme confianza”
El ex militar, que enfrenta en el balotaje de mañana a Keiko Fujimori, niega que vaya a
nacionalizar empresas peruanas.
La tarde transcurre soleada
en Lima. En el Hotel Los
Delfines de San Isidro, frente
al golf, el candidato a presidente de “Gana Perú”, Ollanta Humala, recibe a Clarín .
Se lo ve cansado, pero confiado para el balotaje del domingo. Aunque todos hablan
de un empate técnico, ayer ya
circulaban encuestas –que
aquí no se pueden difundir–
que lo colocan hasta tres
puntos por encima de Keiko
Fujimori. Acompañado por
su esposa Nadine Heredia y
su “publicista estrella”,el
argentino Luis Favre, el líder
nacionalista dice a este enviado, en un intento de despejar las dudas que hay sobre
su candidatura: “ No soy un
peligro, pueden tenerme
confianza ”. Con 48 años,
Humala cree que un país no
puede desarrollarse si no
crece con “inclusión social”
y que lo que está en juego en
esta elección es el futuro de
la democracia, que dice representar, o el regreso a la
oscuridad de la dictadura
fujimorista, encarnado por la
hija del ex presidente Alberto
Fujimori, condenado a 25
años de cárcel por corrupción
y asesinato.
En las presidenciales de
2006, Ud. basó mucho su
campaña en el nacionalismo,
un concepto que no estuvo
presente esta vez. Pero el
jueves en el acto de cierre
gritó “viva el nacionalismo”.
¿Qué es ser nacionalista en el
Perú? Es la construcción de
la nación, es darle un carácter
nacional a las políticas que
queremos implementar. Es
decir, la importancia de que
el Estado tenga presencia
efectiva en aquellas regiones
en las que no está. Es un proyecto de inclusión social y de
unidad. No es un concepto
económico, ´rse que tiene
que se asocia con las estatizaciones de empresas privadas.
Hay empresarios que por lo
bajo temen por la seguridad
jurídica o que ese “nacionalismo” del que usted habla lo
lleve a estatizar empresas....
Nosotros somos muy respetuosos de las inversiones
nacionales y extranjeras y
sabemos que no puede haber
crecimiento y redistribución
sin esa inversión. Además,
respetamos el concepto de
estabilidad jurídica y procuramos ante todo la paz social.
Eso es ser un Estado serio,
honesto, que no se deja presionar, y que va a respetar
sus acuerdos. Vamos a trabajar, como en todos los temas,
en la solución de las diferencias a través del diálogo y el
consenso, sin imposiciones.
Entre las acusaciones que se
le hacen, una en particular
dice que quiere modificar la
Constitución para eternizarse en el poder. En el acto
habló de la revocatoria de
mandatos. ¿Eso no apunta a
una reforma constitucional?
No, para nada. En las democracias modernas no puede
haber un cheque en blanco a
los candidatos. El peruano
tendrá una herramienta para
ejercer aquello de que “lo
que el pueblo pone, el pueblo
también puede sacar”.
¿No tiene nada que ver con
reelección? Absolutamente,
no tiene nada que ver. Le doy
la tranquilidad de que nosotros no creemos, ni vamos a
permitir, que se cambie la
Constitución para fines reeleccionistas. Mi compromiso
es gobernar 5 años y ni un
minuto más.
Su esposa Nadine tiene carisma y una sólida formación
política. ¿No estarán pensando en sucederse como Néstor
y Cristina Kirchner en Argentina? (Se ríe con ganas)
No, no, para nada.
Su esposa, Nadine, interviene
y dice: “Nooo, nosotros queremos ganar ésta, yo ya estoy
cansada para pensar en otra.”
Keiko Fujimori se comprometió a no liberar a su padre
preso si llega al poder. ¿Puede decir lo mismo de su hermano Antauro, en prisión por
el levantamiento militar de
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 216
2005? Por supuesto. La diferencia entre ella y yo es que
nosotros desde un primer
momento condenamos las
acciones de mi hermano, en
cambio ella nunca se deslindó de las acciones de su padre. Más bien, ella siempre lo
defendió a pesar de que la
Justicia lo condenó por violaciones a los Derechos Humanos y por corrupción. Además, ella siempre ha dicho
que su padre ha sido el mejor
presidente en la historia del
Perú, cuando Transparencia
Internacional señala que el
gobierno de Alberto Fujimori
fue el séptimo más corrupto
de la historia del mundo.
En 2006 y en la primera vuelta, usted era poco menos
que el diablo para sectores
liberales y de derecha. Ahora
tiene el apoyo militante del
ex presidente Alejandro Toledo y del Premio Nobel de
Literatura Mario Vargas Llosa y toda su familia ¿Cómo
entiende eso? Creo que este
apoyo es porque lo que nos
estamos jugando en el Perú
en este proceso electoral es
consolidar y avanzar en la
democracia, que los peruanos
recuperamos tras una década
de fujimorismo, en el año
2000. No queremos volver a
un sistema, el de Fujimori,
que fue echado por corrupto
e inmoral.
¿Debió hacer concesiones
para lograr esos apoyos? No
hay ningún tipo de condicionamientos por parte de ellos
y no lo hubo de nuestra parte.
Ellos entendieron que nuestro compromiso es el de defender la democracia. Además, creo que vieron que la
política económica y el crecimiento no están en riesgo,
que se puede mejorar, pero la
diferencia es si la mejoramos
en democracia, que representamos nosotros, o en dictadura, que representa mi contrincante.
Entonces ahora pasó a ser
casi un angelito...
(Risas) Me estoy adaptando a
ese cambio. Lo que hicimos
fue escuchar a la sociedad
peruana, hemos corregido en
nuestro programa lo que había que corregir para que
nuestro gobierno sea los más
amplio posible, para que sea
una verdadera concertación.
Por eso se ha producido nuestro crecimiento y estos
apoyos como los que señala.
Yo no quiero que me regalen
su confianza, sino que me
den la oportunidad de ganármela para darle un futuro
distinto al país.
¿Cuánto ha cambiado desde
el 2006 hasta ahora? Mucho.
Yo creo que uno debe ir interpretando los cambios de la
sociedad y también del mundo. Como políticos responsables debemos ser respetuosos de ellos. Porque los políticos que no cambian son los
que se quedan en el pasado.
Por eso les digo que no soy
un peligro, que pueden tenerme confianza.
Su pasado como militar ha
sido cuestionado y ahora se
lo vuelve a acusar de haber
violado los Derechos Humanos, de tener lazos con los
narcos y de recibir dinero de
Hugo Chávez ¿Puede desmentir esas acusaciones categóricamente? Sí, rechazamos totalmente ésa y otras
calumnias, que no son más
que patrañas del fujimorismo, que hacen denuncias sin
pruebas.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 217
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
CLARÍN (AR) • POLÍTICA • 4/6/2011
Pese a la intimación de la Corte, la ANSeS pagará menos jucios a jubilados
A pesar de la intimación de
la Corte Suprema para que
informe lo que pasa con los
juicios y el pago de las sentencias a favor de los jubilados, la ANSeS difundió ayer
que este mes pagará apenas
312 sentencias. Es un 80%
menos que lo que se canceló
en igual mes de 2010.
Así, en los primeros seis meses de este año se habrán
liquidado 4.067 sentencias,
cuando en igual período del
año pasado se cancelaron
10.197. Es un 60% menos.
En marzo, la ANSeS suspendió los pagos para implementar un nuevo sistema que
prometía ser más ágil y operativo. Pero la realidad es que
desde entonces los pagos de
sentencias vienen liquidándose “a cuenta gotas”.
Este año el organismo previsional cuenta con un presupuesto de $ 2.400 millones
para liquidar unas 20.000
sentencias con lo que hay
una evidente subejecución
presupuestaria. Además, al
no cancelar las sentencias,
tampoco se implementa el
reajuste de los haberes de
acuerdo a lo que fija cada
fallo.
En los pasillos de la ANSeS
se comenta que en el sector
de sentencias hay un conflicto con el personal – por la
falta de recategorización y
por sanciones que los empleados rechazan – lo que estaría demorando aún más las
liquidaciones.
Horacio González, uno de los
abogados que denunció a la
ANSeS ante la Comisión
Interamericana de Derechos
Humanos (CIDH) de la OEA, le dijo a Clarín que “continúa una situación grave
porque se sigue acumulando
el incumplimiento en los
pagos de los fallos firmes,
aparte de la cantidad de juicios en trámite. Es evidente
que responde a una política
que excede a la propia ANSeS, cuyo titular recorre las
provincias entregando netbooks, mientras se incrementa
la deuda con los jubilados.
Todo esto va a ser denunciado una vez más ante la CIDH”.
El sistema previsional carga
con una pesada litigiosidad,
ya que se acumulan 465.000
juicios en los distintos tribunales de la Seguridad Social
y todos los años están ingresando unos 100.000 reclamos
nuevos. Las sentencias judiciales que favorecen a los
jubilados son porque la ANSeS pagó y sigue pagando
jubilaciones por debajo de lo
que marca la ley previsional
y los fallos de la Corte Suprema. El motivo más generalizado es el caso Badaro
que ordenó ajustar los haberes jubilatorios según la evolución de los salarios.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 218
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
CLARÍN (AR) • POLÍTICA • 4/6/2011
Otro fallo frena una resolución de Moreno
Un nuevo fallo judicial suspendió una resolución de
Guillermo Moreno que establecía precio a los abonos de
la TV por cable.
La Cámara Federal de Mar
del Plata suspendió -con fecha 30 de Mayo de 2011-, la
aplicación de la Resolución
50/2010, dictada por la Secretaría de Comercio Interior
en lo que respecta a la operadora de cable La Capital Cable SA.
El fallo judicial consideró
que la medida dictada por
Moreno posee un “vicio manifiesto” al fundamentarse en
la ley de Abastecimiento
Nro. 20.680, que ha sido dejada sin efecto por el Decreto
2284/91, y constituir una
especie de fijación de precios
que ronda “lo irrazonable y
lo ilegal” al no valorar determinados aspectos asociados a los servicios brindados
por la empresa.
Un fallo similar ya había sido
dictado por la Cámara Federal Civil y Comercial. Esa
resolución fue ratificada esta
semana por la Corte Suprema, respecto a los casos de
DirecTV y Cablevisión.
La Cámara Federal marplatense entendió que la resolución de Comercio implica
una especie de fijación de
política de precios para los
servicios que brinda la empresa, pero sin valorar sus
costos operativos ni tampoco
su margen de utilidad o su
política de inversiones actuales y adicionales, imponiendo
una restricción al ejercicio
del derecho de propiedad
que resulta “arbitraria”.
Con relación a la ley de Abastecimiento, el fallo del
tribunal marplatense sostuvo
que quedó sin efecto a la luz
de lo dispuesto por el Decreto 2284/91, ratificado por la
ley 24.307. Y entendió que
no se daban en el caso las
condiciones establecidas en
el marco legal actual para el
reestablecimiento de su vigencia. Por eso, planteó que
se vislumbraba una “irrazonable conducta” legislativa
del Secretario de Comercio al
pretender aplicar las pautas
fijadas por esa ley, pero bajo
el mando de la Resolución
50/2010, de inferior rango
jerárquico en materia legislativa En consecuencia, planteó
el fallo judicial, al pretenderse fundarse en la ley 20.680
que ha sido dejada sin efecto,
la Resolución 50 posee un
“vicio manifiesto” que “enerva su presunción de legitimidad”.
Por último, la Cámara sostuvo que era necesario hacer
lugar a la medida cautelar
que había solicitado La Capital Cable SA (y que había
sido rechazada en el fallo de
primera instancia) para, así,
evitar perjuicios a la empresa . Señaló que Comercio
“deberá a suspender la aplicación y abstenerse de ejecutar y cumplir los efectos de la
resolución 50 respecto de La
Capital Cable y sus sociedades subsidiarias hasta tanto
exista decisión definitiva
sobre la cuestión”.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 219
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
CLARÍN (AR) • SOCIEDAD • 4/6/2011
Murió el Dr. Muerte, el máximo defensor del polémico suicidio asistido
Participó en 130 casos de enfermos terminales: los ayudó a ponerle fin a sus vidas.
El médico Jack Kevorkian,
célebre por ser el máximo
defensor del suicidio asistido,
murió ayer en un hospital de
Estados Unidos. Así lo confirmó Geoffrey Feiger, el
abogado que lo representó
durante varios de sus juicios
en los años 90. Los medios
locales informaron que sufría de trastornos respiratorios y renales . Tenía 83
años y vivía en Bloomfield
Hills, Michigan.
Kevorkian, cuya especialidad
era la patología, desafió los
tabúes sociales sobre la enfermedad y la muerte, enfrentó obstinadamente a los
fiscales, buscó activamente la
fama a nivel nacional y pasó
ocho años en prisión después de ser condenado por
homicidio en segundo grado en la muerte de los últimos 130 pacientes terminales
cuyas vidas ayudó a terminar. Desde junio de 1990,
cuando ayudó a realizar el
primer suicidio, hasta marzo
de 1999, cuando fue condenado a cumplir entre 10 y 25
años en una prisión de máxima seguridad, Kevorkian
fue una figura polémica. De
todos modos, tanto sus críticos como los que lo apoyaban están de acuerdo en que
como resultado de su aguerrida y por momentos desmedida defensa del derecho de
los enfermos terminales a
elegir cómo morir, los centros para pacientes terminales
florecieron en Estados Unidos.
Los médicos, además, se
volvieron más sensibles
frente a su dolor y más dispuestos a recetarles medicación para aliviarlo.
En 1997, Oregon se convirtió
en el primer estado en promulgar una ley que establecía
que era legal que los médicos
recetaran drogas letales para
ayudar a que los pacientes
terminales pusieran fin a sus
vidas. En 2006, la Corte
Suprema de Estados Unidos
ratificó el fallo de un tribunal
inferior que dijo que la Ley
de Muerte con Dignidad de
Oregon protegía una práctica
médica legítima.
Durante los nueve años que
pasaron entre la aprobación
de la ley y la ratificación de
la Corte, la estrategia de confrontación de Kevorkian ocupó miles de centímetros de
columnas de diarios.
Hombre de firmes principios
y muy inflexible, Kevorkian
nunca se casó; llevaba una
vida austera, comía muy poco, evitaba toda manifestación de lujo y se vestía con
ropa del Ejército de Salvación.
En 1987 visitó Holanda,
donde estudió las técnicas
que permitían a los médicos
de ese país asistir en los suicidios de pacientes terminales sin intervención de las
autoridades. En una oportunidad mostró a los periodistas el simple estante de metal
del que colgaban frascos con
tiopental, un sedante, y cloruro de potasio, que paraliza el
corazón, que permitían a los
pacientes poner fin a sus vidas.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 220
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
CLARÍN (AR) • POLÍTICA • 4/6/2011
La mujer de Moreno escrituró la creación de la firma Meldorek
Marta Cascales, como escribana, certificó la designación de Schoklender
PorDaniel Santoro
Marta Cascales, la mujer del
secretario de Comercio Guillermo Moreno, intervino en
la escritura de Constitución
de la constructora Meldorek,
que pertenece a Sergio Schoklender, y es el eje del escándalo desatado por los
desvíos de dinero que el Gobierno le dio a las Madres de
Plaza de Mayo para la construcción de viviendas.
Meldorek, que recibió cheques del gobierno y es la
propietaria de dos aviones,
un yate y varios autos de
lujos, fue constituida por dos
jubiladas prestanombres el
4 de junio del 2003: Inmaculada Concepción Fazio y
Noemí Raquel Averza ante
Vanina Kartofel en la escribanía de Marta Cascales.
Las dos jubiladas (una de
ellas de casi 80 años) también “crearon” con el auspicio
de Cascales otras 46 empresas, tres de ellas que cobraron subsidios a la producción
agropecuaria del ONCCA
(Ver “ Otras ...”).
Luego las “accionistas”
nombraron presidente de
Meldorek a Daniel Laurenti,
otro hombre del entorno de
Schoklender, según consta en
el expediente presentado ante
la dirección provincial de
Personas Judiciales al que
accedió Clarín .
La sede original fue Rosales
855 de la localidad bonaerense de Ramos Mejía, la misma
que Monetización y otras
empresas vinculadas a Schoklender que ahora investiga
la Justicia por lavado de dinero.
Cascales, de 67 años, se hizo
conocida el año pasado cuando protagonizó, junto a
Moreno, un incidente con
otros comensales en una taberna vasca.
En el historia de Meldorek
julio del 2008 fue otra fecha
clave. Ese día la escribana
Cascales certificó que Laurenti le dio un poder especial
al contador Fernando Koval,
otro hombre de confianza de
Schoklendeer. En enero de
este año, la mujer de Moreno
certificó que Alejandro Gotkin fue nombrado presidente
de Meldorek. Gotkin es la
misma persona que fue empleado de la Fundación y
tiene a nombre suyo y de su
esposa una docena de autos
de lujo, entre ellos, una Ferrari, un BMW y dos Audi. Y
lo más importante que el
director titular de la empresa
pasaba a ser el propio Schoklender. La decisión del ex
apoderado de blanquear su
situación -pese a que hasta el
sábado pasado en una entrevista con Clarín lo negóquizás tuvo que ver con la
crisis interna de la fundación
Madres de Plaza de Mayo y
su inminente salida que recién se practicó la semana pasada.
El que pagó para la publicación de ese cambio del directorio de Meldorek en el boletín oficial de la provincia de
Buenos Aires fue el contador
Koval. En su historia, Meldorek, además del domicilio de
Ramos Mejía, tuvo otro en
Alvarez Thomas 198 de esta
capital, el mismo que Schoklender dio a la AFIP cuando
se registró como monotributista de categoría II que solo
puede facturar no más de 25
mil pesos por año.
El lunes Schoklender había
dicho que podía comprar una
Ferrari con su patrimonio y
que iba a demostrar que se
compró con su plata “hasta el
último tornillo” de sus bienes.
Negó haber desviado fondos
de las Madres y afirmó que
su fortuna proviene de la
venta de patentes tecnológicas, como las usadas para
construir viviendas de las
Madres. Sin embargo, hasta
ahora no tiene ni una habilitada en la Argentina, EE.UU.
y Europa.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 221
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE GUARDIAN (LO) • COMMENT IS FREE • 4/6/2011
Should we have an elected House of Lords?
Is an elected House of Lords the best way to reform the upper chamber? Helena Kennedy
believes the principle is sound, but David Steel thinks it just wouldn"t work. Emine Saner
chairs
Emine Saner
This week a poll of peers
revealed overwhelming opposition to Nick Clegg"s
proposals to reform the House of Lords. Emine Saner
invites two peers, Helena
Kennedy and David Steel, to
discuss their house"s future.
Helena Kennedy: David,
you"ve shifted your position
on this. You used to be a
reformer like me.
David Steel: I am a reformer,
but a practical one. Anyone
can say, "Off with their heads," and get loud applause.
But if we"re going to have an
elected second chamber it"s
going to be in competition
with what I think should be
the primacy of the House of
Commons. The Cunningham
committee, the report approved by both houses, said that
if there is an elected upper
chamber, the conventions
between the houses must be
rewritten, and yet the government"s white paper says
no, the powers will remain
the same. I don"t see how
they can. Once you have an
elected upper chamber, they
will demand more powers.
HK: It has to be part of a
wider context. There should
be a written Constitution
which would set down the
powers. The first question
you ask about the House of
Lords is: what is its purpose?
DS: I"m with you on that.
What is it for now? It scrutinises legislation very effectively, it occasionally sends
things back to the Commons
to say think again. It has no
financial powers. If that"s all
it"s going to do, who is going
to stand for a chamber that
has limited power?
HK: I think people will, because it still involves you in
the legislature. You or I
wouldn"t be here if we didn"t
think it had a purpose. When
I chaired the power inquiry,
the general view of the public was that the second
chamber should be elected.
However, they added that
they want expertise, and independent-minded
people.
That"s the difficulty.
DS: How would you guarantee they would get elected?
The way the people in the
Lords are trying to square
that circle is, say, let"s have
20% appointed. But what
happens if the votes of the
20% unelected actually decide a key issue? If we"re going to have an elected chamber, it has to be wholly elected.
HK: If you have 20% who
are there by an independent
appointment committee –
which chooses Nobel prize
winners in science, former
judges, people from the health service, teachers and so on
– it will act as a guiding
principle for the electoral
process for the rest. It could
be a useful way of reforming.
DS: This is a cop-out. If you
believe the House of Lords
has a level of expertise you
want to keep, the answer is to
reform the existing house but
keep it on the basis that people are appointed for their
expertise, and not all expoliticians.
HK: There are too many of
them …
DS: People from the academic world, trade unions, professions – the level of expertise in the House of Lords
now would not be there under an elected system. The
logic is you either have allelected and you forget about
expertise, or you keep the
expertise. Another issue is
what this will cost. These
people, according to the government, will be 300 fulltime paid, almost on the same level as MPs, not counting secretaries and researchers. It will be much more
expensive. Do the public
really want that?
HK: You"re right they won"t
be terribly happy about it, but
the public are not part of this
debate at the moment. Some
might say that if you are facing the loss of your job and
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 222
worries about the cost of
education for your children,
nobody is putting reform of
the House of Lords as a priority. However, I think there is
something abhorrent about
the idea that we in the House
of Lords should be the people who decide to wreck a
bill that says we should be
reforming. It"s a bit like the
police deciding whether they
are a good force or not.
DS: We don"t wreck bills,
we amend them.
HK: You know that by being
particularly bloody-minded,
the House of Lords can stymie legislation. We could
have a deliberative poll where you bring together 500
people, selected carefully
from the voting register, who
represent the demographics
of Britain, and then have
them hear evidence. You can
give evidence why you think
there is concern about the
potential for deadlock between two elected houses. I"ve
spent my life in front of juries, and when people are given good information they
usually reach good decisions.
There was something horrible when it came to that business of the people"s peers
[the more "representative"
peers Tony Blair introduced
in 2001] where someone said
we don"t want a crowd of
hairdressers. In fact, I"d be
quite keen on some hairdressers and bus drivers in the
house. I don"t want it to be
another staging post for pro-
fessional politicians. I say
that respectfully to you, because you are one of those
who does enrich the House
of Lords. I look around the
lords and there are some fantastic people in there.
DS: Leave aside the party
politicians, look at the crossbenchers – there are some
fantastic people. But can you
imagine any of them standing
for election?
HK: I think some of them
would. As long as there is no
ignominy in it, you put forward a statement about what
you stand for, what you believe in, what you"ve done. I
suspect the public would say
we do want independentminded people, we don"t
want people who are part of
the political machine.
DS: I appointed people to the
House of Lords in my time,
and I don"t think it"s right.
And according to the government they"re going to be
there for 15 years. How accountable will they be if
they"re going to be there for
15 years? You"ve never been
an MP but I have, and you
have a great pride in your
constituency. If you have an
elected house in future, there
could be some senator wandering over my constituency,
maybe not of my same party,
and I don"t think I want a
rival in my constituency, and
I think that"s the general view of most MPs – someone
travelling over their territory
saying, "I"ve got a mandate
too, and what"s more, my
mandate lasts 15 years and
I"m not accountable to anybody."
HK: It is complex, and often
people are quite knee-jerk in
saying of course it should be
elected. But what I insist
upon is that it cannot be the
people who are the current
beneficiaries of the system
who prevent any real reform
taking place.
DS: I agree, but it is the House of Commons that will determine what happens. From
the reception that the government paper got, my worry is that we will get bogged
down over the next few years
in endless debates on these
proposals.
HK: I think Nick Clegg, because of what happened on
AV, is going to want to be
seen to deliver something on
a Constitutional issue. He"s
pushing for it. Cameron
would like it to fall into the
long grass. We"ll see who
wins.
DS: There is a growing body
of opinion within my party
that we have to save Clegg
from having egg on his face
and this scheme is not fit to
fly. It"s so inadequate that
the danger is it will run into
the long grass and we"ll end
up with nothing. Which is
why the Commons committee on the Constitution says
whatever the plans for the
future, let"s get on and improve the existing house.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 223
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
EL UNIVERSAL • OPINIÓN • 4/6/2011
Ruleta rusa venezolana
El sistema político hondureño, ¿está dispuesto a lanzar a Honduras a la incertidumbre?
CARLOS
NÁNDEZ
RAÚL
HER-
Rodeado de varias joyas de
la corona latinoamericana,
"Mel" regresó a Tegucigalpa
después de las vacaciones. Al
estilo Julio César, su brazo
fuerte pone orden, exige castigos, consulta para reformar
la Constitución o para convocar asamblea constituyente
(todo esto el señor que intentó un golpe de Estado). ¿Veremos de nuevo el mismo
capítulo? El sistema político
hondureño, que se libró heroicamente de un asedio implacable... ¿está dispuesto a
comerse ese caramelo y lanzar a Honduras a la incertidumbre? Consultar al electorado sobre la reelección, daría la razón a Zelaya frente a
Micheletti y los poderes públicos en 2009. "Mel" dirá
que eso, "comprobadamente
legal", era lo que él quería
hacer cuando lo sacaron.
Insurrección urbana bolchevique, guerras campesinas
largas estilos chino, vietnamita y camboyano, foco
guerrillero cubano, las revoluciones del siglo XX se hicieron a partir de la máxima
de Mao: "el poder está en la
boca del fusil". Influidos por
el "gran rechazo" marcusiano
de los setenta, muchos izquierdistas abjuraron de cualquier devaneo con las instituciones burguesas, elecciones,
sindicatos, parlamentos (al-
gunos antipolíticos tienen
todavía el seso pegado ahí).
Por eso las revoluciones sólo
triunfaron contra autócratas
decadentes, de los que las
mayorías querían deslastrarse
como la peste, y perdieron en
las democracias al mantenerse al margen. El llamado
socialismo militar, -Velasco
Alvarado, Torres, Torrijos-,
de factura putchista, tuvo
resultados
impresentables,
tortuosos, sórdidos.
El primer revolucionario en
descubrir el camino electoral
fue Adolf Hitler. Como bramaba Goebbels en el Reichstag "si la democracia es tan
estúpida que nos concede
sueldos y viáticos en nuestra
labor carnicera, allá ella. Venimos como lobos que asaltan el rebaño". La bolivariana
es una hija de otoño del comunismo internacional cuando se encontraba en peor
momento. Luego de la caída
del Muro de Berlín y la desintegración del comunismo
en 1990, Fidel Castro toma la
iniciativa de estimular los
restos de los radicales latinoamericanos, para discutir qué
hacer en la nueva situación.
Así nace el Foro de Sao Paulo, cuyo anfitrión fue Lula da
Silva, líder de los obreros
metalúrgicos brasileños. Asiste un significativo grupo
de políticos, guerrilleros,
intelectuales y artistas, los
venezolanos Pablo Medina y
Alí Rodríguez Araque; Cuauhtemoc Cárdenas y Jorge
Castañeda de México; el jefe
de las FARC, Manuel Marulanda; Mario Benedetti, Chico Buarque y varios otros.
A partir del triunfo electoral
bolivariano en Venezuela
surge la nueva doctrina jurídica que convergerá con la
estrategia revolucionaria del
Foro de Sao Paulo. Su creadora fue la Corte Suprema
de Justicia con la supraconstitucionalidad de la revolución en 1999, al declarar como
inspirada en Lenin que una
elección
inconstitucional
convocada por el gobierno
(sin tener atribuciones, además) tiene efectos supraconstitucionales. Incinera el principio universal de que Derechos Fundamentales, a la
vida, la libertad, la propiedad, la separación de poderes, eslabones del contrato
social que permite la convivencia democrática y civilizada, no pueden someterse a
referéndum. Y si lo hacen,
las aniquilan las euforias que
agitan los caudillos carismáticos.
Antonio Negri, ideólogo de
las Brigadas Rojas, dice que
"el poder constituyente es la
revolución... no puede estar
sometido a norma alguna: la
potencia que esconde... es
rebelde a la integración en un
sistema jerarquizado de normas y competencias... siem-
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 224
pre... permanece extraño a
derecho". ¡Nada de bocas de
fusiles! Gracias a las virtudes
del "poder constituyente",
conocido así en los bajos
fondos autoritarios, y a la
última Corte puntofijista, ya
los revolucionarios no necesitan violencia, ni siquiera
utilizar el lenguaje de la
"guerra", para tomar el poder. Sólo abrazarse a la hiperdemocracia y la "partici-
pación protagónica", la aún
inconclusa vía democrática al
totalitarismo: triunfo electoral populista, propuesta de
cambio constitucional en la
luna de miel, constituyente y
listo. Su feromona es limpiar
mágicamente el mundo de
corruptos, dirigentes incapaces, empresarios especuladores.
La Corte Suprema de Justicia venezolana hizo historia
con la doctrina que luego se
aplicaría en Bolivia, Ecuador
y ahora tal vez en Honduras.
Oportunismo, desconocimiento del Derecho y economía
de escrúpulos para torcerlo,
explicarían las varias sentencias turbias entre 1993/1998.
¿Pondrán los hondureños el
destino del país en la ruleta
rusa venezolana? ¿Cuál es el
lobo y cuál el cordero?
@carlosraulher
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 225
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
EL UNIVERSAL • OPINIÓN • 4/6/2011
Mejores palabras para hablar del chavismo
NERIO ENRIQUE ROMERO | EL UNIVERSAL
Se dice que las palabras se
las lleva el viento. Pero también llegan a nuestros oídos,
y desde allí penetran a nuestros cerebros. Hay quienes
dicen, yo les creo, que las
palabras que usamos influyen
nuestros pensamientos, actitudes y acciones. Los estudiosos de la programación neurolingüística tienen tiempo
explicándolo
convincentemente. De allí que podamos
postular que las palabras usadas para referirnos a la
realidad política y sus actores
ayuda a configurar el imaginario colectivo y atribuye a
aquellos cualidades, buenas o
malas, merecidas o no. Creemos que los políticos de la
alternativa democrática, y los
periodistas y medios de comunicación contribuyen a
atribuír al chavismo y a su
jefe único atributos que no
merecen o que son inapropiados, pero que refuerzan su
valor ante el pensamiento y
las emociones colectivas. O
sea, cachicamo trabajando
pa" lapa. De allí que nos
permitamos sugerir a todos
ellos, con mucho respeto y
seriedad, revisar el léxico
para referirse al gobierno, al
chavismo y a su jefe, y proponemos vigilar algunas expresiones y cambiarlas. Las
principales a mi juicio son
cuatro, y deberíamos decir:
1) EL PRESIDENTE ACTUAL, en vez de "El Presidente". La segunda le atribuye a Chávez inconscientemente, usada por casi 13
años, la condición de tal como si fuese algo inherente a
su persona. Per omnia secula,
como él quisiera. Hay jóvenes que al oírla no pueden
evocar otra cosa que a Chávez, no han tenido oportunidad de conocer a otro que
haya ocupado ese cargo. Referirse a él como el PRESIDENTE ACTUAL enfatiza
el principio de alternabilidad
que consagran nuestra Constitución y los principios de la
democracia.
2) OFICIALISTA, en vez de
"Revolucionario". El término
revolución tiene para algunas
personas connotaciones negativas, pero en general es un
término atractivo que suma
más de lo que resta. Porque,
¿no hemos todos hemos oído
hablar de la revolución industrial, la revolución científico-técnica, la revolución de
la informática, la revolución
de la independencia, la revolución francesa? En general,
el término connota avance y
progreso. ¿Merecen esa connotación el gobierno y proyecto chavista? Muy, pero
muy poco, porque en muchos
aspectos son claramente retrógrados y reaccionarios.
¿Por qué llamarlos entonces,
quienes los adversamos, "revolucionarios"?
3) PESEUVISTA, en vez de
"Bolivariano". Esto se explica por sí solo. ¿Quién niega
la connotación positiva que
el segundo término tiene en
Venezuela y en América Latina? Y si los bolivarianos
son los chavistas, ¿los demás
qué somos? ¿Antibolivarianos?
4) ESTATISTA, en vez de
"Socialista". Aunque menos
que los anteriores, el término
"socialista" atribuye también
algunas connotaciones positivas. A muchos les evoca el
éxito y el progreso humano
logrados en países gobernados por socialdemócratas a
los que a veces se les denomina "socialistas" (países
escandinavos,
Inglaterra,
Brasil y Chile, por ejemplo).
Consideramos que usar esas
cuatro expresiones ("El Presidente", "Revolucionario",
"Bolivariano" y "Socialista")
desde esta esquina para referirse al chavismo, es meterse
inconscientes y repetidos
autogoles en la lucha por el
alma, el pensamiento y las
emociones de Venezuela. No
las usemos. Peguemos papelitos en escritorios y espejos
de periodistas, dirigentes
políticos y activistas políticos
y sociales, como recordatorio
diario. Las palabras no siem-
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 226
pre se las lleva el viento. A
menudo taladran hasta llegar
al cerebro y al corazón.
Médico y profesor universitario
[email protected]
Twitter: @romeronerio
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 227
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
EL UNIVERSAL • NACIONAL Y POLÍTICA • 4/6/2011
Dueños de casas invadidas en Mérida están en vigilia
Las autoridades no han visitado el complejo "Terraza de La Vega", en Ejido
EL UNIVERSAL
Mérida.- La invasión en la
construcción del conjunto
residencial "Terrazas de La
Vega", ubicada en el sector
Pozo Hondo de la ciudad de
Ejido, municipio Campo Elías del estado Mérida, continuaba ayer viernes, con la
esperanza de los propietarios
de las casas y de los invasores, que alguien les resuelva
su problema. Instalados bajo
un toldo, los propietarios de
las casas en construcción
pasaron la noche en vigilia
frente al terreno.
"Hemos estado pendiente de
que no ingresen más invasores, de que sólo se le deje
pasar comida y de que no
traigan más niños", dijo Rosario de Gutiérrez, Secretaria
de la Organización Comunitaria Integral de la Vivienda
y Hábitat Terrazas de La
Vega.
Según los propietarios, se
llegó a un acuerdo con el
prefecto de la localidad de
que invasor que salga del
terreno no vuelva a entrar,
sin embargo, De Gutiérrez
manifestó que quienes han
salido no han entrado por el
portón sino por los caminos
verdes que dan acceso a las
casas en construcción.
Lo representantes del gobierno regional, según Rosario
de Gutiérrez, les dijeron que
no pueden hacer nada y que
deben dirigirse a los tribunales a solicitar el desalojo ya
que es una construcción privada.
Mientras eso sucede, dos
funcionarios policiales les
brindan seguridad a los optantes compradores de las
casas que fueron invadidas.
Por su parte, los invasores,
en la voz de Delia Molina,
denunciaron que les cortaron
el servicio de luz eléctrica, y
agua potable, y que los policías que están a las afueras
del terreno "comenzaron a
revisar la comida, las arepas,
a pedir cédula, a revisar ropa,
como si esto fuera una cárcel,
nosotros no estamos presos,
nosotros estamos luchando
por una vivienda digna, tal
cual lo expresa la Constitución Bolivariana", señaló.
Pese a las condiciones en las
que están los invasores, los
mismos aseguraron que mantendrán la ocupación hasta
que algún representante de la
Gobernación del estado Mérida, establezca una mesa de
negociación y diálogo con
ellos y les ofrezca una vivienda digna.
Se confirmó que la representante legal de la empresa
constructora que ejecutó a
media la obra civil en "Terrazas de la Vega", enfrenta
problemas judiciales por supuestos cargos de estafa inmobiliaria, lo que mantiene
preocupados a los verdaderos
dueños de las parcelas multifamiliares.
Actualmente, los accionistas
del complejo habitacional en
la ciudad andina, y tomado
por un aproximado de cuarenta familias, denunciaron
encontrarse desvalidos por la
escasa presencia de representantes y autoridades del Ejecutivo nacional, de la gobernación del estado Mérida y
de los cuerpos de seguridad,
entre otros. NS.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 228
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
ABC COLOR (PY) • POLÍTICA • 4/6/2011
Duración de mandatos no se puede cambiar vía enmienda, resolvió la
Corte
La Corte Suprema de Justicia (CSJ), en el fallo que
declaró la inamovilidad de
los ministros en el 2000,
señaló que la duración de
mandatos o las atribuciones
de cualquiera de los poderes
del Estado no se pueden modificar a través de la enmienda constitucional.
Esta fue la postura hace 11
años del ex ministro Carlos
Fernández Gadea (+), a cuyo
voto se adhirieron los otros 8
integrantes del máximo tribunal. La “duración de mandatos” fue analizada por la
CSJ cuando los entonces
ministros Felipe Santiago
Paredes, Jerónimo Irala Burgos y Enrique Sosa promovieron una inconstitucionalidad contra la resolución del
Senado y el decreto del Poder Ejecutivo que no los confirmó en el cargo.
También cuestionaron el
artículo 19 de la Ley 609/95,
que habla de que los ministros durarán cinco años en
sus funciones. “Es evidente
que ese artículo no se trata de
una norma que afecte los
derechos de personas perfectamente
individualizadas,
sino que se trata de una norma de carácter general que
reglamenta el plazo de designación de los ministros de la
Corte Suprema de Justicia”,
había señalado Fernández
Gadea.
Agregó que “el carácter de la
norma no puede ponerse en
duda porque afecta directamente a la estructura y la
organización del Estado, determinando la duración del
mandato de los ministros de
la Corte Suprema de Justicia”.
De tanta importancia es este
tipo de norma que el Artículo
290 de la Constitución Nacional expresa: “No se utilizará el procedimiento indicado de la enmienda, sino el de
la reforma, para aquellas
disposiciones que afecten el
modo de elección, la composición, la duración de mandatos o las atribuciones de cu-
alquiera de los poderes del
Estado o las disposiciones de
capítulos I, II, III y IV del
título II, de la parte I”, sostuvo el ex magistrado al referirse a la duración de mandatos.
A esa postura se adhirieron
los ministros Luis Lezcano
Claude y Bonifacio Ríos Avalos, también los camaristas
Antonio Fretes (actual ministro), Rodolfo Gill Paleari,
Gerardo Báez Maiola, Oscar
Paiva, José A. Fernández y
Basilicio García, quienes
integraron entonces la Corte
Suprema.
Hace una semana, el Frente
Guasu, concertación de izquierda, decidió oficialmente
impulsar una enmienda constitucional para posibilitar la
reelección de Fernando Lugo. Esta iniciativa generó el
repudio de varios sectores
políticos de la oposición, así
como también del oficialismo.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 229
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
ABC COLOR (PY) • JUDICIALES • 4/6/2011
Magistrados atacan fallo del Jurado
Los ex jueces María Doddy
Báez, Silvio Reyes y Enrique
Alfonso Gastó recurrieron
por medio de una inconstitucionalidad para rever las
remociones decretadas por el
Jurado de Enjuiciamiento de
Magistrados, el 18 de mayo
de 2011.Como medida cautelar, los ex magistrados piden
a la Corte la suspensión de
efectos de la S.D. Nº 09/11,
que los destituyó del cargo.
Igualmente, recusaron a los
ministros Sindulfo Blanco,
José Raúl Torres Kirmser,
Miguel Oscar Bajac, César
Garay, Antonio Fretes y Víctor Núñez, por haber admitido el pedido del Jurado para
suspenderlos en sus funciones. Estos ministros también
se pronunciaron sobre el fondo de la cuestión y preopinaron al señalar que los jueces
incurrieron en “claras irregularidades y omisiones insanables que ameritan no solo
el enjuiciamiento, sino también la suspensión de los
magistrados”, argumentaron.
Los recurrentes sostienen que
el Jurado violentó el derecho
a la defensa en juicio y los
derechos procesales, consagrados en la Constitución
Nacional y leyes inferiores,
por no darles la oportunidad
de defenderse de los hechos
argumentados por el órgano
juzgador como causal de
remoción.
El Jurado también alegó que
los jueces se extralimitaron
en sus funciones por sobreseer a los procesados en el juicio de tráfico de drogas, cuando solo podían absolver o
condenar.
Reyes, Báez y Alfonso fueron destituidos tras el sobreseimiento de José Martínez
Mendi Pavao, hijo del narcotraficante Jarvis Chimenes
Pavao, en un caso de tráfico
de estupefacientes.
El tribunal de sentencia integrado por los mencionados
jueces declaró a favor de los
procesados nulidades parciales y absolutas, entre otros
incidentes, por las supuestas
negligencias en que incurrieron los fiscales antidrogas
Javier Ibarra y Jorge Noguera.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 230
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
ABC COLOR (PY) • JUDICIALES • 4/6/2011
Jueces objetan allanamiento
La Asociación de Jueces del
Paraguay, presidida por José
Agustín Fernández, cuestionó la actuación de la fiscala
Irma Llano, por haber allanado los despachos de Fernández y Delio Vera Navarro, ya que solo debió recurrir
por esta vía, ante la negativa
de los magistrados de conceder permiso para el acceso a
sus oficinas, sostiene el gremio. “Si bien los controles
son saludables, estos deben
ser ejercidos respetándose las
disposiciones constitucionales y legales y no transformarse en un elemento de
amenaza para el juez, pues
un Poder Judicial con magistrados atemorizados, amedrentados, pusilánimes y
acobardados, está lejos de ser
el escenario ideal para concretar una auténtica justicia”,
dice en una parte el comunicado. El allanamiento en
busca de evidencias y secuestro de computadoras de los
magistrados se realizó el jueves 19 de mayo pasado.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 231
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
ABC COLOR (PY) • INTERNACIONALES • 4/6/2011
Ordenan excarcelar en Colombia a presunto jefe de FARC entregado
por México
BOGOTÁ. La justicia colombiana ordenó este viernes la excarcelación de Miguel Ángel
Beltrán, un profesor universitario y presunto integrante del comité internacional de las
FARC, que hace dos años fue capturado en México y enviado a Colombia, según un reporte judicial.
Según el fallo de un juez de
Bogotá que ordenó la excarcelación de Beltrán, su decisión se basó en la sentencia
de la Corte Suprema de
Justicia, máximo tribunal
colombiano, que el 19 de
mayo pasado negó el valor
probatorio a los archivos de
las computadoras del abatido
número dos rebelde, Raúl
Reyes.
El tribunal dictaminó que
dichos archivos no tienen
valor probatorio pues el Ejército colombiano no llenó los
requisitos de recolección de
evidencia judicial durante el
operativo en el que fue abatido Reyes y se incautó su
computadora, en marzo de
2008, del lado ecuatoriano de
la frontera.
Basado en el contenido de
esos archivos, la Fiscalía
había acusado a Beltrán de
ser miembro del Comité Internacional de las Fuerzas
Armadas Revolucionarias de
Colombia (FARC) que para
la fecha de su detención, en
2009, ejercía como profesor
universitario en la capital
mexicana.
Además, los archivos sirvieron de base en 2010 a la Pro-
curaduría (justicia administrativa) para ordenar la destitución de la senadora liberal
Piedad Córdoba, quien medió
con las FARC para la liberación de secuestrados.
“Son dos años duros frente al
pensamiento crítico, pero al
final triunfó la libertad”, aseguró Beltrán al ser notificado
de la decisión, en un juzgado
del centro de la capital colombiana.
Las FARC son la principal
guerrilla de Colombia y actualmente cuenta con 8.000
combatientes, según el Ministerio de Defensa.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 232
PROCURADORIA GERAL •
ABC COLOR (PY) • INTERNACIONALES • 4/6/2011
Rousseff exige a ministro que aclare veloz enriquecimiento
BRASILIA (ANSA). La presidenta brasileña, Dilma
Rousseff, ordenó a su jefe de
gabinete, Antonio Palocci,
que dé explicaciones a la
opinión pública sobre el aumento rápido de su patrimonio, que la oposición atribuye
a tráfico de influencias a favor de empresas, publicó
ayer un diario local.
La mandataria instruyó a su
principal ministro que explique qué servicios prestó a las
empresas que le pagaron 10
millones de dólares.
Según trascendió Palocci
ofreció asesoría al banco
Itaú, el mayor privado del
país, y mantuvo encuentros
con inversionistas que estu-
diaban aplicar dinero en el
mercado brasileño.
En forma reservada, la jefa
de Estado ha dicho a su principal colaborador que es un
“error” continuar en silencio,
escribió ayer el diario Estado
de São Paulo.
El caso Palocci causó una
crisis en el gobierno, y la
presidenta, que estuvo enferma de neumonía, se mantuvo alejada del público durante cerca de 15 días, durante los cuales permaneció en
el Palacio de Alvorada, residencia oficial.
Palocci fue el jefe de la
campaña presidencial de
Rousseff, candidata del Partido de los Trabajadores (iz-
quierda), en 2010 y al mismo
tiempo se desempeñaba como consultor de empresas.
“Palocci puede hablar hoy y
no será sorpresa si acaba
dejando el cargo... su situación realmente es muy delicada
y está desgastando al gobierno”, afirmó ayer Fernando
Rodrigues, comentarista de
Folha de São Paulo y radio
Jovem Pam.
Las acusaciones de enriquecimiento, que están siendo
analizadas por el procurador
general de la República, Roberto Gurgel, obligaron al
ex presidente Da Silva a viajar a Brasilia la semana pasada para evitar la caída del
funcionario.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 233
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
ABC COLOR (PY) • INTERIOR • 4/6/2011
Residentes en Argentina anhelan conquistar el derecho al voto
La colectividad paraguaya residente en la Argentina, en su gran mayoría, anhela la conquista del derecho al voto en el referéndum previsto para octubre próximo. Igualmente,
resaltan que los compatriotas que viven en el exterior deberían tener la oportunidad de
ser elegidos para representar a los millones de connacionales dispersos en el extranjero.
También hay opiniones dispares sobre la intención de la enmienda para la reelección
presidencial.
BUENOS AIRES (Clide
Martínez, Enviada especial).Ramón González, paraguayo
residente en la capital argentina, señaló que quienes viven en el exterior tienen derechos adquiridos que no se
pueden conculcar bajo ningún
punto
de
vista.“Solamente el exilio político en el pasado o el exilio
económico por no tener oportunidades en el país, hacen
que estemos fuera del país,
pero eso no significa que
hayamos perdido la identidad
de paraguayos”, expresó.
Se mostró confiado en el
resultado positivo del referéndum que se realizará en
octubre, que brindará a los
connacionales la posibilidad
de elegir a sus autoridades a
través del voto. Refirió que
desde hace décadas, los paraguayos que viven en el
exterior luchan por el derecho al voto y en esta oportunidad esperan el respaldo de
toda la ciudadanía paraguaya.
En cuanto a la pretensión de
reelección del presidente
Fernando Lugo, mencionó
que es casi imposible, considerando que se debe cambiar
la Constitución. Refirió que
ve muy difícil el respaldo de
los partidos mayoritarios a
esta iniciativa. Dijo que la
estructura que respalda al
Mandatario paraguayo no
tiene el peso necesario para
lograr estos cambios en la
Carta Magna.
Optimismo
Por su lado, Epifanio Méndez Val, director de la revista
Ñe’êngatu, celebró que una
reivindicación antigua finalmente esté por concretarse.
“Aparentemente llegó la hora
de que los políticos reconozcan la importancia que tienen
los paraguayos en el exterior,
mereciendo participar en las
actividades políticas y cívicas”, expresó con respecto al
sufragio.
Méndez Val dijo estar muy
optimista, considerando que
todos los grupos políticos
estarán haciendo el esfuerzo
necesario para que el referéndum tenga el resultado
esperado.
En cuanto a la reelección de
Fernando Lugo, manifestó
que cinco años son muy cortos para concretar los proyectos. Refirió que si en el Paraguay consideran que Lugo
está administrando bien el
país, es razonable darle la
oportunidad de ser reelecto.
Señaló que si queremos lograr el desarrollo del país , se
tiene que dejar de lado el
sectarismo que no conduce a
nada.
“En Paraguay hasta el momento las leyes se elaboran a
la medida de las necesidades
de los políticos y no en busca
del bien común”, dijo.
La “rotación” es buena
Domingo Cabañas, quien
respalda la enmienda para el
voto de los paraguayos residentes en el exterior, destacó
que Fernando Lugo en este
momento está respaldado por
un partido político muy fuerte que es el PLRA.
“Siempre es bueno hacer
rotación de poder para evitar
fundamentalmente la corrupción”, expresó.
Resaltó que no solamente se
tiene que tener en cuenta lo
político, sino todos los factores que hacen al desarrollo de
un país. En ese sentido,
añadió que hasta el momento
el Paraguay está muy atrasado comparando con otros
países de Sudamérica.
Según su punto de vista, es
muy difícil que Fernando
Lugo pueda concretar un
segundo mandato. Dijo que
así como el Partido Liberal
apoyó al Frente Guasu, ahora
este grupo debería respaldar
a un representante de los
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 234
azules para liderar la Alianza.
Total desacuerdo
Por su lado, el abogado Blas
Del Puerto, quien conforma
una comisión para respaldar
la campaña del referéndum
en nuestro país, expresó su
seguridad de que la consulta
habilitará el voto de los que
viven en el exterior.
Con relación a la reelección
del presidente Fernando Lugo, expresó su total desacuerdo. Recordó que había trabajado intensamente por la
candidatura del ex obispo,
pero no advierte elementos
positivos en su administración que ameriten su reelección.
“No veo logros importantes
para que merezca nuevamente la confianza del pueblo
paraguayo”, sostuvo.
Del Puerto agregó que la
única decisión sabia de la
Constituyente del año 1992
fue evitar la reelección presidencial. Calificó de “enclenque” a la democracia paraguaya, significando que el
que tiene poder en el Estado
puede comprar la conciencia
de los que van a votar. Dijo
que los electores actúan como “clientes” y no como
ciudadanos.
Apoya la reelección
Andrés Balbuena, quien reside desde hace 41 años en la
Argentina, se mostró de acuerdo con la reelección de
Fernando Lugo para consolidar el proceso de cambios en
el país. Afirmó que los paraguayos deben tener la oportunidad de elegir y ser elegidos para contribuir activamente al desarrollo nacional.
Balbuena indicó que el derecho al voto es una lucha de
hace mucho tiempo y que
aparentemente podría concretarse con la enmienda constitucional.
Se mostró confiado en el
resultado de la consulta popular, ya que la ciudadanía
paraguaya es consciente de la
necesidad de incluir a todos
los compatriotas en la construcción del futuro de la patria.
Indicó que no pierde la esperanza de regresar y radicarse
definitivamente en el país.
En ese sentido, expresó que
intentó infructuosamente en
dos oportunidades volver al
terruño.
No al referéndum
Representantes de la Asociación “Unión Guaraní“, que
integran paraguayos residentes en la Argentina y sus descendientes, en un comunicado manifestaron su desacuerdo con la realización de un
referéndum para habilitar el
voto de los compatriotas que
viven en el exterior.
Afirman que “el voto como
derecho universal e individual es inclaudicable y no es
negociable. Por ello no puede
estar sujeto a aprobación u
autorización de terceros a
través de un referéndum”.
Recordaron que en el Uruguay, por este mismo instrumento, se rechazó en dos
oportunidades la posibilidad
de que los residentes en el
exterior puedan participar de
las elecciones de ese país.
Manifestaron su temor de
que esta experiencia negativa
se repita en octubre, durante
la consulta popular que se
realizará en el Paraguay.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 235
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
ABC COLOR (PY) • INTERIOR • 4/6/2011
Local de juzgado de Mbuyapey se cae a pedazos y es un verdadero peligro
El local del Juzgado de Paz de Mbuyapey se cae a pedazos y es un peligro para los funcionarios y visitantes. Como sanitario solo cuenta con una letrina en lamentable estado.
MBUYAPEY, Dpto. de Paraguarí (Aldo Lezcano, corresponsal). La oficina del
Juzgado de Paz de esta comunidad, ubicada a 170 kilómetros de Asunción, sigue
funcionando en una precaria
casita de 2 piezas cedida por
la Municipalidad. Las dependencias constan de una sala
de espera, donde está instalada la secretaría y el despacho
de la jueza Graciela Scala. El
piso, las paredes y el techo
presentan grandes fisuras y
grietas, por lo que en los días
de lluvia el local se llena de
agua. También los tirantes
están desprendidos y fueron
apuntalados con maderas,
para evitar que se caigan.
Igualmente, las ventanas y
las puertas ya están podridas
y el amoblamiento no pasa
de dos mesas viejas e incómodas sillas y un horrible
armario que sirve de archivo.
Para los visitantes se torna
complicada la permanencia
en el lugar, debido al olor
nauseabundo de las paredes
humedecidas. Al fondo del
patio se encuentra una letrina
común con dos compartimientos que ni siquiera cuentan
con puertas o cortinas. Solamente es utilizada por los
hombres como mingitorio.
Ante la precariedad del local,
las mujeres que acuden al
juzgado no tienen otra alternativa que recurrir al sanitario de algún vecino piadoso.
En los días de calor el drama
empeora, ya que ni siquiera
puede ser instalado un ventilador debido a que el local no
cuenta con el servicio de
energía eléctrica. Los pobladores responsabilizan de la
situación a la jueza Scala.
Destacan que hace más de
seis años ocupa el cargo,
siempre promete que se va a
arreglar el local, pero no hace
absolutamente nada.
Cómoda
La intendenta de Mbuyapey,
Ana de Aponte (PLRA), visitó el local con la intención de
ofrecer alguna ayuda para el
mejoramiento de la infraestructura, que presenta una
lamentable imagen de la ciudad. Sin embargo, la jueza
Scala, quien está en el lugar
desde hace más de 6 años,
con descortés respondió: “A
mí no me preocupa absolutamente; su reparación es de
exclusiva responsabilidad de
la Corte Suprema que en
cualquier momento lo pondrá
en condiciones”, dijo y rechazó el apoyo comunal. Por
otro lado, expresó que se
siente cómoda y a gusto en el
local y confía en que el techo
no se va a caer. Respecto al
sanitario acotó: “Yo ya eduqué mi cuerpo por suerte,
hago mis necesidades antes
de venir y listo”. Consultada
referente al secretario, que
incluso tiene una pierna amputada, y los concurrentes
que también necesitan del
baño, dijo que “es problema
de ellos”. La intendenta Aponte comentó que intentos
anteriores para el mejoramiento del local resultaron estériles debido a la oposición de
la jueza. “Aparte de ser un
local muy feo, se constituye
en un gran peligro”, afirmó.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 236
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
ABC COLOR (PY) • ECONOMÍA • 4/6/2011
Blindan informes de binacionales
Las Cámaras del Congreso,
sus comisiones investigadoras, los parlamentarios a título personal así como la Contraloría, ya no podrán solicitar los informes a las Binacionales Itaipú y Yacyretá,
que podrían ser obtenidas a
través de la ANDE.La Sala
Constitucional de la Corte
con los votos de Antonio
Fretes, Alicia Pucheta de
Correa y Miguel Oscar Bajac, declararon inaplicable la
Ley Nº 1161/97 “Que reglamenta las obligaciones de la
Administración Nacional de
Electricidad (ANDE)”.
Los ministros de Corte sostienen que la Ley 1161 va contra los Tratados de Itaipú y
Yacyretá, y por lo tanto, es
violatoria del Art. 137 de la
Constitución Nacional. Seguidamente, se enuncia esta
normativa en la que menciona que en el orden de prelación de leyes se encuentra la
Constitución Nacional, los
tratados internacionales y
posteriormente las leyes.
Los Tratados firmados por
las Binacionales sostienen
que las documentaciones
obrantes en las hidroeléctricas constituyen patrimonio
documental de estos entes, y
que por lo tanto, requieren de
la autorización de los Estados
parte para que provean de
informes.
La Fiscalía General también
dictaminó por hacer lugar la
inconstitucionalidad
promovida por las binacionales.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 237
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FRANKSURTER ALLGEMEINE (BL) • GESELLSCHAFT • 4/6/2011 • 12:32:30
Kalifornien: 32.000 Häftlinge werden vorzeitig entlassen
Der Oberste Gerichtshof in Amerika hat Kalifornien wegen der chronischen Überfüllung
der Gefängnisse des Bundesstaates angewiesen, in den kommenden zwei Jahren tausende
Häftlinge vorzeitig zu entlassen. FAZ.NET-Bilderstrecke.
In einer historischen Entscheidung hat der Oberste
Gerichtshof der Vereinigten
Staaten den Bundesstaat Kalifornien angewiesen, in den
kommenden zwei Jahren
etwa 32 000 Häftlinge vorzeitig zu entlassen. Der Supreme Court begründete das
Urteil mit der chronischen
Überfüllung der kalifornischen Gefängnisse, die "überflüssiges Leid" verursache
und die Grundrechte der
Gefangenen verletze.
Wie Richter Anthony Kennedy bei der Urteilsverkündung in Washington in dieser
Woche sagte, müssten sich
häufig bis zu 54 Straftäter
eine Toilette teilen. Andere
würden zu Hunderten in Behelfsunterkünften wie Turnhallen untergebracht. Richter Antonin Scalia dagegen
warnte
angesichts
einer
Rückfallquote von etwa 70
Prozent vor "fürchterlichen
Dingen", die Kalifornien zu
erwarten habe.
Die denkbar knappe Entscheidung mit fünf der neun
Richterstimmen bekräftigte
das Urteil eines kalifornischen Gerichts aus dem Jahr
2009. Damals hatten die Ri-
chter bestimmt, etwa ein Viertel der mehr als 140.000
Gefangenen
aus
den
Bundesgefängnissen zu entlassen, um die übrigen
Häftlinge angemessen psychologisch und medizinisch
betreuen zu können. Etwa
9000 kalifornische Straftäter
wurden
später
aus
Bundesgefängnissen in die
weniger
überfüllten
Bezirksgefängnisse verlegt.
Text: che., F.A.Z.
Bildmaterial:
REUTERS
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 238
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FRANKSURTER ALLGEMEINE (BL) • POLITIK • 4/6/2011 • 12:18:00
Atomausstieg: Bundeskanzlerin Merkel hält an Reserve-AKW fest
Trotz der Ablehnung der Länder will die schwarz-gelbe Bundesregierung nun doch bis
2013 an einem Reserve-AKW für den Fall von Stromengpässen festhalten. Die SPD fordert für ihre Zustimmung zum Ausstieg weiter eine Grundgesetzänderung.
Nach
dem
AtomKompromiss zwischen Bundeskanzlerin Angela Merkel
(CDU) und den Ländern stellt die SPD neue Bedingungen
für eine Zustimmung zu den
Ausstiegsplänen. „Nach all
den Tricksereien der Konzerne und auch von Merkel
selbst muss der Atomausstieg
unumkehrbar gemacht werden - zum Beispiel durch
einen Staatsvertrag oder eine
Grundgesetzänderung“, sagte der stellvertretende Vorsitzende der SPD-Fraktion im
Bundestag, Ulrich Kelber,
dem „Handelsblatt“. Die
Linke begrüßte den Vorstoß.
„Links wirkt. Jetzt ist auch
die SPD dafür. Wir werden
im Bundestag beantragen,
dass der Atomausstieg unumkehrbar ins Grundgesetz kommt“, schrieb Parteichef Klaus Ernst im Kurznachrichtendienst Twitter.
Der Vorsitzende der von der
Bundesregierung eingesetzten
Ethik-Kommission,
Klaus Töpfer, lehnte eine
Grundgesetzänderung hingegen ab. „Die Aufnahme
des
Atomausstiegs
ins
Grundgesetz würde eine
gebotene Sachentscheidung
in einen verfassungspolitischen Rang heben“, sagte er
der „Passauer Neuen Presse“.
Die Grünen halten das Kon-
zept der schwarz-gelben Koalition nach wie vor für ein
„halbherziges Ausstiegsgesetz voller Hintertüren“. Die
stellvertretende
Fraktionsvorsitzende Bärbel Höhn
sagte der „Leipziger Volkszeitung“: „Wir wollen, dass
die Atomkraftwerke bis 2017
eins nach dem anderen abgeschaltet werden. Wenn die
Bundesregierung da nicht
weiter auf uns zu kommt,
wird das ein Streitpunkt bleiben, auch bei Wahlen.“
Merkel hatte sich am Freitag
mit den Ländern auf einen
Kompromiss verständigt. Die
deutschen Atommeiler sollen
danach stufenweise bis 2022
abgeschaltet werden. Jedem
AKW werde ein „Endproduktionsdatum“ zugeordnet,
sagte Bundeskanzlerin Angela Merkel (CDU) nach einem
Gespräch mit den 16
Ministerpräsidenten am Freitag in Berlin. Über die dauerhafte Stilllegung der acht
nach dem GAU von Fukushima bereits vorübergehend
abgeschalteten AKW hinaus
wurden die Jahre 2015, 2017,
2019 und 2021 sowie 2022
vereinbart.
„Das ist selbstverständlich
rechtssicher“, sagte Umweltminister Norbert Röttgen
(CDU) nach einem Treffen
der Spitzen von Union und
FDP mit Blick auf mögliche
Klagen der Konzerne. Bei
dem Treffen wurde am Freitagabend der Abschaltplan
abgesegnet. Demnach könnte
nach den acht sofort stillzulegenden AKW als nächstes
2015 das Grafenrheinfeld in
Bayern vom Netz gehen. Am
Montag will das Kabinett das
neue
Atomgesetz
beschließen. Röttgen rief zu
einem breiten Konsens auf.
Die zunächst erwogene Abschaltung vieler AKW auf
einmal erst 2021/2022 hatten
die Bundesländer bei einer
Vorbereitung des Treffens
mit Merkel abgelehnt und
damit den Handlungsdruck
auf die Kanzlerin erhöht. Mit
Merkels Kehrtwende ist der
Weg zu einem Konsens mit
der Opposition womöglich
geebnet, denn so wird die
Atomstrommenge bis zum
Ausstieg verringert und der
Ausstieg beschleunigt. Allerdings halten sich die Grünen
ihre Zustimmung noch offen,
gegebenenfalls soll ein Sonderparteitag am 25. Juni
entscheiden.
Trotz der Ablehnung der
Länder will die Regierung
aber bis 2013 an einem Reserve-AKW für den Fall von
Stromengpässen festhalten.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 239
Das hatte aus Gründen der
Versorgungssicherheit
besonders
FDP-Chef
und
Wirtschaftsminister Philipp
Rösler gefordert.
Merkel betonte, dies sei nur
die letzte Option. Zuvor solle
versucht werden, mit Gasund
Kohlekraftwerken
Engpässe abzufedern. Die
Bundesnetzagentur wolle bis
August Auskunft geben, ob
dies ohne Atomkraftwerk
möglich sei. Wenn nicht,
müsse Ersatz gefunden werden.
Die Netzbetreiber rechnen
mit einem zusätzlichen Strombedarf von bis zu 2000
Megawatt an kalten Wintertagen, weil dann kaum Solarund Importstrom zur Verfügung stehen. NordrheinWeSTFalens
Ministerpräsidentin Hannelore Kraft (SPD)
sagte: „Nach dem Gespräch
heute mit der Bundesregierung sage ich, dass die
Möglichkeit besteht zu einem
breiten
parteipolitischen
Konsens für das, was RotGrün schon einmal vereinbart hatte.“ Die SPD-Länder
seien zum Energiekonsens
bereit. Entscheidend sei, dass
der Prozess unumkehrbar
angelegt werde und es keine
Hintertüren gebe.
Sachsen-Anhalts
Ministerpräsident
Reiner
Haseloff (CDU) betonte, mit
dem
stufenweisen,
verlässlichen, irreversiblen
Ausstieg sei eine verlässliche
Variante gefunden worden.
So könnten auch „Misstrauensdiskussionen“ abgeräumt
werden. Die Bundesländer
hatten zuvor in wichtigen
Punkten wie dem „Stand
By“-AKW und dem Abschalttempo deutlich Position
gegen das ursprüngliche
Konzept der Bundesregierung bezogen. „Es ist ganz
wichtig, dass wir 16 Länder
zusammenbleiben“,
sagte
Haseloff.
Die Länder sprachen sich
zudem dafür aus, zur Beschleunigung des Gesetzgebungsverfahrens Bundestag
und Bundesrat parallel mit
dem Energiepaket zu befassen. Das ist auch notwendig,
weil sonst keine gesetzliche
Grundlage vorliegt für die
endgültige Stilllegung der
vorläufig
abgeschalteten
AKW, also der sieben
ältesten und Krümmel. Die
Betriebszeit der neun laufenden AKW soll auf 32 Jahre
festgelegt werden plus die
übertragenen Strommengen
von den stillgelegten AKW.
Die beschleunigte Energiewende verursacht bei den
großen deutschen AKW-
Betreibern einer Studie der
Landesbank
Baden-Württemberg
(LBBW)
zufolge
Vermögensschäden bis zu 22
Milliarden Euro.
Die Bundesregierung suche
einen Konsens mit den
Ländern, auch wenn viele
Gesetze nicht zustimmungspflichtig seien, begrüßte Haseloff. Der rheinland-pfälzische
Ministerpräsident Kurt Beck
(SPD) betonte, die Energiekonzerne hätten Rückstellungen von 20 Milliarden Euro
für den Rückbau der AKW.
Beim Thema Endlager-Suche
forderten die Länder eine
Lösung. Merkel will eine
gesetzliche Regelung bis
Ende 2011.
Baden-Württembergs
Ministerpräsident Winfried
Kretschmann (Grüne) betonte mit Blick auf den nun
greifbar gewordenen Konsens: „Wenn die Bundesregierung den Ländern folgt,
könnte
das
ein
sehr
tragfähiger gesellschaftlicher
Kompromiss sein, der auch
allen Investoren in alternative Energien Investitionssicherheit gibt.“
Text: FAZ.NET
Bildmaterial: F.A.Z. - Frank
Röth, Frank Röth
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 240
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FORBES.COM (US) • NEWS • 4/6/2011 • 11:01:00
Cyberwar with China? More Likely, the Enemy Will Be Anonymous
Posted by Robert Hahn
and Peter Passell
The Pentagon says that cyberattacks may be interpreted
as an act of war – thereby
allowing Washington to respond to serious transgressions with military force. Or,
as one military official more
plainly put it, “If you shut
down our power grid, maybe
we will put a missile down
one of your smokestacks.”
That hypothetical may not be
so far-fetched. The US, Israel
and Britain reportedly designed the Stuxnet virus, which
scrambled the computers at
Iran’s uranium enrichment
complex. Russia temporarily
brought down critical Websites during its brief war with
Georgia in 2008. And the
Russians may have aided and
abetted hackers who breached the firewalls on some
top-secret Pentagon computers.
FaSTForward to today. According to Google, hackers
from Jinan, China targeted
the Gmail accounts of “senior U.S. government officials,
Chinese political activists,
officials in several Asian
countries
(predominantly
South Korea), military personnel and journalists.” Google does not mention whether
the Chinese government was
behind this, but notes that the
goal apparently was “to monitor the contents of these
users’ emails” – not standard
operating procedure for hackers with mayhem or fraud in
mind.
Google has a history of being
on the wrong end of the sort
of cyber aggression that has
“government” written all
over it. In December 2009,
the company “detected a highly sophisticated and targeted attack on our corporate
infrastructure
originating
from China that resulted in
the theft of intellectual property from Google.” That
assault targeted Chinese human rights activists and
their supporters outside of
China. It prompted a call
from David Drummond, Google’s chief legal officer, for
“a new approach to China.”
Alas, more than a new approach to threats from one
country is needed. Cybersecurity concerns, public and
private, will likely get worse
before they get better. And
the slew of successful attacks
(mostly in the service of oldfashioned theft) in the recent
past suggests how vulnerable
our IT-dependent economy is
to marauders.
This is disheartening for a
variety of reasons. First, the
economic and technological
barriers to engaging in cyber
attacks are so low that any
number can play. It takes
billions of dollars worth of
infrastructure to even begin
to think about making highly
enriched uranium for a nuclear weapon. But there’s
good reason to believe that a
few well-trained engineers
armed with laptops and an
Internet connection could do
massive damage to the global
economy.
By the same token, the source of a nuclear weapon can
be traced relatively easily
from the radioactive signature of the fissile material. But
sophisticated hackers have a
good shot at completing attacks without leaving fingerprints. And if you don’t
know who did it, the threat of
retaliation isn’t much of a
deterrent.
But arguably the most troubling consequence of living
with cyberthreats is the potential cost of deterring them.
Consider the parallel of the
war on terror: the response to
September 11 has cost untold
billions in everything from
the cost of more police to
more time wasted in security
lines at airports, office buildings and sport stadiums.
The first time a cyberattack
blacks out Chicago or Los
Angeles, utilities across the
country will spend billions
hardening their infrastructure.
There’s a familiar irony here.
One of the reasons that the
decentralized market economies of open societies are so
productive is that they minimize costly restrictions on
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 241
everyday life. But that very
openness lowers the barriers
to threats such as cyber war-
fare. The best we can hope
for is that the flexibility inherent in free markets will also
make them more nimble in
responding to the challenge.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 242
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FORBES.COM (US) • NEWS • 4/6/2011 • 14:13:36
Sarah Palin Should Spend Less Time on Fox News and More Time Brushing Up on U.S. History
E.D. Kain
Sarah Palin joined a number
of other GOP hopefuls in
New Hampshire last week
making the typical precampaign rounds. But unlike
Mitt Romney, who managed
to focus his speaking on the
economy and his business
experience, Palin decided to
give her fans a brief history
lesson on Paul Revere:
He who warned, uh, the British that they weren’t going
to be taking away our arms
uh by ringing those bells and
making sure as he’s riding
his horse through town to
send those warning shots and
bells that we were going to
be secure and we were going
to be free and we were going
to be armed.
If this is not evidence enough
that the U.S. education system needs fixing, I don’t
know what is. Here’s the
video of Palin making all her
contenders, from Herman
Cain (who has made his own
recent gaffes in regards to the
Constitution) to Michelle
Bachmann, look like damn
geniuses.
All this leads me to believe
that instead of presidential
debates, what the GOP race
needs is a series of Jeopardy
contests, all focused on politics, economics, and American history. That would tell
us much more, I’m afraid,
about the candidates, than
any debate ever could.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 243
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FORBES.COM (US) • NEWS • 4/6/2011 • 19:40:00
Where Will Growth Come From? - Reducing Oil Imports
Mike Ozanian
First it was investment in
Internet technology, then a
housing boom, now what??
What is going to pull this
country out of its slump??
Well, we have the Internet
boom 2.0 (or should that be
3.0). That will help. But also,
we will help to satisfy burgeoning demand for petroleum
in Asia, South America and
Africa. Yes, the US is an oil
importer. But if we import
less, that will help to satisfy
world demand just as much
as if a new exporter appeared
on the market. If we import a
billion barrels a year (2.74
million barrels a day) less, at
current prices that works out
to $100 billion off of our
huge trade deficit. This could
also be a huge engine of job
growth. We now have about
2,000 rigs drilling, and more
are being added all the time.
For each rig there are the
roughnecks, the service companies, the drilling pipe and
casing producers, the local
service providers, etc. It is
big business, and growing
fast.
Fortunately, we have lots of
places to drill, in various
shale formations around the
country. (It’s not “shale oil”
in the classic sense, better to
call it, “shale associated oil”). For those who think that
Yankee ingenuity is a thing
of the past, just look at our
oil and gas industry. It serves
as a powerful testament to
the power of the free enterprise system that a great
many people chipping away
at the same problem can come up with creative new
ways of extracting oil from
the earth that a centralized
government program of oil
production would never (and
has never) originated. You
don’t see these new drilling
techniques coming from
Russia, which is still sadly
statist in its efforts to exploit
natural resources. Growth
may also come from transforming our cities into more
densely populated, compact
and less auto dependent. Rather like Manhattan is now.
Will Asian demand continue
to grow? It certainly looks
that way. Even if Chinese
auto production declined,
which seems unlikely, they
will still be placing more cars
into service than cars withdrawn from service, because
they have so few old cars that
are ready to be withdrawn.
The same thing can be said
for virtually every other Asian country. And they are
improving their infrastructure. The Chinese are doing it
very quickly, and the rest of
Asia more slowly, but still at
a reasonable pace. India has
built the Golden Quadrilateral, linking Mumbai, Chennai, Kolkata and Delhi with
four lane highways, and now
they are close to being finished on the North-South,
East-West pair of expressways, which form a huge
plus mark in about the way
one would expect. Based on
the continuous improvements
to the road system, I don’t
think that it is at all unreasonable to think that Indian
consumption could grow to 6
million barrels a day by
2020, from about 3.3 million
barrels per day now. If that
happened, the average Indian
would use about one twelfth
of what the average American now uses. Put in another
way, if one out of every 12
Indians uses as much petroleum as the average American currently uses, and the
rest used none at all, they
would use 6 million barrels a
day.
Indonesia, the world’s 4th
most populous country, has
been held back by the lack of
an eminent domain process,
but this may change soon as
the legislature considers a
law to permit government
taking, provided that due
process is observed. The
Indonesians are so sick of
their terrible traffic jams that
the new law may very well
pass. Brazil, the world’s 5th
most populous country, currently uses about 2.46 million barrels a day, and may be
a net oil exporter, with growing offshore production.
But the Brazilian economy is
booming, causing a rise in
consumption, too. Then there
is Mexico, it is an oil expor-
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 244
ter, but with falling production. And Mexico is sure to
benefit from rising Chinese
wages. Indeed US Census
Bureau trade statistics show
that Mexican manufactured
exports to the United States
are growing quickly. There
may come a time when Mexico becomes an oil importer, supported by a large manufacturing sector. Sadly,
progress in manufacturing is
threatened by the lawlessness
of the drug gangs that nobody seems capable of stopping. For those who don’t
think anything is made in the
US anymore, well, that is
exactly where the weapons
used by the Mexican drug
gangs to terrorize the local
population are made. Another sad factor is Pemex.
Yes, Pemex is not all bad.
There are many good Pemex
petroleum engineers. And
our free enterprise oil sector
suffered from falling production for years and years. But,
still, the free enterprise system works best for us and it
would work best for them,
too, if they’d give it another
chance.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 245
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FORBES.COM (US) • NEWS • 4/6/2011 • 20:40:26
Did Groupon Break SEC Rules?
Zina Moukheiber
On Sunday May 29, the New
York Times led its business
section with a lengthy piece
on Groupon titled “Funny or
Die: Groupon’s Fate Hinges
on Words.” (It appeared May
28 on its website). The author evidently spent time at
the company’s headquarters
in Chicago, interviewing
CEO Andrew Mason’s longtime lieutenant Aaron With
(officially
editor-in-chief)
and his team. They gave him
a behind-the-scenes look at
how they hired and trained
the talent responsible for
churning out clever coupon
copy—part of their winning
strategy. “Doubtless Groupon will present its IPO in
sprightly Groupon style…,”
wrote the NYT.
A little too sprightly perhaps? I was surprised to find
out that on June 2, right after
Memorial Day, Groupon
filed to go public. The NYT
had mentioned the IPO
would happen “within the
next year.” In SEC parlance,
that could be construed as
“gun jumping,” meaning
Groupon might be viewed as
prepping the market for an
offering. SEC rules establish
a 30-day quiet period preceding a filing. Rule 163A stipulates that an issuer can
engage in communication
more than 30-days prior to
filing an S-1 form if:
- “A communication made in
reliance on the Rule cannot
reference a securities offering that is or will be the subject of a registration statement.”
- “A communication made in
reliance on the Rule will have to be made ‘by or behalf
of the issuer.’”
- “The issuer will have to
take reasonable steps within
its control to prevent further
distribution or publication of
the communication during
the 30-day period immediately before the issuer files the
registration statement.”
Of course, Groupon can’t
control the timing of the publication, and the NYT is not
obliged to give Groupon a
publication date (besides the
writer might have no idea as
to when the story is going to
be published). Still if Groupon gave an interview more
than 30 days before filing,
the SEC can expect it to have
done its best to avoid publication of the interview during
the 30 days prior to filing.
Groupon could have taken
extra precautions by turning
down the interview request,
for example. Talk of an IPO
has been going on for a while.
If the SEC finds that Groupon didn’t adhere to the rules, it can impose a number
of sanctions:
1- It can force the company
to delay the IPO.
2- It can require the company
to file additional information
as part of the S-1, ackno-
wledging that it made statements to the press in violation of the quiet period.
3- The company could be
required to include a “rescission risk disclosure,” meaning that someone who bought IPO shares can sell them
back to the company at the
original price.
4- It can impose fines.
When Google was preparing
to go public in 2004, founders Larry Page and Sergey
Brin gave Playboy an interview one week before filing
an S-1. The article “Google
Guys” was published right
before the IPO. Google ended up having to include a
copy of the interview in its S1, and make a rescission offer. That same year, Salesforce.com also ran into trouble when CEO Marc Benioff
granted the NYT an interview while the company was in
registration. The SEC asked
the company to delay its IPO,
to publish the story in its S-1
and offer to buy back shares.
Both mishaps didn’t prevent
Google and Salesforce.com
from completing highly successful IPOs. However, it
seems that even white-shoe
counsel sometimes can’t
muzzle
publicity-seeking
clients. Good for us journalists, for sure.
I’m waiting for Groupon’s
lead counsel at Winston &
Strawn to return my call, and
explain how Groupon is exempt in this case.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 246
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
LE MONDE (FR) • À LA UNE • 4/6/2011 • 14:10:10
Cécile Duflot plébiscitée à la tête d'EE-LV
Après plusieurs minutes de
standing ovation à l annonce
des résultats, elle a pris la
parole : "J ai la conviction
profonde que nous nous souviendrons tous du congrès de
La Rochelle, le premier
congrès d Europe EcologieLes Verts, congrès de l unité,
de la responsabilité de la
maturité des écologistes", at-elle dit, s engageant à ce
que "l esprit de La Rochelle
soit préservé, poursuivi, amplifié quelles que soient les
péripéties que nous allons
traverser".
"Tant que je serai secrétaire
nationale, il n y aura aucune
clef à donner ou à prendre,
les portes resteront ouvertes",
a-t-elle souligné, affirmant
que la candidature de son
parti à l élection présidentielle "ne sera pas une candidature de témoignage mais l
étape vers la conquête d une
majorité sociale, culturelle et
politique".
Quant à la primaire d EE-LV,
elle a assuré qu elle garderait
"sa neutralité, même si chaque mouvement de mes sourcils sera interprété". Mme
Duflot, dont la motion avait
obtenu 50,3 % des votes dès
le premier tour aux congrès
décentralisés des écologistes
le 29 mai, devra désormais
maintenir le cap qu elle s est
fixée avant ce congrès, à savoir "faire de l écologie politique une force majeure qui
contribue à la victoire de la
gauche en 2012."
BUREAU
EXÉCUTIF
RENOUVELÉ
Les négociations sur les fusions des trois motions concurrentes et la Constitution du
nouveau Bureau exécutif se
sont poursuivies, samedi. Au
final, le Bureau exécutif sera
composé de 8 personnes issues de la motion Duflot,
dont la secrétaire nationale, 4
de la motion Cohn-Bendit et
3 de la motion Envie. Pratiquement aucun n était dans la
direction sortante. Laurence
Vichnievsky, magistrate, qui
soutenait M. Cohn-Bendit,
sera porte-parole du mouvement avec Pascal Durand,
proche de Nicolas Hulot.
Marie Bové sera coresponsable de la "coopérative".
La victoire clôt un congrès
marqué par l absence de Daniel Cohn-Bendit, et par la
polémique provoquée par les
propos de Nicolas Hulot sur
une éventuelle alliance avec
Jean-Louis Borloo. L exanimateur de télévision a
lancé lors d un repas avec des
journalistes : "J ai pensé pendant un court temps de faire
un tandem avec lui mais ce n
était pas envisageable car je
suis obligé de tenir compte
de la culture d EE-LV". "A
ce stade-là, il est moins envisageable d être avec lui que
de faire un partenariat avec
les socialistes. Mais on est à
dix-onze mois de la présidentielle…".
Quant au coprésident des
Verts au Parlement européen,
très remonté depuis l échec
de sa motion lors du vote des
militants (26,6 % contre 50,3
% à Cécile Duflot), il n en
finit pas de se répandre dans
les médias, au grand dam de
la direction sortante. Il a notamment confié au Monde qu
il regrettait un "climat d unité
trop hypocrite" et craignait
qu "on se retrouve - quel que
soit le candidat - à 3 %" en
2012. Pour lui, La Rochelle n
est qu un"20e congrès des
Verts, avec des queues pour
voter comme dans la Pologne
des années 1970!"
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 247
Matérias do dia 05/06/2011
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FRANKSURTER ALLGEMEINE (BL) • POLITIK • 5/6/2011 • 23:05:00
Streit über Wahlrecht: Wer siegt, hat noch lange nicht gewonnen
Bald hat Deutschland ein verfassungswidriges Wahlgesetz. Denn die Politik hat alle
Fristen verstreichen lassen, die das Bundesverfassungsgericht gesetzt hatte. Der Streit ist
heftig - es geht um die Macht.
Von Markus Wehner, Berlin
Es ist Bundestagswahl. SPD
und Grüne kommen auf 48
Prozent – Union, Linkspartei
und FDP erreichen zusammen 46 Prozent. Schon jubelt
die SPD, die mit 26 Prozent
vier Punkte vor den Grünen
liegt, dass sie den Kanzler
stellen wird. Doch im Laufe
des Wahlabends stellt sich
Ernüchterung, ja Entsetzen
bei den Anhängern von RotGrün ein. SPD und Grüne
haben die Mehrheit der Sitze
um vier Mandate verfehlt.
Schuld sind 24 Überhangmandate von CDU und CSU,
die Unionsparteien waren auf
33 Prozent der Stimmen gekommen. Auch die sechs
Überhangmandate der SPD
können nicht verhindern,
dass eine gewählte absolute
Mehrheit nicht die Regierung
stellen kann. Die Linkspartei,
die acht Prozent erreicht, fällt
wegen ihrer politischen Forderungen als Koalitionspartner aus, die FDP, mit fünf
Prozent dabei, will Rot-Grün
nicht in den Sattel helfen.
Viele Wähler sind empört.
Die Politiker hätten getrickst,
behaupten sie. Von einer
Krise der deutschen Demokratie ist die Rede.
Es könnte so kommen. Das
Szenario beruht auf einer
Umfrage des Meinungsforschungsinstituts Infratest Dimap vom 13. Mai. Die Opposition im Bundestag sieht
nun die Wahlrechtsreform,
die das Bundesverfassungsgericht der Politik 2008 aufgegeben hatte und die eigentlich bis Ende des Monats
verabschiedet sein müsste,
als Chance, die leidigen Überhangmandate abzuschaffen.
„Wenn nach einer Bundestagswahl einer Mehrheit nach
Zweitstimmen eine andere
Mehrheit nach Mandaten
gegenübersteht, dann droht
Deutschland eine Verfassungskrise“, warnt Thomas
Oppermann, Erster Parlamentarischer Geschäftsführer
der SPD-Fraktion. Und sein
Kollege Volker Beck von
den Grünen sagt voraus:
„Dann gerät unser politisches
System in eine schwere
Legitimitätskrise.“ CDU und
CSU hingegen wollen alles
dafür tun, um die Überhangmandate zu erhalten. Schon
heute profitieren sie von ihnen in hohem Maße: 24 Überhangmandate gibt es im
Bundestag, alle von CDU
und CSU. Es ist die Chance,
Rot-Grün 2013 zu verhindern.
Bislang fielen die Überhangmandate kaum ins Gewicht
Zur Erinnerung: Gewählt
wird in Deutschland mit der
Erststimme der Direktkandidat, mit der Zweitstimme
eine Partei. In den Bundestag
ziehen 299 direkt gewählte
Abgeordnete ein, 299 werden
nach dem Zweitstimmenergebnis bestimmt, wofür die
Parteien Landeslisten in den
Bundesländern erstellen. Hat
eine Partei aber mehr Direktmandate gewonnen als
ihr Sitze nach dem Zweitstimmenergebnis
zustehen,
entsteht ein Überhangmandat. Errungen werden Überhangmandate
von
den
großen Parteien, bisher von
Union und SPD, weil nur sie
Wahlkreise gewinnen konnten. Die Überhangmandate
werden im Bund weder ausgeglichen noch verrechnet. In
den Ländern ist das zum Teil
anders, etwa in BadenWürttemberg. Wäre das nicht
der Fall, dann hätten nach der
jüngsten Landtagswahl CDU
und FDP weiter in Stuttgart
regieren können, obwohl
Grüne und SPD mehr
Zweitstimmen hatten. Denn
die CDU gewann die meisten
Wahlkreise.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 248
Im Bundestag fielen die Überhangmandate lange kaum
ins Gewicht. Oft gab es gar
keine, bis 1990 waren es maximal sechs. Solange CDU,
CSU und SPD in ihren Hochburgen stark waren, konnte
es sie kaum geben. Erst mit
der deutschen Einheit stieg
die Zahl der Überhangmandate, da CDU, SPD und
Linkspartei im Osten oft
ähnlich stark waren. Nun hat
sich die Situation auch im
Westen verändert. Die Grünen teilen sich die Erststimmen mit der SPD, wodurch
die Anfälligkeit für Überhangmandate zunimmt.
Die Verfassungsmäßigkeit
steht infrage
Hinzu kommt die relative
Schwäche der Unionsparteien. In Bayern hatte die CSU
lange sämtliche Direktmandate gewonnen, die Zahl der
Zweitstimmen war aber immer noch höher, so dass es
nie Überhangmandate gab.
Heute hat die CSU drei Überhangmandate im Bundestag.
Und
Baden-Württemberg,
wo die traditionell starke
CDU schwächelt, hat gar
zehn. „Heute haben wir eine
Situation, in der eine Partei
mit nur wenig mehr als 30
Prozent der Stimmen dennoch alle Direktmandate in einem Bundesland gewinnen
kann“, sagt Wahlforscher
Joachim Behnke von der
Zeppelin-Universität Friedrichshafen.
Zwar hat das Bundesverfassungsgericht 1997 die Überhangmandate
für
verfassungsgemäß
erklärt,
allerdings darauf hingewie-
sen, dass eine Zahl, die an
die fünf Prozent der Sitze
reichen
würde,
die
Verfassungsmäßigkeit
in
Frage stellen würde. Heute
sind es schon vier Prozent.
Nach einer Untersuchung des
Wissenschaftlichen Dienstes
des Bundestags vom Dezember 2010 ist 2013 mit 30 bis
50 Überhangmandaten zu
rechnen. Sollten SPD und
Grüne, um sich gegen die
Dominanz der Union in dieser Frage zu wehren, Wahlkreisabsprachen treffen, wäre
sogar „mit mehr als 60 Überhangmandaten zu rechnen“.
dass etwa für in BadenWürttemberg
gewonnene
Überhangmandate der CDU
deren Landesverbände in
Nordrhein-WeSTFalen oder
Niedersachsen
„bluten“
müssten. Ein Vorschlag, der
im Bundestag politisch kaum
durchsetzbar ist. Zudem gäbe
es keinen Ausgleich für die
Überhangmandate der CSU,
da der ja andere CSULandesverbände fehlen. Sie
fielen einfach unter den Tisch.
Interne Verrechnung mit
anderen Landesverbänden?
Die Union lehnt diese
Vorschläge der Opposition
ab mit dem Argument, dass
das Bundesverfassungsgericht in seinem Urteil vom 3.
Juli 2008 nicht die Überhangmandate als verfassungswidrig beanstandet habe, sondern das sogenannte
negative Stimmgewicht. Das
kann in Bundesländern entstehen, wo Überhangmandate
auftreten oder möglich sind.
Es bedeutet, dass zusätzliche
Zweitstimmen einer Partei
schaden oder, anders gesagt,
nicht erhaltene Zweitstimmen einer Partei in einem
anderen Bundesland ein Zusatzmandat bescheren. Es
ergibt also in diesem Fall für
den Wähler keinen Sinn, der
Partei seiner Wahl die Stimme zu geben. Diese seltene
Anomalie spielte bei der
Bundestagswahl 2005 eine
Rolle, bei einer Nachwahl in
Dresden, die durch den Tod
eines Kandidaten bedingt
war. Dass Karlsruhe diesen
Einzelfall zum Anlass nahm,
eine Änderung des Wahlgesetzes zu verordnen, hält
Die SPD hat nun einen Gesetzentwurf eingebracht, der
vorsieht, die Überhangmandate durch Ausgleichsmandate ihrer Wirkung zu berauben. Die Folge wäre allerdings, dass der Bundestag
„aufgebläht“ würde, gegebenenfalls mehr als 80 Abgeordnete dazukämen, im Extremfall gar mehr als 140.
Die SPD will daher vor der
Wahl 2017 die Zahl der Wahlkreise reduzieren, was allerdings ein aufwendiges
Unterfangen wäre und gerade
in Ostdeutschland, wo die
Wahlkreise ohnehin groß
sind, die Bürgernähe zum
Abgeordneten
verringern
würde.
Die Grünen haben dagegen
vorgeschlagen, dass die Parteien ihre Überhangmandate
intern verrechnen müssen,
also
in
anderen
Bundesländern gewonnene
Sitze dafür wegfallen würden. Das hätte zur Folge,
Eine seltene Anomalie im
Wahlrecht
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 249
manch Abgeordneter für ein
„absolutes Fehlurteil“. Die
Richter hätten die Folgen
nicht bedacht.
Das Gericht gab der Politik
aber drei Jahre Zeit, bis zum
30. Juni 2011, ein neues Wahlgesetz vorzulegen. Zweieinhalb Jahre verstrichen, ohne
dass die Regierungsparteien
einen Gesetzentwurf vorlegten. Schließlich fanden die
Fachleute von CDU und FDP
eine Lösung. Die Länder
werden darin als geschlossene Wahlgebiete behandelt.
Ob das dem Charakter einer
Bundestagswahl entspricht,
ist fraglich. Die Gefahr des
negativen
Stimmgewichts
wäre auch nicht ganz beseitigt. Zudem stellte sich die
FDP-Fraktion quer. Denn der
Vorschlag hätte dazu geführt,
dass die FDP in kleineren
Bundesländern keine Sitze
mehr erringen könnte. In
Bremen würde sie mindestens 8 Prozent der Stimmen
für ein Mandat benötigen,
selbst bei 16 Prozent wäre
das unsicher. Die Folge wäre,
dass Stimmen für die FDP
dort von vornherein als nutzlos gelten würden.
Hans-Jürgen Papier:
„schwere Staatskrise“
eine
Auf einen neuen Vorschlag
haben sich Union und FDP
bisher nicht einigen können.
Der Führungswechsel bei
den Liberalen hat das noch
erschwert. Ein erstes Treffen
der Fraktionschefs Volker
Kauder (CDU) und Rainer
Brüderle (FDP) blieb ergebnislos. Ein weiteres Treffen
soll diese Woche folgen. Der
Erfolgsdruck ist hoch, doch
noch weiß niemand, was
herauskommen soll.
Ein Skandal ist ohnehin nicht
zu verhindern. Denn die
Frist, die das Bundesverfassungsgericht gesetzt hat, wird
die Regierung nicht einhalten
können. Die Union will wenigstens erreichen, dass ein
Gesetzentwurf bis Ende Juni
eingebracht wird, um dem
Bundesverfassungsgericht
guten Willen zu signalisie-
ren.
FDP-Abgeordnete
plädieren für eine Anhörung.
Die Opposition warnt davor,
sie bei einer Neuregelung zu
übergehen. Sollte die Frage
der Überhangmandate nicht
gelöst werden, wollen SPD
und Grüne in Karlsruhe klagen.
Klar ist nur: Deutschland
wird nach dem 30. Juni ein
verfassungswidriges Wahlgesetz haben. Eine vorgezogene Bundestagswahl stünde
dann in Frage. Der ehemalige
Verfassungsrichter
HansJürgen Papier sagt für einen
solchen Fall eine „schwere
Staatskrise“ voraus. „Kommt
es nicht rechtzeitig zu einer
Einigung, könnte das Verfassungsgericht selbst eine Übergangsregelung
festsetzen“, sagt Wahlforscher
Behnke. „Das wäre eine heftige Ohrfeige für die Politik.“
Text: F.A.Z.
Bildmaterial: dpa
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 250
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FRANKSURTER ALLGEMEINE (BL) • FEUILLETON • 5/6/2011 • 20:09:11
Börne-Preis: Frech und frei
Politisch geerdet: Bei der Verleihung des Börne-Preises in der Frankfurter Paulskirche
machte Preisträger Joachim Gauck klar, dass er das Freiheits-Thema auch als scharfe
politische Waffe zu handhaben versteht.
Was für eine Lektion über
den guten Menschen in der
Politik! Nicht um das „letztlich Gute“ könne es in der
Politik gehen, sondern um
das „etwas Bessere“. Das
unterscheide eine Politik, die
in Konflikten handlungsfähig
bleiben möchte, von der
Kunst und der prophetischen
Rede, die es sich leisten
könne, der Wahl des geringeren Übels zu entraten. Da
stand einer noch ganz unter
dem Eindruck seines Besuchs beim Evangelischen Kirchentag in Dresden: Joachim
Gauck, der auf Vorschlag
Michael Naumanns gestern
in der Frankfurter Paulskirche den Ludwig-Börne-Preis
2011 entgegennahm, war in
seiner Dankesrede um politische Erdung der Freiheitsthematik bemüht.
Wo Gauck, der BeinaheBundespräsident,
DDRBürgerrechtler und erste
Bundesbeauftragte für die
Unterlagen der Staatssicherheit im Land seine Reden
hält, spricht er vom Glanz
der Freiheit - so glänzend,
dass ihm das hier und da schon als mangelnde politische Kompetenz ausgelegt
wird. Gauck, ein unpolitischer Strahlemann? Er kenne,
so hatte Gauck unter dem
Titel „Winter im Sommer -
Frühling im Herbst“ in seinen Erinnerungen geschrieben, „den mitleidigen Blick
jener, die meine beständige
Freude an der westlichen
Freiheit für naiv hielten, irgendwie rührend. Hundertmal hatte ich diesen Kulturtrifft-Natur-Blick von Ethnologen
oder
FeuilletonArtisten aushalten müssen,
die mich anschauten, als
wäre ich gerade aus einer
primitiven Kultur zugewandert“.
Hilfe gegen die Despotie
In der Paulskirche von solchen Blicken keine Spur.
Dort machte Gauck klar, dass
er das Freiheits-Thema auch
als scharfe politische Waffe
zu handhaben versteht. In
weitgehend freier Rede ließ
er seinen Zorn über politische Unbedarftheiten erkennen, die sich als ethische
Unbedingtheiten ausgeben.
In Gegenwart des FDPGeneralsekretärs
Christian
Lindner griff Gauck den
Kurs der Bundesregierung in
der Libyen-Frage mit der
Bemerkung auf: „Ich habe in
meinem Leben gelernt, dass
derjenige, der nichts tut, nicht unbedingt das Richtige
tut.“ Er nutzte das Beispiel
Libyen, um sich gegen eine
Diffamierung der Menschen-
rechtspolitik als verkapptem
Imperialismus zu wenden.
Das Argument, man könne
schließlich nicht überall in
der Welt für Ordnung sorgen,
ließ er als prinzipiellen Einwand nicht gelten. Nie dürfe
in Frage stehen, ob die Freiheit anderer es wert sei, verteidigt zu werden, erklärte
Gauck mit Blick auf die arabischen Freiheitsbewegungen. Wenn der Westen von
diesen Ländern um Hilfe
gegen die Despotie gebeten
werde, dann möge man „nicht als erstes die Angst haben, wo es endet, sondern die
Freude, dass es beginnt meine Güte!“
Das Image eines Freiheitspathetikers
Zuvor hatte Michael Naumann in seiner Laudatio dargelegt, wie Gaucks Plädoyer
für eine Politik der Menschenrechte durch dessen
DDR-Biographie beglaubigt
ist: Als Börne-Preis-Träger
spreche diesmal ein Bürgerrechtler, dem die Stasi ein
„anmaßendes und freches
Auftreten“ bescheinigt habe.
Und was sagten die Blicke
der Ethnologen in der Paulskirche? Bitte „mehr Frechheit“ (Naumann) im Dienst
der
Freiheit!
Gauck
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 251
repräsentiere „den freiheitlichen Geist all jener in der
ehemaligen DDR, die den
repressiven Staat durch ihr
politisches Engagement ein
Ende bereiteten“, hieß es bei
der Überreichung des mit 20
000 Euro dotierten Preises.
Dass Gauck das Image eines
Freiheitspathetikers anhaftet,
hält Naumann nicht für
anstößig. Pathos heiße in der
antiken Rhetorik die Kunst,
mit Leidenschaft zu überzeugen. Es leite sich vom Wort
„pathein“, „leiden“ ab. „Anders gesagt: Wer Freiheit ein
halbes Leben lang vermissen
musste, darf sie mit Leidenschaft preisen, da ihre schmerzliche Abwesenheit als
erlebte Unfreiheit, eben als
erinnertes Leiden das Pathos
diktiert.“
Naumann zeigte in Gauck die
Kontinuität des frühen und
späten
Freiheitsliebhabers
auf und zitierte aus einer
Rede Gaucks auf dem Rostocker Kirchentag von 1988,
die den Geist und die Aufbruchsstimmung der DDR in
den letzten Jahren ihrer Existenz zur Sprache brachte:
„Wenn Hoffnung echt ist,
riskiert sie etwas. Nicht Idylle, sondern Veränderung umgibt sie. Eine Schwester von
ihr heißt Unruhe. Bitte erschrecken wir nicht, sondern
bedenken wir, wohin uns die
Ruhe gegenüber allem Unrecht geführt hatte! Die etablierte Christen- und Bürgergemeinschaft muss wohl
lernen, ihren Unruhestiftern
zu danken. Sie lehren uns:
Finde dich nicht ab mit dem,
was du vorfindest!“
Eindrucksvolle Erinnerung
an eine verpasste Gelegenheit
Naumanns
Satz:
Bundespräsident könne er,
Gauck, ja immer noch wer-
den, wollte der Preisträger
zwar getilgt sehen. Aber es
führt gar kein Weg daran
vorbei, dass diese Preisverleihung auch zu einer eindrucksvollen Erinnerung an
eine verpasste Gelegenheit
geriet. In Zeiten politischer
Resignation
kommt
es
tatsächlich darauf an, dass
einer
über
das
Selbstverständliche so zu
sprechen versteht, als höre
man es zum ersten Mal. Es
reicht nicht, dass wir Bürger
hören, was wir schon wissen.
Wir
möchten
glauben
können, was wir wissen. Pardon: Warum das gestern also
alles in der Paulskirche - und
nicht im Schloss Bellevue?
Text: F.A.Z.
Bildmaterial: Hannes Jung
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 252
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FRANKSURTER ALLGEMEINE (BL) • POLITIK • 5/6/2011 • 21:48:56
Stuttgart 21: Geld her, oder die Bagger rollen
Die neue Landesregierung in Stuttgart ist in der Klemme: Rechtlich kann sie den Weiterbau von „Stuttgart 21“ nicht verhindern. Das macht sich die Deutsche Bahn jetzt zunutze.
Von Rüdiger Soldt, Stuttgart
Winfried Kretschmann hat
zuletzt stets weiche Argumente vorgebracht, wenn er
sich zum Streit über eine
Verlängerung des Bau- und
Vergabestopps beim Verkehrsprojekt „Stuttgart 21“
äußerte. Allen Beteiligten
müsse jetzt daran gelegen
sein, die „Situation nicht zu
eskalieren“, sagte der badenwürttembergische
Ministerpräsident Mitte der
Woche auf dem Stuttgarter
Marktplatz. Sein Verkehrsminister Winfried Hermann
(Grüne) sprach davon, nachdem ein Gespräch zwischen
Kretschmann und Bundesverkehrsminister Ramsauer
(CSU) am Freitag ohne Ergebnis verlaufen war, die
Fortsetzung der Bauarbeiten
werde zu massiven Bürgerprotesten führen und berge
immense politische Risiken.
Kretschmanns und Hermanns
Aussagen glichen damit wohlfeilen Appellen, denn fast
alle Fakten sprechen für die
Position der Bahn AG: Sie ist
im Besitz des Baurechts. Die
Verträge für den insgesamt
4,1 Milliarden Euro teuren
Durchgangsbahnhof
(mit
ICE-Halt am Flughafen und
Gleisanlagen im Stuttgarter
Stadtgebiet) sind gültig. Eine
Aktiengesellschaft kann nicht
einfach 410 Millionen Euro
ausgeben, weil sie aufgrund
politischer Bitten der grünroten Landesregierung die
Bagger für weitere Monate
im Depot lässt.
In jeder Hinsicht in der
schwächeren Position
Ruhender Bagger: Bis zu 50
Millionen Euro soll ein weiterer Baustopp kosten
Auch war in Heiner Geißlers
Schlichtung nicht, wie Kretschmann hin und wieder behauptet, vereinbart worden,
die Bauarbeiten bis zur
Veröffentlichung des Stresstests komplett ruhen zu lassen. Verabredet war nur, nichts zu bauen, was Nachbesserungen im Wege stehen
könnte. Ursprünglich lautete
die Forderung der Grünen,
der Baustopp müsse bis zur
Volksabstimmung im Herbst
aufrechterhalten werden. In
den Gesprächen der vorigen
Woche ging es dann darum,
wenigstens
bis
zur
öffentlichen Vorstellung des
Stresstests im Juli die Bauarbeiten ruhen zu lassen.
Kretschmann und seine Landesregierung sind also in
jeder Hinsicht in der
schwächeren Position. Rechtlich können sie die Bahn
nicht am Weiterbauen hin-
dern - eine Situation, die sich
die Bahn zunutze macht.
Entsprechend deutlich sind
die Bedingungen, die von der
Bahn am Wochenende gestellt wurden, um den Baustopp bis Mitte Juli zu
verlängern. „Die Bedingungen sind, dass das Land für
die Kosten in dieser Zeit aufkommt und dass das Ergebnis des Stresstests vor dem
15. Juli vorliegt.
Verlängerung soll 50 Millionen Euro kosten
Außerdem erwarten wir, dass
die Landesregierung das Ergebnis des Stresstests und die
Aussagen der Gutachter anerkennt“, sagte Wolfgang
Dietrich, Sprecher für das
Bahnprojekt Stuttgart-Ulm,
dieser Zeitung. Der Bahnvorstandsvorsitzende Grube
und der Technikvorstand der
Bahn, Kefer, wollen das mit
dem Stresstest beauftragte
Schweizer
Ingenieurbüro
bitten, mit der Berechnung
der Fahrpläne schneller fertig
zu werden. Nach Aussagen
der Bahn droht ein großer
finanzieller Schaden, wenn
wichtige Aufträge für große
Bauwerke wie etwa den Fildertunnel nicht am 15. Juli
vergeben werden können.
Die Verlängerung des Bauund Vergabestopps um etwa
vier Wochen soll nach
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 253
vorläufigen
Berechnungen
der Bahn etwa 50 Millionen
Euro kosten. Diese Kosten
müssten von der Stadt Stuttgart und der Landesregierung
übernommen werden, heißt
es. In diesem Betrag sind 33
Millionen Euro zusätzliche
Kosten enthalten, die der
Stadt Stuttgart als Zinsverlust
entstehen, wenn das Gleisvorfeld erst später bebaut
werden kann. 2001 hatte die
Stadt der Bahn die Grundstücke abgekauft. Oberbürgermeister Schuster (CDU)
lehnt es aber ab, diese 33
Millionen Euro zu übernehmen. „Ich habe keinen Handlungsspielraum. Wenn wir
das machen, bräuchten wir
einen Bürgerentscheid, der
kaum Aussicht auf Erfolg
hat“, sagte Schuster.
Volksabstimmung im Koalitionsvertrag vereinbart
Es gibt nämlich einen Gemeinderatsbeschluss, nach dem
sich die Stadt Stuttgart an
weiteren Kostensteigerungen
nicht beteiligen will. „Entweder muss die Landesregierung das Geld selbst in die
Hand nehmen oder sie muss
die Realitäten akzeptieren“,
sagte Schuster. Das heißt:
Kretschmann muss den Koalitionspartner SPD und seine
eigene Fraktion von dieser
Mehrausgabe
überzeugen.
Am Sonntagabend wollte
nun zum ersten Mal der Koalitionsausschuss der grünroten Regierung tagen und
über den Baustopp beraten.
„Wenn es finanzielle Forderungen der Bahn geben sollte, müssen wir die erst einmal gründlich prüfen“, sagte
ein Regierungssprecher. Am
Dienstag soll dann das weitere Vorgehen in der Kabinettssitzung besprochen werden, am Mittwoch soll abermals der Lenkungskreis der
Projektpartner beraten.
Selbst wenn es der Landesregierung in dieser Woche gelingen sollte, sich auf die
Bedingungen der Bahn zu
einigen und auch eine Finanzierung des teuren Baustopps
zu vereinbaren, stellt sich die
Frage nach einer weiteren
Verlängerung des Bau- und
Vergabestopps
spätestens
Mitte Juli - nach der
Präsentation des Stresstests wieder neu. Denn sollte das
Fahrplankonzept der Bahn
den Test bestehen, soll es,
wie im Koalitionsvertrag
vereinbart, eine Volksabstimmung nach Artikel 60 der
Landesverfassung geben.
Landesregierung betritt juristisches Neuland
Die Frage nach einem weiteren Baustopp, der dann nach
derzeit noch nicht genau belegten Berechnungen der
Bahn 410 Millionen Euro
kosten könnte, würde sich
abermals stellen. Zumal Landesjustizminister
Rainer
Stickelberger (SPD) schon
jetzt Bedenken hat, ob das
derzeit von einer Arbeitsgruppe aus Beamten des Justiz-, des Verkehrs-, des Finanz- sowie des Staatsministeriums erarbeitete Ausstiegsgesetz überhaupt so schnell fertig werden kann, dass
die Volksabstimmung im
Oktober stattfinden kann.
Das Vorhaben ist auch deshalb zeitaufwendig, weil die
Landesregierung juristisches
Neuland betritt. „Es hat bisher keinen vergleichbaren
Fall gegeben, es gibt auch
keine Rechtsprechung des
baden-württembergischen
Staatsgerichtshofs und des
Bundesverfassungsgerichts“,
sagte Stickelberger dieser
Zeitung. Selbst wenn es noch
im Juni eine Kabinettsentscheidung über das zur Volksabstimmung gestellte Ausstiegsgesetz geben sollte,
müsste eine sechs Wochen
währende Anhörung folgen.
Ist das Kündigen
Verträge gerechtfertigt?
der
Dann müsste das Gesetz in
zweifacher Lesung im Landtag
beraten
werden.
Schließlich braucht eine
Volksabstimmung noch eine
organisatorische Vorbereitung von etwa zwei Monaten.
Auch wenn die SPD-Fraktion
im vergangenen Jahr schon
Gutachten von zwei renommierten Verfassungsrechtlern anfertigen ließ, müssen
dennoch komplizierte Verfassungsrechtliche Fragen
erörtert werden, zumal die
CDU-Fraktion erwägt, gegen
das Gesetz vor dem Staatsgerichtshof zu klagen. „Ein
Problem ist, dass sich das
Land als Projektbeteiligter
vertraglich gebunden hat und
es nach einer für die Gegner
erfolgreichen Volksabstimmung ja vertragsbrüchig
würde.
Die Frage ist, ob die
Änderung der politischen
Mehrheiten mit dem Wegfall
der Geschäftsgrundlage gleichzusetzen ist und das Kündigen von Verträgen gerecht-
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 254
fertigt ist. Wir glauben, dass
das Demokratieprinzip die
Kündigung von Verträgen
rechtfertigen kann“, sagte
Stickelberger. Stuttgarts Oberbürgermeister
Schuster
glaubt, dass die Auflösung
des Finanzierungsvertrages
nach einer für die Gegner
erfolgreichen Volksabstimmung den Tatbestand der
Untreue erfüllen könnte.
„Das könnte sich aus den
Schadensersatzforderungen
und den Rückabwicklungskosten ergeben, die fällig
werden, wenn das Projekt
scheitert.“
Text: F.A.Z.
Bildmaterial:
TERS
dapd,
REU-
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 255
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FRANKSURTER ALLGEMEINE (BL) • POLITIK • 5/6/2011 • 18:44:35
SPD stellt Bedingungen: „Atomausstieg darf Wirtschaft nicht
gefährden“
Die Energiewende soll an diesem Montag im Kabinett besiegelt werden. Bis 2022 sollen
die letzten neun Kernkraftwerke stufenweise abgeschaltet werden. Die SPD stellt Bedingungen für eine Zustimmung. Die Grünen nennen den Atomausstieg eine „Niederlage für
M
Der von Bund und Ländern
geplante Ausstieg aus der
Kernenergie könnte zu einem
breiten Energiekonsens führen. SPD und Grüne hielten
sich ihre Zustimmung am
Wochenende zwar offen,
begrüßten den Stufenplan
aber grundsätzlich.
Das Bundeskabinett berät am
Montag über den Ausstiegsplan, wonach die alten Meiler nicht wieder angefahren
und die neueren zwischen
2015 und 2022 abgeschaltet
werden
sollen.
Die
Stufenlösung soll den Ausstieg unumkehrbar machen.
Zudem liegt dem Kabinett
ein Gesetzespaket etwa zur
Regelung von Planungsfragen vor. (Siehe auch: Atomkraft: Was sich für die Energiewende ändern soll)
Die Abschaltreihenfolge bei
den verbleibenden neun
Kernkraftwerken ist anscheinend weitgehend geklärt.
Nach den acht bereits
vorläufig
abgeschalteten
AKW als nächstes 2015 der
bayerische Meiler Grafenrheinfeld den Betrieb einstellen.
2017 soll Gundremmingen B
in Bayern und 2019 Philippsburg II in BadenWürttemberg folgen. 2021
könnten Grohnde in Niedersachsen, Brokdorf in Schleswig-Holstein und Gundremmingen C (Bayern) vom Netz
gehen. Als letzte Kernkraftwerke würden 2022 Isar II in
Bayern, Neckarwestheim II
in Baden-Württemberg und
Emsland in Niedersachsen
abgeschaltet werden.
Ausstiegsabsicherung
Grundgesetz?
im
Die SPD knüpft eine Zustimmung zu den Atomausstiegs-Plänen der Bundesregierung an einen Schutz der
Wirtschaft.
Sie
fordert
außerdem eine Absicherung
der
Energiewende
im
Grundgesetz. „Wir werden
keinem Gesetz zustimmen,
das die Industrieproduktion
in Deutschland und damit
sichere
Arbeitsplätze
gefährdet“, sagte der SPDVorsitzende Gabriel am Wochenende. Seine Partei werde
außerdem keinem Gesetz
zustimmen, „mit dem nur
zum Schein aus der Atomenergie ausgestiegen wird“.
Er forderte Kanzlerin Angela
Merkel
(CDU)
zu
Gesprächen mit der Opposition, den Umweltverbänden,
der Industrie und den Gewerkschaften auf, wenn sie
einen „wirklich breiten Konsens“ wolle.
Trittin: Niederlage für Merkel
Auch die Grünen ließen offen,
ob
sie
den
Koalitionsplänen zum beschleunigten
Atomausstieg
zustimmen. Ihr BundestagsFraktionsvorsitzender Trittin
lobte jedoch die Änderungen
nach dem Treffen von Bundeskanzlerin Angela Merkel
(CDU)
mit
den
Ministerpräsidenten
der
Länder am vergangenen Freitag. „Die Bundeskanzlerin
musste dem Druck der Grünen nachgeben und nun einen
stufenweisen Atomausstieg
akzeptieren“, sagte Trittin.
„Klar ist aber schon jetzt:
Frau Merkels zehnjähriger
Kampf gegen den Atomausstieg endet mit einer krachenden Niederlage.“
Der
Parlamentarische
Geschäftsführer der SPDBundestagsfraktion, Thomas
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 256
Oppermann, sagte, der neue
Zeitplan für den Atomausstieg sei ein großer Erfolg für
die SPD und die Anti-AtomBewegung. Er sehe die
„Chance für einen Energiekonsens“.
Grünen-Fraktionschefin Renate Künast befand: „Es geht
in die richtige Richtung“.
Der Atomausstieg befinde
sich „jetzt auf einem guten
Weg“. Zudem sei bei den
Fördersätzen die Benachteiligung der Windkraft an
Land gegenüber den Offshore-Anlagen beseitigt worden.
Parteichefin Claudia Roth
warnte: „Von der im letzten
Herbst
beschlossenen
Laufzeitverlängerung dürfe
„nicht einmal mehr eine
Fußnote übrig bleiben“.
Seehofer: Alle müssen zahlen
Der CSU-Vorsitzende Seehofer warb um die Zustimmung
der Grünen zum Atomausstieg. Die Grünen hätten „mit
dem
Atomausstieg
ein
ähnliches Problem wie die
FDP mit ihrer Forderung
nach Steuersenkungen: Sie
verengen sich auf ein Thema“, sagte er der Zeitung
„Bild am Sonntag“.
Die Chancen für einen parteiübergreifenden Konsens
seien aber ungewöhnlich
hoch. Auch sagte Seehofer,
die Energiewende verursache
auch Kosten für die Bürger.
„Ohne die Mitwirkung der
Bürgerinnen und Bürger
kann die Energiewende nicht
gelingen. Dazu gehört die
Bereitschaft zur Sanierung
des eigenen Hauses ebenso
wie die zur Beschaffung stromsparender Geräte, auch
wenn die zunächst etwas
mehr kosten“, sagte Seehofer.
Einen Volksentscheid über
die Verankerung des Atomausstiegs im Grundgesetz
forderte der Chef der Linkspartei, Klaus Ernst. Die Energiewende sei ein guter
Anlass, um mehr direkte
Demokratie zu wagen.
Die Anti-Atom-Bewegung
sah im Fahrplan der Koalition eine „gewaltige Schieflage nach hinten“. Der Sprecher der Organisation „ausgestrahlt“, Jochen Stay, sagte, weil die ersten Stilllegungen erst 2015 geplant seien,
sollten sechs von neun AKW
mehr als zehn Jahre weiterlaufen.
Bundeskanzlerin Merkel rief
die Bürger auf, der Energiewende offen gegenüberzustehen. Sie erklärte vor allem
den Ausbau des Stromnetzes
für notwendig und versprach,
erneuerbare Energien sollten
möglichst bald preisdeckend
werden.
Vaatz: „Energiepolitisches
Abenteuer“
Strikte Ablehnung kam unter
anderem
vom
CDUAbgeordneten Arnold Vaatz.
„Der schnelle Atomausstieg
ist
eine
der
verhängnisvollsten Fehlentscheidungen, die es in der
bundesdeutschen Politik seit
1949 gegeben hat“, sagte
Vaatz der Zeitschrift „Focus“. Die relativ sichere und
kostengünstige
Kernkraft
werde „ohne Not zugunsten
eines nicht durchkalkulierten
energiepolitischen Abenteuers preisgegeben“. Im schlimmsten
Fall
drohten
„dauerhafte Stromlücken und
teure Fehlinvestitionen“.
Der neue stellvertretende
FDP-Bundesvorsitzende
Holger Zastrow kritisierte:
„Der übereilte Ausstiegsbeschluss ist ein Fall von Planwirtschaft.“ Wie in DDRZeiten würden Zielmarken
gesteckt, „die nur politisch
motiviert und fachlich nicht
begründet sind“.
Die Regierungskoalition hatte im Koalitionsausschuss am
Freitagabend im Kanzleramt
die Einzelheiten des geplanten Ausstiegs aus der Atomkraft festgelegt. Zuvor war
ein Einvernehmen mit den
Ländern über verbindliche
Daten erzielt worden. Die
Energiewende soll an diesem
Montag im Kabinett besiegelt werden.
Über das Paket mit vielen
Einzelgesetzen, die auch die
Förderung der erneuerbaren
Energien
sowie
die
Gebäudesanierung umfassen,
sollen der Bundestag am 30.
Juni und der Bundesrat am 8.
Juli abstimmen.
Der stellvertretende SPDFraktionsvorsitzende Kelber
verlangte, der Atomausstieg
müsse „unumkehrbar“ gemacht werden, beispielsweise
durch einen Staatsvertrag
oder
eine
Grundgesetzänderung. Gabriel sagte der Zeitschrift
„Der Spiegel“ weiter, das
Ausstiegsdatum 2022 sei „in
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 257
Ordnung“, obwohl es nach
Einschätzung der SPD auch
schneller gehen könne. Die
SPD wünsche sich einen
Konsens, „weil man mit der
größten Volkswirtschaft Europas keine parteitaktischen
Spielchen treiben kann“. Zu
jedem Preis werde seine Partei aber nicht zustimmen.
Atommeiler als Reserve
gehalten werden, wenn
die Bundesnetzagentur
nötig hält. Bis August
sich die Netzagentur
Reservebedarf äußern.
Die SPD erntete derweil Widerspruch auf die Forderung
nach einer Absicherung des
Atomausstiegs in der Verfassung. Der Vorsitzende der
von der Bundesregierung
eingesetzten
EthikKommission, Klaus Töpfer,
lehnte
eine
Grundgesetzänderung
ab.
„Die Aufnahme des Atomausstiegs ins Grundgesetz
würde eine gebotene Sachentscheidung in einen verfassungspolitischen
Rang
heben“, sagte er der „Passauer Neuen Presse“.
Nach dem Zeitplan der schwarz-gelben Koalition werden die neun laufenden
deutschen Atomkrafte zwischen 2015 und 2022 stufenweise vom Netz genommen
werden. Die sieben ältesten
Kraftwerke bleiben demnach
abgeschaltet. „In den Jahren
2015, 2017 und 2019 sollen
weitere Atomkraftwerke vom
Netz gehen“, sagte Bundeskanzlerin Angela Merkel
nach einem Treffen mit den
16 Ministerpräsidenten. 2021
und 2022 sollten jeweils
Kraftwerke folgen. Jeder
Anlage werde ein Enddatum
zugeordnet.
„Das
ist
selbstverständlich rechtssicher“, sagte Umweltminister
Röttgen (CDU) in Bezug auf
Klagen der Energiekonzerne.
Die Grünen halten das Regierungskonzept für ein „halbherziges
Ausstiegsgesetz
voller Hintertüren“. Die stellvertretende Fraktionsvorsitzende Bärbel Höhn sagte der
„Leipziger
Volkszeitung“:
„Wir wollen, dass die Atomkraftwerke bis 2017 eins nach dem anderen abgeschaltet
werden. Wenn die Bundesregierung da nicht weiter auf
uns zu kommt, wird das ein
Streitpunkt bleiben, auch bei
Wahlen.“ Nach dem Beschluss des Koalitionsausschusses bleibt die sogenannte
Kaltreserve für die Winterzeit eine Option. Zwar sollen
eventuelle Stromengpässe in
erster Linie mit KohleKraftwerken überbrückt werden. Es könnte aber auch ein
vordies
für
soll
zum
Die Wende kommt in Stufen: Der Zeitplan für den
Ausstieg
Nach den Plänen soll das
AKW Grafenrheinfeld 2015
abgeschaltet werden. Zwei
Jahre später folgen Gundremmingen B und 2019
Philippsburg 2. 2021 sollen
die Anlagen Grohnde, Brokdorf und Gundremmingen C
abgeschaltet werden. Zuletzt
sollen im Jahr 2022 Isar 2,
Neckarwestheim 2 und Emsland vom Netz gehen.
Zudem will die Bundesregierung im Zuge der Stärkung
von erneuerbaren Energien
die Stromtrassen deutlich
ausbauen. Für den Strom der
Zukunft braucht Deutschland
„eine ganz neue Architektur“, sagte Bundeskanzlerin
Merkel in einem VideoBeitrag am Wochenende. Es
sei notwendig, mehr für den
Netzausbau zu tun, um den
Umbau der Energieversorgung zu schaffen. „Die Windenergie wird eine zentrale
Bedeutung haben. Und somit
muss sehr viel Strom von
Nord nach Süd transportiert
werden.“ Die Koalition will
daher das Netzausbaugesetz
ändern. So will die Regierung nach den Worten Frau
Merkels Bundeskompetenzen
nutzen, um „gemeinsam mit
den Ländern einen schnelleren Netzausbau hinzubekommen“.
OffshoreWindparks und modernen
Windkraftanlagen an Land
messe sie eine zentrale Bedeutung zu.
Dabei ging Frau Merkel auch
auf
Kostengesichtspunkte
ein. Es gelte, die Potentiale
erneuerbarer Energien „so zu
nutzen, dass sie möglichst
bald marktkonform, das heißt
preisdeckend werden“, sagte
die Bundeskanzlerin. „Heute
haben wir eine Umlage im
Erneuerbare-Energien-Gesetz
von etwa 3,5 Cent pro Kilowattstunde. Wir wollen, dass
diese Umlage nicht wesentlich erhöht wird. Wir glauben,
dass wir das schaffen
können.“ Die Kanzlerin rief
zur Zusammenarbeit der
verschiedenen Ebenen auf.
„Die
Bundesregierung
möchte diesen Weg gemeinsam mit den Ländern und mit
möglichst vielen Bürgerinnen
und Bürgern gehen. Natürli-
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 258
ch wird es Veränderungen
geben, und natürlich dürfen
wir uns nicht gegen jede
Veränderung sperren, denn
sonst werden wir den Strom
der Zukunft nicht erhalten
können. Aber ich glaube, das
Anliegen ist so wichtig, dass
die Bürgerinnen und Bürger
bei dieser Frage mitmachen“,
sagte sie. (enn./löw.)
Der Fahrplan für das Gesetzespaket
An diesem Montag entscheidet das Bundeskabinett über
den schrittweisen Atomausstieg bis 2022. Fraglich ist
noch, ob die Opposition den
Kompromiss mitträgt. Der
weitere Fahrplan:
Montag, 6. Juni: Vormittags
Kabinettsentscheidung zum
neuen Atomgesetz und zu
mehreren Energiegesetzen.
Ab Mittag Sitzungen der
Fraktionen. Womöglich fällt
die SPD eine Vorentscheidung, ob sie zustimmt.
Donnerstag, 9. Juni: Im
Bundestag erste Lesung des
Pakets zum Atomausstieg
und für eine beschleunigte
Energiewende.
15. Juni: Ende des dreimonatigen Atom-Moratoriums.
Auch wenn der Atomausstieg
bis dahin nicht von Bundestag und Bundesrat beschlossen ist, sollen die AKWBetreiber die acht zunächst
nur vorübergehend stillgeleg-
ten Meiler nicht wieder hochfahren.
25. Juni: Die Grünen wollen
wahrscheinlich ihre Haltung
zu einem möglichen Atomkonsens auf einem Sonderparteitag bestimmen.
30. Juni: Im Bundestag
zweite und abschließende
dritte Lesung des Pakets.
8. Juli: Dem Bundesrat wird
das Gesetzespaket (Atomausstieg, Netzausbau, Erneuerbare Energien) vorgelegt. Die Gesetze sollen aber
weitgehend nicht zustimmungspflichtig gestaltet werden. Das neue Atomgesetz
soll dann schnellstmöglich in
Kraft treten.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 259
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FORBES.COM (US) • NEWS • 5/6/2011 • 01:09:22
Jeff Flake: Legislating From Principle
Parmy Olson
What’s it going to take for
government to get serious
about our financial condition
and long-term economic health? New legislation, authored by politicians with a different view of what government can and can not do, and
what it should and should not
do.
Enter, Jeff Flake.
Perhaps you know that Jeff is
already a legislator, being a
sixth term Representative in
the House from Arizona. But
as the House has changed its
stripes since last Fall, the
Senate clearly has not. It remains an impediment to putting the country back on a
path of fiscal sanity, one that
will lead to an economic resurgence and better wellbeing for all of us. Thus, Flake is taking the logical next
step and running for Senate
in 2012 to replace the retiring
Jon Kyl.
During his time in the House,
Flake has become synonymous with the campaign against earmarks, the campaign
that sadly cost him his seat
on the House Judiciary
Committee in 2007. But how
the world has changed. Fast
forward to the fallout of the
2010 elections, and you’ll
find a movement outside of
Congress to get Flake onto
the House Appropriations
committee, the very committee that would oversee the
earmarks.
The
popular
groundswell worked, and the
same John Boehner who oversaw Flake’s removal in
2007 endorsed Flake’s appointment to Appropriations in
2011. The irony is rich.
Flake’s steadfastness and
willingness to buck the party
line (the flawed party line
that didn’t just cost the GOP
its Bush-era political dominance, but harmed the country as well) has earned him
the highest accolades from
groups like Club for Growth,
FreedomWorks and the National Taxpayers Union. This
includes a perfect ’100′ lifetime score at the Club for
Growth, yielding him a “Defender of Economic Freedom” award.
Indeed, leadership in Washington is often more accurately described as “followership”. Many “leaders” are
actually just seeking political
cover. They’re looking to
follow groups of people who
will ultimately deliver for
them not proven ideas of
what to legislate, but simply
votes for reelection. And thus
the cycle of entrenched power continues.
Principled legislators like
Jeff Flake break that cycle.
Consider this exchange, from
2006 no less (it got worse),
between CBS News’ Morley
Safer and Jeff Flake from a
60 Minutes segment devoted
to earmarks:
Safer: 13,000 earmarks this
year alone, compared with
only 4,000 a dozen years
ago. And it’s no accident that
the explosive growth in earmarks parallels the explosive
growth of lobbyists in Washington.
Flake: Many of the earmark
request forms are actually
filled out by lobbyists, and
then just turned in by the
members’ staff to the Appropriations Committee.
Safer: And the good part of
the time, as you say, it’s just
rubber stamped by the Congressman…
Flake: Yes
Safer: to put it through.
Flake: Yes
A lot of people falsely conclude that we should just ban
lobbying. But the right to
petition the government is
ensconced quite unambiguously in the Constitution.
A lobbying ban misses the
point. Lobbyists exist because they have a captive and
willing audience. Jeff Flake
has now severely shaken up
that apple cart.
While many people denigrate
Flake’s continued crusade
against earmarks, they do so
without understanding the
bigger implications of an
earmarking culture. Earmarks are simply the tip of
the much bigger iceberg of
crony capitalism wreaking
havoc on our country. Crony
capitalism — government
dolling out money and favoritism via the legislative pro-
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 260
cess — is replacing the traditional definition of freemarket capitalism itself for
millions of people. It is the
underpinning of the railing
against “Big Business” that
we hear over and over, with
concomitant calls for increased regulation and oversight,
all resulting in a hiring paralysis.
It is exactly big (and medium, and small) business that
we need to see succeed in
order to drive big job creation. We can not seek job creation and bash job creators at
the same time.
Worse still, crony capitalism
turns people off from civic
involvement altogether. Against a process driven by
lobbyists, money, and unprincipled legislators willing
to be influenced by both, the
typical voter is completely
rational in feeling unempowered and helpless. This
goes a long way to explaining the pathetic voter tur-
nouts that are so typical in
American elections, but ironically, also the increasing
calls for help from the government itself.
We wind up in a place where
small but passionate groups
of people can wield a disproportionate amount of influence and implement bad ideas that do not and can not
work. Groups like MoveOn.org and ACORN are born
from this environment. Unfathomably large “stimulus
programs” are born from this
environment.
Demagogic
Presidents are born from this
environment.
Electing people like Jeff Flake, and keeping them in office, can restore government to
its rightfully limited role, and
empower individuals to look
to each other to solve society’s problems.
At the end of the day, it is
legislators like Flake that will
repeal bad laws and implement better ones. They get to
vote on legislation, we don’t.
But we live with the results,
good or bad. If we don’t like
the results, we need to change the legislation, and thus
we come full circle to the
need for good legislators who
will allow principles that
work to guide their votes.
The strongest opportunity the
electorate has to influence
the process is in the voting
both. In the meantime, candidates like Jeff Flake who
are willing to step up and
subject themselves and their
families to the rigors of campaigning and public service
need to be encouraged and
supported. Jeff Flake will
bring to the Senate what he’s
helped to bring to the House:
a needed change in culture.
Take out your wallet and
send a spare twenty bucks, or
much more than that, to someone who’s got it figured
out. Otherwise, be prepared
to defend your wallet against
the people who don’t.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 261
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
LE MONDE (FR) • À LA UNE • 5/6/2011 • 02:44:04
Yémen : l"opposition veut empêcher le retour du président Saleh
LEMONDE.FR avec AFP
M. Saleh, 69 ans, est arrivé
samedi soir à Ryad à bord
d"un avion médical saoudien,
alors qu"un deuxième avion
transportait des membres de
sa famille, avaient annoncé
des responsables saoudiens.
Son fils aîné Ahmad, commandant de la garde républicaine et que l"opposition
l"accusait de préparer à sa
succession avant le declenchement de la contestation
populaire, est demeuré au
Yémen, a précisé le responsable. Le départ de M. Saleh,
vigoureusement démenti samedi par plusieurs responsables yéménites, a été confirmée par une source au palais
présidentiel.
Dans un premier temps, les
proches du président yéménite assuraient qu"il n"avait été
que légèrement blessé lors de
l"attaque à l"obus contre la
présidence. La gravité des
blessures d"Ali Abdallah
Saleh pourrait cependant être
bien plus importante. Officiellement, le président yéménite n"a qu"une légère blessure à la tête. Mais la BBC,
citant des sources proches de
la présidence, affirme que
Saleh aurait en réalité reçu
un éclat de shrapnel de plus
de 7 centimètres sous la région du cœur et serait brûlé
au second degré au thorax et
au visage.
Dans un message radio diffusé dans la nuit de vendredi à
samedi, le président yéménite
a imputé l"attaque au puissant clan des Hached, dont
des résidences dans le sud de
la capitale ont été bombardées. Il avait alors dit : "Je me
porte bien, je suis en bonne
santé".
LE
VICE-PRÉSIDENT
DEVRAIT DIRIGER LE
PAYS
Selon la Constitution yéménite, le vice-président, Abdel
Rabbo Mansour Hadi, doit
diriger le pays en l"absence
du chef de l"Etat. Selon une
agence de presse yéménite,
M. Hadi se serait entretenu
dimanche
avec
l"ambassadeur
américain.
Pour l"opposition parlementaire, qui tente depuis plusieurs mois de négocier le départ du président, son départ
précipité "marque, pour nous,
le début de la fin de ce régime tyrannique et corrompu",
selon son porte-parole Mohamed Qahtan. "Nous oeuvrerons avec toutes nos forces pour empêcher son retour", a-t-il ajouté.
La nouvelle du départ de M.
Saleh s"est répandu comme
une traînée de poudre dans
les rues yéménites. Dimanche matin, les "jeunes de la
révolution" se sont rassemblés à Sanaa et Taëz pour
célébrer ce qu"ils considèrent
comme "la chute du régime",
aux cris de "liberté, liberté,
Ali s"est enfui". Un peu plus
tard dans la matinée, des témoins ont fait été de tirs
nourris et d"explosions dans
le quartier de Hassabah,
principal théâtre des affrontements.
Les hommes du cheikh AlAhmar, chef du puissant clan
des Hached, sont engagés
depuis le 23 mai dans des
combats violents à Sanaa
contre les forces fidèles au
chef de l"Etat, qui ont fait
des dizaines de morts et marqué un tournant dans le mouvement de contestation populaire, lancé en janvier, et resté jusqu"alors pacifique. Des
heurts ont opposé par intermittence samedi à Sanaa les
hommes de cheikh Ahmar
aux forces fidèles à M. Saleh.
Mais une source proche du
chef tribal a fait état d"une
médiation du roi Abdallah
d"Arabie saoudite et assuré
que cheikh Ahmar était prêt à
un
cessez-le-feu.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 262
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
LE MONDE (FR) • À LA UNE • 5/6/2011 • 10:19:13
Yémen : l'opposition veut empêcher le retour du président Saleh
LEMONDE.FR avec AFP,
Reuters
M. Saleh, 69 ans, est arrivé
samedi soir à Riyad à bord
d"un avion médical saoudien,
alors qu"un deuxième avion
transportait des membres de
sa famille, avaient annoncé
des responsables saoudiens.
Dans un premier temps, les
proches du président yéménite assuraient qu"il n"avait été
que légèrement blessé lors de
l"attaque à l"obus contre la
présidence. La gravité des
blessures d"Ali Abdallah
Saleh pourrait cependant être
bien plus importante. Officiellement, le président yéménite n"a qu"une légère blessure à la tête. Mais la BBC,
citant des sources proches de
la présidence, affirme que
Saleh aurait en réalité reçu
un éclat de shrapnel de plus
de 7 centimètres sous la région du cœur et serait brûlé
au second degré au thorax et
au visage.
Le président aurait subi
"deux opérations" à Riyad
"la première a consisté à extraire un éclat [d"obus] de la
poitrine, alors que la
deuxième est une opération
de neurochirurgie au cou, a
déclaré un responsable médical. La prochaine opération
sera une opération de chirurgie esthétique". Après "une
période de convalescence de
deux semaines", Ali Abdallah Saleh entend rentrer à
Sanaa, a ajouté ce responsable.
LE
VICE-PRÉSIDENT
DEVRAIT DIRIGER LE
PAYS
Selon la Constitution yéménite, le vice-président, Abdel
Rabbo Mansour Hadi, doit
diriger le pays en l"absence
du chef de l"Etat. Selon une
agence de presse yéménite,
M. Hadi se serait entretenu
dimanche
avec
l"ambassadeur des EtatsUnis, Gerald Feierstein. Pour
l"opposition parlementaire,
qui tente depuis plusieurs
mois de négocier le départ du
président, son départ précipité "marque, pour nous, le
début de la fin de ce régime
tyrannique et corrompu",
selon son porte-parole Mohamed Qahtan. "Nous oeuvrerons avec toutes nos forces pour empêcher son retour", a-t-il ajouté, demandant également à être reçu
par l"ambassadeur.
Mais aucune annonce officielle n"a été faite pour confirmer que le vice-président
assurait l"intérim. Des sources proches de la présidence
ont précisé que M. Mansour
Hadi ne s"était pas installé
dans le palais présidentiel,
symbole du pouvoir suprême.
Selon elles, c"est Ahmed, le
fils aîné du président Saleh et
commandant de la Garde
républicaine, qui se trouve au
palais.
Les hommes du cheikh AlAhmar, chef du puissant clan
des Hached, sont engagés
depuis le 23 mai dans des
combats violents à Sanaa
contre les forces fidèles au
chef de l"Etat, qui ont fait
des dizaines de morts et marqué un tournant dans le mouvement de contestation populaire, lancé en janvier, et resté jusqu"alors pacifique. Des
heurts ont opposé par intermittence samedi à Sanaa les
hommes de cheikh Ahmar
aux forces fidèles à M. Saleh.
Mais une source proche du
chef tribal a fait état d"une
médiation du roi Abdallah
d"Arabie saoudite et assuré
que cheikh Ahmar était prêt à
un cessez-le-feu.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 263
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
EL UNIVERSAL • INTERNACIONAL • 5/6/2011
Fujimori y Humala dependen del apoyo de los indecisos
Analistas dan por sentado un escenario de "empate técnico" previo a los comicios
LEDA PIÑERO
La derechista Keiko Fujimori
y el nacionalista Ollanta
Humala se disputan hoy la
presidencia de Perú para el
periodo 2011-2016 en una
segunda vuelta en el país
andino, tras una campaña
electoral que ha estado marcada por una fuerte polarización y donde finalmente el
voto de los indecisos será la
clave para definir al ganador.
Luego de haber logrado pasar
al balotaje en la primera vuelta del 10 de abril, cuando
Humala se alzó con 31,6% de
los sufragios y Fujimori consiguió llegar en el segundo
puesto con 23,5%, ambos
candidatos emprendieron una
carrera para tratar de capturar
a los indecisos, después que
sus propuestas, visiblemente
disímiles, provocaron la división del voto en dos polos:
quienes están contra Humala
y quienes están contra Fujimori.
Estigmatizados por vinculaciones negativas, a Humala
con el presidente venezolano
Hugo Chávez y el nacionalismo extremo, y a Keiko con
su padre, el exmandatario
Alberto Fujimori (19902000), hoy se enfrentan para
muchos peruanos "el cáncer
y el sida" tal como lo dijo el
premio Nobel de Literatura
2010, Mario Vargas Llosa,
en una búsqueda del "mal
menor" en un país que afronta el reto de tener un crecimiento económico sostenido en
los 10 últimos años, pero que
contradictoriamente enfrenta
problemas estructurales como la pobreza, el desempleo
y la desigualdad.
Dos de los últimos sondeos
de opinión daban la ventaja
por estrecho margen a Keiko
Fujimori, y dos mostraban a
Humala ganador. Analistas
dan por sentado un escenario
de "empate técnico" que sólo
podrá esclarecerse hoy en las
urnas.
Humala, quien en la primera
vuelta logró compactar el
voto de las clases más bajas
de Perú, ha buscado alejarse
de las comparaciones con la
figura del presidente Chávez
mediante un discurso menos
radical en el que se ha comprometido a respetar la
Constitución, las instituciones democráticas y el modelo
económico, el principal temor por parte de sus detractores y del empresariado.
Fujimori, por su parte, ha
tratado de desligarse del fantasma de su padre, cuyo gobierno es relacionado con
corrupción y abusos, y ha
prometido que de quedar
electa no buscará la liberación del exmandatario, condenado a 25 años de prisión por
crímenes de lesa humanidad
durante su gestión.
Así las cosas, ganará el que
mejor haya logrado alejar los
temores respecto a su candidatura y conquiste la débil
confianza de los peruanos.
Cualquiera que gane deberá
enfrentar las presiones provenientes de sus bases originales, que tratarán de empujarlos hacia las promesas
políticas que fueron asomadas al inicio de la campaña,
afirman analistas.
Gobernar con alianzas
La variopinta composición
del Parlamento que resultó de
las elecciones del 10 de abril
obligará al vencedor a tender
alianzas entre las fuerzas
políticas que harán vida en el
legislativo. Este equilibrio
parlamentario le dificultará al
nuevo gobierno el querer
impulsar modificaciones severas en el sistema peruano.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 264
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
CLARÍN (AR) • CIUDADES • 5/6/2011
Obelisco: Desde la punta, y tras 206 escalones, una mirada sobre la Ciudad
Son 67 metros. Y arriba, una cavidad egipcia con cuatro ventanas que dan al Centro
porteño.
Por Pablo Calvo
Hay valientes que hacen
cumbre en el Aconcagua,
pediatras que ayudan a nacer
en pleno vuelo y pilotos que
mantienen firme su helicóptero hasta que sube la camilla
con el herido. Son hazañas de
altura llenas de coraje. Pero
bueno, éste no es el caso: yo
simplemente vine a tomar
unos mates a la punta del
Obelisco.
Y acá estoy, en una cavidad
egipcia con cuatro ventanas a
la Ciudad que abriga y desabriga, la que da vértigo abajo
y hace llegar sus bocinazos
hasta la cima.
En las paredes de la base hay
una señal positiva: la foto de
un abrazo entre el Polaco
Goyeneche y Osvaldo Pugliese, el hombre que en ausencia fue una flor. Da suerte
Pugliese, pero un arnés no
viene mal para asegurar la
trepada por los 206 caños
atravesados de una escalera
que parece para bomberos.
Atado a una soga, el destino
parece asegurado. “A lo sumo, te caes cuatro metros, y
yo te voy a buscar”, quiere
tranquilizar el rescatista, el
mismo que el domingo pasado supervisó la subida de 75
vecinos que festejaron los 75
años del emblema porteño.
Cuentan que el primer intruso del Obelisco fue un desocupado, Carlos Rodiño, que
ascendió en 1938 para llamar
la atención sobre su situación
laboral. Y lo consiguió, porque los funcionarios de la
Década Infame lo designaron
ordenanza del Ministerio de
Hacienda.
Son las piernas las que tienen
que cargar el peso, porque
uno puede estar todo el día
parado, pero no colgado de
sus brazos, que aquí se usan
como guía.
A mitad de camino, se siente
un temblor que viene de las
entrañas del monumento.
¿Estará enojado? ¿Hay demasiados hinchas de San
Lorenzo en su interior (dos
de Clarín y el rescatista)? No,
no pasa nada, es el subte B
que despega de la estación
Carlos Pellegrini. Parece
tener los motores del Discovery, aunque creo que el
chiste del Obelisco convertido en cohete ya lo hizo
Bombita Rodríguez.
Desde el escalón 107, el cielo
es un punto blanco, todavía
falta bastante, le dice uno a
sus músculos extenuados.
Vienen escenas de la película
“Pizza, birra y faso”, donde
los protagonistas rompen el
candado y suben por este
mismo espacio oscuro.
Pero ahora sí, no falta nada,
20 escalones y alumbrará una
anécdota de oro para compartir con los amigos. Y con los
lectores, si no quieren perderse estas panorámicas:
desde la ventana sur, se ve el
edificio del renunciamiento
de Evita, la iglesia de Constitución y el Gran Buenos
Aires en bruma. Se ve el chalet construido sobre una terraza de Carlos Pellegrini y a
la izquierda el tablero electrónico del edificio donde se
pagan las multas, que da la
hora y la temperatura.
Desde el rectángulo norte, se
observa el Teatro Colón, el
edificio del rulero, balcones
franceses, el Río de la Plata y
más allá lo que del mundo
queda.
Las otras dos ventanas del
faro sin haz muestran la avenida Corrientes, el hormigueo del cruce con Florida, la
gente que huye y, a mis espaldas, le gente que empieza
a llegar a los teatros y las
librerías.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 265
Me hago el gracioso cuando
llega el fotógrafo y un colega
y, ante la cámara del tránsito
que está colocada allí, imposto la voz y ensayo un remate
para una nota imaginaria:
“Desde la punta del Obelisco, les informó…”, sabiendo
que nadie lo ha hecho aún
desde allí.
Desde los 67 metros de altura, hago flamear una bufanda
del Ciclón, como hice con la
camiseta azulgrana en las
pirámides de Keops, la Muralla China y el Partenón.
Aquellas veces, me había
acompañado un amigo de
Racing, que cuando se recupere del codo seguro va a
querer subir.
El termo se vacía y es hora
de bajar. Abajo aguarda el
que tiene la llave del Obelisco, Diego Santilli, ministro
de Ambiente y Espacio Público. Dice que no subió porque estaba con zapatos, pero
que en sus proyectos está en
el armar una suerte de “Torre
de Babel”, una escalera circular que envuelva al monumento, para que más vecinos
puedan subir.
Ya a salvo, vuelvo a la foto y
Pugliese sonríe.
Me saco el arnés y digo que
estoy entero. Y ahora cuento
la verdad: caminé dos cuadras, hasta la puerta de lo que
era el cine Metro, donde hay
un espectáculo de tango sensacional. Me enfrié unos minutos y quise parar el colectivo 6, pero el brazo se me
paralizó, me tiró como a Heber Ludueña haciendo un
lateral. Y por eso casi ni puedo escribir esta nota de color.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 266
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
ABC COLOR (PY) • POLÍTICA • 5/6/2011
Afirman que el Ministerio de Justicia es un botín político
La propuesta del Ejecutivo de crear un Ministerio de Justicia, Derechos Humanos y Gobernabilidad es un retroceso en la materia, se vuelve a priorizar el tema de seguridad
con relación al tema de justicia, lamentó la Dra. María Victoria Rivas. Dijo que esta secretaría de Estado es vista solo como un botín político.
La propuesta del Ejecutivo
de crear un Ministerio de
Justicia, Derechos Humanos
y Gobernabilidad es un retroceso en la materia, se vuelve
a priorizar el tema de seguridad con relación al tema de
justicia, lamentó la Dra. María Victoria Rivas. Dijo que
esta secretaría de Estado es
vista solo como un botín político.
La titular del Centro de Estudios Judiciales (CEJ) advirtió
que se crea la fachada de un
Ministerio de Justicia y Derechos Humanos, cuando que
en el contenido se prioriza
seguridad y no se aborda
nada de las políticas en materia de acceso a justicia. “En
realidad estamos retrocediendo porque se fusionan dos
temas de trascendental importancia para la ciudadanía,
como sin duda lo son en estos momentos las políticas en
materia de seguridad y las
políticas judiciales. Creo que
deberíamos avanzar en un
Ministerio de Seguridad, por
un lado, y en un Ministerio
de Justicia y Derechos Humanos por separado. Paraguay va a dar un retroceso en
materia de derechos humanos
si se fusiona en una sola cartera los temas de seguridad y
derechos humanos”, dijo la
letrada. Agregó que las políticas en materias de derechos
humanos son un contrapeso a
las políticas de seguridad
porque en estas últimas siempre existen excesos, de
manera que el Estado debería
llevarlas adelante en dos ministerios diferentes. Según
Rivas, el relacionamiento del
Poder Ejecutivo con los otros
poderes del Estado no puede
ser concebido como un relacionamiento meramente protocolar, sino más bien como
un mecanismo de cooperación mutua efectiva. En este
marco, el Ministerio de Justicia está llamado a cumplir un
rol protagónico como promotor y fundamentalmente como articulador de iniciativas
para el mejoramiento del
Sistema de Justicia. “Es necesario comenzar una nueva
etapa de la reforma judicial
en Paraguay y del fortalecimiento del conjunto del sistema de justicia, que no está
conformado exclusivamente
por el Poder Judicial sino
por otros actores institucionales y sociales, instalados
en distintos lugares y sectores del país”, resaltó. Al ser
consultada por qué se ha
desvalorizado el Ministerio
de Justicia, vinculándolo solo
con el sistema penitenciario,
Rivas dijo que el citado ministerio debe dejar de ser el
botín de la clase política, que
solo sirve para ubicar a sus
leales. “Debemos avanzar en
fortalecer las importantes
funciones de un ministerio
moderno, técnico y profesional. Es imperioso privilegiar
la extensión de los beneficios
de la tutela judicial a los sectores más vulnerables de la
sociedad”.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 267
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
ABC COLOR (PY) • POLÍTICA • 5/6/2011
Leyes militares de la dictadura rigen la justicia castrense, advierte coronel
Las leyes militares del ámbito judicial, como el Código Penal Militar, son de la época de
la dictadura stronista y su vigencia es una vergüenza, además de constituir un peligro de
violación de los derechos, según afirmó ayer el coronel y abogado Rubén Aquino.
Aquino, ex miembro de la
Justicia Militar y actual asesor jurídico de las Fuerzas
Militares (FF.MM.), señaló
que actualmente existe una
comisión, de reciente formación, que está estudiando la
adecuación de todas las leyes
militares relacionadas al
campo de la Justicia Militar.
El objetivo, según el abogado, es actualizar la Ley Orgánica de los Tribunales Militares, el Código Penal Militar y el Código de Procedimiento Penal Militar en Tiempo de Paz y de Guerra.
Estas normas fueron sancionadas en 1980, plena dictadura del Gral. Alfredo Stroessner, fallecido en el 2006.
Pese a la nueva Constitución, aprobada en 1992, las
leyes militares que rigen la
Justicia Militar mantienen
esquemas y conceptos afines
a regímenes dictatoriales,
según se han escuchado que-
jas, en varias ocasiones, de
abogados que litigan en los
estrados castrenses.
Aquino sostuvo que es “una
vergüenza” que sigan vigentes las mencionadas leyes,
porque constituyen un verdadero peligro en el sentido de
prestarse a arbitrariedades y
violar leyes fundamentales.
El uniformado agregó que
esas normas pueden servir
por ejemplo para las persecuciones políticas.
Promesas incumplidas
Por otra parte, el Gobierno
sigue sin presentar en el
Congreso las anunciadas
reformas de las leyes de Organización General de las
Fuerzas Armadas (Ley 216)
y del Estatuto del Personal
Militar (1115), entre otras
normas, que, según habían
anunciado agentes del oficialismo, son parte del objetivo
de la modernización de la
institución militar.
En fuentes del Ministerio de
Defensa aseguraron ayer que
están por terminar los anteproyectos de modificación de
esas leyes y que próximamente serían enviados al Poder Legislativo.
Soldado voluntario
Otro proyecto a punto de ser
remitido por el Ejecutivo al
Congreso, según las fuentes,
es el anteproyecto que crea la
figura del “soldado temporal
voluntario”. Esta propuesta
es para posibilitar que los
jóvenes que terminan su servicio militar obligatorio, con
notas sobresalientes, tengan
la oportunidad de continuar
en las Fuerzas Armadas, pero
como soldado profesional,
mediante un contrato. También tendrán la posibilidad de
seguir la carrera militar si
desean, según había explicado el comandante de las
FF.MM., Gral. de Ejército
Felipe Melgarejo.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 268
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
ULTIMA HORA.COM (PY) • POLÍTICA • 5/6/2011
¿Reforma o insensatez?
Resulta indispensable para el
fortalecimiento del Estado de
Derecho repensar el texto
constitucional y plantearnos
legítimamente cuestionamientos sobre la funcionalidad
o disfuncionalidad de muchos órganos creados por la
Constitución Nacional de
1992. Sin mucho esfuerzo
advertimos, por ejemplo, que
el Consejo de la Magistratura
ha creado un sistema de corrupción y un manoseo de la
clase política en la designación de Magistrados que postergan largamente un Poder
Judicial que sea capaz de
impartir justicia. Podemos
validar o no la prerrogativa
que hoy se arrogan los ministros de la Corte Suprema de
Justicia de ser jueces y partes
en el estudio de su inamovilidad, ver si en este proceso
de transición democrática
hemos superado el miedo a
los dictadores y si es conveniente incluir la figura de la
reelección presidencial; incluso incorporar al contenido
constitucional instituciones
que han funcionado en otros
países, como lo son las Cortes Constitucionales.
Todo lo precedentemente
referido es válido y enriquecedor para dar forma a nuestra amorfa democracia. Además de ello, siguiendo a
Karl Popper, no debemos
perder de vista que, para
construir una sociedad abierta, tenemos la obligación de
defender y fortalecer aquellas
instituciones democráticas de
las que depende la libertad, y
con ella, el progreso. Y en
esa línea de ideas no se puede desconocer que la Constitución Nacional es el pilar
fundamental de toda República. La reforma constitucional, según los especialistas, tiene la virtualidad de
servir para modificar el funcionamiento de la sociedad.
Obviamente que unido a este
elemento hace falta incluir
políticas económicas, sociales y educativas. En este contexto los cuestionamientos
obligados son: ¿Estamos
preparados para encarar este
proyecto con éxito? ¿Podemos conducir conjuntamente
la reforma constitucional
con planteamientos claros de
políticas económicas y sociales? Para mí la respuesta es
no.
Lo que me preocupa, como
ciudadana de a pie, es advertir que el debate -por denominarlo de alguna maneraen la actualidad se reduce a
fragmentos que no aportan ni
edifican, sino más bien crispan el ambiente, sobre todo
por la incoherencia y la mediocridad de los proponentes
de la "enmienda constitucional". Es legítimo que este
Gobierno, sus aliados o simpatizantes propongan reformas constitucionales. Lo que
insulta a la Democracia es
pretender -porque es innega-
ble esta pretensión- cambiar
las reglas de juego a mitad
del partido. Es sencillamente
inadmisible encarar una reforma o una enmienda constitucional en función o conveniencia del gobernante de
turno. Lugo, con su insípido
carácter y su silencio cómplice, lejos de arrojar luz al asunto, se regodea, sembrando
más dudas que certezas.
Las actitudes que asumen los
impulsores de la enmienda
constitucional son directamente proporcionales a la
calidad democrática que hoy
soporta nuestro país, donde
la insensatez de la clase política que se siente "mayoría"
se cree con derecho de repetir conductas que otrora condenaban, esperando resultados diferentes.
Sin embargo, los falsosdemócratas que hoy ocupan
cargos públicos y los que
declaman ser representantes
legítimos de una mayoría
ciudadana, tienen que tener
presente el momento histórico que se vivió cuando Nicanor pretendió violar la Constitución y hacerse un "traje a
medida", pues ese momento
volverá a repetirse. Los paraguayos unidos, con la garra y
la fuerza que nos caracterizan, resistiremos cualquier
otro intento de pisotear la
Constitución. Somos muchos los que estamos dispuestos a construir un Paraguay
¡En Serio!
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 269
(*) Abogada, secretaria de
Desarrollo Social del Partido
Patria Querida, excandidata a
la intendencia municipal y
exconcejala (2006-2010) por
el PPQ de la ciudad de Villa
Elisa.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 270
PROCURADORIA GERAL • JUSTIÇA NO EXTERIOR •
PRENSA LATINA (AR) • NOTÍCIAS • 5/6/2011 • 17:53:00
Detenção de político turva debate eleitoral no México
O debate eleitoral começou a
turvar-se no México depois
da detenção de um importante político do Partido Revolucionário
Institucional
(PRI), ex-prefeito de Tijuana,
acusado de "posse de um
arsenal", segundo afirmam os
meios de comunicação.
"A detenção de Jorge Hank
Rhon esteve repleta de irregularidades", acusou seu
advogado, Oscar Téllez Ulloa, que afirmou que a Procuradoria Geral da República se negou inclusive a
receber um recurso de amparo contra a incomunicação
outorgado pela Oitava Vara
do Distrito.
Por sua vez, o procurador dos
Direitos Humanos, Heriberto
García García, informou que
o próprio Hank se disse desconcertado com a forma pela
qual foi preso pelo Exército,
que teria irrompido em sua
residência, segundo resenhou
o jornal El Universal.
A coalizão "Unidos por Ti",
encabeçada pelo PRI para
aspirar ao governo do Estado
do México, pediu que não se
politize um caso estritamente
judicial, nem se vincule o
mesmo "perversamente" aos
processos eleitorais em curso
no país.
Enquanto isso, o candidato
Alejandro Encinas, que representa a coalizão "Unidos
podemos mais", encabeçada
pelo Partido da Revolução
Democrática (PRD), afirmou
que, após a detenção, deve-se
investigar outras situações
pouco claras nas quais está
envolvido o ex-prefeito de
Tijuana, segundo o jornal
Excelsior.
Deputados do PRD e do Partido do Trabalho (PT) indica-
ram que a detenção de Hank
não foi uma surpresa, e exigiram que o governo federal
investigue a fundo para evitar
que se repita o chamado "michoacanazo", petição à qual
se somou o PRI.
Pelo termo "michoacanazo",
se conhece uma operação de
militares e policiais que detiveram um numeroso grupo
de servidores públicos no
estado de Michoacán. As
acusações de vínculos com o
crime organizado na realidade tinham raízes políticas.
Cecilia Romero, secretária
geral do Partido Ação Nacional (PAN), rechaçou a ideia
de que a detenção de Hank
em Tijuana seja uma perseguição política e assegurou
que se trata de um "ato de
justiça", segundo declarações
ao El Universal.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 271
Matérias do dia 06/06/2011
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FORBES.COM (US) • NEWS • 6/6/2011 • 01:53:01
Chinese Entrepreneurs Are Leaving China
Parmy Olson
China’s rich, primarily driven by a sense of insecurity,
are taking money out of their
country. Many are actually
preparing to move elsewhere.
According to a new study,
almost 60% of China’s “high
net worth individuals,” defined as those possessing more
than 10 million yuan in investable assets, are either
considering emigration through investment programs
or are completing the emigration process. The survey,
conducted by China Merchants Bank and Bain & Co.,
also reports that 27% of those with more than 100 million yuan in investable assets
have already emigrated and
47% of them are thinking
about leaving the Motherland.
The stunning results correspond to reports that the U.S.
Treasury unit monitoring
illegal money flows has, since the beginning of last
summer, detected a surge in
hidden cash transfers out of
China.
Almost all of the funds supporting emigration applications were spirited out of China in violation of Beijing’s
strict rules. The country leads
the world in illicit fund trans-
fers, according to Global
Financial Integrity, a nonprofit. The estimated total of
China’s outbound flows from
2000 to 2008 was a staggering $2.18 trillion.
The flood of “hot money”
leaving China picked up in
the last quarter of 2008. That
was when the Chinese central
government announced its
stimulus plan, which initiated
a new phase in the partial
renationalization of the economy. Then, Premier Wen
Jiabao started pouring state
cash into the state sector and
state financial institutions
began diverting credit to state-sponsored infrastructure.
As a result of the stimulus
program, about 95% of China’s growth in 2009 was attributable to investment, and
almost all of the investment
had come from the state. The
percentage for 2010 will not
be too far off of that.
Beijing’s plan, however, was
good for private entrepreneurs who, although shut out
of many portions of the economy by state enterprises,
rode the resulting asset bubbles to even greater wealth.
The number of the country’s
high net worth individuals
according to the China Merchants-Bain study will reach
585,000 this year, almost
double the figure for 2008.
The emigration of China’s
wealthy has, not surprisingly,
triggered controversy. “We
have been working hard to
develop the economy in the
past 30 years, but now these
elite members of society are
fleeing with the majority of
the wealth,” said economic
analyst Zhong Dajun to the
Global Times, the Communist Party-run newspaper.
“The loss may be even higher than all the foreign investment we have attracted.
It is as if, when the time of
harvest comes, we find the
fruits have all gone to others’
baskets.” Zhong should not
be shocked. Beijing, since
2008, has been targeting private entrepreneurs and abusing them even more than
usual, so it is natural they are
now trying to protect themselves from a rapacious state.
And the situation is bound to
get even worse if Xi Jinping
becomes the next Party general secretary at the end of
next year, as just about everyone expects. Xi will undoubtedly bring his fellow
“princelings” into positions
of political power.
The princelings, descendents
of former leaders of the People’s Republic, will surely
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 272
use their new political clout
to consolidate their grip on
the economy. This means,
among other things, that others, especially owners of
private domestic enterprises,
will have even fewer opportunities than they do today.
“We can only hope the rich
people stay out of patriotism,” says Xia Xueluan of
Peking University. Patriotism, these days, may be the
only thing keeping Chinese
entrepreneurs in China.
And, from the look of things,
it is not enough. The country’s wealthy are going on
shopping tours for U.S. real
estate and, if they have not
done so already, are moving
their families abroad. There
has, in the last five years,
been a 73% increase in Chinese investment immigrants
to the United States. Countries, like Canada, are raising
their minimum investment
requirements for investmentimmigrant candidates due to
the sheer size of the tide of
Chinese cash.
Chinese cash is largely responsible for the third wave of
buying from Asia into Vancouver. In an “unprecedented” surge of business for
brokerages in that city in
February, Chinese buyers
snapped up homes, townhouses, and condominiums as
sales skyrocketed 70% over
the preceding month.
As foreigners pour into China, China’s entrepreneurs are
taking their money out. Which group do you think knows
more about what is going on?
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 273
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FORBES.COM (US) • NEWS • 6/6/2011 • 13:31:53
Can Being Thin Actually Translate into a Bigger Paycheck for Women?
Parmy Olson
According to a study published in the Journal of Applied Psychology in fall 2010
titled, “When It Comes to
Pay, Do the Thin Win? The
Effect of Weight on Pay for
Men and Women,” a woman’s weight can have a
significant impact on her
earnings.
In American culture we have
seen standards of attractiveness that are substantially
slimmer for women than men
(which can be seen in comments/beliefs that overweight
women are “fat” yet overweight men are “sturdy”).
And over time, this standard
for women has only gotten
worse, with women trying to
lose more and more weight.
“This media ideal is quite
pervasive in society, with
female cartoon characters,
movie/television actresses,
Playboy centerfolds, and
Miss America Pageant winners all having become increasingly thinner over the
decades.”
So Timothy A. Judge, from
the University of Florida and
Daniel M. Cable, from the
London Business School set
out to test the norms that
society holds very different
body standards for men versus women by examining
“the relationship between
weight and income and the
degree to which the relationship varies by gender.” Here
are some of their key findings:
• “For men, increases in weight have positive linear effects of pay but at diminished
returns at above-average levels of weight.”
• Gaining weight is more
damaging to women’s earnings than to men. “For women, increases in weight
have negative linear effects
on pay, but the negative effects are stronger at belowaverage than at aboveaverage weight levels.”
• “Whereas women are punished for any weight gain,
very thin women receive the
most severe punishment for
their first few pounds of weight gain. This finding is consistent with research showing
that the media’s depiction of
an unrealistically think female ideal leads people to see
this ideal as normative, expected, and central to female
attractiveness.”
• “Very thin” women earned
approximately $22,000 more
than their average weight
counterparts.
• “Thin” women earned a
little over $7,000 more than
their average weight counterparts.
• “Heavy” and “Very Heavy”
women lost over $9,000 and
almost $19,000, respectively,
than their average weight
counterparts.
What does this study tell me?
It shows me that, as a society, our physical appearance
plays a key role in workplace
interactions and earnings
outcomes. Do I like this or
agree with it? Absolutely not;
however I appreciate reading
studies like this one because
they have the ability to make
public the, sometimes odd,
cultural beliefs we hold as a
society. Studies like these
also help employers and hiring managers become aware
of potential ingrained biases
of how much people’s weight
affects employment decisions.
If you’d like to share your
thoughts on this topic or have
a true-life situation to tell
about weight discrimination
at work, please use the
“Comments” section below.
As for me, tonight I’m going
to prepare a healthy salad
using local, organic products
– and I don’t think I’ll ever
ask a fast-food restaurant to
“super-size me” again!
~ Lisa Quast
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 274
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FORBES.COM (US) • NEWS • 6/6/2011 • 13:22:33
Supreme Court Rejects Tougher Rule For Securities Class Actions
Daniel Fisher
The U.S. Supreme Court
once again confounded critics who accuse it of a probusiness bias, unanimously
rejecting a lower-court decision that would have made it
harder to pursue securities
class actions based on falling
stock prices.
In Erica P. John Fund vs.
Halliburton, Chief Justice
John Roberts ruled that the
Fifth Circuit Court of Appeals in New Orleans had erred
by stripping the plaintiff
lawyers of the ability to form
a class action because they
couldn’t prove “loss causation.” The term refers to the
cause-and-effect relationship
between a company’s false
statements, which presumably pump a stock price up,
and subsequent corrections
that cause it to crash. Forcing
plaintiffs to prove loss causation merely to form a class,
Roberts wrote, would make
such litigation nearly impossible.
The decision reaffirms the
entire court’s approval of
securities class actions as a
method of compensating
investors for stock-market
losses.While the Supreme
Court has tinkered with class
actions at the margins, and
Congress has written laws to
make them harder to pursue,
Halliburton shows none of
the justices is willing to scrap
the entire procedure.
“The message is the court
itself is not going to upset
settled precedent, and it doesn’t want lower courts reaching out in either direction”
to restrict or liberalize class
actions, said Jordan Eth, cochair of Morrison Foerster’s
securities litigation group.
Securities class actions have
been under strong and periodically successful attack by
critics who say it is a lucrative industry for plaintiff lawyers that rarely rewards individual shareholders, or does
so at the expense of the current investors in a company
that pays a big settlement
(the cases almost never go to
trial.) Last year, in Morrison
vs. National Australia Bank,
the court rejected securities
suits by foreign plaintiffs
over foreign stocks in U.S.
courts. And in a 2005 decision hailed by class-action
critics, Dura Pharmaceuticals, the court required plaintiffs to show “loss causation”
— that the company did something to cause investors’
losses — in order to survive
a motion to dismiss.
But the Halliburton decision
supports one of the fundamental building blocks of
securities cases, that a company’s false statements caused a “fraud on the market”
that drove a stock up. That
concept, affirmed in the 1988
case Basic vs. Levinson, eliminates the need for lawyers
to show that every individual
investor relied on company
statements to buy stock at an
inflated price.
The problem with the Halliburton case, Roberts wrote, is
that the Fifth Circuit threw
out the lawsuit because the
plaintiffs couldn’t show “loss
causation” as the common
thread connecting all the investors. That’s still a requirement, but it kicks in after
the defense moves for summary judgment. That typically happens as soon as a case
is filed, and then again after
the court certifies it as a class
action and the defense requires the plaintiffs to supply
facts supporting their case.
At that point the defense may
try to show that the stock fell
because of bad economic
news in general, or that it fell
in the absence of any information from the company.
Halliburton admitted the plaintiffs didn’t have to prove
this element of their case
merely to get the case certified as a class. The company’s
lawyers argued the Fifth Circuit really meant “price impact,” or proof that Halliburton’s statements about its
asbestos exposure and the
value of contracts actually
inflated its stock price.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 275
Roberts wasn’t buying it:
Loss causation is a familiar
and distinct concept in securities law; it is not price im-
pact. Whatever Halliburton
thinks the Court of Appeals
meant to say, what it said
was loss causation.The Court
takes the Court of Appeals at
its word. Based on those
words, the decision below
cannot
stand.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 276
TJ •
FORBES.COM (US) • NEWS • 6/6/2011 • 16:05:12
Weinergate Bombshell: Conservative website posts private pictures of
Anthony Weiner -Media Training
Parmy Olson
Conservative activist and
author Andrew Breitbart on
Monday posted two pictures
of Democratic Rep. Anthony
Weiner, which Breitbart alleges were emailed to a young
woman he declined to identify.
TJ Walker says that at some
point Weiner will become the
butt of so many jokes that he
becomes uncredible.
For more information on
media and presentation training
please
visit
http://www.mediatrainingwo
rldwide.com and continue
reading
http://www.mediatrainingwo
rldwide.com/blog for news
and analysis to help you
communicate more effectively.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 277
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FORBES.COM (US) • NEWS • 6/6/2011 • 17:48:49
Weiner Confesses All: "I Won't Use Twitter The Same Way, That's For
Sure"
Kiri Blakeley
Rep. Anthony Weiner has
“done things I deeply regret”
and admits to sending inappropriate pictures and emails
to six women over the years—some after he was married to Huma Abedin, who
works for Secretary of State
Hillary Clinton. He is not
resigning.
“These are destructive things
to do and deeply hurtful to
the people I care about the
most,” he said today in a
press conference. “I regret it.
I was embarrassed and humiliated. I regret not being honest about this.”
He says he never met the
women nor had physical relations with them, and that he
and his wife have no intention of splitting up. Weiner
says his wife did not know
until this morning that the
Twitter picture was in fact
from him, and a mistake.
“I treated it as a frivolous
thing, not acknowledging
that it would eventually come
out and harm people,” he
said of his online relationships, most of which happened over Facebook. He says
he also met the women over
Facebook. “I don’t believe I
violated any law, but it’s a
deep personal failing.”
“My wife is a remarkable–”
he said, choking up and unable to continue. “I apologize
to her. Beyond that, my constituents have to make a decision.”
“Does it bother you that this
woman is 21 years old?” a
female reporter asked, referring to the college student to
whom Weiner had Tweeted a
picture of his groin last week.
(That student, Gennette Cordova, denies the Tweet was
meant for her.)
“I don’t know how old they
are, other than what they
publish on social media,”
said Weiner, apparently re-
ferring his stable of online
women. “But they are all
adults.” (So far as he knows!)
“This is a personal failing
from which I’ve learned,” he
continued. “But it doesn’t
stop me from working for my
constituents, and getting potholes filled. I’m going to try
and go back to work a better
man—and a better husband
too.”
Weiner, who didn’t rule out
seeking professional help,
doesn’t blame social media,
or the women, but himself.
“At the end of the day, I lied
because I was embarrassed,
ashamed, and didn’t want to
get caught. I didn’t violate
the Constitution. Did I violate my oath? I don’t think
so. But people are entitled to
their viewpoint.”
Asked if he would still use
Twitter, he replied, “I don’t
believe I will use it the same
way, that’s for sure.”
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 278
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FORBES.COM (US) • NEWS • 6/6/2011 • 01:53:54
And Scene: Snipes Denied by the Supreme Court
Kelly Phillips Erb
When Wesley Snipes was
found guilty on tax evasion
charges, he vowed to appeal.
And appeal he did. Over and
over. That, however, may
finally be coming to an end.
This morning, Snipes’ petition for certiorari was denied
by the Supreme Court. You
might have heard this referred to as “denied cert” or
“cert denied” by lawyers
trying to sound cool or, as in
my case, those of us in the
legal profession who can’t
pronounce or spell Latin.
Here’s what it means: the
Supreme Court has what is
called “original jurisdiction”
over certain kinds of cases.
Those cases, which are defined by statute (28 U.S.C. §
1251) go straight to the Supreme Court. The typical
case associated with original
jurisdiction would be a dispute between the states.
Most cases, including the
Snipes matter, don’t have
original jurisdiction. To be
heard at the Supreme Court
level without having original
jurisdiction, the losing party
must file a petition seeking a
review of the case. If the
Supreme Court grants the
petition and decides to hear
the matter, it’s called a writ
of certiorari. If the Supreme Court turns the petition
down, it’s referred to as certiorari denied. A denial does
not necessarily mean that the
Supreme Court agrees with
the findings of the appellate
court; it simply means that
appellate decision will stand.
And that’s what happened in
this case. Snipes, who is serving a three-year sentence at
the Federal Correctional Institution McKean in Lewis
Run, Pennsylvania, filed a 49
page petition (downloads as a
pdf) raising two issues:
Is an accused person deprived of the right under Article
III and the Sixth amendment
to be tried only by a jury of
the community where venue
is proper, when factual questions determinative of whether venue has been correctly
laid are determined solely by
a jury selected in the place
challenged by the defendant
as incorrect?
Where venue is a contested
factual issue in a criminal
trial, does the government
bear a burden of proof beyond a reasonable doubt or
only by a preponderance of
the evidence?
Neither issue was addressed
by the Supreme Court which declined to hear the matter
without further comment.
Likewise, Snipes did not
comment. With that, Snipes
will likely now serve the
remainder of his sentence.
Snipes was convicted of failing to file federal income tax
returns three years ago despite earning an estimated $40
million during the years in
question. He was acquitted
on more serious charges of
tax fraud and conspiracy,
despite admitting that he
knew that not paying his taxes “sounded too good to be
true.”
Snipes was slated to begin
his sentence in June 2008 but
did not, however, report to
prison until November 2010
due to a number of appeals.
Originally, Snipes lost an
appeal filed based on the
length and severity of his
sentence. Snipes’ attorneys
claimed that the sentence was
unreasonable. A federal court
disagreed.
Snipes tried again in November 2010, claiming that he
did not receive a fair trial. At
the center of his appeal was a
claim that he could not have
gotten a fair trial in Ocala,
Florida, which he had previously referred to as a “hotbed
of Klan activity.” U.S. District Court Judge William
Terrell Hodges denied Snipes
a new trial, writing:
The Defendant Snipes had a
fair trial; he has had a full,
fair, and thorough review of
his conviction and sentence
by the Court of Appeals; and
he has had a full, fair, and
thorough review of his present claims, during all of
which he has remained at
liberty. The time has come
for the judgment to be enforced.
Despite that ruling, Snipes
tried again. The issues of
venue, which were described
as “precisely those which led
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 279
to the colonists’ inclusion of
a venue grievance in the Declaration of Independence”
were raised again in Snipes’
petition to the Supreme
Court.
Whoa. Is it just me or do
Snipes’ lawyers sound like
they might be moonlighting
as screenwriters? This is,
after all, the stuff of Hollywood.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 280
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
LE MONDE (FR) • À LA UNE • 6/6/2011 • 04:28:23
Les parents de Gilad Shalit vont porter plainte pour enlèvement et séquestration
LEMONDE.FR avec AFP
Les parents du jeune soldat
israélien disposant de la nationalité française détenu dans
la bande de Gaza vont porter
plainte contre X, lundi 6 juin
à Paris, pour enlèvement et
séquestration, a annoncé sa
famille à l"AFP.
Le père de Gilad Shalit doit
déposer la plainte à 10 heures
auprès du doyen du juge
d"instruction du tribunal de
grande instance de Paris. Une
telle plainte devrait aboutir à
la désignation d"un juge
d"instruction.
Gilad Shalit a été capturé à la
lisière de la bande de Gaza le
25 juin 2006 par un commando de trois groupes armés palestiniens de Gaza,
dont l"un relevant du Hamas,
qui vient récemment de sceller un pacte de réconciliation
avec le Fatah du président de
l"Autorité
palestinienne,
Mahmoud Abbas.
"RETENU EN OTAGE"
Près de cinq ans après le début de la détention de leur
fils, Noam et Aviva Shalit
ont décidé de porter plainte,
avec Constitution de partie
civile, pour "enlèvement et
séquestration", à Paris, avec
comme circonstances aggravantes qu"il est "retenu en
otage" et qu"il a pu "subir
des actes de tortures ou de
barbarie".
"Aussi bien l"enlèvement
que la séquestration de Gilad
Shalit ont été accomplis sans
ordre des autorités constituées et hors les cas prévus par
la loi", ce qui caractérise son
"illégalité", estiment les parents du captif, en appui de
leur plainte.
Ils soulignent qu"il s"agit
d"un acte "revendiqué", ce
qui ne laisse "aucun doute"
sur son caractère intentionnel.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 281
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
LE MONDE (FR) • À LA UNE • 6/6/2011 • 12:53:00
Yémen : "Le départ de Saleh est une défaite symbolique très forte pour
le régime"
LEMONDE.FR
La lutte pour le pouvoir est
engagée au Yémen. Alors
que l"opposition estime que
le président contesté, Ali
Abdallah Saleh, blessé lors
de l"attentat du vendredi 3
juin contre son palais et hospitalisé en Arabie saoudite,
n"est plus en position de
gouverner, son camp maintient qu"il est toujours Constitutionnellement le chef de
l"Etat. Pour Franck Mermier,
chercheur au CNRS et à
l"Institut français du ProcheOrient, le président ne pourra
pas exercer de nouveau le
pouvoir. L"évolution de la
situation politique et sécuritaire du pays dépendra, selon
ce spécialiste du Yémen, de
l"issue du conflit qui oppose
le clan du président, conduit
par son fils et ses neveux qui
contrôlent les principaux
organes de sécurité, et ses
principaux adversaires politiques et tribaux.
Comment interpréter le choix
du président yéménite de se
faire soigner en Arabie saoudite et non au Yémen ?
Son hospitalisation à Riyad
peut signifier que son état est
plus grave que ce que veulent
bien dire les responsables
saoudiens, qui avaient indiqué
dimanche
que
l"opération s"était déroulée
avec succès et qu"il devrait
rentrer à Sanaa "après deux
semaines de convalescence".
Sa sortie de l"hôpital si rapidement paraît compromise.
Le président Ali Abdallah
Saleh veut sans doute par
ailleurs assurer sa sécurité en
quittant son pays, après avoir
été attaqué au sein de son
palais.
Surtout, son transfert en Arabie saoudite lui permet de
quitter le pouvoir d"une
manière moins honteuse que
la signature d"une lettre de
démission ou qu"une fuite,
en se disant contraint par des
raisons de santé. Elle lui
permet de ne pas reconnaître
sa défaite. Cette issue satisfait aussi les Saoudiens car
elle va leur permettre de faire
pression sur le président Saleh pour qu"il accepte un
plan de sortie de crise.
Ali Abdallah Saleh pourra-til revenir au pouvoir ?
Son retour au pouvoir sera
très difficile voire impossible. Il s"agirait d"une déclaration
de
guerre
à
l"opposition et au mouvement de contestation des jeunes. Ce conflit, il l"a déjà
engagé le 22 mai, en refusant
de signer le plan de sortie de
crise et en engageant une
répression violente contre le
mouvement de contestation,
et il a perdu. Son départ pour
l"Arabie saoudite représente
en effet une défaite symbolique très forte : il a quitté le
pays, avec la majeure partie
de sa famille, ce que demandait le peuple depuis cinq
mois, et son gouvernement
est décapité, puisque de
nombreux membres sont
blessés, comme le premier
ministre, son adjoint ou les
présidents des deux chambres du Parlement.
Par ailleurs, Ali Abdallah
Saleh sera empêché de diriger de nouveau le pays par la
communauté internationale,
que ce soient les pays du
Golfe, ou les pays européens
et les Etats-Unis.
Y a-t-il un homme fort pour
prendre la succession d"Ali
Abdallah Saleh à la tête du
pays ?
Selon la Constitution, le
pouvoir doit normalement
revenir au vice-président,
Abdel Rabbo Mansour Hadi,
originaire du sud du pays.
Mais cet ancien militaire n"a
jamais eu de réel pouvoir ni
influence. Il a été nommé par
Saleh en 1994, après que le
Yémen du Sud a vainement
tenté de faire sécession, pour
finalement retomber sous le
contrôle du gouvernement de
Sanaa. Par sa désignation, le
président a voulu adresser un
message de réconciliation
aux populations du Sud, leur
signifier qu"elles allaient être
représentées et écoutées.
Mais en réalité Abdel Rabbo
Mansour Hadi est resté un
personnage de circonstance,
un symbole. Aujourd"hui, il
est propulsé sur le devant de
la scène, entre différentes
forces qui luttent pour le
pouvoir.
Quelles sont à présent les
principales forces dont dé-
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 282
pend l"évolution de la situation au Yémen ?
La première est constituée de
la famille du président qui,
même affaiblie, tient encore
les rênes du pouvoir et dirige
les organes de sécurité : le
fils aîné de Saleh, Ahmed,
qui apparaissait comme le
successeur désigné de son
père, dirige la garde républicaine, tandis qu"un autre fils,
Khaled, commande une division d"infanterie postée dans
la région de Sanaa ; ses neveux Ammar, Yahya et Tarek sont respectivement aux
commandes de la sûreté nationale, de la sûreté centrale et
de la garde présidentielle ;
enfin, le demi-frère du président, Mohammed Saleh alAhmar, est commandant des
forces aériennes.
En face, on trouve un rassemblement
de
partis
d"opposition, comme le Parti
socialiste yéménite ou le
Rassemblement
yéménite
pour la réforme, parti "islamo-tribal", dirigé par Hamid
Al-Ahmar, frère de Sadek
Al-Ahmar, cheikh suprême
de la confédération tribale
des Hachid et l"un des hommes forts de l"opposition.
Autre figure de ce mouvement : le général Ali Mohsen
Al-Ahmar, demi-frère de
Saleh, qui a fait défection le
21 mars et dont les troupes se
sont déployées autour de la
place du Changement à Sanaa afin de protéger le campement de l"opposition con-
tre les attaques du gouvernement.
Enfin, le mouvement populaire, qui a mobilisé beaucoup de jeunes, est devenu
une force incontournable du
pays, dont doivent tenir
compte les autres forces. Les
contestataires essayent toutefois de ne pas être récupérés
par le régime, ou par
l"opposition, dont ils se méfient, dans la mesure où elle
a participé au régime et ne
les a soutenus que tardivement.
Comment ces forces pourraient-elles parvenir à un accord
?
Les jeunes et l"opposition
ont appelé à la formation
d"un conseil présidentiel
intérimaire, incluant toutes
les forces du pays, y compris
des membres du parti présidentiel, le Congrès populaire
général. Ce conseil gérerait
les affaires courantes, et devrait former un gouvernement, réformer la Constitution et mettre sur pied une
structure législative, le conseil national transitoire. Il
s"agit ainsi de combler un
vide, pallier le spectre d"un
régime décapité et qui n"a
plus de légitimité.
Ce conseil présidentiel intérimaire pourrait être dirigé
par le vice-président Abdel
Rabbo Mansour Hadi, protégé par l"opposition, et notamment le général Ali Mohsen Al-Ahmar. Ces derniers
souhaitent en effet qu"il gouverne de manière temporaire
jusqu"à la tenue d"élections.
Il serait le garant de la passation de pouvoir, un gage de
légalité.
Le départ du président peut-il
accroître l"instabilité sécuritaire du pays ?
Le bras de fer entre
l"opposition et le régime
n"est pas achevé, même si
l"opposition est aujourd"hui
en position de force. Tout
dépendra de la famille du
président : soit elle se montre
raisonnable et accepte la
formation d"un conseil présidentiel intérimaire, dont elle
ne ferait pas partie ; soit au
contraire elle réagit de
manière inconsidérée et
entraîne le pays dans une
guerre interne.
Pour l"instant, des rumeurs
courent selon lesquelles le
clan Saleh aurait déjà constitué un comité militaire avec
ses différentes troupes, laissant planer la menace d"un
coup d"Etat. Mais il reste
difficile pour le régime
d"espérer gagner sur le plan
militaire, notamment en raison des défections militaires
qui se poursuivent.
La stabilité politique et sécuritaire du pays dépendra au
final du rôle de l"armée, si
elle parvient à garder un
semblant d"unité pour assurer la sécurité du pays, et de
la capacité des forces à concilier les aspirations à plus de
démocratie des jeunes avec
celles au pouvoir des hommes forts de l"opposition.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 283
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
LE MONDE (FR) • SPORTS • 6/6/2011 • 11:43:58
La tenue des footballeuses iraniennes ne plaît pas à la FIFA
Le code vestimentaire imposé par la République islamique d Iran à ses footballeuses
pourrait les empêcher de participer aux Jeux olympiques
de Londres en 2012. L Iran
pensait s être conformé aux
règlements de la Fédération
internationale (FIFA) en faisant jouer sa sélection féminine avec un bas de survêtement et un maillot recouvrant
entièrement le corps, et un
foulard masquant la chevelure. Mais le délégué de la FIFA a interdit aux joueuses
iraniennes vendredi à Amman de pénétrer sur le terrain
pour disputer leur match de
2e tour de qualification pour
les Jeux contre la Jordanie,
qui l a emporté sur tapis vert
3-0.
La Fédération iranienne a fait
appel auprès de la FIFA de
cette
décision,
qui
hypothèque grandement les
chances de sa sélection féminine d être présente à Londres en 2012. Interdite de
compétition par la FIFA l an
dernier, l équipe féminine
avait modifié son équipement
et pensait avoir obtenu l agrément de l instance dirigeante et de son président, Sepp
Blatter.
"Nous avons fait les corrections demandées et nous avons
disputé une rencontre ensuite. Nous avons joué le tour
suivant et personne ne nous
en a empêchés, personne n a
trouvé à y redire", a déclaré
lundi à Reuters la responsable du football féminin à la
Fédération iranienne, Farideh
Shojaei.
"(Le président de la Fédération Ali) Kafashian a emmené la tenue à la FIFA et l a
montrée à Sepp Blatter. Et ils
(les dirigeants iraniens) ont
démontré que cette tenue
était conforme à l article 4 de
la Constitution de la FIFA",
a-t-elle ajouté.
Le règlement de la FIFA
pour les Jeux de Londres
stipule que "les joueurs et les
dirigeants ne doivent pas
arborer sur leur tenue de jeu
ou d équipe de message ou
de slogan d ordre politique,
religieux, commercial ou
personnel." "En fait, cette
tenue n est ni religieuse, ni
politique, et elle ne causera
aucun préjudice aux joueuses. Ils (les dirigeants iraniens) l on démontré, M. Blatter en a convenu", a dit encore la responsable iranienne.
La FIFA n a pas dans l immédiat fait de commentaires
sur cette affaire.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 284
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
LE MONDE (FR) • À LA UNE • 6/6/2011 • 15:23:43
Rapport Ciotti : "La réduction des peines n'a rien d'automatique"
LEMONDE.FR
Le député UMP Eric Ciotti
remettra à Nicolas Sarkozy,
mardi 7 juin, un rapport
comprenant une cinquantaine
de propositions destinées à
renforcer l"exécution des
peines de prison. Selon ce
rapport, révélé par le site
Internet du Figaro qui en a
obtenu copie, la France serait
en queue de peloton européen pour le ratio de places de
détention. Avec 83,5 places
contre 143,8 en Europe pour
100 000 habitants, le taux
français est l"un des "plus
bas" d"Europe. Il faudrait,
selon le rapport, atteindre les
80 000 places à l"horizon
2018 alors que la France
compte actuellement 56 150
places (pour 65 000 détenus
incarcérés). En plus du surpeuplement carcéral, entre 80
000 et 89 000 peines étaient
toujours
en
attente
d"exécution fin mars. Rien
de neuf, estime Virginie Valton,
vice-présidente
de
l"Union syndicale des magistrats (USM) : "Le rapport du
député Etienne Blanc, publié
il y a deux ans, faisait déjà
cet état des lieux."
Pour répondre à ce déficit,
Eric Ciotti propose de créer
des places dans "des structures pénitentiaires légères", en
utilisant "d"anciennes emprises militaires", des "structures modulaires légères" ou
encore "en louant des immeubles privés". Des "structures allégées" pourraient
être ouvertes pour les per-
sonnes condamnées ne présentant "pas de risque de
dangerosité ou d"évasion".
RETOUR SUR LES LOIS
PERBEN ET DATI
Il prévoit l"abandon des crédits automatiques de réduction des peines (actuellement
trois mois d"incarcération en
moins la première année de
détention, deux mois par
année suivante). "Il s"agit
d"un retour sur la loi Perben
2 de 2004", s"étonne Mathieu Bonduelle, du Syndicat de
la magistrature (SM). "Revenir sur ce point est la preuve
d"une méconnaissance totale
du milieu carcéral. Donner
l"espoir d"une sortie est un
moteur de réinsertion. Ensuite, la réduction des peines
n"a rien d"automatique puisqu"en cas de mauvais comportement,
le
juge
d"application des peines conserve
le
pouvoir
de
l"annuler", précise le magistrat.
Eric Ciotti propose également de revenir sur les aménagements de peine prévus
par la loi pénitentiaire de
2009 de Rachida Dati. Les
aménagements seraient limités aux peines n"excédant
pas une année, au lieu de
deux actuellement. Ils seraient réservés aux seuls condamnés qui se présentent à
l"audience. "Le problème de
ces aménagements, c"est que
les victimes, et plus globalement les citoyens, ne comprennent pas qu"une peine
prononcée publiquement au
nom du peuple français puisse être transformée dans le
secret d"un cabinet", estime
le parlementaire. Une mauvaise réponse selon Virginie
Valton, vice-présidente de
l"USM, selon laquelle le
problème se situe dans
"l"absence de moyens et
d"éducateurs pour accompagner, suivre" les détenus
libérés en conditionnelle.
Eric Ciotti plaide également
pour un retour des travaux
d"intérêts généraux (TIG).
Insuffisamment utilisés (moins de 22 000 en 2009), Eric
Ciotti propose d"amener 30
000 condamnations par an
qui pourront être des alternatives à des peines de prison.
Le déficit de condamnations
à des TIG n"est toutefois pas
le fait des juges, rappelle
Virginie Valton, mais du
manque d"offre des collectivités territoriales qui sont les
principaux fournisseurs de ce
type de poste.
UN PARQUET SOUS
CONTRÔLE
DE
L"EXÉCUTIF
Le rapport envisage également un transfert de fonctions vers le parquet qui deviendrait "réellement comptable de l"exécution des peines
et de la gestion des incidents". Une nouvelle contradiction, estime Virginie Valton, car "le rapport souligne
que les procureurs ne parviennent pas à faire appliquer
leurs décisions et on veut
leur ajouter une charge supplémentaire". Un transfert de
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 285
compétence qui pourrait se
voir retoquer par le Conseil
Constitutionnel et "valoir à
la France de se faire à nouveau épingler par la Cour européenne des
droits
de
l"homme à propos du manque d"indépendance du parquet vis-à-vis de l"exécutif".
Parmi les 50 propositions du
député UMP figure également une idée qui était inscrite dans le programme pré-
sidentiel de Ségolène Royal
en 2007 : une forme de service civique pour les mineurs
récidivistes, sous contrôle
militaire. Proposée par Eric
Ciotti, la mesure ne trouve
pas plus de soutien de la part
du Syndicat de la magistrature : "C"est une insulte faite
aux éducateurs de croire
qu"il peuvent être remplacés
par des militaires, qui ont par
ailleurs autre chose à faire",
assure Mathieu Bonduelle.
"Globalement, l"alpha et
l"oméga des solutions d"Eric
Ciotti se situent dans
l"emprisonnement. Est-ce un
objectif d"envoyer un maximum de monde derrière les
barreaux ou faut-il réfléchir à
comment faire pour préparer
leur retour dans la société ?",
interroge le magistrat.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 286
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
AFP (LO) • NOTICIÁRIO INTERNACIONAL • 6/6/2011 • 11:15:00
Strauss-Kahn se declara inocente das acusações de crimes sexuais
NOVA YORK, EUA (AFP) O ex-diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional
(FMI) Dominique StraussKahn se declarou inocente
das acusações de crimes sexuais contra uma funcionária
de hotel em uma audiência
nesta segunda-feira em um
tribunal de Nova York.
Vestido com um terno azul
marinho, DSK permaneceu
de pé diante do juiz da Su-
prema Corte de Nova York
Michael Obus e se declarou
inocente das acusações de
agressão sexual, incluindo
tentativa de estupro, contra
uma camareira de 32 anos de
origem guineana do hotel
Sofitel de Nova York.
Perguntado sobre como se
declarava sobre as acusações,
Strauss-Kahn
respondeu:
"Inocente".
O juiz Michael Obus marcou
a próxima audiência do processo para 18 de julho.
Após a curta audiência, Strauss-Kahn deixou o tribunal acompanhado pela esposa, a jornalista Anne Sinclair.
Ele retornará ao apartamento
de luxo no bairro de Tribeca,
onde cumpre prisão domiciliar.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 287
TRF •
PORTUGAL DIGITAL (PT) • CULTURA • 6/6/2011 • 12:00:00
Encontro internacional de fotografia no Rio homenageia Itália
As exposições no Centro Cultural Correios (Rua Visconde de Itaboraí, 20) ficam em cartaz até 17 de julho e podem ser visitadas de terça a domingo, das 12 às 19h.
Rio de Janeiro - Pela primeira vez desde sua criação, em
2003, o FotoRio – Encontro
Internacional de Fotografia
do Rio de Janeiro – homenageia um país estrangeiro em
sua vasta programação de
mostras, que se estendem por
mais de dois meses por toda
a cidade.
A nação homenageada na
edição 2011 da bienal carioca
de arte fotográfica é a Itália,
que celebra este ano os 150
anos de sua unificação política e, a partir de setembro,
inaugura o Ano da Itália no
Brasil.
O país é tema de seis exposições de um total de 14 que o
FotoRio inaugura nesta segunda-feira (6), às 19h, para
convidados, no Centro Cultural Correios, no centro do
Rio. Um dos destaques é O
Brasil de Fulvio Roiter, mostra de 50 imagens em preto e
branco e em cores do fotógrafo que nos anos 50 percorreu o Brasil de norte a sul,
a convite do então presidente
Juscelino Kubitschek. Roiter
é considerado o maior fotógrafo italiano vivo.
Já a mostra de Giancarlo
Mecarelli tem seu foco na
beleza da mulher afrobrasileira , enquanto Dopo
l’Alba – Depois do Amanhecer, de Tadeu Vilani, apresenta 30 fotografias e um
vídeo sobre a imigração italiana no Rio Grande do Sul,
com ênfase nos costumes e
na arquitetura.
Fazem parte ainda da homenagem à Itália as mostras
Muitos, de Antonio Biasiucci, apontado como um dos
grandes nomes da fotografia
na arte contemporânea europeia, e a instalação História,
Memórias e Segredos de Família, de Lorena Vaschetti,
sobre a trajetória de uma
família em processo de imigração da Itália para a Argentina.
“Um festival de fotografia é
uma coisa viva, que vai se
transformando ao longo dos
anos. Nós vimos que homenagear um país a cada edição
seria uma boa maneira de
mapearmos a fotografia internacional’, afirma Milton
Guran, idealizador e curador
do FotoRio. “Resolvemos
começar pela Itália, porque,
além de estar celebrando os
150 anos de sua unidade a
partir de setembro, promove
o Ano da Itália no Brasil.”
Segundo Guran, na próxima
edição o evento vai homenagear a Alemanha, também
por dois motivos relacionados ao calendário: 2013 será
o Ano da Alemanha no Brasil, enquanto o nosso país vai
ser o homenageado da Feira
de Livros de Frankfurt, con-
siderada a mais importante
do mundo.
Fora da representação italiana, o espaço de 3 mil metros
quadrados do Centro Cultural
Correios abriga mostras de
renomados fotógrafos brasileiros, como Flavio Damm,
Walter Carvalho e Nair Benedicto, e de outros países.
Guran chama a atenção para
a exposição dos irmãos Vargas, fotógrafos peruanos do
início do século 20. “É, sem
dúvida, uma das mais impactantes e instigantes do FotoRio 2011”, afirma, sobre essa
mostra, organizada em conjunto com a Pinacoteca do
Estado de São Paulo.
As exposições no Centro
Cultural Correios (Rua Visconde de Itaboraí, 20) ficam
em cartaz até 17 de julho e
podem ser visitadas de terça
a domingo, das 12 às 19h.
Aberto no dia 30 de maio, no
Centro Cultural Banco do
Brasil (CCBB), o FotoRio
2011 tem ao todo 60 exposições em 40 espaços culturais
da cidade, todas com entrada
franca. A cada semana, são
inauguradas mostras, numa
sequencia que se estende até
19 de agosto, data em que se
comemora o Dia Internacional da Fotografia.
No dia 7, serão abertas mais
duas, na Caixa Cultural, também no centro do Rio. Uma
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 288
delas, do fotografo Virgilio
Calegari, também faz parte
da homenagem à Itália. No
mesmo dia, no Centro Cultural Laurinda Santos Lobo,
em Santa Teresa, a mostra
Viva Favela expõe imagens
do povo sobre os projetos de
inclusão visual na cidade do
Rio de Janeiro, e no dia 14
exposições serão inauguradas
Centro Cultural da Justiça
Federal (CCJF). Ainda em
junho, outras mostras serão
abertas no Instituto Moreira
Salles e no Museu Nacional
de Belas Artes. As informações são da ABr.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 289
PROCURADORIA GERAL • MINISTÉRIO PÚBLICO •
PORTUGAL DIGITAL (PT) • NOTÍCIAS • 6/6/2011 • 21:59:00
Procurador-geral da República arquiva representações contra Palocci
Brasília – O procuradorgeral da República, Roberto Gurgel, decidiu arquivar
as representações contra o
ministro-chefe da Casa Civil,
Antonio Palocci. A PGR
recebeu quatro representações contra o ministro que
pediam abertura de inquérito
para investigar a evolução
patrimonial de Palocci nos
últimos anos.
Palocci foi citado em uma
reportagem da Folha de
S.Paulo, que apontou uma
grande evolução em seu patrimônio entre 2006 e 2010,
período em que era deputado
federal, após deixar o Ministério da Fazenda, no governo
de Luiz Inácio Lula da Silva.
Na decisão, o PGR argumenta que, para abertura de inquérito a partir de representações, “é imprescindível que
a notícia aponte a existência
de elementos, ainda que mínimos, da prática de algum
crime”. Segundo Gurgel, a
investigação sobre patrimônio não é objeto da esfera
penal.
“A lei penal não tipifica como crime a incompatibilida-
de entre o patrimônio e a
renda declarada. Trata-se de
fato que, em tese, poderá
configurar ato de improbidade administrativa”, diz, no
despacho assinado segundafeira (6).
Segundo Gurgel, os eventuais atos de improbidade administrativa cometidos por
Palocci serão apurados no
inquérito civil aberto pelo
Ministério Público Federal
no Distrito Federal. As informações são da ABr.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 290
PROCURADORIA GERAL • MINISTÉRIO PÚBLICO •
PORTUGAL DIGITAL (PT) • NOTÍCIAS • 6/6/2011 • 21:59:00
Procurador-geral da República arquiva representações contra Palocci
Brasília – O procuradorgeral da República, Roberto Gurgel, decidiu arquivar
as representações contra o
ministro-chefe da Casa Civil,
Antonio Palocci. A PGR
recebeu quatro representações contra o ministro que
pediam abertura de inquérito
para investigar a evolução
patrimonial de Palocci nos
últimos anos.
Palocci foi citado em uma
reportagem da Folha de
S.Paulo, que apontou uma
grande evolução em seu patrimônio entre 2006 e 2010,
período em que era deputado
federal, após deixar o Ministério da Fazenda, no governo
de Luiz Inácio Lula da Silva.
Na decisão, o PGR argumenta que, para abertura de inquérito a partir de representações, “é imprescindível que
a notícia aponte a existência
de elementos, ainda que mínimos, da prática de algum
crime”. Segundo Gurgel, a
investigação sobre patrimônio não é objeto da esfera
penal.
“A lei penal não tipifica como crime a incompatibilida-
de entre o patrimônio e a
renda declarada. Trata-se de
fato que, em tese, poderá
configurar ato de improbidade administrativa”, diz, no
despacho assinado segundafeira (6).
Segundo Gurgel, os eventuais atos de improbidade administrativa cometidos por
Palocci serão apurados no
inquérito civil aberto pelo
Ministério Público Federal
no Distrito Federal. As informações são da ABr.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 291
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
SÜDDEUTSCHE ZEITUNG (BL) • BAYERN • 6/6/2011 • 11:33:00
Resonanzstudien: Ein Verstoß gegen die Verfassung
Der Verfassungsgerichtshof rügt Seehofers Umgang mit den Resonanzstudien als Missachtung der Rechte des Parlaments. Die Staatskanzlei interpretiert das Urteil elegant.
Von Frank Müller
Es ist 10 Uhr, als SPDFraktionschef Markus Rinderspacher entspannt vor
dem Münchner Justizpalast
steht. Er hat einen Schwung
kopierter Seiten aus den umstrittenen
Resonanzstudien
dabei, blättert sie noch einmal durch und schüttelt den
Kopf wie am ersten Tag.
"Das ist immer nur CSU,
CSU, CSU", sagt er in einer
Mischung aus Empörung und
Vorfreude.
Eine halbe Stunde später
kann sich Rinderspacher
dann richtig freuen: Der Verfassungsgerichtshof gibt der
SPD im Kampf gegen die
umstrittenen StaatskanzleiStudien auf ganzer Linie recht. Ministerpräsident Horst
Seehofer (CSU) dagegen
bescheinigen die Richter,
dass seine Staatskanzlei gegen
die
Verfassung
verstoßen und die Abgeordnetenrechte verletzt hat.
In seiner Entscheidungsbegründung
hält
sich
Gerichtspräsident Karl Huber
nicht lang bei den Inhalten
der Studien auf. In ihnen
hatte die Staatskanzlei das
Hamburger GMS-Institut die
Stimmung der Bevölkerung
im Freistaat und im Bund
erkunden lassen. Dabei wur-
de nach der Wahlabsicht gefragt sowie nach den Sympathiewerten für Seehofer,
Kanzlerin Angela Merkel
und für ihre jeweilige Regierungsarbeit.
Ob Seehofer das durfte oder
nicht, lassen die Richter dahingestellt. Aber sie sagen
klar, dass er auf Nachfrage
aus dem Parlament hätte
erklären müssen, wozu er die
Daten braucht und warum er
sie auf Steuerzahlerkosten
für mehr als eine halbe Million Euro ermitteln ließ.
Genau diese Auskünfte hatte
die Staatskanzlei Rinderspacher auf dessen Anfrage
verweigert - und sich hinter
dem Argument verschanzt,
Rinderspachers
Fragen
beträfen "den Kernbereich
exekutiver Eigenverantwortung", sprich: Sie seien so
etwas wie ein Staatsgeheimnis. Das verneinen die Richter aber deutlich. Mit dieser
Begründung "durfte eine
Beantwortung nicht verweigert werden", sagt Huber.
Zwar habe jede Regierung
das Recht, ihre interne Willensbildung vor dem Parlament abzuschotten, weil es
sonst zu einem "Mitregieren
Dritter bei Entscheidungen
führen kann, die in der alleinigen Kompetenz der Regierung liegen".
Die umstrittenen Studien
gehörten aber nicht dazu,
befinden die Verfassungsrichter - offenbar weil sie deren Resultate doch für zu
trivial halten: "Hinsichtlich
der Umfrageergebnisse zur
politischen Stimmung ist
nicht erkennbar, inwiefern
eine Bekanntgabe der Inhalte
dazu führen könnte, dass
autonome Entscheidungsprozesse
der
Staatsleitung
beeinträchtigt werden." Und
dann erlaubt sich Hubers
Runde noch eine kleine Spitze: "Hinzu kommt, dass der
Kernbereich exekutiver Eigenverantwortung nur Aufgaben umfassen kann, deren
Erledigung der Staatsregierung nach dem Verfassungsgefüge zugewiesen ist." Das
könnte bedeuten: Politische
Tipps, wie sie sich Seehofer
vom GMS-Institut geben
ließ, etwa jenen, doch die
FDP verstärkt zu attackieren,
gehören nicht direkt zum
Regierungsauftrag.
Diese Verquickung von Regierungs- und Parteiarbeit
hatte auch der Oberste Rechnungshof
schon
als
unzulässig kritisiert. Nun
wird mit Spannung erwartet,
was
Bundestagspräsident
Norbert Lammert als dritte
Kontrollinstanz sagt. Bei ihm
liegt der Fall zur Überprüfung, weil er auch als ver-
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 292
deckte Finanzierung der CSU
gewertet werden könnte.
Dann dürfte es richtig teuer
werden. Die Kosten für die
Studien müsste die CSU dem
Staat zumindest zum Teil
ersetzen, dazu käme eine
doppelt so hohe Strafe. Ein
Termin für die Entscheidung
ist noch nicht absehbar, so
eine Bundestagssprecherin.
Die Staatskanzlei interpretiert das Urteil elegant: Es
habe ihren "neuen Kurs"
bestätigt, sagt ein Sprecher eine Anspielung darauf, dass
die Regierung Rinderspacher
im Laufe des Streits die Studien übergeben hatte. Auch
Seehofer selbst, der noch
nach Bekanntwerden der
Vorwürfe gesagt hatte, er
würde alles wieder so machen, gibt den Reformer:
"Ich habe entschieden, dass
wir die Praxis ändern", sagt
er. "Unser Tun ist ein
Öffentliches und Transparentes. Ich habe immer die Meinung vertreten, was hinter
verschlossenen Türen besprochen
wird,
müsse
öffentlich zugänglich sein. Es
kommt sowieso alles an die
Öffentlichkeit."
Die Oppositionsfraktionen
reagieren hocherfreut. Grünen-Fraktionschefin Marga-
rete Bause kritisiert, die Regierung habe die Rechte des
Parlaments mit Füßen getreten. Der Vorsitzende der
Freien Wähler, Hubert Aiwanger, sagt: "Damit wurde
der Machtmissbrauch der
CSU in die Schranken gewiesen." Und selbst Miriam
Gruß, Generalsekretärin des
CSU-Koalitionspartners FDP
nennt das Verhalten der CSU
"unrühmlich". Rinderspacher
selbst steht nach dem Urteil
vor dem Justizpalast und
strahlt: "Das ist ein guter
Tag, nicht nur für die SPD,
sondern auch für die Demokratie."
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 293
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
SÜDDEUTSCHE ZEITUNG (BL) • BAYERN • 6/6/2011 • 06:51:00
Urteil zu Resonanzstudien: Rüffel für die Regierung
Der Verfassungsgerichthof hat entschieden: Die Staatsregierung hat im Umgang mit
umstrittenen Meinungsumfragen gegen die Verfassung verstoßen. Die CSU sieht das jedoch anders.
Von Frank Müller
Die bayerische Staatskanzlei
muss ihre umstrittenen sogenannten
Resonanzstudien
grundsätzlich auf Anfrage
eines Landtagsabgeordneten
herausgeben. Das entschied
der Bayerische Verfassungsgerichtshof am Montag und
gab damit einer Klage des
SPD-Fraktionsvorsitzenden
Markus Rinderspacher statt.
Zur Begründung hieß es, das
Recht des Abgeordneten auf
eine umfassende Beantwortung sei von der Staatskanzlei verletzt worden. Die
Staatskanzlei hatte die Meinungsumfragen zunächst mit
der Begründung zurückgehalten, diese berührten den
sogenannten
Kernbereich
exekutiver Eigenverantwortung.
Die mehr als eine halbe Million Euro teuren Umfragen
des
Hamburger
GMSInstituts fragten nicht nur
allgemeine Einstellungen der
Bevölkerung ab, sondern
forschten auch nach den Wahlabsichten der Bürger. Dazu
kamen Empfehlungen der
Sozialforscher an die CSU,
wie sie sich im politischen
Geschäft verhalten solle. Für
Aufsehen sorgte vor allem
der Ratschlag, verstärkt die
FDP ins Visier zu nehmen
(mit der die CSU damals
schon koalierte). Genau dies
tat Seehofer dann auch.
SPD-Fraktionschef Markus
Rinderspacher machte die
Resonanzstudien öffentlich
und brachte die Sache vor
den Verfassungsgerichtshof.
In dessen Entscheidung geht
es jetzt um die politische
Aufarbeitung des Falls: Rinderspacher hatte mehrere
parlamentarische Anfragen
gestellt, Antworten darauf
verweigerte die Staatskanzlei
jedoch zum Teil. Das wollte
Rinderspacher nicht hinnehmen. Als er klagte, machte
die Staatskanzlei eine Wende: Sie gab ihm die Studien
und meinte, damit habe sich
der Fall erledigt.
Das hat er sich aus Sicht der
Opposition keineswegs. SPD
und Grüne wittern die
unzulässige
Vermischung
von Staats- und Parteiarbeit,
es könne sich sogar um verdeckte Parteienfinanzierung
handeln. Seehofers Staatskanzlei hält dagegen: Es sei
um die "Erforschung der
allgemeinen
Meinungsbildung in der Bevölkerung"
gegangen - da seien politische Fragen und die Überschneidung von Regierungs- und
Parteiarbeit nicht zu vermei-
den. Rinderspacher sagte vor
der Entscheidung, er erwarte
ein "weitreichendes Urteil",
das über seine Rechte als
Abgeordneter hinaus klären
könne, ob die CSU die Staatskanzlei zur Wahlkampfhilfe missbrauchen dürfe.
Die Entscheidung des Gerichtes könnte auch eine Vorentscheidung für die anstehende Entscheidung von
Bundestagspräsident Norbert
Lammert. Der prüft den
Vorwurf der verdeckten Parteienfinanzierung. Sollte er
ihn bejahen, drohe der CSU
eine Rückzahlung der Kosten
für die Studien zuzüglich
einer doppelt so hohen Strafzahlung.
Die bayerische Staatskanzlei
hält ihre umstrittenen Resonanzstudien indes weiter für
zulässig. Meinungsumfragen
zum Regierungshandeln seien auch in anderen Ländern
und im Bund gängige Praxis,
sagte ein Sprecher der Staatskanzlei am Montag in
München. Er verwies darauf,
dass sich die zuvor verkündete Entscheidung des Verfassungsgerichtshof nur auf den
Umfang der Auskunftspflicht
bei parlamentarischen Anfragen beziehe, nicht aber auf
die Zulässigkeit der Resonanzstudien.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 294
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FRANKSURTER ALLGEMEINE (BL) • FINANZEN • 6/6/2011 • 17:17:02
Mittelstandsanleihen: Der Markt muss sich noch etablieren
Das Agrar-Unternehmen KTG Agrar zapft zum zweiten Mal innerhalb von neun Monaten
den Markt für Mittelstandsanleihen an. Anlass, sich über das Segment und seine Zukunft
Gedanken zu machen.
Von Martin Hock
Der liquide Markt für Mittelstandsanleihen ist für so
manches Unternehmen eine
erfreuliche
Finanzierungsquelle. Dies lockt nicht nur
so manch neuen Emittenten,
sondern nunmehr auch so
manchen zum zweiten Mal
an. Noch kein Jahr ist es her,
seit im vergangenen September das LandwirtschaftsUnternehmen KTG Agrar
sich am Stuttgarter Bond-M
mit 50 Millionen Euro versorgte.
Nun wollen die Hamburger
den Markt ein zweites Mal
anzapfen und bieten bei einem Volumen von 50 Millionen Euro für eine Laufzeit
von sechs Jahren einen Zins
von 7,125 Prozent. Diesmal
soll die Anleihe im Entry
Standard der Frankfurter
Wertpapierbörse notiert werden.
Weiter auf Expansionskurs
KTG Agrar, seit Ende 2007
börsennotiert, hat im vergangene Jahr knapp 45 Millionen Euro umgesetzt, knapp
zwei Drittel davon mit dem
Anbau vor allem von Getrei-
de, rund 30 Prozent mit der
Produktion von Biogas sowie
rund 2 Millionen Euro mit
Aktivitäten wie Farmmanagement oder der Vermarktung von Beerenfrüchten.
Nach dem Zukauf des insolventen Tiefkühlkostherstellers Frentzel zu Jahresbeginn
will das Unternehmen künftig aber auch in dem Bereich
der Lebensmittelveredlung
Marktanteile gewinnen.
Mit dem Erlös aus der neuen
Anleihe will das Unternehmen, das mehr als 33.000
Hektar in Ostdeutschland
und Litauen bewirtschaftet,
die Anbaufläche mittelfristig
auf 50.000 Hektar erweitern.
Zudem will das Unternehmen seinen Eigentumsanteil
in den nächsten Jahren von
derzeit knapp 20 auf 25 Prozent erhöhen.
Gleichzeitig
soll
die
Produktionskapazität
der
Biogasanlagen von 16 auf 25
bis 30 Megawatt steigen.
Derzeit befinden sich Biogasanlagen mit einer Leistung
von 7 Megawatt im Bau. Mit
dem Bau weiterer Anlagen
mit insgesamt vier Megawatt
soll noch im Herbst begonnen werden. Genehmigungs-
verfahren für bis zu zehn
Megawatt laufen bereits.
Verschuldung wächst
Das Wachstumspotential des
Unternehmens erscheint angesichts einer wachsenden
Weltbevölkerung und steigender Agrarpreise derzeit
groß. Allerdings wächst auch
die Verschuldung. Die Eigenkapitalquote hat sich schwankend entwickelt und
lag mit 33,6 Prozent zum 31.
Dezember auf einem vertretbaren Niveau und ungefähr
so hoch wie ein Jahr zuvor.
Das ist vor allem gleichzeitigen Kapitalerhöhungen zu
verdanken, wodurch 2009
dem KTG Agrar mehr als 5
und 2010 mehr als 8 Millionen Euro zuflossen.
Weniger konstant entwickelte sich die Nettofinanzverschuldung, die sich schon
zwischen 2007 und 2009 auf
mehr als 50 Millionen Euro
mehr als verdoppelte und bis
zum Jahresende 2010 nach
der Anleihenemission auf
mehr als 90 Millionen Euro
anwuchs.
Das Verhältnis zum operativen Gewinn lag laut HGB-
Ausweis des Konzerns in den
Jahren 2008 und 2009 bei
knapp 4. Zum 31. Dezember
ist sie auf 5,2 angestiegen.
Mittelabflüsse aus dem operativen Geschäft
Ausweislich der Datenbank
des Finanzdienstleisters Bloomberg betrug der freie Mittelabfluss zwischen 2007 und
2009 jeweils mehr als 20
Millionen Euro mit steigender Tendenz. Nach der Konzern-Kapitalflussrechnung
verdoppelte sich der Mittelabfluss
aus
laufender
Geschäftstätigkeit 2010 auf
rund 22 Millionen Euro und
war auch in den Jahren davor
negativ.
Mit der Vollplazierung der
neuen Anleihe, deren Erlöse
vor allem der Expansion dienen, wird die Verschuldung
weiter deutlich ansteigen.
Das Gesamtvolumen macht
rund 50 Prozent der Bruttofinanzverbindlichkeiten zum
Jahresbeginn aus. 3,25 Millionen Euro werden in diesem
Jahr an Anleihezinsen fällig.
Damit steigt der Zinsaufwand um rund 78 Prozent.
2012 werden rund 6,8 Millionen Euro an Anleihezinsen
fällig.
In Relation hohe Volumina
Dies zeigt deutlich das Risiko von Mittelstandsanleihen.
Eine
50-Millionen-EuroAnleihe der KTG Agrar ist
größer als der Jahresumsatz
und entspricht einem Viertel
der Bilanzsumme. Übertragen auf einen Emittenten wie
die
Deutsche
Telekom
entspräche das einem Plazie-
rungsvolumen von 32 bis 70
Milliarden Euro. Tatsächlich
beträgt das Gesamtvolumen
aller ausstehenden Anleihen
der Telekom etwas weniger
als 32 Milliarden Euro. Von
den internationalen RatingAgenturen werden TelekomAnleihen derzeit mit „Baa1“
bzw. „BBB+“ im unteren
Bereich dessen eingeordnet,
was als investmentwürdig
gilt.
Zwecks Tilgung oder einer
erleichterten Refinanzierung
müssen
mittelständische
Konzerne wie KTG Agrar
zum
einen
ihr
Geschäftsvolumen erhöhen.
Im Jahr 2015 will das Unternehmen einen Umsatz von
170 Millionen Euro erwirtschaften. Jeweils 60 Millionen
Euro sollen das Agrar- und
Bioenergiegeschäft und 50
Millionen Euro die Nahrungsmittelherstellung
(Frentzel) beisteuern. Derzeit
bringt letztere Bereich erst
rund 10 Millionen Euro. Der
Vorstandsvorsitzende Siegfried Hofreiter äußert sogar
die Erwartung, „dass der
Weg Richtung 200 Millionen
Euro sehr schnell erreicht
sein wird“. Dabei müssen
aber auch Ertragsentwicklung und Mittelzufluss Schritt halten bzw. aufholen.
Sorgen wegen Basel III
Doch dies ist nur ein Aspekt.
Selbst wenn KTG Agrar im
Jahr 2015 170 Millionen Euro umsetzt, so muss das Unternehmen dann 50 Millionen
Euro tilgen oder refinanzieren - 30 Prozent des Umsatzes also. Übertragen auf die
Telekom wären dies bei ei-
nem von Analysten im Durchschnitt
prognostizierten
Umsatz von 58,1 Milliarden
Euro 17,4 Milliarden Euro.
Tatsächlich wird in den Jahren 2011 bis 2015 ungefähr
dieses Volumen fällig, doch
ist die Schuldenstruktur deutlich besser.
Sorgen machen Beobachtern
auch die neue Bankenregulierung (“Basel III“), in deren
Zuge die Eigenkapitalanforderungen ab 2013 deutlich
steigen. Mancher Bank sei
eher an einem Abbau des
Bestandsgeschäfts gelegen,
heißt es. Deswegen sei offen,
wie
gut
die
Refinanzierungsmöglichkeite
n in einigen Jahren gerade
für mittelständische Emittenten seien. Auch Zinsniveau
und die Verfassung des Anleihenmarktes seien zu diesem Zeitpunkt nicht prognostizierbar.
Marktsegment noch in der
Entwicklung
Ein nicht undenkbares Negativ-Szenario wären etwa ein
oder zwei Zahlungsausfälle
mittelständischer Emittenten,
die den Gesamtmarkt in Verruf bringen. Immerhin wird
in den Jahren 2015 und 2016
an
den
vier
Mittelstandsbörsen mittlerweile ein Anleihevolumen
von 1,395 Milliarden Euro
fällig. Ein Imageschaden für
den Markt würde zum einen
die Kurse der Anleihen deutlich unter Druck bringen,
zum anderen die Refinanzierung über den Markt erheblich erschweren, wenn nicht
gar unmöglich machen.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 296
Tatsächlich muss dieses Negativ-Szenario aber nicht
eintreten. Wie sich das Segment weiter entwickelt, ist
offen. So ist möglich, dass
Zahlungsausfälle sich nicht
auf den Gesamtmarkt auswirken. Es ist denkbar, dass
sich das Segment etabliert
und Mittelstandsanleihen in
den kommenden Jahren zu
einem etablierten Mittel der
Unternehmensfinanzierung
werden.
Die zweite Emission von
KTG zeigt indes auch einen
erheblichen Unterschied zu
etablierten Emittenten. Die
Ausgabe von Mittelstandsanleihen kann der Einstige in
ein völlig neues Finanzierungskonzept sein. Die Bilanzstrukturen des Unternehmens wandeln sich dann
und das macht sie schwieriger berechenbar als im Falle
von etablierten großen Emittenten.
Mit einem Aufschlag von 4,3
Prozentpunkten auf den Referenzzins der Banken zahlt
KTG Agrar diesmal relativ
sogar weniger als im vergangenen September. Das zeigt,
dass die derzeitige Marktverfassung weiter gut ist, auch
wenn die Rendite der Anleihe aus dem Vorjahr seit Mitte Mai um mehr als einen
Prozentpunkt auf mittlerweile 6,12 Prozent wieder angestiegen ist. In jüngster Zeit
haben allerdings auch andere
Höhenflieger des Segments
Federn lassen müssen.
Die in dem Beitrag geäußerte
Einschätzung gibt die Meinung des Autors wieder.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 297
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FRANKSURTER ALLGEMEINE (BL) • GESELLSCHAFT • 6/6/2011 • 16:55:45
New York: Strauss-Kahn erklärt sich für „nicht schuldig“
Der ehemalige IWF-Chef Dominique Strauss-Kahn hat sich im Vergewaltigungsprozess
vor einem New Yorker Gericht in allen Anklagepunkten für „nicht schuldig“ erklärt. Experten rechnen mit einem langwierigen Prozess.
Von Christiane Heil
In New York hat am Montag
am Obersten Gerichtshof der
Vergewaltigungsprozess gegen Dominique Strauss-Kahn
begonnen. Der früheren Chef
des
Internationalen
Währungsfonds
(IWF)
erklärte sich bei einem nur
wenige Minuten dauernden
Auftritt für „nicht schuldig“
in allen Anklagepunkten.
Strauss-Kahn und seine Frau
passierten auf dem Weg zum
Supreme Court in Manhattan eine Gruppe von Hotelangestellten, die „Shame on
you“ (etwa „Schäm Dich“)
skandierten.
Der 62 Jahre alte Franzose
wird beschuldigt, vor seiner
Festnahme am 14. Mai in
einer Suite des Hotels Sofitel
in
Manhattan
ein
Zimmermädchen zum Oralsex gezwungen zu haben.
Strauss-Kahn war am 18.
Mai nach den Vorwürfen des
sexuellen Missbrauchs als
Geschäftsführender Direktor
des IWF zurückgetreten. Sollte er der Anklage entsprechend der versuchten Vergewaltigung, des sexuellen
Missbrauchs und der Freiheitsberaubung schuldig ges-
prochen werden, drohen dem
Vater von vier Kindern bis
zu 25 Jahre Haft.
Die Staatsanwaltschaft hatte
wiederholt erklärt, täglich
mehr Beweise gegen StraussKahn in den Händen zu halten. In der vergangenen Woche waren bereits Spermaspuren
des
Zweiundsechzigjährigen auf
der Uniform der Hotelangestellten nachgewiesen worden.
Die Verteidiger des früheren
IWF-Chefs behauptet dagegen, Informationen vorlegen
zu können, die ernste Zweifel
an der Glaubwürdigkeit des
Zimmermädchens aufkommen ließen. Die Begegnung
zwischen ihrem Mandanten
und der aus Afrika eingewanderten Frau sei nicht
„erzwungen“ worden.
Unter Hausarrest
Nach vier Tagen im berüchtigten Gefängnis Rikers Island steht Strauss-Kahn seit
zwei Wochen in Manhattan
unter Hausarrest. Gemeinsam
mit seiner Ehefrau, der
französischen Fernsehjournalistin Anne Sinclair, hat Strauss-Kahn ein luxuriöses
Townhouse im Stadtteil Tri-
beca bezogen. Wie Reuters
berichtet, nimmt die Staatsanwaltschaft an, dass allein
für die Sicherheitsvorkehrungen etwa 200.000 Dollar
monatlich anfallen. Wie die
auf 50.000 Dollar geschätzte
Miete für das Townhouse
muss Strauss-Kahn auch die
Kosten für das Wachpersonal
übernehmen. Der nächste
Verhandlungstermin wurde
für den 18. Juli angesetzt.
Der Fall hat international
hohe Aufmerksamkeit erregt,
auch weil Strauss-Kahn als
aussichtsreicher Kandidat für
die
französischen
Präsidentschaftswahlen im
kommenden Jahr galt und
damit als Herausforderer von
Amtsinhaber Nicolas Sarkozy.
Wo sich die Klägerin derzeit
befindet, ist unbekannt. Um
sie und ihre junge Tochter
vor der Öffentlichkeit zu
schützen, lebt sie seit dem
Vorfall am 14. Mai an einem
geheimen Ort.
Text: F.A.Z.
Bildmaterial: dapd
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 298
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FRANKSURTER ALLGEMEINE (BL) • POLITIK • 6/6/2011 • 16:55:45
New York: Strauss-Kahn erklärt sich für „nicht schuldig“
Der ehemalige IWF-Chef Dominique Strauss-Kahn hat sich im Vergewaltigungsprozess
vor einem New Yorker Gericht in allen Anklagepunkten für „nicht schuldig“ erklärt. Experten rechnen mit einem langwierigen Prozess.
Von Christiane Heil
In New York hat am Montag
am Obersten Gerichtshof der
Vergewaltigungsprozess gegen Dominique Strauss-Kahn
begonnen. Der früheren Chef
des
Internationalen
Währungsfonds
(IWF)
erklärte sich bei einem nur
wenige Minuten dauernden
Auftritt für „nicht schuldig“
in allen Anklagepunkten.
Strauss-Kahn und seine Frau
passierten auf dem Weg zum
Supreme Court in Manhattan eine Gruppe von Hotelangestellten, die „Shame on
you“ (etwa „Schäm Dich“)
skandierten.
Der 62 Jahre alte Franzose
wird beschuldigt, vor seiner
Festnahme am 14. Mai in
einer Suite des Hotels Sofitel
in
Manhattan
ein
Zimmermädchen zum Oralsex gezwungen zu haben.
Strauss-Kahn war am 18.
Mai nach den Vorwürfen des
sexuellen Missbrauchs als
Geschäftsführender Direktor
des IWF zurückgetreten. Sollte er der Anklage entsprechend der versuchten Vergewaltigung, des sexuellen
Missbrauchs und der Freiheitsberaubung schuldig ges-
prochen werden, drohen dem
Vater von vier Kindern bis
zu 25 Jahre Haft.
Die Staatsanwaltschaft hatte
wiederholt erklärt, täglich
mehr Beweise gegen StraussKahn in den Händen zu halten. In der vergangenen Woche waren bereits Spermaspuren
des
Zweiundsechzigjährigen auf
der Uniform der Hotelangestellten nachgewiesen worden.
Die Verteidiger des früheren
IWF-Chefs behauptet dagegen, Informationen vorlegen
zu können, die ernste Zweifel
an der Glaubwürdigkeit des
Zimmermädchens aufkommen ließen. Die Begegnung
zwischen ihrem Mandanten
und der aus Afrika eingewanderten Frau sei nicht
„erzwungen“ worden.
Unter Hausarrest
Nach vier Tagen im berüchtigten Gefängnis Rikers Island steht Strauss-Kahn seit
zwei Wochen in Manhattan
unter Hausarrest. Gemeinsam
mit seiner Ehefrau, der
französischen Fernsehjournalistin Anne Sinclair, hat Strauss-Kahn ein luxuriöses
Townhouse im Stadtteil Tri-
beca bezogen. Wie Reuters
berichtet, nimmt die Staatsanwaltschaft an, dass allein
für die Sicherheitsvorkehrungen etwa 200.000 Dollar
monatlich anfallen. Wie die
auf 50.000 Dollar geschätzte
Miete für das Townhouse
muss Strauss-Kahn auch die
Kosten für das Wachpersonal
übernehmen. Der nächste
Verhandlungstermin wurde
für den 18. Juli angesetzt.
Der Fall hat international
hohe Aufmerksamkeit erregt,
auch weil Strauss-Kahn als
aussichtsreicher Kandidat für
die
französischen
Präsidentschaftswahlen im
kommenden Jahr galt und
damit als Herausforderer von
Amtsinhaber Nicolas Sarkozy.
Wo sich die Klägerin derzeit
befindet, ist unbekannt. Um
sie und ihre junge Tochter
vor der Öffentlichkeit zu
schützen, lebt sie seit dem
Vorfall am 14. Mai an einem
geheimen Ort.
Text: F.A.Z.
Bildmaterial: dapd
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 299
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FRANKSURTER ALLGEMEINE (BL) • POLITIK • 6/6/2011 • 16:44:07
Machtkampf in Sanaa: Eine jemenitische Stammesangelegenheit
Der Machtkampf im Jemen ist vor allem ein Konflikt zweier Familien: Auf der einen Seite
jene von Präsident Salih, der seinen Platz aus freien Stücken nicht räumen will, auf der
anderen die Familie Ahmar, die der Stammeskonföderation der Hashed vorsteht.
Von Rainer Hermann, Abu
Dhabi
Das nächste Kapitels des
jemenitischen Machtkampfs
entscheidet sich in Saudi
Arabien: Präsident Ali Abdullah Salih, der in einem
Krankenhaus in Riad erfolgreich operiert worden ist,
hat schon seine Rückkehr in
den Jemen ankündigen lassen. In Sanaa teilte der stellvertretende jemenitische Informationsminister Abdu al
Dschanadi mit, Salih sei bei
guter Gesundheit und werde
zurückkehren; „eines Tages“
werde er sein Amt in einer
Form abgeben, wie es die
Verfassung vorsehe. Ein
saudischer Regierungssprecher sagte, Salih könne nach
zwei
Wochen
seine
Amtsgeschäfte
wiederaufnehmen. Dabei ist aber keineswegs gewiss, dass SaudiArabien dem Patienten in den
kommenden Wochen eine
Rückkehr als Staatspräsident
erlauben wird.
Salih hatte in den vergangenen Wochen wiederholt die
Saudis vor den Kopf
gestoßen, als er sich weigerte, die saudischen Vorschläge
für einen ehrenvollen Abgang anzunehmen. Salihs
Zukunft liegt nun in ihrer
Hand. In dem Machtkampf
hatten ohnehin jene die Oberhand gewonnen, mit denen
Saudi-Arabien eng zusammenarbeitet: mit der Familie
Ahmar,
die
der
Stammeskonföderation der
Hashed vorsteht, und dem
General Ali Muhsin al Ahmar, zu dem der saudische
Kronprinz und Verteidigungsminister Sultan Bin
Abdalaziz Al Saud enge Beziehungen unterhält.
Drei Lager könnten die wichtigsten
Kandidaten
präsentieren
Aus freien Stücken will Salih
seinen Platz allerdings nicht
räumen. Der Nachrichtensender al Arabija berichtete,
die Saudis und Amerikaner
hätten am Samstagabend
versucht, den Präsidenten vor
seiner Abreise zur Unterzeichnung eines Dekrets zu bewegen, in dem er die Vollmachten während seiner
Abwesenheit an seinen Stellvertreter Abdurrabbo Mansur
Hadi abtritt. Salih soll sich in
den sich Stunden hinziehenden Verhandlungen geweigert und nur einer mündlichen Zusicherung bereit
erklärt haben. Seither amtiert
der 1945 in der südjemenitischen Provinz Abyan geborene
General
Hadi
als
Staatspräsident und Oberbe-
fehlshaber der Armee. Er
ordnete den Rückzug der
Armee aus den umkämpften
Vierteln der Hauptstadt an,
so dass der von SaudiArabien vermittelte Waffenstillstand in Kraft treten konnte. Gleichzeitig zog Scheich
Sadiq al Ahmar die Krieger
seiner Stammesmiliz aus den
besetzten
Regierungsgebäuden
und
Straßen von Sanaa zurück.
Die Waffenruhe hielt auch
am Montag weitgehend.
Wie auch immer sich die
Saudis gegenüber Salih verhalten: Hadi ist nur eine
Übergangsfigur. Auch wenn
er seit 1994 im Amt ist, hat
er nie eine eigene Hausmacht
aufgebaut. Auch hat er nie
den Ehrgeiz gezeigt, ins
höchste Staatsamt aufzusteigen. Sollte Saudi-Arabien
den von Salih dreimal zurückgewiesenen
Vermittlungsvorschlag für eine Machtübergabe wieder auf den
Tisch bringen, müsste Hadi
bald eine Übergangsregierung einsetzen und binnen 60
Tagen eine Neuwahl des
Präsidenten abhalten. Erst
dann würde sich zeigen, ob
die Ära Salih auch wirklich
vorbei ist.
Drei Lager könnten die wichtigsten
Kandidaten
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 300
präsentieren: das offizielle
Bündnis der Oppositionsparteien, die Familie Ahmar und
die Familie Salih. Das oppositionelle Bündnis der sechs
„Parteien des gemeinsamen
Treffens“ wird voraussichtlich einen Kandidaten aus dem
zuletzt unter Salih marginalisierten Südjemen nominieren, um einen Neuanfang zu
markieren. Als einer der Favoriten gilt Yassin Numan,
der Vorsitzende der sozialistischen Partei.
Im Mittelpunkt steht indes
der anhaltende Machtkampf
zwischen den Familien Ahmar und Salih. Die siegreiche
Partei wird entscheiden, wer
neuer Präsident wird. Bis
zum Tod von Abdullah al
Ahmar 2007 im saudischen
Dschidda waren sich die
Oberhäupter der beiden Familien auf Augenhöhe begegnet, auch wenn der aus
ärmsten Verhältnissen stammende Karrieresoldat Ali
Abdullah Salih in der Stammeshierarchie nie eine Rolle
gespielt hat. Er überließ aber
Abdullah al Ahmar wirtschaftliche Pfründe, so dass
der
seiner
Rolle
als
großzügiger Scheich erfüllen
konnte, und er ließ ihn als
den zweitmächtigsten Mann
im Jemen gewähren.
Die Stunde der jungen Aktivisten hat noch nicht geschlagen
Auf Abdullahs zehn Söhne
blickte Salih aber mit Verachtung. Ihnen entzog er Schritt um Schritt Macht, um
sie seinem ältesten Sohn
Ahmad zu übertragen sowie
seinen drei Neffen Yahya,
Ammar und Tariq Salih. Für
sie schuf er neue Einheiten in
den Streitkräften und den
Sicherheitsdiensten. Damit
setzte auch eine Entfremdung
zwischen ihm und seinem
vier Jahre jüngeren Halbbruder und General Ali Muhsin
al Ahmar ein, der ihm 1979
bei einem Attentatsversuch
das Leben gerettet hatte. Im
März entzog er Salih
öffentlich seine Loyalität und
schloss sich dem „Scheich
der Scheichs“ der Hashed an
- er stellte sich mit seiner
Ersten Division an die Seite
von Scheich Sadiq al Ahmar.
Noch zeichnet sich aber nicht
ab, ob der wenig charismatische Sadiq al Ahmar, der
erst in diesem Jahr an politischem Format gewonnen hatte, selbst das höchste Staatsamt anstrebt. Er könnte es
auch seinem jüngeren Bruder
Hamid überlassen, der ein
politisches Naturtalent ist. In
jedem Fall werden sie die
Scheichs der Familie Ahmar
und auch General Ali Muhsin
zu verhindern versuchen,
dass - etwa als Kandidat von
Salehs Staatspartei des „Allgemeinen Volkskongresses“
- ein Sohn oder Neffe des seit
1978 amtierenden Salih
Präsident wird.
Die Stunde der jungen Aktivisten, die den Stein ins Rollen gebracht haben, hat noch
nicht geschlagen. Da ein
Stamm einem Einzelnen mehr Sicherheit und Gerechtigkeit bietet als der Staat, bleiben die Stämme weiter wichtig. Die Jugendlichen lösen
sich aber von diesen traditionellen
Wertvorstellungen.
Ihre Stimme wird erst Gewicht haben, wenn sie ihren
Anteil am Aufbau des Staats
geleistet haben und dieser
auch funktioniert. Ihr Verdienst ist zunächst nur, dass sie
den „arabischen Frühling“ zu
einem weiteren Erfolg geführt haben.
Text: F.A.Z.
Bildmaterial:
F.A.Z.
afp,
dapd,
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 301
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FRANKSURTER ALLGEMEINE (BL) • WIRTSCHAF • 6/6/2011 • 16:55:45
New York: Strauss-Kahn erklärt sich für „nicht schuldig“
Der ehemalige IWF-Chef Dominique Strauss-Kahn hat sich im Vergewaltigungsprozess
vor einem New Yorker Gericht in allen Anklagepunkten für „nicht schuldig“ erklärt. Experten rechnen mit einem langwierigen Prozess.
Von Christiane Heil
In New York hat am Montag
am Obersten Gerichtshof der
Vergewaltigungsprozess gegen Dominique Strauss-Kahn
begonnen. Der früheren Chef
des
Internationalen
Währungsfonds
(IWF)
erklärte sich bei einem nur
wenige Minuten dauernden
Auftritt für „nicht schuldig“
in allen Anklagepunkten.
Strauss-Kahn und seine Frau
passierten auf dem Weg zum
Supreme Court in Manhattan eine Gruppe von Hotelangestellten, die „Shame on
you“ (etwa „Schäm Dich“)
skandierten.
Der 62 Jahre alte Franzose
wird beschuldigt, vor seiner
Festnahme am 14. Mai in
einer Suite des Hotels Sofitel
in
Manhattan
ein
Zimmermädchen zum Oralsex gezwungen zu haben.
Strauss-Kahn war am 18.
Mai nach den Vorwürfen des
sexuellen Missbrauchs als
Geschäftsführender Direktor
des IWF zurückgetreten. Sollte er der Anklage entsprechend der versuchten Vergewaltigung, des sexuellen
Missbrauchs und der Freiheitsberaubung schuldig ges-
prochen werden, drohen dem
Vater von vier Kindern bis
zu 25 Jahre Haft.
Die Staatsanwaltschaft hatte
wiederholt erklärt, täglich
mehr Beweise gegen StraussKahn in den Händen zu halten. In der vergangenen Woche waren bereits Spermaspuren
des
Zweiundsechzigjährigen auf
der Uniform der Hotelangestellten nachgewiesen worden.
Die Verteidiger des früheren
IWF-Chefs behauptet dagegen, Informationen vorlegen
zu können, die ernste Zweifel
an der Glaubwürdigkeit des
Zimmermädchens aufkommen ließen. Die Begegnung
zwischen ihrem Mandanten
und der aus Afrika eingewanderten Frau sei nicht
„erzwungen“ worden.
Unter Hausarrest
Nach vier Tagen im berüchtigten Gefängnis Rikers Island steht Strauss-Kahn seit
zwei Wochen in Manhattan
unter Hausarrest. Gemeinsam
mit seiner Ehefrau, der
französischen Fernsehjournalistin Anne Sinclair, hat Strauss-Kahn ein luxuriöses
Townhouse im Stadtteil Tri-
beca bezogen. Wie Reuters
berichtet, nimmt die Staatsanwaltschaft an, dass allein
für die Sicherheitsvorkehrungen etwa 200.000 Dollar
monatlich anfallen. Wie die
auf 50.000 Dollar geschätzte
Miete für das Townhouse
muss Strauss-Kahn auch die
Kosten für das Wachpersonal
übernehmen. Der nächste
Verhandlungstermin wurde
für den 18. Juli angesetzt.
Der Fall hat international
hohe Aufmerksamkeit erregt,
auch weil Strauss-Kahn als
aussichtsreicher Kandidat für
die
französischen
Präsidentschaftswahlen im
kommenden Jahr galt und
damit als Herausforderer von
Amtsinhaber Nicolas Sarkozy.
Wo sich die Klägerin derzeit
befindet, ist unbekannt. Um
sie und ihre junge Tochter
vor der Öffentlichkeit zu
schützen, lebt sie seit dem
Vorfall am 14. Mai an einem
geheimen Ort.
Text: F.A.Z.
Bildmaterial: dapd
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 302
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE NEW YORK TIMES (US) • NEW YORK • 6/6/2011
Though Hailed, Albany Ethics Deal Is Seen as Having Weaknesses
By DANNY HAKIM and
THOMAS KAPLAN
ALBANY — Here is how
ethics enforcement works,
Albany style.
Under a deal announced on
Friday by Gov. Andrew M.
Cuomo and legislative leaders, the 14 commissioners
running a new state ethics
board could vote 11 to 3 in
favor of an investigation, and
the vote could still fail.
Further, commissioners appointed by the Assembly
speaker, Sheldon Silver, a
Democrat, could effectively
block investigations of any
Democrat in the Legislature,
while commissioners appointed by the Senate majority
leader, Dean G. Skelos, a
Republican, would have similar power over investigations of any Republican.
And while there was an agreement that lawmakers who
are convicted of felonies
could lose their pensions, it
applies only to those who
have not been elected yet.
Current lawmakers can rest
easy: if they are found guilty,
they will keep their pensions.
Still, while the ethics deal is
viewed as having shortcomings,
good-government
groups almost universally
endorsed it, saying that it was
a major improvement. Now,
the Legislature polices itself,
with almost nothing to show
for it — the existing Legislative Ethics Commission almost never takes action against lawmakers or makes
information public.
The new structure will, for
the first time, combine regulation of the executive and
legislative branches under
one roof. A new agency called the Joint Commission on
Public Ethics will subsume
the Commission on Public
Integrity, which now polices
the executive branch.
The plan also includes
groundbreaking disclosure
rules: for the first time, lawmakers will have to make
public how much they earn
from outside business interests, and lawmakers who are
lawyers will have to reveal
their clients.
In a sign of the plan’s complexity, the governor and
lawmakers refused to release
a draft of the bill, making it
difficult to evaluate its full
impact because so much will
rest on the fine print.
The governor, who championed ethics reform during his
campaign, defended the deal
on Monday at a news conference in the Capitol with
lawmakers.
“We don’t want to create a
vehicle for a partisan witch
hunt,” Mr. Cuomo said.
“First, you have a Constitutional challenge of separation of the executive and the
Legislature,” he added. “This
is probably the first time in
the history of the State of
New York that there’s been
any joint investigative board.
We understand the ethical
need for it, and we want to
restore the trust with the public, but we also need to respect the Constitutional balance.”
Mr. Silver said, “The agreement we have reached today
requires more extensive financial disclosure and establishes serious penalties for
those who violate the law.”
Mr. Skelos added, “We will
increase disclosure of outside
income and employment of
all legislators and deal with
legislators who abuse the
public trust.”
There has been no shortage
of that lately in New York.
In May, a former Republican
state senator, Vincent L. Leibell III, was sentenced to 21
months in prison in federal
court after pleading guilty to
obstruction of justice and tax
evasion.
In March, federal prosecutors
charged State Senator Carl
Kruger, a Brooklyn Democrat, with amassing at least
$1 million in bribes in return
for political favors. That investigation also swept up
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 303
another Brooklyn Democrat,
Assemblyman William F.
Boyland Jr., who prosecutors
have said received a phantom
consulting job at a local hospital in return for seeking
favors for the hospital’s parent company. David Grandeau, a former state lobbying
regulator in Albany, reserved
judgment on the ethics-rule
changes.
“Anything is better than what
we have,” he said. “But if we
have the same people enforcing those laws, it won’t make any difference at all. The
key part of any ethics reform
is not the legislation; it’s the
people who are going to enforce it.”
The agreement reflects the
reluctance of lawmakers to
police themselves.
The governor will have six
appointees to the 14-member
board: three Democrats and
three Republicans. The speaker and Senate majority leader get three appointees apiece, while the minority leaders
of each chamber get one appointee apiece. To undertake
an investigation of any lawmaker, the votes of two of
the four legislatively appointed commissioners who are
in the same party as the lawmaker are required. As a result, three legislatively appointed commissioners could
kill an investigation, even if
the other 11 favor an inquiry.
Despite all the new rules, the
long-criticized
Legislative
Ethics Commission will survive. While the new Joint
Commission on Public Ethics
will conduct investigations
and issue reports, findings
against lawmakers that are
not criminal will be referred
to the Legislative Ethics
Commission for punishment
— even though the legislative commission has been loath to discipline lawmakers in
the past. Criminal findings
will be referred to law enforcement.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 304
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE NEW YORK TIMES (US) • NATIONAL • 6/6/2011
New Solicitor General Is Confirmed
By THE
PRESS
ASSOCIATED
The Senate on Monday voted
72 to 16 to confirm a White
House lawyer, Donald Verrilli Jr., as solicitor general.
The post has been vacant
since Elena Kagan left it to
join the Supreme Court last
August. The solicitor general
represents the executive
branch before the Supreme
Court. Mr. Verrilli now serves as a deputy counsel to
President Obama. Before
that, he was an associate deputy attorney general. He
clerked for former Justice
William J. Brennan Jr.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 305
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE NEW YORK TIMES (US) • NATIONAL • 6/6/2011
Justices Reject Challenge to Senate Election
By THE
PRESS
ASSOCIATED
The Supreme Court on
Monday refused to hear an
appeal from state officials
who objected to a court order
to hold a special election for
President Obama’s old Sena-
te seat instead of allowing an
appointee to serve out the
remainder of Mr. Obama’s
term. Mark Steven Kirk, a
Republican, won an election
for the seat in November. In
December 2008, Gov. Rod
R. Blagojevich appointed
Roland W. Burris, a Demo-
crat, to serve out the remainder of Mr. Obama’s term.
But two Illinois residents
sued in federal court arguing
that federal law required holding a special election as
soon as possible.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 306
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE NEW YORK TIMES (US) • NATIONAL • 6/6/2011
Edwards Rejected Deal That Called for Jail Time
By KATHARINE Q. SEELYE
campaign donations to cover
up his affair.
John Edwards, who pleaded
not guilty last week to campaign finance violations,
rejected a plea bargain at the
last minute because under its
terms he would have had to
spend time in prison, according to people with knowledge of the discussions.
In an intense round of negotiations, the prosecution offered a deal in which Mr. Edwards would plead guilty to
at least one felony and probably lose his license to practice law but would stay out of
prison. Cliff Sloan, a partner
at Skadden Arps in Washington, was representing Mr.
Edwards in the talks, mostly
with Jack Smith, chief of the
Justice Department’s Public
Integrity Section.
Mr. Edwards, the former
Democratic senator from
North Carolina and twice a
presidential candidate, may
yet face prison time now that
his case, involving his coverup of an extramarital affair,
is headed to court. A federal
grand jury indicted him Friday on six felony counts.
Officials at the Justice Department had no comment,
saying they could not discuss
a continuing case.
The Raleigh News & Observer first reported that the plea
agreement would have resulted in prison time.
Mr. Edwards resisted pleading guilty to a felony because he did not believe he had
committed one and did not
want to lose his ability to
practice law. With no deal
and the indictment looming,
the terms were changed.
Those with knowledge of the
talks said that in the final
hours, prosecutors agreed to
allow him to plead guilty to
three misdemeanors but insisted he would have to go to
prison.
The Justice Department had
been investigating the case
for two years when it sent
signals late last month that
prosecutors were on the verge of indicting Mr. Edwards,
57, on charges that he used
That option was also unacceptable to Mr. Edwards,
those close to him said, for
two reasons: he did not believe he had committed a crime, and he did not want to be
away from his young chil-
But he and his lawyers rejected a plea agreement with the
Justice Department that essentially would have sentenced him to up to six months
behind bars — and away
from the two small children
he had with his late wife,
Elizabeth.
dren, with whom he lives at
their home in Chapel Hill.
Elizabeth Edwards died of
cancer in December.
Moreover, the Edwards team
was annoyed that prosecutors
were “inflexible,” as one
person close to the talks put
it, about the amount of time
to be served and whether Mr.
Edwards could serve some of
it under house arrest.
There was considerable confusion in the hours leading
up to the indictment Friday
about whether a deal could
be reached. Mr. Edwards
made it clear just moments
beforehand that he would not
plea-bargain and decided to
take his chances in court,
where he pleaded not guilty.
“Everything else is irrelevant
if John has to go to jail because the whole family
would be blown up,” said
Glenn Bergenfield, a friend
of Mr. Edwards and his late
wife. He said that Mr. Edwards’s refusal to accept
time in prison was essentially
a statement that “I’ll fight
this if I have to, I’ll humiliate
myself if I have to, but I am
going to keep my family together.”
He was indicted on six
counts — one of conspiracy,
four of illegal campaign contributions and one of making
false statements. He could
receive a maximum penalty
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 307
of five years on each count
and a maximum fine of
$250,000 on each count.
Bradley Simon, a criminal
lawyer and a former federal
prosecutor, said that such
negotiations were fairly typical except for the prosecutors’ demand that Mr. Edwards go to jail even if he
pleaded guilty to misdemeanors.
“It’s rare that anyone goes to
jail when they plead to a
misdemeanor,” Mr. Simon
said, noting that sentencing is
usually left to a judge’s discretion. He theorized that the
prosecutors “did not want to
be perceived as caving in to
someone whose behavior is
seen by many people as repulsive; they wanted to get
something in return that they
could portray as a harsh sentence.”
The two sides could still
work out a plea deal before
the case goes to trial, Mr.
Simon said, but he noted that
Mr. Edwards now faces the
possibility of being convicted
of at least one felony as well
as going to jail.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 308
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE NEW YORK TIMES (US) • NATIONAL • 6/6/2011
Courts Upend Budgets as States Look for Savings
By MICHAEL COOPER
State budget battles — usually between governors and
legislatures — are increasingly involving another branch
of government, the judiciary.
In recent weeks, court decisions have upended budget
negotiations in California,
Nevada and New Jersey, and
more cases are pending in
other states.
Many of the recent decisions
are the direct result of the
economic downturn. The
courts are finding that many
struggling states are not meeting their responsibilities as
they strive to save money.
And because many states
have been forced to close
budget gaps year after year,
these decisions are having an
outsized impact, and intensifying fiscal pressures.
metimes broke the law in
their efforts to cut spending
and find new sources of revenue to cope with the aftermath of the Great Recession. The courts said their
measures illegally hurt local
governments, poor schoolchildren and prisoners.
Cases pending in other states
could affect education spending in particular, an area
where courts have been ordering states to spend more
money, or to distribute it
more fairly, for years. Education advocates in several states say recent budget cuts
have effectively undone the
gains they had made in the
courts.
A judge in North Carolina
has scheduled a hearing for
this month, for example, to
examine whether education
cuts there violate previous
court orders.
In Nevada, for example, a
court decision last month that
the state had illegally used
local revenue to balance its
last budget opened a big deficit in its coming budget.
That led the state’s new Republican governor, Brian
Sandoval, to break a campaign pledge and agree to
extend more than $600 million worth of taxes that had
been set to expire. The State
Senate approved extending
those taxes on Monday.
“The current financial difficulties of the state do not
relieve, justify or excuse the
State of North Carolina from
its Constitutional obligation
to provide each and every
child in North Carolina an
equal opportunity to obtain a
sound basic education,” the
judge, Howard E. Manning
Jr. of Wake County Superior
Court, wrote in announcing
the hearing.
The courts have also delivered stinging rebukes to some
states, finding that they so-
School districts in Kansas
have filed a lawsuit arguing
that with recent cuts in edu-
cation spending, the state has
effectively reneged on the
promises it made to abide by
old court rulings — a charge
the state denies.
“Just because the checkbook
is empty doesn’t mean that
the Constitutional standard
is swept away,” said John S.
Robb, a lawyer for the school
districts, adding that Kansas
had cut taxes as it cut education spending. “Especially if
you are cutting taxes and
claiming poverty,” he added.
Mr. Robb and education advocates in other states said
they were heartened by a
court ruling last month in
New Jersey that Gov. Chris
Christie’s cuts in the schools
budget had violated a court
order directing the state to
adequately finance the education of students in its poorest school districts.
“Like anyone else,” the New
Jersey Supreme Court ruled, “the state is not free to
walk away from judicial orders enforcing Constitutional obligations.” The court
ordered the state to spend
another $500 million in those
districts.
The ruling was one of several
that sent governors and lawmakers scrambling as they
rushed to pass budgets in the
waning weeks of the fiscal
year.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 309
A ruling in Nevada upended
the state’s budget negotiations just days before the new
budget was due. The Nevada
Supreme Court said the
state had illegally balanced
its budget with local money
that was meant to build wastewater treatment facilities in
the Las Vegas area.
The ruling opened a large
deficit because, by implication, more than $600 million
in similar money that the
state was counting on to balance its budget was probably
off limits, too.
Mr. Sandoval has faced sharp
criticism from the right for
his decision to close the new
shortfall by extending taxes
that had been set to expire.
The governor said he had
few alternatives, calling the
court’s decision a “game
changer” in an interview on
“Face to Face with Jon Ralston,” a Nevada public affairs
television show. “It changed
the entire dynamic with regard to the budget,” Mr.
Sandoval said.
Court rulings are also adding
wrinkles to budget negotiations in California, which has
been struggling to close the
biggest deficit in the nation.
In ruling last month that California’s prisons were dangerously overcrowded, the
United States Supreme
Court put more pressure on
the strapped state to find acceptable alternatives or to
begin freeing prisoners.
“In addition to overcrowding,
the failure of California’s
prisons to provide adequate
medical and mental health
care may be ascribed to chronic and worsening budget
shortfalls, a lack of political
will in favor of reform, inadequate facilities, and systemic administrative failures,”
Justice Anthony M. Kennedy
wrote for the majority.
Another ruling last week by
the Federal District Court in
Northern California ordered
the state to immediately begin paying higher monthly
reimbursement rates to parents caring for foster children in California.
The decision noted that two
and a half years had passed
since the state was found in
violation of the federal Child
Welfare Act, but that “nothing has changed for the
foster parents.” The state is
including $10.7 million more
in the budget to begin paying
the higher rates.
Court cases can have an impact at the local level as well.
In New York City, the Bloomberg administration’s effort to cut a program that
provides rental assistance for
homeless families is being
challenged in court.
State officials have varying
reactions to the court rulings.
Governor Christie of New
Jersey, a Republican, complained after the schools ruling that “as a fundamental
principle, I do not believe
that it is the role of the State
Supreme Court to determine what programs the state
should and should not be
funding, and to what amount.”
Dissenting judges in some of
these cases have expressed
similar concerns.
Gov. Jerry Brown of California, a Democrat, used the
prison ruling to support his
push to extend tax increases
and to share some of that
money with counties, which
would be asked to house some inmates in county jails. In
Nevada, some lawmakers
said that by creating a crisis,
the court actually served as a
catalyst for compromise.
But the rulings can complicate the lives of some budget
makers.
“These court cases, when
they come down — and of
course we have no position
on the legal rulings — but
from a finance or budget
perspective, it is basically
favoring certain spending
over others,” said Scott D.
Pattison, the executive director of the National Association of State Budget Officers.
“If you’re going to spend
more on corrections because
of a case causing that to occur, that’s less money for
something else. It’s a very
difficult proposition for the
states simply because they’re
operating from a zero-sumgame perspective.”
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 310
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE NEW YORK TIMES (US) • NATIONAL • 6/6/2011
S. Carolina Supreme Court Rules Against Governor
By KIM SEVERSON
relationship between the governor and the House and
Senate.
ATLANTA — For most of
her first six months in office,
Gov. Nikki R. Haley of South Carolina managed to keep
a congenial, if tense, working
relationship with the Legislature. At least, it was much
improved from the bitter relationship between lawmakers and her predecessor,
Mark Sanford.
“This is a sledgehammer,”
said Glenn McConnell, a
Republican who is the president of the State Senate and
who brought the suit. “She
has to be mindful and respectful of the separation of
powers. She is not respectful
of that.”
But on Monday, Ms. Haley,
who was elected on a wave
of Tea Party politics, found
herself at the center of a legislative standoff after she
ordered a rebellious State
Senate to get back to work on
Tuesday morning to consider
four measures that would
restructure parts of the state
government.
The issues that Ms. Haley
wants lawmakers to deal with, including the creation of a
department that would allow
her to manage day-to-day
governmental operations, do
not constitute “extraordinary
occasions” under which state
law allows a governor to
force legislators back into
session, the suit argued.
The Senate leadership responded to her executive order by asking the State Supreme Court for an injunction, saying the governor had
exceeded her authority as a
way to force her agenda. Late
Monday, the court ruled against the governor by a 3-to-2
vote, stating that Ms. Haley’s
executive order violated the
Legislature’s ability to set its
own schedule.
Ms. Haley, whose office filed
a response to the suit on
Monday with the support of
several Republicans, argued
that forcing lawmakers back
to finish state business was
not unprecedented and that
her plan to restructure parts
of the state’s administrative
structure would save money.
But the measure would also
take some power from the
Legislature.
The battle, however, is not
over. The governor could
still force the Legislature to
take up her agenda later, and
the entire incident is likely to
have a lasting impact on the
“What you are looking at is a
few senators who don’t want
to give up control,” Ms. Haley said in an interview
Monday afternoon. “Play
your games. That is fine. But
do it at home and not at the
Statehouse.”
Ms. Haley wants the Legislature to deal with four issues:
consolidating state bureaucracy into a new cabinetlevel administrative department, merging the departments that handle corrections
and probation, making the
superintendent of education
an appointed position, and
requiring that candidates
running for governor and
lieutenant governor do so on
a joint ticket.
Lawmakers were debating
whether to create the new
administrative
department
when the substantive part of
their session ended Thursday.
They planned to take a scheduled break until June 14 and
then reconvene to finish the
budget and a handful of other
issues. The governor’s new
department of administration
was not on that agenda.
Ms. Haley’s move to keep it
in play surprised some lawmakers.
“This was really kind of an
in-your-face and out-of-theblue maneuver that is not the
way to make legislation,”
said the House minority leader, Representative Harry L.
Ott Jr., who, like other Democrats, called the fight a
political stunt that represented political naiveté.
It is not the first indication
recently that relations between lawmakers and the new
governor were getting tense.
Last week, at least 10 lawmakers were kept off the
guest list for an end-ofsession cookout at the Governor’s Mansion. Among
them were prominent Democrats, including Mr. Ott and
Representative John King, a
member of the state’s Legislative Black Caucus who had
earlier taken the governor to
task for what he perceived as
a lack of diversity on state
commissions.
Many legislators thought the
party was a way for the governor to thank everyone for
their work. Ms. Haley, through her spokesman, said
the event was intended to
thank supporters.
Perhaps no one was more
offended than Representative
H. Boyd Brown, an outspoken lawmaker who was turned away when he arrived at
the mansion for some barbecue.
He thought he had developed
a decent relationship with
Ms. Haley, he said, both
when he was her colleague in
the Legislature and now during her governorship. But
his lack of support on a few
main issues must have turned
her against him, he said.
“I think she’s lost her mind,”
he said. And then, referring
to the ruse Mr. Sanford used
when he was secretly visiting
his lover in Argentina, added,
“She’s hiking the Appalachian Trail.”
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 312
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE NEW YORK TIMES (US) • INTERNATIONAL • 6/6/2011
India: Premier Defends Raid on Anticorruption Protest
Prime Minister Manmohan
Singh said Monday that he
had no alternative but to send
police to forcibly end a peaceful anti-graft protest by a
popular yoga guru and thou-
sands of his followers. “It is
unfortunate that operation
had to be conducted, but quite honestly there was no alternative,” he said, according
to the Press Trust of India
news agency. Mr. Singh spoke after the Supreme Court
called on the government to
justify its actions.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 313
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE GUARDIAN (LO) • COMMENT IS FREE • 6/6/2011
Vince Cable: minister for no business
If Vince Cable wants to boost the economy, he should be strengthening, not threatening,
unions
Frances O Grady
The right to withdraw one s
labour and the freedom of
association to form effective
trade unions are guaranteed
in every significant human
rights charter. The balance
of power between employer
and individual employee is
inevitably one-sided. The
right to speak with a collective voice gives workers the
opportunity to remedy some
of this unfairness. And yet on
Monday Vince Cable, the
business secretary, echoed
David Cameron s illiberal
threat to toughen up what are
already some of the strictest
laws against industrial action
in any democracy.
Of course disputes are always best resolved through
negotiation. In the short term,
strikes can be as painful for
staff as for their boss – one
reason why we have so few
strikes. But if you stack the
cards even more in favour of
the employer, then the incentive to reach a fair compromise is reduced.
As a Liberal Democrat, Cable should understand the
democratic arguments; but he
should also think about the
economic implications of
further strengthening the
position of employers.
The threat of banks collapsing round the world trigge-
red the recession, but the root
cause goes deeper. The finance system sliced and diced bad loans in the hope that
the risks would disappear.
But the more interesting
question is why so many
people borrowed sums they
could not repay in the first
place.
New TUC research (
http://tuc.org.uk/britainsliveli
hoodcrisis ) shows that the
majority borrowed to compensate for stagnating and
even falling incomes, while
those at the top grabbed all
the proceeds of economic
growth. The UK economy
has doubled in size in 30
years, but the bottom fifth of
earners have enjoyed real pay
rises of only a quarter, and
those on middle incomes of
little more than a half. In
contrast, the real wages of
top professionals such as
doctors and lawyers has more
than doubled. The pay of
many relatively unskilled and
semi-skilled workers (including bakers, forklift-truck
drivers, packers and bottlers)
has actually fallen in real
terms since the 1970s. The
proportion of workers on
poverty pay – one in eight in
1977 – has almost doubled.
Up to a third of working people today face what can best
be called a "livelihood crisis"
– poorer job opportunities,
stagnant living standards and
growing insecurity, making
life more of a struggle each
year. Those caught in this
crisis have little or no prospect of escape, and their
children face an even more
uncertain economic future.
We are not talking here of
the long-term jobless, or those who believe that high private school fees make them
part of the "squeezed middle", but the huge numbers of
ordinary people who earn
near the median wage of
£26,000 a year.
This is unfair, and economically damaging too. Britain
tops the league table for personal household debt among
the G7 leading economies. In
2007 the ratio of debt to disposable income had grown
by an unsustainable three and
a half times increase since
1981. The great deregulation
experiment of the last 30
years – embraced by all the
political parties – turned Britain from a high-wage, lowdebt and relatively equal society into a low-wage, highdebt and deeply unequal nation.
Our real economic problem
is not the deficit – that is
simply a symptom of a profoundly dysfunctional economy that fails to serve the
interests of the majority. The
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 314
real challenge is how we can
reduce inequality and drive
recovery by putting spending
power back into the pockets
of the many.
One way might just be to
give working people a stronger voice at work. But weakening unions, and taking
our industrial action laws
even further away from the
European mainstream, will
just make inequality – and
our economic prospects –
even worse.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 315
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE GUARDIAN (LO) • ENVIRONMENT • 6/6/2011
China threatens trade war over EU emissions trading scheme
European Union stands firm on plans to include foreign airlines in its ETS as International Airlines Group boss Willie Walsh calls for a plan B • What is the emissions trading
scheme and does it work?
Dan Milmo
China has threatened a damaging trade war with the
European Union if Brussels
pushes ahead with plans to
include foreign airlines in its
emissions trading scheme, as
the boss of British Airways s
parent company warned that
passengers could be caught
up in a tit-for-tat conflict.
Willie Walsh, chief executive
of International Airlines
Group, said China and other
non-EU countries could impose punitive taxes on European carriers or block access
to routes if the EU does not
tweak plans to include all
carriers in the emissions trading scheme (ETS) from the
new year.
There are also fears of retaliation against the Chinese
manufacturing operations of
Airbus, the European aerospace company, if the EU
imposes the scheme on China-registered carriers that
operate to and from Europe.
But Europe s climate chief,
Connie Hedegaard, told the
Guardian she was "standing
firm" on the plans, passed by
member states two years ago.
"This is our legislation, adopted unanimously," she said.
"This is the first time China
has mentioned a trade war
and retaliation – if Europe
immediately
back-tracks,
what would that look like? If
someone says boo, we do not
change our laws – that would
not be serious."
She played down the prospect of a trade war, saying
China had already come forward with informal suggestions on bringing in "equivalent measures" to reduce emissions from its airlines, as
an alternative to participating
in the scheme. Such measures have always been allowed
under the EU directive, as a
get-out clause for companies
reluctant to trade emissions
that nevertheless ensures
carbon is cut overall.
"The whole purpose of this is
not to punish anyone but to
get ways of handling the
growing challenge of emissions from aviation," said
Hedegaard. "There is still
time for that dialogue [on
whether China s alternative
measures would be enough]."
China s main aviation body
backed airlines taking legal
action against the ETS, following in the footsteps of US
carriers taking a case to the
European Court of Justice
next month.
"I believe we have to take
legal action," said Wei Zhen-
zhong, general secretary of
the China Air Transport Association. Speaking at the
annual general meeting of the
International Air Transport
Association in Singapore,
Wei told Reuters that China
remained open to negotiations – but the situation could
escalate into a trade war.
Walsh echoed those fears as
he urged Brussels to delay
plans
to
charge
nonEuropean airlines under the
ETS, which will require airlines flying into, out of and
within the EU to pay for any
emissions that exceed a set
cap. According to the Standard & Poor s rating agency,
passengers on European airlines face price increases of
up to €40 (£35) for a return
trip by the end of the decade
under the scheme, with extra
costs of €1bn for the industry next year alone.
Speaking at the Iata conference, Walsh said that if major powers such as China, the
US and Russia are forced to
pay for carbon dioxide emitted by services to and from
the continent, they could
block flights by EU carriers
in retribution or impose aviation taxes that will have to be
passed on to passengers. "It
is clear that the countries are
going to retaliate, whether in
the form of imposing additi-
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 316
onal taxes on European airlines or restricting access to
markets," said Walsh, whose
group owns BA and Spain s
Iberia.
"The uncertainty will add
more cost," said Walsh. "It
will add more concern in the
mind of travellers that they
will face disruption to services and I think there is a real
risk this could happen."
Walsh has called for a global
emissions trading scheme for
airlines and urged the EU to
implement a compromise in
the meantime. Walsh said
Brussels should resort to a
"plan B" that will charge
carriers for regional and domestic flights within Europe
only. "There needs to be a
plan B. It is unacceptable that
airlines face the prospect of
retaliation because of the
actions of the EU. Plan B for
me would be to restrict the
scheme to intra-Europe."
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 317
Matérias do dia 07/06/2011
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FRANKSURTER ALLGEMEINE (BL) • POLITIK • 7/6/2011 • 07:19:40
Energiewende: Europäer verstimmt über „deutschen Alleingang“ bei
Atomkraft
Die Regierung hat das Gesetzespaket zum Ausstieg aus der Kernenergie bis 2022 auf den
Weg gebracht. Im europäischen Ausland herrscht darüber Missstimmung. Frankreichs
Energieminister verlangt eine EU-Dringlichkeitssitzung.
Die Bundesregierung und die
Koalitionsfraktionen haben
das Gesetzespaket zum schrittweisen Ausstieg aus der
Kernenergie bis zum Jahr
2022 auf den Weg gebracht.
Damit werde ein jahrzehntelanges Konfliktthema im
gesellschaftlichen Konsens
beseitigt, sagte Umweltminister
Norbert
Röttgen
(CDU).
Im europäischen Ausland
wurden am Montag jedoch
lauter als bisher Sorgen
geäußert, dass der „deutsche
Alleingang“ die sichere Energieversorgung auch in
anderen Staaten gefährden
werde. Der französische Energieminister Besson verlangte am Montag eine Dringlichkeitssitzung der EUEnergieminister. Er werde
den
zuständigen
EUKommissar Oettinger noch
am Montag bitten, ein solches Treffen zu organisieren,
sagte Besson im Fernsehen.
Die Bundesregierung habe
sich nicht gut mit den
europäischen Partnern abgestimmt, obwohl die Abschaltung deutscher Kraftwerke
Auswirkungen auf ganz Europa haben werde.
Oettingers Sprecherin sagte
jedoch am Montag in Brüssel, die EU-Kommission habe noch kein Schreiben Bessons erhalten. Ein Sondertreffen, wie Besson es fordert, könnte ohnehin nicht er,
sondern
nur
die
Ratspräsidentschaft einberufen. In der Kommission wurde darauf verwiesen, dass
Besson am kommenden Freitag beim Energieministertreffen in Luxemburg Gelegenheit hätte, über das Thema
zu reden; er habe aber abgesagt. In der europäischen
Regulierergruppe für Strom
und Gas (Ergeg) mit Sitz in
Laibach (Ljubljana) wurde
bestätigt,
dass
viele
europäische
Regierungen
verstimmt seien, weil sich
die deutsche Regierung nicht
enger mit ihnen abgestimmt
habe. Deutschland fungiere
in Stoßzeiten als Puffer für
die Stromversorgung zahlreicher EU-Staaten. In Spitzenzeiten, etwa im Hochsommer
oder in kalten Wintertagen,
steige deshalb mit der Abschaltung der deutschen Reaktoren die Wahrscheinlichkeit
von Netzausfällen. Zudem
werde der Ausstieg Deutschlands aus der Kernenergie
zu höheren Strompreisen
auch in den Nachbarländern
führen. Selbst in Österreich,
das sich als Pionier der Antiatombewegung darstellt, sind
Sorgen über die künftige
Stromversorgung wegen des
Umbruchs in Deutschland
laut geworden.
Das Gesetzespaket soll bis
Anfang Juli durch den Bundesrat
Bundeswirtschaftsminister
Rösler (FDP) rechnet damit,
dass der Atomausstieg einen
durchschnittlichen deutschen
Vier-Personen-Haushalt 35
bis 40 Euro im Jahr kosten
werde. Rösler hob hervor,
dass die gewerbliche Wirtschaft weitgehend von der
Umlage nach dem Erneuerbare-Energien-Gesetz (EEG)
freigestellt sei. Union und
FDP wollen das Gesetzespaket bis Anfang Juli durch
Bundestag und Bundesrat
bringen. Aus der Opposition
kamen gemischte Signale.
Die SPD bezeichnete einen
Konsens als „möglich“. Die
Grünen beriefen einen Sonderparteitag ein, was anzeigt,
dass die Parteiführung ebenfalls eine Einigung für
möglich hält. Die Linkspartei
forderte, den Atomausstieg
im Grundgesetz zu veran-
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 318
kern. Bedenken wurden auch
in der Koalition angemeldet.
Die Novelle des Atomgesetzes sieht vor, den nach dem
Unglück von Fukushima
abgeschalteten sieben Kernkraftwerken
sowie
dem
Kraftwerk Krümmel die Betriebsgenehmigung zu entziehen. Doch eines davon soll
bis Frühjahr 2013 als Reservekraftwerk zur Verfügung
stehen. Die Bundesnetzagentur soll entscheiden, ob dies
notwendig ist und welche
Anlage dafür in Frage
kommt. Bis Ende 2015 sollen
das Kernkraftwerk Grafenrheinfeld, bis Ende 2017
Gundremmingen B, bis Ende
2019 Philippsburg 2 und bis
Ende 2021 die Kernkraftwerke Grohnde, Gundremmingen C und Brokdorf vom
Netz gehen. Die drei jüngsten Anlagen Isar 2, Emsland
und Neckarwestheim 2 sollen
spätestens mit Ablauf des
Jahres 2022 abgeschaltet
werden. Der Salzstock Gorleben soll „ergebnisoffen“
weiter als mögliches Endlager erkundet werden, zugleich sollen andere Entsorgungsoptionen geprüft werden.
An der Brennelementesteuer
halten Union und FDP fest.
Das erwartete Aufkommen
sinkt aber von 2,3 auf 1,3
Milliarden Euro im Jahr.
Um die Versorgungssicherheit zu garantieren, soll ein
Netzausbaubeschleunigungsgesetz einen schnelleren
Ausbau der Stromübertragungsnetze
ermöglichen.
Bisher dauert die Planung
und der Bau einer neuen
Trasse 10 Jahre, wie Rösler
berichtete. Ziel sei es, dies
künftig in vier Jahren zu schaffen. Zudem will die
Bundesregierung erreichen,
dass neben den bereits im
Bau befindlichen oder geplanten Gas- und Kohlekraftwerken weitere mit einer
Kapazität von insgesamt
zehn Gigawatt bis zum Jahr
2020 errichtet werden. Eine
Novelle des Bauplanungsrechts soll die Möglichkeiten
verbessern, alte Windanlagen
durch leistungsfähigere und
effizientere Anlagen zu ersetzen. Zusätzlich soll die
Errichtung von Photovoltaikanlagen an oder auf
Gebäuden erleichtert werden.
Die besonders umweltfreundlichen
Kraft-WärmeKoppelungsanlagen
sollen
besser gefördert werden.
Kredite für den Aufbau von
Windparks
Der Anteil an der Stromerzeugung aus erneuerbaren
Energien am Bruttostromverbrauch will die Bundesregierung von heute 17 Prozent
auf 35 Prozent im Jahr 2020
mehr als verdoppeln. Die
staatliche Kreditanstalt für
Wiederaufbau wird mit Krediten über insgesamt fünf
Milliarden Euro den Aufbau
von Windparks vor der
deutschen Küste unterstützen. Darüber hinaus sieht ihr
Energiekonzept vor, den Stromverbrauch bis zum Jahr
2020 um zehn Prozent zu
senken. Das Programm zur
Gebäudesanierung wird vom
Jahr 2012 an auf jährlich 1,5
Milliarden Euro aufgestockt.
Zusätzlich soll es sich steuerlich
mehr
lohnen,
Wohngebäude zu dämmen
und Heizungsanlage zu mo-
dernisieren. Diese Förderung
addiert sich über zehn Jahre
auf nochmals 1,5 Milliarden
Euro, wie Bauminister Ramsauer sagte.
In der Sondersitzung der Unionsfraktion wurden noch
einmal Bedenken artikuliert,
die Energiepreise könnten zu
sehr steigen, die Realisierbarkeit des Konzepts sei ungewiss und der Zeitplan für
die Verabschiedung des Gesetzespakets zu eng. Die Bedenken kamen vor allem aus
den Reihen der CSULandesgruppe. Die Bundeskanzlerin
und
CDUVorsitzende Merkel wies
dagegen dem Vernehmen
nach darauf hin, dass eine
Lücke von zehn Gigawatt
Strom vorhergesagt werde;
die müsse ein Industrieland
wie Deutschland in den mehr
als zehn Jahren bis zum
Ausstiegsdatum
schließen
können. Am Ende zeigten 16
Unions-Abgeordnete an, dass
sie nicht zustimmen werden:
acht wollen dagegen votieren, acht sich enthalten. Der
Fraktionsvorsitzende Kauder
(CDU) sagte anschließend, es
habe Kritik unter anderem in
der Endlagerfrage gegeben.
Er gehe aber davon aus,
„dass wir in der Koalition
eine doch klare Zustimmung
zu dem Gesetz erreichen
werden“.
Der
FDPFraktionsvorsitzende Brüderle griff die Grünen als „Dagegen-Partei“ an: Sie sollten
„mit
ihrem
Eiertanz
aufzuhören.“ Die Grünen
wollen auf einem Sonderparteitag am 25. Juni in Berlin
entscheiden, inwieweit sie
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 319
den Atomausstieg der Bundesregierung mittragen. Bis
dahin würden die Gesetzentwürfe des Kabinetts „haarklein geprüft“, sagte die Vorsitzende
Roth.
Die
Ausstiegspläne der schwarzgelben Regierung seien ein
„Erfolg von 30 Jahren grüner
Politik“. „Wir haben die Bereitschaft signalisiert, auch
über unsere Eckpunkte zu
sprechen, wenn der Atomausstieg endgültig durchgesetzt wird“, sagte Frau Roth.
Das Vorhaben der Regierung, ein älteres Atomkraftwerk bis 2013 als „kalte Reserve“ in Bereitschaft zu halten, lehnen die Grünen aber
weiterhin ab, ebenso den Bau
neuer Kohlekraftwerke als
Ersatz für die Atomkraft.
In Bayern bezeichnete es der
Ministerpräsident und CSUVorsitzende Seehofer als
schwer erklärbar, dass die in
Bayern mitregierende FDP
sich in München dem Zieldatum 2022 für das Auslaufen
der Kernenergie verweigert,
ihm in Berlin aber zugestimmt habe. Die CSU habe
von Anfang an gewusst, wohin sie bei der Energiewende
strebe; deshalb habe in Berlin
ihr Wort Gewicht gehabt.
Der Ausstieg aus der Kernenergie sei unumkehrbar; damit werde das nachhaltigste
Konjunkturprogramm in der
bayerischen Geschichte verbunden sein, sagte Seehofer.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 320
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FRANKSURTER ALLGEMEINE (BL) • WIRTSCHAF • 7/6/2011 • 07:19:40
Energiewende: Europäer verstimmt über „deutschen Alleingang“ bei
Atomkraft
Die Regierung hat das Gesetzespaket zum Ausstieg aus der Kernenergie bis 2022 auf den
Weg gebracht. Im europäischen Ausland herrscht darüber Missstimmung. Frankreichs
Energieminister verlangt eine EU-Dringlichkeitssitzung
Die Bundesregierung und die
Koalitionsfraktionen haben
das Gesetzespaket zum schrittweisen Ausstieg aus der
Kernenergie bis zum Jahr
2022 auf den Weg gebracht.
Damit werde ein jahrzehntelanges Konfliktthema im
gesellschaftlichen Konsens
beseitigt, sagte Umweltminister
Norbert
Röttgen
(CDU).
Im europäischen Ausland
wurden am Montag jedoch
lauter als bisher Sorgen
geäußert, dass der „deutsche
Alleingang“ die sichere Energieversorgung auch in
anderen Staaten gefährden
werde. Der französische Energieminister Besson verlangte am Montag eine Dringlichkeitssitzung der EUEnergieminister. Er werde
den
zuständigen
EUKommissar Oettinger noch
am Montag bitten, ein solches Treffen zu organisieren,
sagte Besson im Fernsehen.
Die Bundesregierung habe
sich nicht gut mit den
europäischen Partnern abgestimmt, obwohl die Abschaltung deutscher Kraftwerke
Auswirkungen auf ganz Europa haben werde.
Oettingers Sprecherin sagte
jedoch am Montag in Brüssel, die EU-Kommission ha-
be noch kein Schreiben Bessons erhalten. Ein Sondertreffen, wie Besson es fordert, könnte ohnehin nicht er,
sondern
nur
die
Ratspräsidentschaft einberufen. In der Kommission wurde darauf verwiesen, dass
Besson am kommenden Freitag beim Energieministertreffen in Luxemburg Gelegenheit hätte, über das Thema
zu reden; er habe aber abgesagt. In der europäischen
Regulierergruppe für Strom
und Gas (Ergeg) mit Sitz in
Laibach (Ljubljana) wurde
bestätigt,
dass
viele
europäische
Regierungen
verstimmt seien, weil sich
die deutsche Regierung nicht
enger mit ihnen abgestimmt
habe. Deutschland fungiere
in Stoßzeiten als Puffer für
die Stromversorgung zahlreicher EU-Staaten. In Spitzenzeiten, etwa im Hochsommer
oder in kalten Wintertagen,
steige deshalb mit der Abschaltung der deutschen Reaktoren die Wahrscheinlichkeit
von Netzausfällen. Zudem
werde der Ausstieg Deutschlands aus der Kernenergie
zu höheren Strompreisen
auch in den Nachbarländern
führen. Selbst in Österreich,
das sich als Pionier der Antiatombewegung darstellt, sind
Sorgen über die künftige
Stromversorgung wegen des
Umbruchs in Deutschland
laut geworden.
Das Gesetzespaket soll bis
Anfang Juli durch den Bundesrat
Bundeswirtschaftsminister
Rösler (FDP) rechnet damit,
dass der Atomausstieg einen
durchschnittlichen deutschen
Vier-Personen-Haushalt 35
bis 40 Euro im Jahr kosten
werde. Rösler hob hervor,
dass die gewerbliche Wirtschaft weitgehend von der
Umlage nach dem Erneuerbare-Energien-Gesetz (EEG)
freigestellt sei. Union und
FDP wollen das Gesetzespaket bis Anfang Juli durch
Bundestag und Bundesrat
bringen. Aus der Opposition
kamen gemischte Signale.
Die SPD bezeichnete einen
Konsens als „möglich“. Die
Grünen beriefen einen Sonderparteitag ein, was anzeigt,
dass die Parteiführung ebenfalls eine Einigung für
möglich hält. Die Linkspartei
forderte, den Atomausstieg
im Grundgesetz zu verankern. Bedenken wurden auch
in der Koalition angemeldet.
Die Novelle des Atomgesetzes sieht vor, den nach dem
Unglück von Fukushima
abgeschalteten sieben Kernkraftwerken
sowie
dem
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 321
Kraftwerk Krümmel die Betriebsgenehmigung zu entziehen. Doch eines davon soll
bis Frühjahr 2013 als Reservekraftwerk zur Verfügung
stehen. Die Bundesnetzagentur soll entscheiden, ob dies
notwendig ist und welche
Anlage dafür in Frage
kommt. Bis Ende 2015 sollen
das Kernkraftwerk Grafenrheinfeld, bis Ende 2017
Gundremmingen B, bis Ende
2019 Philippsburg 2 und bis
Ende 2021 die Kernkraftwerke Grohnde, Gundremmingen C und Brokdorf vom
Netz gehen. Die drei jüngsten Anlagen Isar 2, Emsland
und Neckarwestheim 2 sollen
spätestens mit Ablauf des
Jahres 2022 abgeschaltet
werden. Der Salzstock Gorleben soll „ergebnisoffen“
weiter als mögliches Endlager erkundet werden, zugleich sollen andere Entsorgungsoptionen geprüft werden.
An der Brennelementesteuer
halten Union und FDP fest.
Das erwartete Aufkommen
sinkt aber von 2,3 auf 1,3
Milliarden Euro im Jahr.
Um die Versorgungssicherheit zu garantieren, soll ein
Netzausbaubeschleunigungsgesetz einen schnelleren
Ausbau der Stromübertragungsnetze
ermöglichen.
Bisher dauert die Planung
und der Bau einer neuen
Trasse 10 Jahre, wie Rösler
berichtete. Ziel sei es, dies
künftig in vier Jahren zu schaffen. Zudem will die
Bundesregierung erreichen,
dass neben den bereits im
Bau befindlichen oder geplanten Gas- und Kohlekraftwerken weitere mit einer
Kapazität von insgesamt
zehn Gigawatt bis zum Jahr
2020 errichtet werden. Eine
Novelle des Bauplanungsrechts soll die Möglichkeiten
verbessern, alte Windanlagen
durch leistungsfähigere und
effizientere Anlagen zu ersetzen. Zusätzlich soll die
Errichtung von Photovoltaikanlagen an oder auf
Gebäuden erleichtert werden.
Die besonders umweltfreundlichen
Kraft-WärmeKoppelungsanlagen
sollen
besser gefördert werden.
Kredite für den Aufbau von
Windparks
Der Anteil an der Stromerzeugung aus erneuerbaren
Energien am Bruttostromverbrauch will die Bundesregierung von heute 17 Prozent
auf 35 Prozent im Jahr 2020
mehr als verdoppeln. Die
staatliche Kreditanstalt für
Wiederaufbau wird mit Krediten über insgesamt fünf
Milliarden Euro den Aufbau
von Windparks vor der
deutschen Küste unterstützen. Darüber hinaus sieht ihr
Energiekonzept vor, den Stromverbrauch bis zum Jahr
2020 um zehn Prozent zu
senken. Das Programm zur
Gebäudesanierung wird vom
Jahr 2012 an auf jährlich 1,5
Milliarden Euro aufgestockt.
Zusätzlich soll es sich steuerlich
mehr
lohnen,
Wohngebäude zu dämmen
und Heizungsanlage zu modernisieren. Diese Förderung
addiert sich über zehn Jahre
auf nochmals 1,5 Milliarden
Euro, wie Bauminister Ramsauer sagte.
In der Sondersitzung der Unionsfraktion wurden noch
einmal Bedenken artikuliert,
die Energiepreise könnten zu
sehr steigen, die Realisierbarkeit des Konzepts sei ungewiss und der Zeitplan für
die Verabschiedung des Gesetzespakets zu eng. Die Bedenken kamen vor allem aus
den Reihen der CSULandesgruppe. Die Bundeskanzlerin
und
CDUVorsitzende Merkel wies
dagegen dem Vernehmen
nach darauf hin, dass eine
Lücke von zehn Gigawatt
Strom vorhergesagt werde;
die müsse ein Industrieland
wie Deutschland in den mehr
als zehn Jahren bis zum
Ausstiegsdatum
schließen
können. Am Ende zeigten 16
Unions-Abgeordnete an, dass
sie nicht zustimmen werden:
acht wollen dagegen votieren, acht sich enthalten. Der
Fraktionsvorsitzende Kauder
(CDU) sagte anschließend, es
habe Kritik unter anderem in
der Endlagerfrage gegeben.
Er gehe aber davon aus,
„dass wir in der Koalition
eine doch klare Zustimmung
zu dem Gesetz erreichen
werden“.
Der
FDPFraktionsvorsitzende Brüderle griff die Grünen als „Dagegen-Partei“ an: Sie sollten
„mit
ihrem
Eiertanz
aufzuhören.“ Die Grünen
wollen auf einem Sonderparteitag am 25. Juni in Berlin
entscheiden, inwieweit sie
den Atomausstieg der Bundesregierung mittragen. Bis
dahin würden die Gesetzentwürfe des Kabinetts „haarklein geprüft“, sagte die Vor-
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 322
sitzende
Roth.
Die
Ausstiegspläne der schwarzgelben Regierung seien ein
„Erfolg von 30 Jahren grüner
Politik“. „Wir haben die Bereitschaft signalisiert, auch
über unsere Eckpunkte zu
sprechen, wenn der Atomausstieg endgültig durchgesetzt wird“, sagte Frau Roth.
Das Vorhaben der Regierung, ein älteres Atomkraftwerk bis 2013 als „kalte Reserve“ in Bereitschaft zu halten, lehnen die Grünen aber
weiterhin ab, ebenso den Bau
neuer Kohlekraftwerke als
Ersatz für die Atomkraft.
In Bayern bezeichnete es der
Ministerpräsident und CSUVorsitzende Seehofer als
schwer erklärbar, dass die in
Bayern mitregierende FDP
sich in München dem Zieldatum 2022 für das Auslaufen
der Kernenergie verweigert,
ihm in Berlin aber zugestimmt habe. Die CSU habe
von Anfang an gewusst, wohin sie bei der Energiewende
strebe; deshalb habe in Berlin
ihr Wort Gewicht gehabt.
Der Ausstieg aus der Kernenergie sei unumkehrbar; damit werde das nachhaltigste
Konjunkturprogramm in der
bayerischen Geschichte verbunden sein, sagte Seehofer.
Text: F.A.Z.
Bildmaterial: Bernd Helfert,
dpa
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 323
TSE •
PORTUGAL DIGITAL (PT) • NOTÍCIAS • 7/6/2011 • 09:57:00
Ministério Público identifica 306 doações irregulares em campanhas presidenciais
Segundo a Procuradoria-Geral Eleitoral, as principais doações ilegais vieram de empresas do ramo de construção civil, mineradoras e incorporadoras.
Da Redação, com agência
Brasília – O Ministério Público Eleitoral listou 306
doações acima do limite nas
campanhas presidenciais de
2010. Serão acionadas 106
empresas e 200 doadores
individuais. Segundo a Procuradoria-Geral Eleitoral, as
principais doações ilegais
vieram de empresas do ramo
de construção civil, mineradoras e incorporadoras.
As representações estão sendo ajuizadas desde quinta-
feira
(2)
pela
viceprocuradora-geral eleitoral,
Sandra Cureau, que tem até o
dia 18 de junho para concluir
todo o trabalho junto ao Tribunal Superior Eleitoral
(TSE).
A procuradora pede o pagamento de multa de dez vezes
o valor doado acima do limite legal. Ela também pedirá
que os representantes legais
das empresas sejam considerados inelegíveis por oito
anos, segundo norma da Lei
da Ficha Limpa.
As ações são consequência
de uma análise mais detalhada de uma lista de 15.921
doações suspeitas levantadas
pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A legislação
eleitoral determina que as
doações de empresas não
podem ultrapassar 2% do
faturamento bruto do ano
anterior à eleição. No caso de
pessoas físicas, o limite é de
10% do rendimento do ano
anterior.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 324
NELSON JOBIM DEFESA •
PORTUGAL DIGITAL (PT) • NOTÍCIAS • 7/6/2011 • 11:58:00
Força Nacional é enviada para o Pará para conter violência no campo
Segunda-feira (6), o secretário de Segurança Pública do Pará, Luiz Fernandes, disse que
as áreas mais críticas do estado são o sul e o sudeste
Da Redação
Brasília - Uma equipe da
Força Nacional, formada por
homens da Polícia Federal,
Força Nacional de Segurança, Polícia Rodoviária Federal e das Forças Armadas, em
número não divulgado, chega
nesta terça-feira (7) ao estado
do Pará para intensificar os
esforços de combate à violência no campo.
A ação é denominada Operação Proteção à Vida. A ordem para executar a operação
foi dada pela presidente Dilma Rousseff na semana passada, depois que quatro ambientalistas foram assassinados na região.
As informações são do governo do estado do Pará. Em
reunião no último dia 3, no
Palácio do Planalto, Dilma
ouviu os governadores do
Pará, Simão Jatene, do Amazonas, Aziz Elias, e de Rondônia, Confúcio Moura.
Também estavam presentes
na reunião em Brasília seis
ministros - Nelson Jobim
(Defesa), José Eduardo Dutra
(Justiça), Maria do Rosário
(Secretaria de Defesa dos
Direitos Humanos), Gilberto
Carvalho (Secretaria-Geral
da Presidência) e Afonso
Florence (Desenvolvimento
Agrário).
Na reunião, Jatene disse que
é necessário identificar e
punir de forma rigorosa os
envolvidos em assassinatos
no campo. Segundo ele, só
dessa maneira será possível
evitar o ambiente de impunidade que domina a região.
“Não vamos reproduzir o
passado e o ponto de partida
deve ser a união de todos no
enfrentamento à violência”,
afirmou ele, na reunião.
Segunda-feira (6), o secretário de Segurança Pública do
Pará, Luiz Fernandes, disse
que as áreas mais críticas do
estado são o sul e o sudeste.
Em 2010, houve 13 assassinatos sem apuração em Pacajás. Ele informou ainda que
as investigações sobre o as-
sassinato do casal de ambientalistas – José Cláudio Ribeiro e Maria do Espírito Santo
- estão “em curso”.
Para o secretário, as mortes
refletem a “situação de intolerância dentro do assentamento" e foram estimuladas
pela ganância de alguns madeireiros. “Falta o Estado
sim, mas o Estado como um
todo. Faltam políticas públicas, não o Estado policial,
mas o Estado que educa, que
cuida da saúde, que ajuda a
preservar a natureza e o homem, que dá ao colono a
condição de trabalhar e criar
sua renda”, disse Fernandes.
No fim de maio, quatro ambientalistas foram assassinados no Brasil – três no Pará e
um em Rondônia. Para a
Comissão Pastoral da Terra,
ligada à Igreja Católica, a
lista dos que estão ameaçados chega a mil pessoas, sendo que 125 correm mais riscos.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 325
STF • PROCURADORIA GERAL •
PORTUGAL DIGITAL (PT) • NOTÍCIAS • 7/6/2011 • 15:03:00
Oposição quer explicações de Gurgel sobre arquivamento de caso Palocci
Marco Maia ressaltou que o arquivamento do processo na Procuradoria-Geral da República (PGR) “não tem nada a ver” com a decisão que será tomada na Câmara.
Da Redação, com Agência
Brasil
os caminhos jurídicos para
isso”, explicou ACM Neto.
que o regimento interno seja
cumprido”, completou.
Brasília - Os partidos de oposição na Câmara querem explicações do procuradorgeral da República, Roberto Gurgel, sobre a decisão de
arquivar as representações
contra o ministro-chefe da
Casa Civil, Antonio Palocci,
por enriquecimento ilícito.
PSDB, DEM e PPS se reúnem ainda hoje (7) para estudar a apresentação de um
requerimento pedindo a convocação de Gurgel.
Palocci, afirmou ontem (6),
por meio de nota, que espera
que a decisão de Gurgel recoloque o "embate político
nos termos da razão, do equilíbrio e da Justiça". Palocci
disse ainda que prestou todos
os esclarecimentos necessários de forma pública. “Prestei todos os esclarecimentos
de forma pública. Entreguei à
Procuradoria-Geral da República todos os documentos
relativos à empresa Projeto”,
disse o ministro na nota divulgada pela Casa Civil.
Marco Maia ressaltou que o
arquivamento do processo na
Procuradoria-Geral da República (PGR) “não tem
nada a ver” com a decisão
que será tomada na Câmara.
“[Isso] não invalida o debate
que é inerente ao parlamento”.
“O arquivamento foi lamentável e temos de inquiri-lo
sobre o que o motivou”, disse
o líder do DEM, Antônio
Carlos
Magalhães
Neto
(BA).
Além de ações judiciais para
continuar a investigação, a
oposição continuará adotando medidas para garantir a
análise do caso no Congresso. Entre elas estão a de coletar de assinaturas para a criar
uma Comissão Parlamentar
de Inquérito (CPI). “O arquivamento não serve de carta
de alforria para Palocci. Queremos manter viva a investigação e estamos estudando
Hoje o presidente da Câmara,
Marco Maia (PT-SP), deverá
decidir sobre a questão de
ordem aberta pelo PT questionando a votação do requerimento que convocou Palocci na Comissão de Agricultura. Marco Maia disse que
estuda uma saída política
para o caso. Por outro lado, a
oposição pretende recorrer ao
Supremo Tribunal Federal
se a votação for anulada.
“Vamos analisar o processo
como um todo, não há decisão isolada”, disse. “Há regras para realizar as sessões,
para as convocações, para o
debate. Queremos garantir
A tendência é que Marco
Maia use uma determinação
do regimento interno para
arquivar a votação. A regra é
que as matérias que serão
votadas sejam apresentadas
aos integrantes das comissões com, pelo menos, 24
horas de antecedência, o que
não ocorreu com o requerimento de convocação do
Palocci.
“Temos a informação que
Marco Maia vai alegar erro
formal na apresentação do
requerimento”, disse o líder
do PSDB, Duarte Nogueira
(SP). Se isso acontecer, a
oposição promete obstruir as
votações na Casa. “A tendência é manter o processo
de obstrução para esclarecer
a sociedade que, em nome
dela, os esclarecimentos não
foram feitos”, disse.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 326
Se a votação for anulada,
Marco Maia disse que não
haverá impedimento para a
apresentação de outro reque-
rimento de convocação na
mesma comissão. “Se for
pelo cancelamento, poderá
ser feita uma nova votação
na reunião de amanhã”, esclareceu.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 327
STF • PROCURADORIA GERAL •
PORTUGAL DIGITAL (PT) • NOTÍCIAS • 7/6/2011 • 15:03:00
Oposição quer explicações de Gurgel sobre arquivamento de caso Palocci
Marco Maia ressaltou que o arquivamento do processo na Procuradoria-Geral da República (PGR) “não tem nada a ver” com a decisão que será tomada na Câmara.
Da Redação, com Agência
Brasil
Brasília - Os partidos de oposição na Câmara querem explicações do procuradorgeral da República, Roberto Gurgel, sobre a decisão de
arquivar as representações
contra o ministro-chefe da
Casa Civil, Antonio Palocci,
por enriquecimento ilícito.
PSDB, DEM e PPS se reúnem ainda hoje (7) para estudar a apresentação de um
requerimento pedindo a convocação de Gurgel.
“O arquivamento foi lamentável e temos de inquiri-lo
sobre o que o motivou”, disse
o líder do DEM, Antônio
Carlos
Magalhães
Neto
(BA).
Além de ações judiciais para
continuar a investigação, a
oposição continuará adotando medidas para garantir a
análise do caso no Congresso. Entre elas estão a de coletar de assinaturas para a criar
uma Comissão Parlamentar
de Inquérito (CPI). “O arquivamento não serve de carta
de alforria para Palocci. Queremos manter viva a investigação e estamos estudando
os caminhos jurídicos para
isso”, explicou ACM Neto.
Palocci, afirmou ontem (6),
por meio de nota, que espera
que a decisão de Gurgel recoloque o "embate político
nos termos da razão, do equilíbrio e da Justiça". Palocci
disse ainda que prestou todos
os esclarecimentos necessários de forma pública. “Prestei todos os esclarecimentos
de forma pública. Entreguei à
Procuradoria-Geral da República todos os documentos
relativos à empresa Projeto”,
disse o ministro na nota divulgada pela Casa Civil.
Hoje o presidente da Câmara,
Marco Maia (PT-SP), deverá
decidir sobre a questão de
ordem aberta pelo PT questionando a votação do requerimento que convocou Palocci na Comissão de Agricultura. Marco Maia disse que
estuda uma saída política
para o caso. Por outro lado, a
oposição pretende recorrer ao
Supremo Tribunal Federal
se a votação for anulada.
“Vamos analisar o processo
como um todo, não há decisão isolada”, disse. “Há regras para realizar as sessões,
para as convocações, para o
debate. Queremos garantir
que o regimento interno seja
cumprido”, completou.
Marco Maia ressaltou que o
arquivamento do processo na
Procuradoria-Geral da República (PGR) “não tem
nada a ver” com a decisão
que será tomada na Câmara.
“[Isso] não invalida o debate
que é inerente ao parlamento”.
A tendência é que Marco
Maia use uma determinação
do regimento interno para
arquivar a votação. A regra é
que as matérias que serão
votadas sejam apresentadas
aos integrantes das comissões com, pelo menos, 24
horas de antecedência, o que
não ocorreu com o requerimento de convocação do
Palocci.
“Temos a informação que
Marco Maia vai alegar erro
formal na apresentação do
requerimento”, disse o líder
do PSDB, Duarte Nogueira
(SP). Se isso acontecer, a
oposição promete obstruir as
votações na Casa. “A tendência é manter o processo
de obstrução para esclarecer
a sociedade que, em nome
dela, os esclarecimentos não
foram feitos”, disse.
Se a votação for anulada,
Marco Maia disse que não
haverá impedimento para a
apresentação de outro requerimento de convocação na
mesma comissão. “Se for
pelo cancelamento, poderá
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 328
ser feita uma nova votação
na reunião de amanhã”, es-
clareceu.
STF • CEZAR PELUSO • PODER JUDICIÁRIO • STJ •
PORTUGAL DIGITAL (PT) • NOTÍCIAS • 7/6/2011 • 16:30:00
Presidente do STF defende no Senado PEC dos Recursos
A proposta visa a fazer com que qualquer processo julgado em segunda instância possa
gerar efeitos imediatos, independentemente da sequência da ação no STF ou no Superior
Tribunal de Justiça (STJ).
Da Redação, com Agência
Brasil
Brasília - O presidente do
Supremo Tribunal Federal
(STF), ministro Cezar Peluso, defendeu terça-feira (7)
no Senado a proposta de emenda à Constituição (PEC)
que transforma recursos em
ações rescisórias. A proposta
visa a fazer com que qualquer processo julgado em
segunda instância possa gerar
efeitos imediatos, independentemente da sequência da
ação no STF ou no Superior
Tribunal de Justiça (STJ).
Peluso ressaltou que atualmente o Judiciário sofre
com possibilidade de inúmeros recursos que impedem o
fim dos processos, o chamado “trânsito em julgado”. De
acordo com o presidente do
STF, apenas no ano passado
após mudança no regimento
interno da Corte, mais de 31
mil recursos considerados
inviáveis.
Peluso informou que tramitam no STF mais de 100 mil
recurso. “Um absurdo absolutamente
inqualificado”,
criticou. “A proposta que foi
assumida é radical no sentido
etimológico porque vai à raiz
do problema cujo cerne está
em antecipar o marco do
trânsito em julgado das questões”, afirmou Peluso.
O ministro ponderou que
PEC, se aprovada, manterá a
mesma possibilidade de recurso para as esferas superiores. “Nessa proposta a admissibilidade dos recursos
não impede o trânsito em
julgado. Os recursos continuam admissíveis, ou seja, a
proposta em nada altera o
regime básico dos recursos”,
disse.
“Eles [os recurso] continuam
sendo admissíveis sob os
mesmos requisitos dos termos vigentes, a diferença é
que tais recursos assumem
aquilo que, tecnicamente, é
chamado como função recendente e rescisória. O provimento dos recursos ou pode produzir a aquela descontinuação ou anulação da decisão impugnada ou então
também produz a eficácia
rescisória, que permite rejulgar o mérito daquela causa”,
explicou Peluso.
A PEC poderá reduzir em
dois terços o tempo de tramitação dos processos no país.
Segundo ele, há processos no
STF com mais de 10 anos de
tramitação. “[Isso] me parece
extraordinário. Com reflexo
na vida das pessoas e na dinâmica jurídica e social”,
disse.
O presidente do STF disse
também que a transformação
dos recursos em ações rescisórias fará com que diminuam os casos de prescrição
dos crimes devido à diminuição do tempo de tramitação
das ações.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 329
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
FORBES.COM (US) • NEWS • 7/6/2011 • 10:09:22
Back on the Road to Serfdom? History Says We Should Be Booming
Brian Domitrovic
How much should this economy be growing? More than
1.8%, the first quarter number for 2011, that’s for sure.
But how much, exactly?
Here are the basic trends. In
the long, quarter-century
booms of the second half of
the 20th century, the economy grew at 3.3% per year.
This was precisely the rate of
GDP expansion from 1945 to
1973 and 1982 to 2007.
But coming out of deep contractions, the rate of growth
was a point higher, some
4.5% per year, for extended
runs. 1947-1953, for example, a period following a steep GDP trough, growth averaged 4.6% per year. After
the three Eisenhower recessions of 1953, 1957-58, and
1960, the JFK-LBJ years of
1961-1969 saw growth at
4.8% annually. And the Ronald Reagan “seven fat years” of 1982-1989, which put
stagflation to pasture, had
growth of 4.3% per year.
Circa 4.5% per year coming
out of serial or otherwise
lousy recessions, settling into
a long-run average of 3.3%.
That’s our history, that’s the
precedent.
So what’s up with the 1.8%,
and this on the heels of the
epic panic of 2008-2009?
The number is lousy, and its
company in previous quarters
is no great shakes either. In
2010, supposedly the first
full year of recovery, the
economy grew at a 2.9%
rate. The comparable year of
the Reagan recovery, 1984,
saw two and a half times that
number, 7.2%.
The word getting around, the
explanation du jour, is that
we’re in a new normal.
Things just aren’t that easy
any more, people are now apt
to say, especially compared
to the wonder years of
“postwar prosperity.” Competition from abroad is too
stiff at this point. The burdens of government are too
large and intractable. Our
best days are behind us.
A corollary of this argument
is that any proposed solution
– say the economic plans of
Representatives Eric Cantor
or Paul Ryan – whose goal is
to get growth on the old,
classic track is dreamy and
therefore unserious. Kevin
Williamson said as much on
Larry Kudlow’s television
show the other day and again
from his post at National
Review.
I take a special interest in this
question because one of my
research concerns is why
growth in the great runs of
the 20th century was actually
so – substandard. Booms in
the 19th century – for example, 1875 to 1892 – saw
growth sustained for decades
at 5.3%. A growth rate of
5.3% means that in just
twenty-five years, the economy is two-thirds larger
than under a rate of 3.3%.
What was the secret to the
outsized growth of the 19th
century, particularly its latter
portion, the Gilded Age?
There were great technological innovations and large
population increases, to be
sure – but these things came
in the 20th century as well.
What was different back then
was the absence of macroeconomic institutions.
There was no Federal Reserve, and there was no income
tax – both would be created
in 1913. Therefore, there
were no instruments through
which the government could
conduct monetary or fiscal
policy. Government’s role in
shaping the economy was
confined to regulating trade
and enforcing contracts.
No wonder we had such an
incredible boom. The funny
thing about it was that whenever the great run flagged in
the 19th century, it correlated
with attempts to introduce
monetary and fiscal policy.
The classic example is the
worst bust of the period, the
panic of 1893. In that year,
the U.S. was busy trying to
convince the public that it
was going to dilute the gold
standard with silver convertibility if not greenback currency, while suggesting it
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 330
might also impose an income
tax.
Output went into free-fall,
and the federal government
almost went bust. Then two
big things happened. A decision came down from the
Supreme Court declaring
the income tax unConstitutional, and the president put
his foot down that the U.S.
would not deviate from the
gold standard. Immediately
the growth rate returned to
4.7% for the next dozen years.
This very nice rate was still a
shade lower than in the heroic 5%-plus years of the
1880s. But then again, the
suggestion was out there that
maybe the U.S. would at
some point decide to institute
monetary and fiscal policy.
And that of course it did,
when in 1913 it amended the
Constitution to get the income tax and established (by
statute) what would become
our central bank.
Since 1913, under the aegis
of monetary and fiscal po-
licy, we averaged that poorer
3.3% rate. The curious thing
about those 4.5% exceptions
was this: they correlated to
the retreat of monetary and
fiscal policy. In 1948, there
was a tax cut and a recommitment to gold under Bretton Woods; in 1962, a tax cut
in concert with a tripling of
interest rates to stem a gold
drain; in the early 1980s, a
tax cut complemented by
monetary policy taking cues
from the price of gold.
The fundamental lesson of
American political economy
since the halcyon days of the
industrial revolution is that
our economic greatness issues from the disinclination of
the government to intervene
in our monetary and fiscal
affairs.
What is to be done? As it
happens, now on offer are
serious suggestions in exactly this direction. Reps. Cantor and Ryan are both talking
about capping the income tax
at 25%, and there’s a new
fascination globally with
returning to the 19th-century
monetary system of the gold
standard.
Dismissing these solutions,
as the cognoscenti are prone
to do, as reactionary, unrealistic, and not-quite-IvyLeague is to betray ignorance
about the immense statics of
American economic history.
It’s in our sinews to grow at
5-6% per year. If we’re doing
less, it’s because we’ve arrogated power to institutions
that blunder around in the
name of the public good.
P.S.: An essay of mine on the
growth trends of the 19th and
20th centuries anchors a new
book on our current crisis,
Back on the Road to Serfdom, edited by the essential
Tom
Woods:
http://www.amazon.com/Bac
k-Road-SerfdomResurgenceStatism/dp/193519190X/ref=sr_
1_1?ie=UTF8&s=books&qid
=1307307435&sr=8-1
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 331
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
LE MONDE (FR) • À LA UNE • 7/6/2011 • 13:39:16
Le rapport Ciotti est "émaillé de mensonges, contre-vérités et approximations"
Serge Portelli, magistrat, vice-président au tribunal de grande instance de Paris est
l"auteur de "Juger" (Éditions de l"Atelier, 192 pages, 18 )
LEMONDE.FR
Octave : N êtes-vous pas
surpris de la très grande clémence dont fait quasi systématiquement preuve le parquet dans les affaires concernant les politiques ?
Serge Portelli : Les poursuites exercées contre les hommes politiques sont récentes
sur l échelle de l histoire.
Elles commencent en France
dans les années 1970. La
classe politique avait jusquelà bénéficié d une scandaleuse impunité. Les poursuites
se sont donc multipliées contre des députés, des ministres. Ces dernières années,
les juges d instruction ont été
beaucoup moins saisis par les
procureurs de la République
de ce type d affaires, notamment parce que la délinquance économique et financière
bénéficie de plus en plus d
une impunité. On ne peut que
constater, effectivement, le
peu d empressement des procureurs de la République à
poursuivre ce type d affaires.
Sauf lorsqu un membre de l
opposition est visé. Il faut
rappeler qu en France, les
procureurs de la République
sont étroitement soumis à
une hiérarchie et que la Cour
européenne des droits de l
homme a jugé qu ils ne cons-
tituaient pas une autorité judiciaire indépendante.
Alain : Pouvez-vous nous
décrire le rôle du juge d application des peines : quel est
son champ d intervention,
dans quelle mesure peut-il
aménager une peine et de ce
fait moduler la sanction infligée ?
Serge Portelli : Le juge d
application des peines a un
double rôle. En détention et
en milieu ouvert. En détention, il a pour rôle de faire
entrer le droit dans la prison.
Plus précisément, il décide
de mesures d assouplissement de la peine. Les libérations conditionnelles, mais
aussi les réductions de peine
ou d autres mesures de ce
type. En milieu ouvert, il a la
charge de suivre toutes les
personnes qui bénéficient de
peines telles que les mises à l
épreuve. Il ne travaille pas
tout seul, il est en liaison
permanente avec les conseillers d insertion et de probation, mais aussi avec l administration pénitentiaire. Dans
la plupart des juridictions, le
juge d application des peines
occupe d autres fonctions très
variées.
Caty : N y a-t-il pas des magistrats chargés de suivre
quotidiennement (ou pres-
que) les criminels libérés
considérés comme dangereux
? Ne faudrait-il pas plus de
moyens afin d effectuer un
réel suivi ?
Serge Portelli : Ce sont les
juges de l application des
peines qui ont pour charge de
suivre les détenus libérés dès
lors qu ils sont soumis à une
mesure de surveillance et de
contrôle. Ces juges ne sont
pas seuls, et délèguent une
grande part de ce pouvoir
aux conseillers d insertion et
de probation. L affaire de
Pornic en février 2011 a
permis à l opinion publique
de constater que les moyens
de ces services étaient très
largement insuffisants. Ni les
juges ni les conseillers d insertion et de probation n ont
suffisamment de temps ni de
moyens pour s occuper de
toutes ces personnes. Ils sont
obligés de définir des priorités et de se consacrer, effectivement, aux personnes libérées qui présentent les plus
grands risques. Mais ces risques sont extrêmement difficiles à apprécier.
Iouno : Est-ce possible de
supprimer les réductions de
peine, comme semble le vouloir M. Ciotti ?
Serge Portelli : Il est toujours
possible de revenir sur tous
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 332
les progrès du droit depuis un
siècle ou un demi-siècle. On
peut supprimer le juge des
enfants, le juge de l application des peines, etc. La responsabilité du politique est d
avoir un minimum de cohérence dans la politique pénale, et plus particulièrement
pénitentiaire. On assiste à des
allers-retours
permanents.
Supprimer ces réductions de
peine aurait des conséquences graves sur le fonctionnement des prisons. Cela risquerait d accroître la violence
au sein des établissements
pénitentiaires. Violence contre le personnel pénitentiaire,
violence entre les détenus,
violence contre soi-même.
Imre K. : Quels sont vos arguments pour vous opposer à
la proposition de M. Ciotti de
placer l exécution des peines
sous la responsabilité exclusive du parquet ?
Serge Portelli : Tout le
progrès du dernier demisiècle a consisté à introduire
un juge indépendant dans l
exécution des peines. Une
peine de prison est vivante,
elle concerne un homme, qui
continue de vivre, d évoluer,
de changer, soit par luimême, soit par les soins dont
il bénéficie, soit par son entourage, soit pour mille autres raisons. Il est donc nécessaire de prendre en compte cette évolution pour aménager progressivement la
peine. Tout homme placé en
prison doit nécessairement,
un jour, en sortir. Cette responsabilité-là nécessite l intervention d un juge indépendant. Comme je l ai indiqué précédemment, le procu-
reur de la République ne l est
pas. Il a l obligation d appliquer une politique pénale
définie par un gouvernement,
avec
une
marge
de
manœuvre extrêmement étroite. Il appartient donc à un
juge, qui n a d ordre à recevoir de personne, d intervenir
dans l exécution des peines.
Guest : Quel est le réel objectif du rapport Ciotti selon
vous ? Serge Portelli : Pour
parler franchement, je pense
que ce rapport est une des
premières manifestations de
la campagne électorale. Il
vise à durcir encore davantage la politique pénale. On
assiste à une course permanente entre le programme du
Front national et celui de l
UMP. L objectif essentiel est
celui-là. Ce rapport est émaillé de mensonges, de contre-vérités, d approximations.
On ne peut que constater une
ignorance tragique des réalités de la prison et de la justice et une méconnaissance
profonde du phénomène criminel, et notamment celui de
la récidive. Sur des bases
fausses, on ne peut avancer
que des propositions erronées.
XXX : La libération d un
détenu présente toujours un
risque de récidive. Le prix à
payer pour les libérations
conditionnelles
(quelques
crimes par an ) n est-il pas
trop élevé ?
Serge Portelli : Si l on applique le "principe de précaution", aucune libération ne sera
jamais possible. Toute décision judiciaire présente un
risque. Ce ne sont pas sim-
plement les libérations conditionnelles qui sont en cause.
L appréciation de la durée de
la peine est une des tâches les
plus difficiles du juge. Savoir
ce que l on fait d un suspect
avant son jugement est également très délicat. Personne
ne peut savoir ce qu un
homme fera en quittant un
tribunal. Il peut très bien
commettre un crime dans l
heure qui suit. Aucun expert
au monde, aucun juge ne
pourra jamais le savoir. Mais
ce qu il faut affirmer haut et
fort, c est que l immense majorité des gens qui passent en
justice et de ceux qui sortent
de prison retrouvent une vie
totalement normale et ne
retournent jamais ni devant
leur juge ni dans une prison.
Ce constat-là est évident,
mais personne ne veut l entendre.Alain : Pouvez-vous
comparer le taux de récidive
des anciens détenus ayant
bénéficié de remise(s) de
peine avec celui d anciens
détenus n en ayant pas bénéficié ?
Serge Portelli : Les études
qui ont été menées jusqu à
présent concernent les libérations conditionnelles, et non
les remises de peine à proprement parler. Elles démontrent que la récidive est beaucoup plus faible lorsqu une
libération conditionnelle a
été accordée. Les remises de
peine obéissent à une logique
légèrement différente, puisqu
elles ont été effectivement
créées à la suite des émeutes
des années 1970, dans le but
d apaiser le climat des prisons. Ces remises de peine
permettent de donner un es-
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 333
poir aux détenus. Elles ne
sont pas automatiques, comme on le prétend trop souvent, puisque le juge de l
application des peines peut
les révoquer en cas de mauvais comportement. Il serait
utile de demander au personnel pénitentiaire ce qu il pense du projet de suppression
de ces réductions de peine.
Romaindu26 : Certains politiques appellent à " punir
plus vite ", notamment les
primo-délinquants, n est-ce
pas un obstacle au déroulement de la justice ?
Serge Portelli : Je n ai rien
contre la "punition", mais le
terme qui me paraît le plus
adapté est celui de "sanction". La course contre la
montre pour sanctionner me
paraît un faux problème. La
justice a besoin de temps
pour décider déjà de la culpabilité, qui est loin d être
évidente, mais aussi, éventuellement, de la sanction.
Dans les vingt dernières années s est développé tout un
courant tendant à transformer
la justice pénale en une machine à produire rapidement
des peines. Telle n est pas la
mission de la justice. Le terme de "traitement en temps
réel" est une aberration. Pour
juger un homme, il faut
prendre le temps, non seulement de rechercher ce qu il a
fait précisément, mais aussi
de savoir qui il est. Ce n est
pas en quelques minutes,
voire en quelques jours, qu
on peut le savoir. Les procédures de comparution immédiate, les anciens flagrants
délits, induisent la prison.
Elles sont de plus en plus
employées et produisent une
justice de très médiocre qualité, et le plus souvent des
injustices. Il faut donc aller
très exactement en sens inverse. Prendre le temps de
juger, mais aussi expliquer
pourquoi il faut prendre le
temps.
Patrick : On assiste à une
multiplication des erreurs
judiciaires. Est-ce dû au
sous-effectif judiciaire, à la
mauvaise formation des magistrats, au manque d éthique
des magistrats ?
Serge Portelli : Il n y a aucun
constat scientifique d une
"multiplication des erreurs
judiciaires", ne serait-ce que
parce qu elles ne sont pas
répertoriées comme telles. L
erreur judiciaire est un
phénomène aussi vieux que
la justice elle-même. Elle
existe dans tous les pays,
dans tous les régimes, dans
tous les systèmes judiciaires.
C est d ailleurs parce qu elle
existe partout et toujours qu
ont été inventées un certain
nombre de règles telles que
la présomption d innocence,
dont le fondement est précisément la fréquence des erreurs. L origine de ces erreurs est multiple, elle peut
tenir effectivement à une
mauvaise formation des magistrats, elle peut être due
aussi à la vitesse excessive
de la justice. Contrairement à
ce qu on pense, ce ne sont
pas dans les affaires criminelles que les erreurs sont les
plus fréquentes, mais dans
les affaires correctionnelles.
Celles-ci sont jugées dans l
immense majorité des cas
après une simple enquête de
police et une procédure de
garde à vue. Il n y a pas aujourd hui assez de garanties
dans ces procédures-là.
Datsmi : Y a-t-il une différence dans l application des
peines entre Paris, les autres
grandes villes et la province
?
Serge Portelli : La justice est
différente suivant toutes les
juridictions. Elle est même
différente dans un même
tribunal, d une chambre à l
autre. La justice est rendue
par des hommes. Tant qu elle
ne sera pas rendue par des
machines, il y aura nécessairement des différences, et c
est heureux.
Imre K. : Que pensez-vous
du projet de rendre présents
des "jurés populaires" aux
côtés des juges d application
des peines?
Serge Portelli : J ai écouté
Nicolas Sarkozy présenter ce
projet. J ai entendu qu il voulait ainsi mettre fin au "scandale des libérations conditionnelles". Il s agit donc bien
évidemment de rendre cette
justice plus sévère. La libération conditionnelle est le
meilleur moyen d éviter la
récidive. C est un constat qui
a été fait depuis très longtemps et dans tous les pays
du monde. Malheureusement,
le gouvernement actuel ne
semble pas accepter ce constat, pourtant irréfutable. Je n
attends donc rien de bon de
ce projet-là.Dubois : Comment grimpe-t-on dans la
hiérarchie lorsque l on est
magistrat ?
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 334
Serge Portelli : Je suis assez
mal placé pour vous répondre. Mais le système, paraîtil, est destiné à faire progresser les meilleurs dans la hiérarchie. Je vous laisse le soin
de l apprécier.Anon : Que
pensez-vous de la judiciarisation de l hôpital psychiatrique ?
Serge Portelli : Je pense que
vous faites allusion aux décisions du Conseil Constitutionnel et à la loi qui vient d
être adoptée par le Parlement. Le juge devra désormais intervenir dans un délai
très bref pour s assurer de la
pertinence du placement en
hôpital psychiatrique. Le
principe est intéressant. Cette
judiciarisation se heurte à des
inconvénients pratiques majeurs : le manque de moyens,
l insuffisance de juges et de
greffiers. Il ne suffira pas de
mettre un juge dans l hôpital
psychiatrique, encore faut-il
qu il y ait un vrai débat judiciaire et que la personne hospitalisée ait la possibilité
réelle de contester son placement et de bénéficier d une
assistance. Nous en sommes
encore loin.
Patrick : L échelle des peines
est particulièrement courte en
France. Trente ans de peine
de sûreté pour les crimes les
plus graves. Compte tenu de l
espérance de vie, ne faudraitil pas porter cette peine à
cinquante ou soixante ans?
Serge Portelli : Quel est le
sens de la peine ? S agit-il de
multiplier les détentions perpétuelles ? Faut-il avoir pour
but de garder un homme en
prison jusqu à la fin de ses
jours ? C est l exemple que
nous proposent effectivement
les Etats-Unis, où près de
cent trente mille personnes
sont détenues à perpétuité,
dont trente mille environ sans
aucune possibilité de libération conditionnelle. C est cet
exemple qui apparemment
inspire M. Ciotti et d autres.
Telle n est pas notre tradition. Mais c est la conception,
plus largement, de la justice
et de l homme qui est en cause. Peut-on priver totalement
d espoir quelqu un qui a
commis une infraction, même grave ? Ne faut-il pas, au
contraire, toujours espérer en
l homme ?
Sand : pourquoi ne pas envisager de faire appel à des
sociétés privées pour faire le
suivi (sur le plan technique
uniquement) des détenus
libérés soumis a un contrôle
?
Serge Portelli : Les sociétés
privées ont déjà une large
place dans l exécution des
peines, puisque de plus en
plus de prisons sont soumises
à un régime mixte. Ce sont
des entreprises privées qui
non seulement construisent
les prisons, mais les gèrent
dans une très large mesure.
La justice, la prison font partie des fonctions régaliennes
de l Etat. La privatisation est
déjà très largement en marche dans l ensemble des services publics. Il serait bon
que la justice résiste à ce
mouvement.
Alain : Quelle est la signification de "perpétuité" en
droit français ?
Serge Portelli : La seule vraie
peine de perpétuité "réelle" a
été créée par une loi de 1994,
à la suite d une terrible affaire criminelle. Il s agissait au
départ d interdire toute libération conditionnelle pour
des crimes particulièrement
odieux. Mais même dans ce
cas-là, la loi a dû prévoir la
possibilité d une atténuation
de la perpétuité.
Miodo : Pensez-vous que le
Parti socialiste offre une autre vision de la justice ?
Serge Portelli : Pendant les
deux dernières campagnes
électorales, le Parti socialiste
s est systématiquement aligné sur les propositions de la
droite. Qu il s agisse de Lionel Jospin ou de Ségolène
Royal. Le programme actuel
du Parti socialiste est très
différent de celui de l UMP.
Il faut dire que ce dernier
parti se rapproche de plus en
plus, dans son programme et
son discours, du Front national. Il est dès lors quasiment
impossible pour la gauche de
s aligner sur les propositions
de la droite.
axel : L application de la
LOPPSI 2 se fait -elle déjà
ressentir dans le monde de la
justice ?
Serge Portelli : La Loppsi 2
était un véritable fourre-tout.
La plupart de ses dispositions
entrent progressivement en
vigueur, elles n ont pas encore entraîné de bouleversements considérables dans le
monde de la justice.
Cicéron : Avant de s intéresser à "l exécution des peines"
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 335
au travers des mesures de
"réinsertion", le véritable
problème ne reposerait-il pas
tant sur la réforme de la procédure pénale et sur le manque de moyens des services
judiciaires ?
Serge Portelli : Il est vrai que
l exécution des peines permet
de modeler, voire de rectifier,
des décisions judiciaires qui
ont pu être prises trop rapidement ou sans grand souci
de l homme qui est jugé. La
possibilité donnée depuis
2009 (la loi pénitentiaire) d
aménager des peines d emprisonnement jusqu à deux
ans est le signe de cette inadéquation. Il serait largement
préférable que les juges, au
moment du prononcé de la
peine, prennent le temps de
prononcer des peines individualisées et proportionnées.
Miodo : Si vous deviez en
défendre une, quelle mesure
de la justice "à la sauce Sarkozy" choisiriez-vous ? Les
QPC ne sont-elles pas un pas
dans le bon sens ?
Serge Portelli : Franchement,
je pense que la politique de
Nicolas Sarkozy en matière
de justice a permis de réveiller et le monde judiciaire, et
la société dans son ensemble.
Les excès, l inhumanité de
cette politique nous forcent à
retrouver les vraies valeurs
de la démocratie. Ils nous
obligent à réfléchir aux fondements de notre action. J
aurais préféré que cette évolution se fasse de façon moins douloureuse. Je crains
surtout que toutes les lois qui
ont été votées, et surtout l
idéologie qui les sous-tend,
ne soient particulièrement
difficiles à remettre en cause.
que du nouveau rôle du juge
tel qu il a été défini au sortir
de la seconde guerre mondiale. Il s agit de donner au juge
sa véritable place dans une
démocratie, en rappelant au
politique qu il est soumis,
quelles que soient les circonstances, quelle que soit
son idéologie, à des valeurs
supérieures qui sont communes à toute l humanité. Le
Conseil Constitutionnel se
voit principalement chargé
de ce nouveau rôle. Mais il
doit le partager avec l ensemble du monde judiciaire.
C est toute la justice, du plus
petit juge jusqu à la Cour
européenne des droits de l
homme, en passant par la
Cour de cassation et le Conseil Constitutionnel, qui a la
charge, la lourde charge, d
être le gardien des libertés.
La réforme de la question
prioritaire de Constitutionnalité s inscrit dans la logi-
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 336
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
LE MONDE (FR) • EUROPE • 7/6/2011 • 15:24:21
Bactérie : le fédéralisme allemand à l'épreuve de la gestion de crise
Alors que l Allemagne a enregistré, mardi 7 juin, un 24e
décès lié à une bactérie tueuse, l origine du mal reste toujours inconnue. Le Land de
Hambourg avait d abord incriminé une exploitation de
concombre espagnol, avant
de devoir se rétracter. Puis le
ministère de l agriculture de
Basse-Saxe orienta les soupçons vers un producteur de
graines germées. Mais les
tests effectués sur place n ont
pas permis de valider cette
hypothèse, sans toutefois
encore l infirmer. Incapables
de remonter à la source de l
épidémie, les autorités allemandes continuent de déconseiller la consommation de
tomates, de concombres, de
salade et de graines germées
crus.
Confuse, du fait de l intervention de multiples acteurs,
et peu efficace, l action du
gouvernement suscite de plus
en plus de critiques. "La gestion de la crise du ministre de
la santé Bahr n est pas très
convaincante", déplore ainsi
Thomas Oppermann, du chef
du groupe parlementaire social-démocrate, cité par le
Spiegel. L hebdomadaire
renchérit, acerbe : "Le pays
demande : que pouvons-nous
manger ? Bien sûr, Bahr n a
pas de réponse, ce serait trop
lui demander." Daniel Bahr,
"tout jeune ministre de 34
ans [qui vit] son baptême du
feu", relativise Catherine
Perron, chercheuse au Centre
d’études et de recherches
internationales-Sciences Po.
Mais "est-ce le fédéralisme
ou un manque de leadership
politique" qui est en cause ici
?
"Le système allemand est
lent à prendre des décisions",
estime Henrik Uterwedde,
directeur adjoint de l Institut
franco-allemand de Ludwigsburg. En Allemagne, la
santé est d abord le domaine
des Länder, qui ont ainsi diligenté leurs propres enquêtes sur la bactérie mortelle.
Ils en réfèrent ensuite à l Etat
fédéral, par le biais du Robert
Koch Institut, responsable du
contrôle et de la lutte contre
les maladies. "Le problème
est que les autorités locales
mettent trop de temps à relayer l information", déplore le
Spiegel. "Les infections, les
preuves de présence de la
couche d E. coli et même les
cas de décès doivent être
rapportés une fois par semaine seulement (...). Les autorités fédérales disposent ensuite d une semaine avant d informer le Robert Koch Institut", décrit le journal.
Un système critiqué par Renate Künast, figure de premier plan des écologistes allemands : "on ne peut pas juste
attendre que les experts finissent par s appeler" pour
comparer leurs résultats, tance-t-elle. D autant plus que le
temps presse, rappelle l Organisation mondiale de la
santé mardi, de trop longs
délais compliquant la recherche de l origine de l épidémie.
En outre, les compétences
partagées du ministère de la
santé et de l agriculture –
dont dépendent trois agences
consultatives : le Robert Koch Institut pour la santé, l
agence fédérale pour la protection des consommateurs et
la sécurité alimentaire et l
Institut fédéral pour l évaluation des risques – compliquent encore les choses. Interviewé par le Stern, un médecin évoque la nécessité d
une "structure uniforme dans
les mains du Robert Koch
Institut". Le spécialiste de la
santé Karl Lauterbach, du
parti d opposition socialdémocrate, appelle lui "à la
création d une cellule de crise E. coli au ministère de la
santé", rapporte le quotidien.
DIFFICULTÉS DE COMMUNICATION
Dans leur chasse au coupable, les différents Länder ont
probablement aussi péché par
excès de zèle : "On est dans
le cas classique où le fédéralisme pose des difficultés de
communication",
analyse
Werner Zettelmeier du Centre d information et de recherche sur l Allemagne contemporaine. Commentant les
informations contradictoires
des Länder de Hambourg et
de Basse-Saxe, il fait remarquer "le souci de se montrer
réactif" qui, dans une situation d urgence très médiatisée,
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 337
a créé "la confusion". "Pour
ne pas semer la panique", la
coordination des autorités est
essentielle, mais "dans cette
situation, c est tout sauf la
concertation", souligne aussi
Henrik Uterwedde.
Au final, la gestion de la crise E. coli révèle les failles du
système allemand, selon
Werner Zettelmeier : cela va
"certainement alimenter le
débat sur le fédéralisme".
Une réflexion qui, pour le
chercheur, relancera les discussions sur un sujet plus
sensible que la santé pour les
Allemands : l éducation.
Mais Henrik Uterwedde nuance, car "tout changement
de la Constitution demande
la majorité du vote des
Länder". Pour le chercheur,
dans un système qui prouve
sa légitimité parce que "tout
le monde a le sentiment d
être entendu", les Länder
admettront des "couacs" dans
la concertation mais ne seront pas prêts à réformer leur
autonomie.Flora Genoux
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 338
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
LE MONDE (FR) • SPORTS • 7/6/2011 • 10:00:13
Le vice-président de la FIFA espère une solution pour les footballeuses
iraniennes
Le prince jordanien Ali ben
Hussein, vice-président et
membre du comité exécutif
de la FIFA, a affirmé mardi à
Amman qu il allait tenter de
trouver une solution à l interdiction frappant l équipe iranienne féminine de football.
Les joueuses iraniennes ont
été interdites de terrain alors
qu elles devaient rencontrer
la Jordanie, vendredi dernier
à Amman, lors d un match de
qualification pour les Jeux
olympiques de 2012 à Londres, en raison de leur tenue
vestimentaire. "Il s agit d une
question importante que je
vais soulever avec la Confédération asiatique de football
(CAF) et la Fédération internationale de football. Nous
oeuvrerons ensemble à trouver une solution qui respecte
en même temps les règles du
jeu et la culture", a déclaré le
demi-frère du roi Abdallah II
qui a pris son poste mercredi
dernier à la FIFA.
"Le football c est l équité et
le respect et je suis persuadé
qu on va trouver une solution
à cette affaire", a-t-il ajouté.
Le prince Ali ben Hussein s
est dit "un fervent partisan du
football féminin". "Je suis
déterminé à aborder toutes
les questions pertinentes afin
de veiller à ce que toutes les
filles et les femmes puissent
jouer ce beau jeu à travers le
continent" (asiatique), a-t-il
dit.
"UNE AFFAIRE PLUS POLITIQUE QUE SPORTIVE"
L interdiction de jouer faite à
l équipe féminine iranienne
de football a des motifs "politiques", et constitue une
"violation des droits de l
homme", a pour sa part estimé mardi l ambassadeur d
Iran en Jordanie, Moustapha
Mosleh Zadah. "Toute l affaire est plus politique que
sportive et nous demandons à
la FIFA de revenir immédiatement sur sa décision qui
porte atteinte aux joueuses
iraniennes", a-t-il déclaré,
lors d une conférence de
presse à l ambassade d Iran à
Amman. "Il s agit d une violation des droits de l homme
et de toutes les chartes internationales et olympiques", at-il dit. Il a réitéré l intention
de son pays de "déposer une
plainte auprès de la Fédération internationale de football".
L ambassadeur a mis en garde "contre les tentatives de
mélanger la politique, la religion et le sport", relevant que
l Iran "donne l opportunité
aux femmes de pratiquer le
sport dans le cadre de la charia". "Nous avons été surpris,
a dit M. Zadah, de l insistance de la déléguée bahreïnie
de la FIFA afin que les joueuses enlèvent le hijab (foulard islamique) et le remplacent par le capuchon agréé
par la FIFA, et que le cas
échéant il leur serait interdit
de jouer". L ambassadeur a
estimé que "l insistance de la
FIFA à imposer une tenue
vestimentaire lui ferait perdre
de nombreuses sportives de
pays arabes et musulmans".
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 339
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
AMBITO FINANCEIRO (AR) • POLÍTICA • 7/6/2011
La Cámara de Casación Penal alertó a la Corte por el incremento de la
litigiosidad en el fuero
"preocupación"
La Cámara de Casación advirtió su "preocupación" por
la recarga de tareas de ese
tribunal e informó a la Corte
que en los últimos 10 años el
ingreso de causas creció casi
un 600%. Además sostuvo
que esta situación se da debido, entre otros motivos, a que
"está cumpliendo una doble
actividad jurisdiccional" debido a que "aún no se ha puesto en funcionamiento la
Cámara Nacional de Casación en lo Criminal y Correccional de Capital Federal"
que "absorbería alrededor del
40% de la actividad recursiva
que todavía pesa sobre este
cuerpo".
Mediante una nota dirigida al
presidente de la Corte Suprema, Ricardo Lorenzetti,
la titular del cuerpo, Angela
Ledesma, aludió al aumento
de la litigiosidad en el fuero,
y manifestó su preocupación
por "la creciente cantidad de
causas que diariamente ingresan a la Cámara" y ejemplificó que, en los últimos
diez años, la entrada de ex-
pedientes "aumentó un 586
por ciento". Y enfatizó que
"ello supera la posibilidad de
brindar un servicio de justicia
rápido y eficiente".
"A la situación planteada se
suma que es menester resolver los diversos recursos traídos a conocimiento del Tribunal en el marco de causas
en las que se juzgan delitos
de lesa humanidad, muchas
veces de extrema complejidad y volumen, en las que
urge decidir la situación procesal de las personas imputadas y dar respuesta no sólo a
ellas sino también a las víctimas y a la sociedad en general", afirmó Ledesma en su
misiva.
La camarista anticipó que
"como consecuencia de lo
referido, en un futuro próximo la labor de este Cuerpo se
verá sensiblemente incrementada al afrontar la revisión de los fallos que se adopten en esas causas" por delitos de lesa humanidad durante la dictadura, tales como
"los expedientes ESMA, Ve-
subio, Plan Sistemático,
Margarita Belén, Automotores Orletti, entre otras".
Ledesma, quien ejerce la
presidencia del tribunal durante este año, dijo que se
"está cumpliendo una doble
actividad jurisdiccional, por
cuanto aún no se ha puesto
en funcionamiento la Cámara
Nacional de Casación en lo
Criminal y Correccional de
Capital Federal, creada por la
ley 26.371, publicada el 30
de mayo de 2008" en el Boletín Oficial que "absorbería
alrededor del 40% de la actividad recursiva que todavía
pesa sobre este Cuerpo".
Ello "permitiría abordar exclusivamente el tratamiento
de los procesos en materia
federal, con incidencia directa en una mayor celeridad en
el trámite en los que se vinculan con delitos de lesa humanidad", señaló finalmente
en su escrito de dos carillas
al que adjunta gráficos de las
estadísticas del incremento
de ingreso de expedientes
durante la última década.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 340
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
EL UNIVERSAL • INTERNACIONAL • 7/6/2011
Yemeníes presionan para que asuma el vicepresidente
Saleh volverá a Sanáa en un plazo de 14 días, según voceros oficiales
EL UNIVERSAL
Sanáa.- La principal alianza
opositora yemení, Encuentro
Compartido, instó a llevar a
cabo un traspaso total del
poder al vicepresidente Abderabu Mansur Hadi, que se
encargó de los asuntos del
país tras el viaje del presidente Ali Abdulá Saleh a
Riad, el sábado. Sultan Hazam al Etwani, un dirigente
del Encuentro Compartido
dijo que mediante esta propuesta se pretende encontrar
una "salida pacífica" a la
crisis en el país, destacó Efe.
Saleh ingresó el sábado en un
hospital militar de Riad, un
día después de sufrir heridas
en la cabeza y el pecho por el
impacto de un proyectil en la
mezquita del palacio presidencial en Sanáa, que causó
la muerte de siete oficiales de
los servicios de seguridad y
dejó heridos a varios altos
cargos.
Al Etwani aseguró que si no
se cumple con la petición de
la oposición, los jóvenes revolucionarios y opositores
"tienen otras alternativas".
Entre éstas citó la formación
de un consejo transitorio para
dirigir el país.
Por orden de Saleh, y tal y
como estipula la Constitución yemení, el vicepresidente
Hadi podrá ocupar la presidencia en funciones durante
60 días.
Hadi logró el domingo un
acuerdo con el jefe tribal
Sadik al Ahmar, uno de los
principales baluartes de la
oposición, para un alto el
fuego en los combates que
habían estallado en Sanáa
dos semanas antes.
El conflicto armado entre las
fuerzas de Saleh y los milicianos tribales de Al Ahmar
empezaron el 23 de mayo
pasado después de que el
gobernante rechazara por
tercera vez firmar una iniciativa presentada por los países
del golfo Pérsico para una
transferencia pacífica del
poder.
Sin embargo el régimen yemení frustró la esperanza de
la oposición de una transición rápida del poder al anunciar que el presidente Saleh
volverá a Sanáa en los "próximos días".
En ausencia de Saleh, la tregua con Al Ahmar, poderoso
jefe tribal de los Hashed,
seguía vigente ayer en Sanáa,
citó AFP.
En una declaración, Berlín,
París, Londres, Madrid y
Roma llamaron a los yemeníes a "respetar la tregua iniciada por el rey de Arabia
Saudí".
En una reunión con los embajadores europeos, el vicepresidente yemení dijo que la
consolidación de la tregua
era la "prioridad número uno", indicó la agencia oficial
Saba.
Por su parte, el mediador del
Golfo, Abdellatif Zayani,
anunció que estaba dispuesto
a reactivar su mediación en
Yemen. La "iniciativa del
Golfo sigue ofreciendo la
solución apropiada" a la crisis, dijo Zayani en un comunicado.
El Consejo de Cooperación
del Golfo (CCG) "puede reactivarla y seguir su aplicación si es aceptada por todas
las partes", agregó Zayani.
Allegados del jeque Al Ahmar de los Hashed acusaron
a francotiradores del régimen
de haber matado a tres de sus
hombres cerca de su residencia en el norte de la capital.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 341
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
EL UNIVERSAL • INTERNACIONAL • 7/6/2011
Encargan a Passos Coelho formar gobierno portugués
El próximo premier tendrá que anunciar medidas de austeridad
EL UNIVERSAL
Lisboa.- El presidente de
Portugal, Aníbal Cavaco Silva, pidió al socialdemócrata
Pedro Passos Coelho, cuya
formación, el Partido Social
Demócrata (PSD), se impuso
en las legislativas del domingo, que inicie "inmediatamente" las gestiones en vistas de una "solución de gobierno mayoritaria" sin esperar
su nombramiento. Esta decisión del jefe de Estado, que
decidió acelerar el proceso
normal previsto por la Constitución, debería permitir al
próximo gobierno entrar en
funciones antes de lo previsto
para así hacer frente sin tardar a la puesta en marcha del
plan de ayuda concluido con
la Unión Europea y el Fondo
Monetario
Internacional
(FMI), resaltó AFP.
"Precediendo al nombramiento del primer ministro,
estas gestiones deben llevarse a cabo con celeridad y sus
resultados deben ser comunicados al presidente de la República antes de la publicación de los resultados oficiales
de la elección", prevista para
el 15 de junio, según un comunicado de la presidencia.
El Partido Social Demócrata
(PSD), que ya tiene 105
escaños en el Parlamento y
puede esperar tres más, había
anunciado que formaría un
gobierno de coalición con la
derecha del CDS-PP, que
tiene 24 diputados, lo que
daría al conjunto de la derecha un total de al menos 129
de los 230 escaños.
Con esta confortable mayoría
absoluta, Passos Coelho había prometido el domingo
abocarse "lo antes posible" a
las reformas exigidas por el
plan de ayuda internacional
de 78.000 millones de euros
en tres años.
Por primera vez desde el
advenimiento de la democracia en 1974, la derecha portuguesa concentra todo el
poder con un presidente, un
gobierno y una mayoría parlamentaria en manos del
PSD.
En su primera declaración
tras la victoria, Passos Coelho lanzó un mensaje tranquilizador a los acreedores de
Portugal, que acaba de negociar un préstamo de 78.000
millones de euros con la UE
y FMI a cambio de un exi-
gente programa de austeridad
de tres años.
"Haré todo a fin de garantizar
que Portugal no sea una carga para los países que nos
prestaron lo que necesitábamos para asumir nuestras
responsabilidades y nuestros
compromisos", declaró Passos Coelho.
Fiel a su credo de "transparencia" y de "decir la verdad", el líder socialdemócrata predijo "años muy difíciles" a los portugueses, a los
que anunció nuevos sacrificios por "las circunstancias".
La prensa portuguesa se preocupaba ayer por los plazos
del nuevo gobierno para lanzar el programa de rigor y de
reformas, subrayando que la
primera "inspección" de la
"troika" -UE, el FMI y el
Banco
Central
Europeo
(BCE)- prevista para fines de
julio.
El próximo gobierno tendrá
que decidir nuevas medidas
de austeridad.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 342
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
EL UNIVERSAL • INTERNACIONAL • 7/6/2011
Strauss-Kahn se declara "no culpable" de crímenes sexuales
Empleadas hoteleras gritaban al ex jefe del FMI: "Debería darte vergüenza"
EL UNIVERSAL
Nueva York, EEUU.- Con la
piel bronceada e irradiando
seguridad en sí mismo, se
presentó ante la Suprema
Corte de Nueva York el ex
director gerente del Fondo
Monetario
Internacional
(FMI) Dominique StraussKahn, quien se declaró "no
culpable" de los cargos de
tentativa de violación y agresión sexual. La vista fue rápida. En apenas siete minutos, la fiscalía leyó los siete
cargos contra Strauss-Kahn,
quien acompañado de su mujer, la periodista Anne Sinclair, se limitó a declararse
"no culpable". Sus abogados
no hicieron ninguna intervención, indicó DPA.
Poco después, sin decir una
palabra, los dos bajaron las
escaleras para tomar el auto
que los esperaba para viajar
hacia la lujosa casa de tres
plantas situada en el barrio
de Tribeca, con spa y sala de
cine incluidos, donde el ex
jefe del FMI se encuentra
bajo arresto domiciliario tras
pagar una fianza millonaria.
De fondo, se oían los gritos
de una treintena de mujeres
que trabajan en varios hoteles
de Nueva York, diciendo a
Strauss-Kahn: "íAvergüéncese, avergüéncese!".
Los defensores de StraussKahn, Benjamin Brafman y
William Taylor, insistieron
ante la prensa en que el encuentro sexual con la camarera del hotel fue consentido.
"A nuestro juicio, una vez se
revisen las pruebas quedará
claro que no hubo elemento
alguno de coacción por la
fuerza en este caso y que
cualquier sugerencia de lo
contrario simplemente no es
creíble", sostuvo Brafman.
Kenneth Thompson, el abogado que representa la víctima, reiteró que su cliente
sufrió un "ataque sexual terrible" y que en ningún momento fue algo consentido.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 343
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
EL UNIVERSAL • INTERNACIONAL • 7/6/2011
Aconsejan a Humala mantener la economía y cumplir promesas
El gobierno de Humala tiene que aplicar políticas para superar la pobreza
LEDA PIÑERO
Ollanta Humala logró triunfar en Perú, pero ahora el
exmilitar, que durante la
campaña hizo un viraje de su
inicial discurso radical de
izquierda a uno más moderado, enfrenta el reto de mantener la prosperidad económica de su país y generar
confianza en el sector privado, a la par de cumplir con
las reformas sociales prometidas al electorado base que
votó por su propuesta. Si en
la contienda electoral que
batalló contra Keiko Fujimori tuvo que plantear sus estrategias a fin de hacerse de la
credibilidad de los peruanos
para poder vencer, ahora
como presidente tendrá que
crear las condiciones de concertación y diálogo necesarias para convencer a los actores sociales y económicos de
que su gobierno no puede
dejar de un lado su agenda,
pero que va a negociar y llegar a acuerdos con todos los
sectores.
Sus primeras palabras como
presidente electo siguieron
esta orientación. El domingo
en la noche afirmó que mantendrá el crecimiento económico y pidió un gobierno de
concertación y de inclusión.
Ayer los mercados financieros en Perú mostraron un
comportamiento
inestable
ante la incertidumbre por el
nuevo gobierno, al punto que
la Bolsa de Valores de Lima
(BVL) cayó 11,9 % durante
la jornada.
"Lo que tiene que hacer Humala pronto es anunciar cuáles van a ser sus ministros de
Economía, cuál va a ser el
presidente del Banco Central
(de Reserva); una vez que
estos nombres se conozcan
yo creo que se va a despejar
la desconfianza en los sectores económicos ", opinó Luis
Esteban Manrique, analista
internacional y redactor jefe
de la revista Política Exterior
de Madrid.
En esta misma dirección se
manifestaron los empresarios
peruanos al pedirle a Humala
que su gobierno debe "afianzar los avances económicos"
y a su vez impulsar "reformas estructurales, especialmente las referidas al desarrollo del capital humano",
según un comunicado de la
Cámara de Comercio de Lima.
como le han achacado sus
detractores. El mandatario
electo tendrá que hacer gala
de talento político para sortear las presiones tanto de quienes le exigirán que cumpla
con sus propuestas sociales
como del sector que compró
su discurso moderado y confió en la promesa de que
mantendrá el modelo económico y respetará la Constitución y la democracia.
"Humala tiene que hacer las
cosas bien, crear confianza,
decir que se va a tratar de
llegar a acuerdos de caballeros con los agentes sociales,
económicos, con los empresarios y los inversores... Eso
es lo que va a primar", aseveró Manrique.
El gobierno de Humala tendrá que aplicar políticas sociales para corregir la pobreza
y la desigualdad, problemas
señalados por 85% de los
peruanos como los más graves, pero sin tocar los fundamentos del modelo económico catalogado como
exitoso, en el que la apertura
a la inversión extranjera y las
garantías jurídicas han sido
claves para el desarrollo.
Humala deberá demostrar
que no es un lobo encubierto
en "piel de cordero", tal y
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 344
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
CLARÍN (AR) • CIUDADES • 7/6/2011
La torre, en problemas
Para la renovación de la torre
del Centro Cultural San Martín aún falta superar un conflicto: la Sala Alberdi, ubicada en el sexto piso del edificio, está tomada desde hace
nueve meses. Allí se realizaban actividades de extensión
de la Dirección General de
Enseñanza Artística. Se dictaban talleres de expresión
teatral para niños, iniciación
a la actuación para jóvenes,
actuación para alumnos avanzados y comedia musical.
Y había espectáculos gratuitos.
Pero desde 2006, el Ejecutivo intenta desalojar la sala,
porque todo el edificio será
reformado. Los alumnos de
la Alberdi, que formaron una
comisión, presentaron un
recurso de amparo. La Justicia falló a su favor, ordenando que quede en su lugar
o sea trasladada a uno de
características similares.
También puso como condición que ésta fuera refaccionada. Pero nada de eso ocurrió
y la Dirección ordenó el cierre hasta tanto se hicieran las
refacciones. En agosto, la
Comisión de Alumnos decidió tomar la sala para protestar. Y ahora, negocian con el
Gobierno porteño.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 345
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
CLARÍN (AR) • CIUDADES • 7/6/2011
Anuncian otro paro en la línea 60 a partir de mañana
Es porque dicen que la empresa no cumplió lo pactado en abril, tras tres días de paro.
Trabajadores de la línea 60,
que transporta unos 250.000
pasajeros por día, anunciaron
un nuevo paro, que se realizará mañana , ya que aducen
que la empresa no cumplió
un dictamen del Ministerio
de Trabajo, que la intimaba a
pagar las diferencias salariales por vacaciones y aguinaldos no percibidos por los
trabajadores. Además, el
delegado Néstor Marcolín
denunció que la empresa
“trajo a alrededor de 150
empleados para contrarrestar
el accionar gremial, además
de amenazar” en las asambleas.
La línea 60 ya tuvo tres días
de paro total en abril, con
piquetes en la Panamericana,
a la altura de Ingeniero Maschwitz, y una olla popular en
Constitución. En esos dos
lugares están las dos cabeceras de la línea.
Aquella vez, el conflicto se
resolvió luego de la intervención del Ministerio de Trabajo , pero ahora los choferes
denuncian que la empresa no
cumplió con los compromisos asumidos entonces .
“Han contratado nuevos empleados, reclutados entre
barrabravas y choferes de sus
otras empresas para generar
una fuerza de choque y hacer
creer a la opinión pública que
hay una disputa entre trabajadores. Ya ha habido amedrentamientos y amenazas”,
dijeron en un comunicado.
El delegado de la cabecera
Constitución, Néstor Marcolín, aseguró que el paro, si se
realiza, será por tiempo indeterminado, “porque una vez
que empecemos nadie va a
querer volver a trabajar hasta
que nos paguen el último
peso”.
Marcolín explicó que el principal reclamo tiene que ver
con que a 465 de los cerca de
1.400 trabajadores que tiene
la empresa se les liquidaron
mal las vacaciones y “se les
deben entre 400 y 1.200 pesos”. El delegado dijo: “Esto
ya se tendría que haber solucionado, de acuerdo a lo que
dictaminó el ministerio el 20
de abril, cuando levantamos
el paro anterior”.
Monsa, dueña original de la
emblemática línea que tiene
17 ramales y une Tigre y
Escobar con Constitución,
se la vendió a DOTA y Nuevos Rumbos a principios de
este año.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 346
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
CLARÍN (AR) • OPINIÓN • 7/6/2011
EE.UU.: valores, no intereses
Por Rodolfo Barruti
El asesinato de Osama Bin
Laden y la desaparición de su
cadáver marcaron hasta dónde Barack Obama es capaz
de llegar para lograr afianzar
la seguridad contra el terrorismo, extendiendo “urbi et
orbe” la jurisdicción de EE.UU. Decisiones como la
llevada a cabo el 1° de mayo
contra Bin Laden difícilmente puedan reproducirse en el
futuro sin la connivencia de
un mundo multipolar.
En su reciente gira por Europa, Obama pareció entender
que EE.UU. debe ser influyente más por los valores que
por sus intereses.
El cambiante escenario de
Oriente Medio, con estallidos
populares en los pueblos árabes, exige una respuesta de
un heredero de Martin Luther
King que pueda convertir a
EE.UU. en un faro que guíe
hacia la libertad.
Por eso, debería aprovechar
esta oportunidad para alentar
la autodeterminación democrática, entre otros, de los
pueblos árabes.
El poder norteamericano
debe sustentarse en el progreso de la libertad y prosperidad, pero ello no se compadece con un discurso que sea
percibido por el mundo como
el de una potencia dominante. Tampoco podrá envilecerse en los hechos, con métodos innobles (como la tortura
en Guantánamo), so pretexto
de la búsqueda de fines nobles, No le será fácil convencer a su propio pueblo de que
deberá compartir el poder en
un mundo globalizado. El
norteamericano medio no
suele comprender fácilmente
la diferencia entre sus problemas internos y los internacionales y les otorga a los
últimos relativa importancia,
salvo que los afecte directamente como el atentado del
11-S.
Otro desafío para EE.UU.
será la diversidad en la Unión Europea, en la cual la
indignación de pueblos como
España reverbera en otros.
Su liderazgo entonces se traducirá en la influencia moral
que ejerza sobre el ideario
basado en el respeto a los
derechos humanos, la educación y el progreso . En definitiva, se trata de la necesidad de rescatar los valores de
los Padres Fundadores que es
el acervo libertario que inspiró, entre otras, nuestra Constitución Nacional.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 347
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
CLARÍN (AR) • POLÍTICA • 7/6/2011
Dramático llamado de padres en Santa Cruz para que se dicten clases
Por Lucio Fernández Moores
Después de intentar sin éxito
con cartas al gobernador Daniel Peralta, manifestaciones
públicas y pedidos al intendente local, Fernando Cotillo, y al Consejo Municipal,
un grupo de “ padres autoconvocados ” fue recibido
ayer en esta fría ciudad por
los líderes de los maestros en
huelga.
Los
docentes
santacruceños cumplen hoy
45 días sin dictar clases y
así superaron al conflicto de
2007, cuando fueron 44 los
días y hubo un recambio de
autoridades como consecuencia de la crisis que se extendió a otros sectores y que
hasta obligó al ex presidente
Néstor Kirchner a ralear sus
visitas a su propia provincia
por el malhumor social. Los
padres hicieron un llamado
dramático para que vuelvan a dictar clases . Pero el
prolongado paro parece lejos
de resolverse, No cayeron
ayer por esta zona las cenizas
del volcán Puyehue, que prefirieron dirigirse a Buenos
Aires. Tampoco hay viento,
toda una rareza, aunque sí
mucho frío. Los docentes
siguen con sus cortes en la
zona petrolera y los reclamos
sociales se multiplican como
las “cigüeñas” petroleras al
salir de esta ciudad. Todas
ellas funcionan, a excepción
de las que rodean a Pico
Truncado, donde los maestros bloquean hace seis días
el acceso a una planta de rebombeo de YPF.
No hay nafta en las estaciones de esa empresa, pero la
nafta no viene de la planta
bloqueada en Pico Truncado
sino de destilerías ubicadas a
miles de kilómetros de aquí.
Tampoco hay actividad en
las escuelas . O muy poca.
“Respeten nuestros derechos
como estudiantes.” “Alumnos en vigilia.” “Diálogo ya”.
Esas son algunas de las consignas que se leen escritas en
cartulinas de colores en los
colegios tomados por los
alumnos en Caleta Olivia,
epicentro del paro docente
santacruceño, más fuerte en
la “zona norte” de la provincia que en el sur.
“Queremos que se solucione el paro y volver a tener
clases . No se soluciona por
temas políticos. El Gobierno
siempre estuvo en contra de
Adosac”, dice Sergio Yapura
en referencia al sindicato
docente santacruceño. Sergio
tiene 18 años, su padre es
trabajador petrolero y su madre, docente. Una ecuación
normal por estos pagos. El
participa de la toma pacífica
de la escuela San Martín,
donde funcionan el Polimodal 20, la EGB 65 y un instituto terciario (IPES). El 80%
de las escuelas de esta ciudad están en esa situación,
con chicos de hasta 10 años
involucrados en la medida.
Los apoyan sus padres y los
docentes en huelga.
Y desde ayer hay tomadas
siete escuelas en la capital
provincial , Río Gallegos.
Desde el Gobierno provincial
minimizan la protesta pero
siguen sin dar respuesta al
reclamo de aumento salarial.
Se remiten a la vía legal.
Curioso en un Gobierno que
desoye fallos de la Corte
Suprema de Justicia de la
Nación que ordenan reponer
en su cargo a un procurador
fiscal (Eduardo Sosa) desplazado sin causa en la época en
que Kirchner era el gobernador.
Ayer, la Cámara de Apelaciones en lo Civil, Comercial, Laboral y de Minas habría
ratificado el fallo de primera
instancia que obliga a los
maestros a acatar la conciliación obligatoria dispuesta por
la provincia, pero los docentes están dispuestos a ir hasta
la Corte Suprema nacional
y seguir con la medida de
fuerza.
Los “padres autoconvocados” dejaron una propuesta a
los docentes: que acepten un
acuerdo similar al de otros
gremios (hasta del 37%;
ellos piden 50% y les ofrecieron un 25% en cuotas) si las
pagan todos los días de paro,
desde el 28 de febrero. Los
padres ya no cortan la ruta 3
por temor a represalias, pero
ayer cortaron en el mismo
punto despedidos de la empresa Empasa.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 348
PROCURADORIA GERAL •
JORNAL DE ANGOLA (AN) • SOCIEDADE • 7/6/2011
Direcção da Família defende a expansão dos grupos de aconselhamento
jurídico
A directora da Família e
Promoção da Mulher no Huambo, Maria do Rosário
Amadeu, defendeu a necessidade de serem criados em
todos os municípios da província grupos de aconselhamento jurídico familiar.
Falando na cerimónia do
encerramento do seminário
de formação sobre habilidades em aconselhamento jurídico familiar, Maria Amadeu
informou que a constituição
desses grupos vai permitir a
redução do índice de violên-
cia doméstica. “É necessário
que cada município tenha um
grupo de acompanhamento
para que todos trabalhemos
em prol da solução dos casos
de violência doméstica”, realçou Maria Amadeu.
A directora da Família e
Promoção da Mulher no Huambo disse que os índices de
violência doméstica têm aumentado e apelou aos cidadãos a denunciarem todos
aqueles que se envolvem em
actos violentos.
Durante o encontro foram
discutidas questões como “
Habilidades em aconselhamento”, “Habilidade jurídica
no aconselhamento” e “Orientação sobre as doenças
transmissíveis sexualmente”.
O encontro ,que decorreu
durante dois dias, contou
com a participação de representantes das administrações
municipais, ProcuradoriaGeral da República e da
Região Militar Centro e Departamento de Investigação
Criminal.
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE GUARDIAN (LO) • NEWS • 7/6/2011
LetterProvisos for talking to the Taliban
Kate Allen
As Amnesty has been warning for years, talking to the
Taliban about ending conflict
in Afghanistan should not
mean making concessions on
human rights (Editorial, 3
June).
First, there must be no immunity from prosecution for
Taliban leaders with the blood of civilians on their hands.
As the world celebrates the
arrest and trial of Ratko Mladic in Serbia, what message
would it send if war criminals in a different part of the
world were given a free pass
over the heads of ordinary
Afghans? Second, any negotiations with the Taliban
must be unequivocal about
the need for human rights
for women and girls, all religious minorities and all ethnic groups. These must not
be traded away for the "greater good" of an uncertain
peace.
And third, the Taliban must
not be allowed to block the
work of human rights defenders in Afghanistan, whether journalists, women s
rights advocates or foreign
aid workers. One sure sign
that Afghanistan is emerging
from conflict will be if Afghan women are included in
all conflict-resolution talks
(as per UN resolution 1325).
Let senior Talibs know that
this endeavour is serious by
confronting them with influential Afghan women across
the negotiating table.
Kate Allen
Director, Amnesty International UK
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 350
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
THE GUARDIAN (LO) • NEWS • 7/6/2011
LettersGeordies, banality and the truth about Cheryl
Donald J MacLeod
Alex Niven (The goading of
Geordies, 4 June) must join
the queue of UK cities and
regions smarting from the
sting of stigmatisation. At the
risk of being called yet another whingeing scouser (by
adoption), the north-east is
not the first region to be
marginalised by the southeast and London media and
political class. South Wales,
west Scotland, the Potteries,
you name it – they have
mocked it. But this is more a
symptom of class discrimination than regional. Polly
Toynbee and others have
recently cited Owen Jones s
book, Chavs: The Demonisation of the Working Class,
which outlines the erosion of
any public respect for the
majority of working people,
no matter where they live.
There are few examples in
the media of any form of
understanding or respect for
working-class men and women. The horror with which
BBC staff have greeted the
prospects of removal to the
jungles of Salford and Manchester indicates the class
(and metropolitan) mindset
that has brought us Little
Britain and The Only Way is
Essex. To what political
party or politician can we
turn to represent the ignored
and insulted majority? The
party of millionaires and public schoolboys offers little
hope and, as for the Tories,
there s no doubt about their
attitude. If we return to the
idea of separation from the
parasitical London and home
counties, perhaps Wales, the
Midlands and the North of
England should look northwards to the one electorate
that has rejected all three
Westminster parties?
Bill Major
Liverpool
• Alex Niven is mistaken in
saying Geordies are "consistently portrayed as halfarticulate buffoons". No, Ant
and Dec, Cheryl Cole and,
yes, Gascoigne, exploited the
trivialisation of TV and press
to serve themselves enormous riches. Sir Bobby
Charlton, Brendan Foster,
Steve Cram and James Bolam appear respectable and
sensible through equally intense press scrutiny. No, to
avoid the slur of puerility,
those concerned must put
away childish things including utterly banal "talent
contests" that appeal to the
lowest common denominator
in the viewers and readers. It
is not enough to say "it s
what people want".
Jack Eaton
Meifod, Powys
• Perhaps the salvation for
Northumbria could be a tieup with an independent Scotland. The region could then
become the bustling south of
Scotland rather than the neglected corner of northern
England. Northumbria was
once part of Scotland and, at
the Battle of the Standard in
1138, Northumbrians and
Cumbrians fought for the
Scottish king against the northern English barons. My
Geordie friends tell me they
have more in common with
the Scots than with their
countrymen in the south-east
of England. Over the years I
have noticed many Northumbrians bear Scottish
surnames, including your
feature writer Alex Niven.
Donald J MacLeod
Bridge of Don, Aberdeen
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 351
Matérias do dia 09/06/2011
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
EL PAIS (ES) • OPINIÓN • 8/6/2011
Armonía y derechos humanos en China
Al presidente Hu Jintao le
gustaría ser recordado por su
compromiso con la armonía
como principal seña de identidad de su mandato. La sociedad armoniosa que predica,
formulada como objetivo a
materializar en 2020, se basa,
según rezan los documentos
oficiales del Partido Comunista de China (PCCh), en la
democracia y el Estado de
derecho, la justicia, la estabilidad, la honestidad y la solidaridad y el respeto al medio
ambiente. Dicha formulación
ha sido presentada como una
muestra del esfuerzo por perseverar en la modernización
del país, a modo de una sinización de ideas y conceptos
occidentales, de forma que,
asiendo tal bandera, el PCCh
pudiera seguir cumpliendo su
misión de garantizar la persistencia de la unidad partidaria y social y la ausencia
de conflictos, e incluso ganarse una mayor respetabilidad ante los Estados occidentales, recelosos del ambiguo
rumbo del gigante oriental.
Pero ¿despeja dudas la armonía de Hu Jintao? ¿Cómo
encajar aquellas bases con la
exacerbación de la rigidez
política y la manifiesta intolerancia, por ejemplo, con la
más elemental libertad de
expresión?
El presidente chino ha dejado
entrever que su apuesta por
la armonía social no alcanza
a una reforma de tipo occidental (pluripartidismo o
separación de poderes). No
está claro que Wen Jiabao, el
más "progresista" de los actuales dirigentes a juzgar por
sus declaraciones, apueste
tampoco por un cambio político que alargue las experiencias democráticas, si bien
parece reclamar una apertura
capaz de digerir un control
independiente del sistema,
sin el cual las reformas no
podrían avanzar a buen ritmo. De este modo, en la China actual parece asumirse
que el mercado o las desigualdades son fenómenos
aceptables del capitalismo,
pero no así el ejercicio de los
derechos fundamentales o las
libertades públicas, que no
podrían incorporarse al "socialismo".
Las reformas introducidas
por Hu Jintao enfatizan por
igual la importancia del desarrollo científico o de la
armonía como estrategias
para lograr un nuevo equilibrio entre las políticas económicas y sociales, tratando
de atraerse la complicidad de
las capas más desfavorecidas.
Ello mediante la reivindicación de un papel benefactor y
mediador para el PCCh, revitalizando una función mejorada de la Administración,
más comprometida con la
virtud y la justicia, a través
de una democratización limitada de los procesos internos
y la incorporación parcial de
aquellos grupos socioeconómicos tradicionalmente mar-
ginados en el curso del proceso de reforma y que podrían haber perdido toda esperanza de verse realmente
beneficiados por el crecimiento. Pero hasta ahora, el
paternalismo al uso solo
mostró una pequeña quiebra
con la incorporación de personalidades independientes o
reducidas manifestaciones de
transparencia que no han
podido soslayar la persistencia del monopolio y la opacidad más recalcitrantes.
Aunque solo fuera a efectos
cosméticos, cabría esperar
una actitud más tolerante
respecto a la sociedad civil
emergente, lo que ayudaría a
calmar las contradicciones
sociales. Pero tampoco ha
sido así. Más que la comprensión de la necesidad de
una mayor participación de la
sociedad, indispensable para
mejorar el funcionamiento
del sistema, tal como reclama
el primer ministro Wen Jiabao, pesa la idea de que toda
expresión de autonomía es
factor de disturbios y vocacionalmente desestabilizadora, primando los mecanismos
de control para desactivar
cualquier atisbo de disconformidad. Tal visión restrictiva impide la construcción
de una sociedad armoniosa y
convierte en ilusoria cualquier esperanza de reforma política, quedando supeditada a
la exigencia de una cohesión
disciplinada.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 352
La formulación del ideal de
la sociedad armoniosa parece
perseguir la actualización de
valores morales singulares,
en buena medida correctores
de los cambios individualizadores que hubieran podido
derivarse de la presencia de
manifestaciones de orden
capitalista, hoy más presentes
en la sociedad china en virtud de la reforma. Así, la
reivindicación de una mayor
justicia social, aceptable para
el sistema, no deriva necesariamente en la admisión de
un debate de ideas más libre,
lo cual devendría peligroso.
La sociedad armoniosa no es,
pues, expresión de una voluntad liberalizadora: está
orientada a encarrilar las manifestaciones de descontento
en un nuevo equilibrio entre
eficiencia y bienestar.
Conceptos como el Estado de
derecho, las libertades individuales, etcétera, aspiran a
ser reinterpretados en China,
contribuyendo a legitimar un
modelo basado en la originalidad de sus valores diferentes y pretendidamente culturales que operan de filtro de
aquellos en los que se fundamentó el contrato social de
las democracias modernas.
Dicha adaptación, además,
alimenta la ilusión de encontrarnos,
paradójicamente,
ante la expresión de un nuevo "humanismo", un para-
digma que evidenciaría la
genialidad del poder chino
también en lo político, capaz
de hacer pasar su autoritarismo por una utopía democrática con particularidades
propias.
La complejidad de la sociedad china actual aconsejaría
abrir generosos espacios para
una auténtica reforma política. Es ilusorio pensar que las
disfunciones del sistema y el
consiguiente aumento de las
contradicciones sociales pueden resolverse prescindiendo
del abordaje de los obstáculos estructurales que ensombrecen la modernización.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 353
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
EL PAIS (ES) • OPINIÓN • 8/6/2011
El guardián del secreto
Desde hace tiempo está en
cuestión en los sistemas judiciales europeos el enorme
poder del juez de instrucción
con su capacidad de presionar al imputado mediante la
aplicación de medidas cautelares como la prisión preventiva. La tendencia es a limitar
ese poder, salvo en España,
donde un proyecto de ley
actualmente en debate en el
Congreso quiere convertirlo
además en guardián del secreto sumarial y en censor de
las partes intervinientes en el
proceso: el ministerio fiscal y
los abogados defensores.La
noticia en otros webswebs en
español en otros idiomas La
idea parece provenir del
Consejo General del Poder
Judicial y la forma de materializarla es a través de una
Ley de Medidas de Agilización Procesal que reforma
indirectamente la Ley de
Enjuiciamiento
Criminal.
Una medida que afecta a
competencias o posibles derechos de terceros no debería
acordarse por sorpresa y sin
las consultas pertinentes. Y,
posiblemente, esa medida que el fiscal necesite la autorización del juez instructor
para informar de sus propios
escritos sumariales- choca
con la facultad del ministerio
público de "informar a la
opinión pública de los acontecimientos que se produzcan, siempre en el ámbito de
sus competencias y con respeto al secreto del sumario".
El secreto del sumario es un
deber de rango legal, no
constitucional, que obliga a
cuantos intervienen en el
proceso: al juez, al fiscal, al
abogado. Ampliarlo es ir a
contracorriente y se aleja de
la jurisprudencia del Tribunal
Constitucional que lo supedita al derecho fundamental de
información. En todo caso su
guardián debe ser la ley y
nadie más.
La Ley de Medidas de Agilización Procesal debería atenerse a su enunciado: suprimir recursos innecesarios y
reducir plazos dilatados. Y
dejarse de poner límites a la
publicidad de resoluciones
judiciales que, en todo caso,
son difíciles de ocultar si
afectan a hechos socialmente
relevantes, se trate de la admisión a trámite de una querella o del ingreso en prisión
preventiva.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 354
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
EL PAIS (ES) • ESPAÑA • 8/6/2011
El TSJ obliga al Gobierno de Camps a informar sobre contratos con la
trama Gürtel
La Coalició Compromís presentó 1.508 peticiones de documentación que la Generalitat
rechazó
El Gobierno que preside
Francisco Camps está obligado a entregar a la oposición la documentación que le
solicitó sobre los contratos de
las diferentes consejerías con
empresas de la trama Gürtel.
Así lo establece una sentencia del Tribunal Superior de
Justicia de la Comunidad
Valenciana en respuesta a un
recurso de la Coalició Compromís.El PP suma 5 sentencias por vulnerar los derechos de los diputados El
Constitucional condena al PP
de Camps por negar información de Gürtel Francisco
Camps Ortiz
A FONDONacimiento: 2808-1962 Lugar: Valencia La
noticia en otros webswebs en
español en otros idiomas La
diputada de Compromís
Mònica Oltra, que fue también la letrada que presentó el
recurso, ha explicado esta
mañana que la sentencia
señala que fue inconstitucional la denegación por parte
del vicepresidente Económico, Gerardo Camps, de la
documentación solicitada por
su formación el 15 de septiembre de 2009. Compromís
pretendía conocer los contratos menores establecidos por
la Generalitat con más de
media docena de empresas de
la red de corrupción que dirigía Francisco Correa, entre
ellas Orange Market, la sociedad que gestionaba Álvaro
pérez, pero también otras
como Down Town Consulting, Easy Concept, Boomerang dirve, Special Events o
Pasadera Viajes.
"Con esta sentencia, el Consell tiene que contestar", ha
explicado Mònica Oltra, que
ha añadido que la legislatura
todavía está viva hasta el
jueves, día de la Constitución de las nuevas Cortes. Si el
Consell no lo hace, Compromís , como ha anuncido
su portavoz, Enric Morera,
volverá a presentar la solicitud de documentación. "El
PP no va a poder salirse por
peteneras", comentó Oltra,
que ha recordóado las cinco
sentencias que ya acumula la
Mesa de las Cortes Valencianas por vulnerar los derechos
de los diputados al rechazar
la tramitación de iniciativas
en muchos casos relacionadas con el caso Gürtel.
Según Oltra, cuando empezaron a producirse las sentencias del Tribunal Constitucional por vulnerar derechos de
los diputados, lo que hizo el
PP fue admitir las iniciativas
pero contestar cosas distintas
a las que la oposición solicitaba o rechazar las peticiones
de documentación. En el
caso de las 1.508 solicitudes
de documentación recurridas
por Compromís, Gerardo
Camps se escudó en que la
investigación de Gürtel estaba bajo secreto de sumario.
El TSJCV, sin embargo, considera que incurrió en una
ilegalidad al denegar los documentos. "Tenemos la férrea voluntad de seguir defendiendo los derechos de los
valencianos", ha señalado
Oltra durante la rueda de
prensa de presentación de los
componentes del nuevo grupo parlamentario de Compromís en las Cortes Valencianas.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 355
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
AMBITO FINANCEIRO (AR) • POLÍTICA • 8/6/2011
Hijos de Noble: Casación rechaza planteo de nulidad y Abuelas irán a la
Corte
Pablo Llonto y Alcira Ríos
La Cámara Nacional de Casación Penal rechazó los
planteos de nulidad contra el
fallo del propio tribunal que
puso límites para el estudio
comparativo de ADN de Felipe y Marcela Noble Herrera
y las Abuelas de Plaza de
Mayo acudirán ante la Corte
Suprema de Justicia.
A media mañana, los abogados Pablo Llonto y Alcira
Ríos, querellantes en la causa, habían planteado la nulidad del fallo y a las pocas
horas, lo que no es frecuente,
la Sala II dictó un fallo rechazando el recurso y aclarando los alcances del fallo.
Por último, la entidad que
conduce Estela de Carlotto
anticipó que presentará un
recurso ante la Corte Suprema de Justicia luego de
las aclaraciones del fallo de
Casación.
Los abogados querellantes
habían pedido dejar sin efecto el fallo luego de que los
camaristas Guillermo Yacobucci, Raúl Madueño y Luis
García avalaran la extracción
compulsiva de sangre de los
Noble pero al mismo tiempo
estableciera límites de tiempo en el estudio comparativo
de ADN.
A su vez, los jueces emitieron una resolución a pedido
de Abuelas de Plaza de Ma-
yo, cuyos abogados también
al mediodía solicitaron que
se aclare los alcances del
fallo.
En esa resolución detallaron
cómo debe ser el peritaje,
esto es, el estudio comparativo de muestras que se les
extraiga a Marcelo y Felipe y
las que hay en el Banco Nacional de Datos Genéticos
(BNDG) del Hospital Durand.
Los jueces explicaron que la
limitación "no toma en cuenta la fecha en que los niños
habrían nacido, ni tampoco
los relatos acerca de cómo y
por quién se habrían entregado los niños, sino la fecha en
que la niña y el niño fueron
presentados al Juzgado de
menores Nº 1 de San Isidro,
respectivamente".
Según el fallo, Marcela fue
presentada en el juzgado el
13 de mayo de 1976, luego
de ser abandonada en la puerta del domicilio de Ernestina Herrera de Noble, la
dueña de Clarín, en tanto que
Felipe fue recibido el 7 de
julio de ese mismo año.
"En la medida en que no se
ponga en discusión que los
expedientes fueron iniciados
en las fechas indicadas, la
lógica determina que a más
tardar al momento de iniciación de cada uno de ellos, la
niña y el niño ya habían na-
cido, aunque la data exacta
de nacimiento sea incierta",
señaló la Casación.
Así entendieron que "no resulta estrictamente necesario
-mientras no se ponga en
duda la fecha registrada como de iniciación de esos casos- comparar perfiles de
ADN de las presuntas víctimas con todos los perfiles de
ADN conservados en el Archivo Nacional de Bancos
Genéticos en relación a personas detenidas o desaparecidas después del 13 de mayo
de 1976, con relación a Marcela y después del 7 de julio
de 1976, con relación a Felipe".
"Si por el contrario, no existe
certeza de que la fecha de la
detención o desaparición
fuesen posteriores, entonces
los perfiles de ADN de las
muestras aportadas por familiares de detenidos o desaparecidos no quedan excluidas
de la comparación", concluyeron los camaristas.
El jueves pasado, los camaristas Raúl Madueño, Luis
García y Guillermo Yacobucci confirmaron "la extracción directa, con o sin consentimiento, de muestras
sangre, saliva, piel, cabello u
otras muestras biológicas
pertenecientes en forma indubitada a Marcela y Felipe
Noble Herrera", aunque establecieron límites de fechas
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 356
para realizar el estudio comparativo de ADN.
Ahora, el caso llegará a estudio de la Corte Suprema de
Justicia, a raíz de la apelación que interpongan las partes, por lo que el peritaje y
extracción de sangre queda
supeditado a lo que ordene
ese
fallo.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 357
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
AMBITO FINANCEIRO (AR) • POLÍTICA • 8/6/2011
Piden detener a Telleldín para que sea juzgado como partícipe necesario
del atentado a la AMIA
Carlos Telleldín
El fiscal Alberto Nisman
solicitó que el ex reducidor
de autos Carlos Telleldín
vuelva a ser sometido a juicio oral y público como supuesto partícipe necesario del
atentado a la AMIA, que
provocó 85 muertos el 18 de
julio de 1994.
Mediante un escrito, el fiscal
también pidió la inmediata
detención de Telleldín, luego
de que la Corte Suprema de
Justicia revocara su absolución el 27 de mayo de 2009.
Nisman consideró "agotada"
la investigación sobre la participación de Telleldín, y por
ello solicitó su "pronto y rápido juzgamiento", tal cual el
planteo que recibió el juez
federal Rodolfo Canicoba
Corral.
Telleldín había sido absuelto
por el Tribunal Oral Federal
N° 3 en 2004, a raíz de una
serie de irregularidades en la
investigación, pero en 2009
al ser revisado el fallo por la
Corte, se dispuso que vuelva
a ser investigado y a tal fin
sometido a un nuevo juicio
oral y público.
"Se trata de un expediente en
el que la verdad real ha sido
lo suficientemente maltratada
como para admitir más rodeos inútiles o nuevos planteos
dilatorios", justificó Nisman,
para quien "el cúmulo de
pruebas validadas por la
Corte Suprema de Justicia
resultan suficientes para responsabilizar a Telleldín por
su participación en el ataque
y requieren que su juzgamiento se inicie de manera prioritaria".
En mayo de 2009, la Corte
sólo había declarado válida la
investigación del atentado
hasta el 31 de octubre de
1995, día en que Telleldín
implicó con su declaración a
policías bonaerenses a cambio de una abultada suma de
dinero, incentivo del que
estaba al tanto el entonces
juez Juan José Galeano.
De todos modos la Corte
valoró que se haya determinado que Telleldín había sido
el último tenedor de la camioneta Trafic que se acondicionó como "cochebomba"
para perpetrar el atentado.
Luego de emprender varias
medidas de prueba, ahora
Nisman reclama un nuevo
juicio para Telleldín, en tanto
que aún se sigue investigando otro tramo de la causa.
En ese expediente está a la
espera de la respuesta de un
exhorto a Perú en busca de
un testigo y del rastreo de
celulares que operaron en la
zona de la AMIA antes y
después del ataque, entre
otras medidas.
Lo que aún no se pudo determinar en la investigación
es quien recibió la camioneta
luego de pasar por las manos
de Telleldín.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 358
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
AMBITO FINANCEIRO (AR) • POLÍTICA • 8/6/2011
Bolivia exige en la OEA diálogo "inmediato" a Chile por salida al mar
El canciller boliviano, David Choquehuanca, exigió a Chile este martes en la Asamblea
General de la OEA iniciar de inmediato una negociación bilateral "concreta, factible y
útil" para lograr una salida al mar, perdida en una guerra en 1879.
Choquehuanca expresó además que, sin renunciar al
diálogo bilateral, Bolivia
está explorando recurrir a
"instancias jurídicas" internacionales para terminar con su "enclaustramiento".
ce claramente a la posibilidad soberana de Bolivia
para explorar otras alternativas otorgadas por el
derecho
internacional",
dijo. "No queremos dialogar otros 132 años", indicó
Choquehuanca.
"Demando fraternalmente
al señor canciller de la República de Chile (Alfredo
Moreno) el establecimiento
inmediato, en el día de hoy,
de un proceso de negociación bilateral, formal, sobre
una propuesta escrita, concreta, factible y útil, teniendo como testigos todos
los países" de la OEA, indicó Choquehuanca.
Por su parte, el canciller chileno replicó que "desgraciadamente no es posible ni
aceptable para mi país ni
para el ordenamiento jurídico internacional. Chile ha
señalado muy claramente
que no está en condiciones
de otorgar a Bolivia un acceso soberano al océano
Pacífico, menos aun sin
compensaciones (territoriales)". "No hay ningún ejemplo de otros países en el
mundo que hayan hecho algo
semejante", añadió Moreno.
"Que Bolivia no haya podido
encontrar una solución definitiva a su enclaustramiento
después de 132 años en la vía
diplomática, a través de la
negociación directa, como
recomienda la Resolución
426 de la OEA, del 31 de
octubre de 1979, nos condu-
"Se requiere un nuevo esfuerzo para retomar el diálogo,
solo así encontraremos el
camino para resolver este
asunto de carácter bilateral",
dijo Moreno, quien agregó
que "hemos objetado siempre
la inclusión de este punto en
la agenda de la OEA".
Choquehuanca mencionó que
su gobierno contempla "acudir a las instancias jurídicas
previstas en los mecanismos
de la solución pacífica de
controversias para lograr una
solución definitiva a su justa
reivindicación".
Esta declaración podría significar que la La Paz planea
llevar el caso ante la Corte
Internacional de Justicia de
La Haya, aunque Choquehuanca no lo dijo explícitamente.
"Durante 132 años hemos
reclamado nuestro derecho
de volver al mar a través del
poder del diálogo y la razón",
expresó
Choquehuanca.
"Ninguna victoria militar
otorga derechos ilimitados
cuando éstos son producto de
la
fuerza",
agregó.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 359
STF • PROCURADORIA GERAL •
AMBITO FINANCEIRO (AR) • INTERNACIONALES • 8/6/2011
Renunció el jefe de Gabinete de Dilma por acusaciones de corrupción
El jefe de Gabinete de Brasil, Antonio Palocci, presentó su renuncia, golpeado por las
denuncias en su contra por el crecimiento de su patrimonio, con lo que la presidenta
Dilma Rousseff perdió a un hombre clave de la gestión.
La renuncia, sobre la que se
especulaba desde hacía unos
días, fue oficializada por el
gobierno, que hizo público el
texto y el nombre de quien
reemplazará a Palocci: la
senadora Gleisi Hoffmann,
también del gobernante
Partido de los Trabajadores (PT) y esposa del ministro de Comunicaciones,
Paulo Bernardo.
Palocci dejó el cargo, golpeado por una denuncia periodística que dio cuenta de
que su patrimonio creció 20
veces entre el 2006 y el
2010, periodo en el que el
renunciante funcionario fue
diputado federal, aunque
mantenía la propiedad de la
consultora Projeto.
La oposición exigió la renuncia del funcionario, logró
aprobar una citación parlamentaria y presentó una denuncia en su contra, aunque
anoche el procurador general
de la República, Roberto
Gurgel, decidió que no había
indicios de que el enriquecimiento pudiera deberse a
medios ilícitos.
En una nota oficial, el Gabinete Civil de la Presidencia
informó que Palocci entregó
una carta a Rousseff en la
que pidió su salida y sostuvo
que la manifestación de Gurgel confirma "la inexisten-
cia de cualquier fundamento, aun cuando mínimo, en
las sospechas presentadas
sobre su conducta".
Con todo, el texto advierte
que el dimitente funcionario
considera que "la continuidad de la disputa política
podría perjudicar sus atribuciones en el gobierno",
por lo que prefirió "solicitar
su alejamiento", aceptado
por Rousseff.
El diario Folha de San Pablo, que había hecho la primera denuncia sobre Palocci,
publicó que en apenas el
2010, mientras Palocci fue
jefe de la campaña proselitista de Rousseff, su consultora
Projeto había logrado ingresos por poco más de 12 millones de dólares.
De ese total, la mitad fue
obtenido en los dos últimos
meses del año, cuando ya las
urnas le habían dado el triunfo a Rousseff, que asumiría
el 1 de enero.
El viernes pasado, el ahora
ex ministro habló por primera vez sobre el tema en entrevistas a la TV Globo y al
propio diario Folha, pero
argumentó que un acuerdo de
confidencialidad le impedía
dar detalles sobre los ingresos y sus clientes, aunque
remarcó que nunca cometió
irregularidades.
Palocci dijo entonces que su
empresa prestaba servicios
de consultoría económicofinanciera a grupos privados
y aseguró que jamás realizó
gestiones junto al poder público para beneficiar a sus
clientes.
Pese a ello, el exfuncionario
parecía haber perdido el respaldo de los partidos aliados
del gobierno y de parte del
propio PT, a lo que se sumó
hoy Fuerza Sindical, la segunda central obrera del país,
que también reclamaba su
salida.
El caso había impulsado la
intervención de Lula Da Silva, quien se reunió con
Rousseff y actuó como contenedor para algunos sectores
disconformes. Anoche, el
exmandatario buscó despegar
de la cuestión, a la que consideró "una cuestión personal
de Dilma", en la que él no
tenía nada que ver.
El Supremo Tribunal Federal (STF), que juzgó el caso,
confirmó la violación ilegal
del secreto bancario de Costa, pero evaluó que no había
pruebas suficientes para condenar a Palocci como autor
del delito. Igual, el ministro
debió dejar la cartera.
STF NA MÍDIA • 9 de junho de 2011 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . PÁGINA 360
STF • CEZAR PELUSO • AYRES BRITTO • ELLEN GRACIE • RICARDO LEWANDOWSKI •
JUSTIÇA NO EXTERIOR •
LA REPPUBLICA (IT) (IT) • POLÍTICA • 8/6/2011
Cesare Battisti un uomo libero il Brasile decide per il no all estradizione
L ex terrorista stato rilasciato dal carcere di Papuda, dove era rinchiuso da quattro anni. La corte suprema brasiliana ha votato a maggioranza, 6 contro 3, per la liberazione
dell ex terrorista. L avvocato che rappresenta l Italia: Non rispettata Convenz
BRASILIA - È finita pochi
minuti dopo le 5 (ora italiana), dopo quattro anni e 52
giorni, la reclusione di Cesare Battisti nel carcere di Papuda, in Brasile. L'ex terrorista - condannato in Italia in
contumacia all'ergastolo per
quattro omicidi - è stato liberato dopo la decisione del
Tribunale supremo federale
brasiliano, che ha negato
l'estradizione in Italia. "Rimarrà in Brasile, ha molti
amici", ha detto il suo legale.
Nessuna dichiarazione da
parte dell'ex terrorista.
Con un voto a maggioranza,
6 giudici contro 3, la corte
aveva stabilito che Battisti
non è estradabile e che quindi doveva essere liberato. La
decisione dei giudici è arrivata dopo una seduta fiume
durata quasi sette ore: a favore della liberazione hanno
votato i giudici Marco Aurelio Mello, Luis Fux, Carmen
Lucia, Ricardo Lewandowski, Joquim Barbosa, e
Ayres Britto. Hanno votato
contro il presidente del Supremo Tribunale Federale
(STF), Cezar Peluso, il giudice relatore Gilmar Men-
des e la giudice Ellen Gracie.
La decisione definitiva è arrivata dopo un primo voto
che aveva stabilito come,
secondo la corte, l'Italia non
ha alcuna competenza per
chiedere alla magistratura
brasiliana di invalidare la
decisione dell'ex presidente
Luis Inacio Lula da Silva di
concedere l'asilo politico a
Battisti. Per i sei giudici, si
tratta di "una questione di
sovranità nazionale" e quindi
di competenza del potere
esecutivo e non di quello
giudiziario.
L'ex terrorista rosso ha atteso
in carcere la sentenza: fu
arrestato nel marzo del 2007
dopo una latitanza ultraventennale spesa soprattutto in
Francia, dove si è fatto conoscere come affermato scrittore. La giustizia italiana
lo cerca per fargli scontare i
quattro ergastoli a cui è stato
condannato in contumacia
per fatti di sangue in Italia
negli anni '70. Ben quattro
omicidi che però Battisti ha
sempre detto di non aver
commesso.
Il Brasile gli ha concesso un
visto di residenza permanente, in assenza del quale, senza lo status di rifugiato - già
annullato nel 2009 dal Tribunale supremo - sarebbe stato
un immigrato clandestino.
Gioia fuori dal tribunale dove
la fidanzata dell'ex terrorista
e un gruppo di simpatizzanti
stavano seguendo la seduta:
"Sono ovviamente felice:
come dice la canzone, 'la vita
è bella", ha dichiarato Joice
Lima, fidanzata di Cesare
Battisti. Ora si attende la
scarcerazione.
"L'Italia ora potrebbe appellarsi ad un'istanza internazionale": lo ha dichiarato il legale del governo italiano, Nabor Bulhoes, subito dopo la
fine dell'udienza. "Con questa sentenza - continua Bulhoes - il Brasile non ha rispettato la Convenzione di Vienna
che regola i Trattati internazionali e lo stesso ha fatto
con il Trattato bilaterale Italia-Brasile sull'estradizione
del 1989. Tutto ciò danneggia la credibilità internazionale del Brasile".
STF • PROCURADORIA GERAL •
PORTUGAL DIGITAL (PT) • NOTÍCIAS • 8/6/2011 • 09:48:00
Procurador geral da República arquiva representação contra Palocci sobre caso Francenildo
Brasília – A ProcuradoriaGeral da República (PGR)
divulgou terça-feira (7) parecer em que o chefe do órgão,
Roberto Gurgel, arquivou
nova representação contra o
ministro-chefe da Casa Civil,
Antonio Palocci. A representação foi pr